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Cancro da mama combatido em poucos dias? Novos tratamentos prometem facilitar vida dos pacientes

Especialistas focam estudos em tratamentos de poucos dias com o objetivo de evitar semanas de tratamentos e cirurgias com efeitos colaterais.
Por Correio da Manhã 15 de Dezembro de 2019 às 11:22
Mamografia
Mamografia FOTO: Reuters

Os tratamentos para combater o cancro da mama que duram cerca de seis semanas podem ter fim à vista. Até agora, as semanas de radioterapia e cirurgias que deixavam o corpo marcado para sempre - além dos efeitos colaterais da radioterapia - eram a única realidade para muitas pacientes cujo tumor era detetado numa fase inicial. 

Este mesmo tratamento invasivo permite a sobrevivência de muitas, mas deixa marcas para sempre. As idas intermináveis ao hospital, as náuseas, os sacrifícios pessoais e profissionais, as dores físicas e exaustão tornam os tratamentos mais dolorosos e difíceis de ultrapassar. 

Por esta mesma razão, os médicos estão focados em novas formas de combater a doença sem que isso destrua também a vida das suas pacientes no processo. 

Numa conferência decorrida na semana passada, no estado norte-americano do Texas, um grupo de especialistas revelou que existem uma série de novas descobertas que permitirão, no futuro, facilitar todo o processo de tratamento. O próximo passo é administrar uma quantidade de radioterapia que limpa células cancerígenas de forma mais precisa, em vez de ser aplicado em toda a mama, em poucos dias. Assim, futuramente, o tratamento para o cancro de mama poderá ser mais incisivo e durar dias, em vez das semanas de sessões diárias de hospital.

Outra novidade, segundo avança o jornal britânico Mirror, são os testes de ADN aos tumores. Estes podem, segundo avança a mesma fonte, poupar muitas mulheres com cancro de mama avançado a evitar a quimioterapia. 

A mesma conferência apresentou ainda novidades como: u
m tratamento inovador a ser aplicado em dez dias, o tratamento do cancro da mama com radiação mínima, ou mesmo nenhuma, um teste de ADN ao sangue para identificar o código genético do tumor e uma caneta que identifica células cancerígenas. 

Todas estas possibilidades ainda se encontram em fase de testes e nada é ainda concreto. Apenas apresenta um leque de opções que possam vir a ser o nosso futuro. Futuro esse que, com alguns destes tratamentos, pode ser mais facilitado com esas novidades. 

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