O ministro dos Negócios Estrangeiros afirmou hoje que a declaração subscrita pelo Governo português que admite listas transnacionais ao Parlamento Europeu não passa de uma "ideia a discutir" e que Portugal não está obrigado a adotá-la.
Augusto Santos Silva, que falava à margem de um debate alusivo ao percurso de Mário Soares, na sede nacional do Partido Socialista, em Lisboa, desvalorizou assim as críticas de vários partidos, incluindo de figuras do PS, à posição subscrita pelo primeiro-ministro, António Costa, ao assinar a Declaração de Roma no passado fim de semana.
"O Governo português assinou uma declaração, a Declaração de Roma. O compromisso a que chegaram os chefes de Estado e de Governo dos sete países da Europa Mediterrânica - e a declaração é clara [quanto a esse ponto] - diz que essa ideia das listas transnacionais poderia ser uma boa maneira de nós procurarmos chegar a um objetivo que nos une, que é o de reforçar a democraticidade da Europa", disse o MNE português.
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