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MICRONOVELA

Pandora O poder não se mostra. Usa-se.

António Guterres inicia mandato nas Nações Unidas

Novo secretário-geral da ONU pede que a paz seja uma prioridade.

01 de janeiro de 2017 às 05:01

O novo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, assinalou hoje o início do seu mandato apelando para que se faça da paz uma prioridade.

"Façamos de 2017 um ano de paz", instou o antigo primeiro-ministro português e ex-Alto Comissá rio das Nações Unidas para os Refugiados, na sua primeira mensagem como secretário-geral da ONU, intitulada "Apelo à paz".

Realçando que o compromisso para com a paz é de "hoje e todos os dias" e deve ser um "princípio orientador", Guterres confessa que é, "sobretudo, uma pergunta" que "assalta a consciência" e diz que se interroga sobre "como ajudar os milhões de seres humanos vítimas de conflitos e que sofrem enormemente em guerras que parecem não ter fim?".

O novo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, assinalou hoje o início do seu mandato apelando para que se faça da paz uma prioridade.

"Façamos de 2017 um ano de paz", instou o antigo primeiro-ministro português e ex-Alto Comissá rio das Nações Unidas para os Refugiados, na sua primeira mensagem como secretário-geral da ONU, intitulada "Apelo à paz".

Realçando que o compromisso para com a paz é de "hoje e todos os dias" e deve ser um "princípio orientador", Guterres confessa que é, "sobretudo, uma pergunta" que "assalta a consciência" e diz que se interroga sobre "como ajudar os milhões de seres humanos vítimas de conflitos e que sofrem enormemente em guerras que parecem não ter fim?".

Observando que na guerra "não há vencedores; todos perdem", Guterres criticou o gasto de "biliões de dólares na destruição de sociedades e economias, alimentando ciclos de desconfiança e medo que podem perpetuar-se por gerações".

O líder da maior organização do mundo nos próximos cinco anos lembrou a ameaça do terrorismo global e como "vastas regiões do planeta estão inteiramente desestabilizadas".

Para o novo secretário-geral das Nações Unidas, ultrapassar as "divergências políticas" exige solidariedade, compaixão, diálogo e respeito.

"Façamos de 2017 um ano em que todos -- cidadãos, governos, dirigentes -- procurem superar as suas diferenças", apelou António Guterres.

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