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MERCADO FONOGRÁFICO REGISTA QUEBRA VERTIGINOSA EM 2003

A indústria fonográfica portuguesa registou, no primeiro trimestre deste ano, uma quebra de vendas de quase nove por cento por comparação com igual período do ano passado.
20.05.03
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MERCADO FONOGRÁFICO REGISTA QUEBRA VERTIGINOSA EM 2003
Os discos continuam em queda
Segundo dados divulgados pela Associação Fonográfica Portuguesa (AFP), venderam-se, entre Janeiro e Março deste ano, qualquer coisa como 2.619.836 unidades áudio, ainda assim menos 250 mil do que nos três primeiros meses de 2002, período em que aquela associação já havia registado a venda de 2.873.042 unidades.
Em queda vertiginosa e já fora deste “campeonato” continua o vinil que, entre Janeiro e Março deste ano, apenas registou a venda de apenas três unidades, menos 97 do que em igual período do ano passado. Feitas as contas foi uma quebra de 97 por cento.
O AVANÇO DO DVD
Mas nem tudo são más notícias. A venda de singles, por exemplo, registou um aumento de 107 por cento, o que em termos de unidades vendidas representa qualquer coisa como 66.491 discos, números notáveis sobretudo para um País com fraca cultura de singles.
Mas a maior subida, até pelo que representa em termos de facturação, tem a ver com o suporte audiovisual (vídeos musicais e DVD) que registou uma variação de mais de cem por cento (100,22). A venda de vídeos, por exemplo, teve um aumento surpreendente de 255 por cento, qualquer coisa como sete mil unidades, mais cinco mil do que em igual período de 2002. Quanto aos DVD, só nos primeiros três meses deste ano venderam-se 137.488 unidades, mais 67 mil do que em 2002.
INTERNACIONAIS NA FRENTE
Em relação à origem do repertório, os internacionais continuam a dominar o mercado português, sobretudo no que toca aos álbuns. E quando assim é quem lucra são as editoras. A EMI-Valentim de Carvalho, com 26,30 por cento de quota, continua na frente, seguida pela Universal Music (22,52), Sony Music (18,80) e Warner Music (13,99).
No que toca aos nacionais, uma vez mais a EMI-Valentim de Carvalho aparece a dominar, desta feita com 35,5 por cento de quota, seguida novamente pela Universal Music (21,54%) e pela Sony Music (10,13%).
No campo das compilações o mercado é dominado pela Som Livre (26,61 por cento), MVM (12,98) e Vidisco (11,97).

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