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"Se eu morresse hoje, morria feliz"

Caio Júnior disse frase profética quando se apurou para a final da Taça Sul-Americana. É uma das vítimas da tragédia.

30 de novembro de 2016 às 03:00

"Se eu morresse hoje, morreria feliz". Palavras do técnico da Chapecoense, Caio Júnior, umas das vítimas da tragédia, sem saber o que o destino lhe guardava.

Há uma semana, o treinador expressava a sua alegria por se qualificar para a final da Taça Sul-americana, depois de empatar com o San Lorenzo (Argentina) por 1-1, no conjunto das duas mãos, valendo o golo marcado fora na primeira mão das meias-finais.

Caio Júnior foi uma cara conhecida do futebol português. O brasileiro representou o Vitória de Guimarães entre 1987 e 1992, onde disputou 106 partidas e marcou 31 golos. Nas duas épocas seguintes foi jogador do Estrela da Amadora, apontando dois golos em 31 jogos.

A sua última época em Portugal foi ao serviço do Belenenses, em 1994/95, com dois golos em 13 encontros. Seguiu para o Brasil e acabou a carreira de jogador em 1999. Como treinador ganhou a Liga do Qatar, pelo Al-Gharafa, em 2009/10.

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