Acácio Pereira
Presidente do Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do SEFMuito interessante a declaração do primeiro-ministro António Costa na sua última entrevista a uma televisão: "Os ministros não servem para criar problemas, mas sim para os resolver!"
Se tivesse falado antes talvez evitasse a má prestação recente da ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, menorizando o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). É verdade que há dias maus e declarações infelizes, mas quando isso acontece a um governante pode ser grave. Neste caso, com consequências para a segurança de Portugal e da União Europeia.
A ministra desconhece, ou não considera, as competências e o trabalho efetivo de investigação criminal do SEF.
Pensa que a atividade do SEF é "essencialmente burocrática" e relacionada com o "controlo documental" e desconhece, ou não considera, a sua investigação de crimes complexos como o Tráfico de Seres Humanos, o Auxílio à Imigração Ilegal ou Casamento de Conveniência – crimes levados a cabo de forma organizada em vários países, muitas vezes associados ao branqueamento de capitais e instrumentais de atividade terrorista.
Do que o SEF precisa é de sentido de Estado por parte de quem o tutela. Não de quem cria problemas gratuitamente.
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