Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoA queda abrupta das ações dos CTT nos últimos dias é mais uma prova de que a Bolsa portuguesa não é um local recomendável para os pequenos investidores.
Milhares de acionistas correram à privatização e houve até momentos para ganhar dinheiro com mais-valias.
Quem não vendeu quando as ações davam lucro e manteve o investimento na mira dos bons dividendos já está a perder dinheiro, e a empresa cortou na remuneração aos acionistas.
De más experiências para a pequena poupança está a Bolsa cheia, sendo os casos mais graves as aplicações em títulos da banca (no caso do BES e Banif a perda foi total) e da Portugal Telecom, que hoje tem a Pharol como sucessora a valer uma ínfima parte.
O capitalismo popular está morto em Portugal por culpa das empresas que raramente defendem os investidores minoritários. Em outubro de 1987 muita gente ficou queimada com o ‘crash’.
As privatizações da década de 1990 iniciaram um segundo capítulo que se esvaziou com a evolução do mercado.
O caso dos CTT é apenas mais um episódio de uma triste história.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Em apenas um ano Trump ameaça a América e o Mundo.
A direita tem dois terços do eleitorado, mas provavelmente não vai eleger o Presidente.
EUA tornaram-se um império sem pudor e a Europa vê o seu fiável parceiro passar de protetor para eventual predador com a recente ameaça a um parceiro da NATO.
O discurso de Trump sobre a captura de Maduro cria muitas dúvidas sobre o futuro da Venezuela.
Na mensagem de Natal, o primeiro-ministro viu a situação de Portugal como quem vê o copo meio cheio.
Com a entrada em cena na Casa Branca da Administração Trump, o contexto mudou.