Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoQuando a dívida pública deste país sobe a patamares de 230 mil milhões de euros e continua a crescer a um ritmo galopante é estranho que o assunto não seja mais discutido na praça pública. O fardo da dívida está a travar o crescimento económico e é o grande monstro que os políticos deste século nos legam.
Depois do resgate da troika, a torneira do BCE mitigou o problema. Comprou dívida e forçou a descida de juros. Bastava a DBRS manter a nota que permite a operação do Banco Central Europeu e tudo corria sobre rodas e a dívida não criava nenhuma situação emergente como a de 2011, que levou ao doloroso resgate. O problema é que o BCE mudou a política e as limitações impostas forçam a travagem de compra de dívida pública portuguesa.
Com as novas regras, no verão de 2017 o BCE já não poderá socorrer o endividamento público nacional, porque chega ao limite. Esta previsão já está a penalizar os juros das emissões portuguesas, que pagam um prémio demasiado caro. E se os juros subirem na Europa, a situação torna-se insustentável.
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