Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoA Caixa Geral de Depósitos volta a ser vítima de uma insólita vacatura. António Domingues terminou o mandato em 31 de dezembro e, como as autoridades europeias ainda não deram o aval à equipa de Paulo Macedo, o maior banco português fica vários dias sem presidente.
É uma situação lamentável, quase uma comédia de enganos em que os protagonistas envolvidos não ficam bem na fotografia. Mas a culpa maior deste episódio pertence ao BCE. Se em causa estivesse um grande banco alemão, porventura a resposta seria mais célere.
As novas regras bancárias são teias que o império do euro tece e que tornam os países periféricos em protetorados.
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