Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoO défice de 2,3% do PIB em 2016 permite a Portugal fazer uma boa figura perante Bruxelas, apesar de a Comissão sublinhar que foi o perdão fiscal e a travagem no investimento público que permitiram alcançar esse objetivo.
Mas no mesmo dia em que o relatório europeu dá alguma folga, os dados sobre a dívida pública revelam a fragilidade das contas públicas.
O bom valor do défice não esconde a gigantesca dívida. Em 2016 o endividamento público ficou no patamar dos 130% da riqueza gerada.
Num país de artistas de contabilidade criativa, o valor da dívida é o que melhor afere a qualidade da gestão do nosso dinheiro no Estado.
E, como se vê, continua uma desgraça.
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