Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoO Governo escolheu António Domingues para liderar a Caixa Geral de Depósitos num período muito complicado, que exige uma montanha de milhões de euros de esforço aos contribuintes.
O banqueiro vai para uma entidade pública com um salário de nível do privado. O Governo paga uma fortuna a um banqueiro que vai ter de dispensar mais de dois mil bancários.
E além do rendimento fixo milionário, o Estado abre um perigoso precedente ao isentar os gestores de uma entidade pública do escrutínio do Tribunal Constitucional.
"Não foi lapso. Escrutínio é feito pelo acionista", diz o Ministério das Finanças. Mas acontece que os acionistas somos nós e temos direito a saber.
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