Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoHá uma cidade milenar que está a ser palco de um genocídio. Alepo, onde até há bem pouco tempo havia pessoas que falavam aramaico, a língua que Jesus falava, foi durante séculos exemplo de coexistência entre comunidades religiosas e culturais.
Neste teatro que reacendeu a chama da Guerra Fria, o Ocidente tem muitas culpas no cartório. EUA e aliados promoveram uma falsa primavera para tentar derrubar um ditador. E floresceram grupos jihadistas como o Daesh.
Assad continua a resistir. E depois de tanto terror e milhões de refugiados, a tragédia síria tem na martirizada Alepo o espelho com que muitas consciências ocidentais choram lágrimas de crocodilo.
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