Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoOs portugueses costumam festejar quando um concidadão sobe aos mais altos areópagos. Mas também acontece frequentemente que o País pouco ganha com esses cargos.
Foi o que sucedeu com Durão Barroso em Bruxelas e Vítor Constâncio no Banco Central Europeu (BCE).
Ontem, fonte de Belém, mais tarde corrigida pelo Presidente, achava estranho que o vice-presidente do BCE concordasse com a aplicação de sanções a Portugal, quando o País conseguiu pela primeira vez um défice abaixo dos 3%. E questionava-se o que o antigo governador do Banco de Portugal faz em Frankfurt.
Boa pergunta. Vítor Constâncio deve essa resposta aos portugueses.
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