Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoAinda vivemos dias de calor escaldante, mas já se aproxima o outono, que promete ser de descontentamento. Uma das agências de rating de referência já avisou que duas das medidas deste Governo podem ter um impacto orçamental mais negativo do que o previsto: a redução do IVA para a restauração e a redução do horário de trabalho na Função Pública para 35 horas semanais.
Já parece um triste fado, mas um País que vai na segunda década com o PIB em ‘ponto morto’, sem capacidade de aceleração, não tem condições para distribuir riqueza. Assim, o Orçamento do Estado, a apresentar a 15 de outubro, não pode concretizar nenhum milagre. Nem o das rosas.
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