Hoje em dia, não há político que se preze que não recorra à crise na construção europeia para obter manchetes.
O fim da Europa está na moda, é politicamente correto prevê-lo e antecipá-lo; pelo contrário, defender o ideal europeu é apontado como sinal de radicalismo, de inconsciência e de ignorância.
É por isso que a reação tranquila ao referendo em Itália, ou a derrota da extrema-direita na Áustria, provocaram um certo ar de desilusão entre o pensamento que predomina por aí.
Repare o leitor que há europeus que tomam decisões e votam com liberdade, e que isso é normal e não provoca o fim do mundo.
Quem diria! Mas não era esse o ideal da Europa?
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A mitologia dos jogos entre Portugal e França tem mais um capítulo.
Vai ser difícil derrotar uma equipa com uma alma assim.
Afinal, Portugal não tem duas boas seleções, mas sim bons suplentes.
O terceiro jogo poderá servir para avaliar a forma de outros talentos.
Com a vitória de ontem, obtida da forma que foi, a seleção nacional entra no Europeu com o pé direito e sai da primeira partida reforçada pelo espírito que teve de ir buscar ao fundo do poço.
Montenegro terá de alargar a sua base eleitoral.