A preocupação de conter polémicas sobre a tragédia tem sido óbvia por parte do Governo e do Presidente e compreende-se.
É a altura de acabar com o inferno do fogo, chorar e identificar as vítimas, tratar dos vivos. Mas para que estas pessoas não tenham morrido em vão importa não esquecer.
Para um país que tem nos incêndios um problema crónico, que nunca encontrou um modelo estável de combate, que tem um poder político que já consentiu todo o tipo de negociatas na contratação de meios aéreos e de outro equipamento, que consente todo o tipo de mediocridades nas hierarquias da proteção civil e quejandos, é imperativo respeitar o luto, mas não esquecer e tirar as lições necessárias.
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