Não há muita diferença entre um comunista e um padre. Ouvir o Partido Comunista Português (PCP) sobre a crise na Venezuela é como ouvir um padre sobre o Espírito Santo. Não há argumento que os vença. Mas só quem achou que a gerigonça era outra coisa, que não um encontro de interesses contra um inimigo comum, ou quem nunca foi à missa, se espanta.
Na última edição do ‘Avante’, o jornal oficial do PCP, lê-se que "as manobras para intensificar a guerra económica e a violenta desestabilização golpista, as campanhas de mentira, de desinformação ou de ingerência externa – de que são exemplo as ameaças da administração norte-americana, da União Europeia e de outros países alinhados com o imperialismo na agressão à revolução bolivariana –, constituem um ataque ao povo venezuelano, à soberania nacional, à democracia e uma clara violação do direito internacional".
O Bloomberg Misery Index, ou seja e traduzindo, o índice da miséria, que combina projeções da inflação com níveis de desemprego para este 2017, volta a colocar no topo a Venezuela. Não é lugar que país, chefe de estado ou partido possa defender ou orgulhar-se.
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