O Acordo Ortográfico de 1990, que entrou em vigor a 1 de janeiro de 2012 foi estabelecido sobre terra queimada – a dos tratos de polé a que a língua e a ortografia foram submetidas pela escola, pela imprensa e pelos linguistas, que preferiam a ‘língua oral’ à história da nossa Língua.
O que queriam num país em que o ministério da Educação (antes do AO), pede aos professores para não assinalarem os erros ortográficos dos alunos, porque isso podia ser ‘traumatizante’ e em que a TV pública passa erros ortográficos graves nos rodapés das suas emissões? O que sobra da polémica são hoje meia dúzia de consoantes mudas e alguns acentos que deviam regressar.
No entanto, muitos dos que defendem a ‘diversidade’ do português (que nunca foi posta em causa) escandalizam-se, à maneira dos velhos proprietários da língua, quando os seus escritos são ‘traduzidos’ no Brasil – "que horror".
Tudo isto com a ajuda da Academia das Ciências que, depois de duas décadas de silêncio, preguiça e salamaleques, apareceu a propor correções que deviam ter sido apresentadas até 2015. Voltem para dentro.
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