page view
João Pereira Coutinho

João Pereira Coutinho

Uma casa portuguesa

22 de julho de 2017 às 00:30

O relatório do inquérito à Caixa Geral de Depósitos chumbou porque dois deputados do PS não puseram os pés na sala. Faz sentido: um inquérito de farsa só podia terminar em farsa. Ferro Rodrigues, com o respeito que sempre demonstrou pelo poder judicial, criticou o Ministério Público por fazer o seu trabalho no caso das viagens da Galp.

Falou a título ‘pessoal’, entenda-se: o dr. Ferro, como qualquer funcionário público, entende que ser a segunda figura do Estado só é para cumprir das 9 às 5.

No voto de pesar pela morte de Américo Amorim, o PCP e o Bloco votaram contra. O homem gerou riqueza e empregos? Seja. Mas faltou-lhe o toque genocida – como Fidel, por exemplo – que fica sempre bem em qualquer currículo.

Sim, uma pessoa até pode ter uma paixão teórica pelo parlamentarismo. Mas depois olha para a prata da casa e percebe que essa paixão não é correspondida.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Logo CM

Newsletter - Bom Dia

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

De mal a pior

O processo de digitalização foi imprudente e caótico - e as primeiras reacções do ministro também.

Duas listas

A Selecção Nacional está bem entregue a Jorge Jesus.

Ir pelo cano

O poder político nasce do cano de uma arma, dizia o camarada Mao Tsé-Tung.

Estados Unidos da Amnésia

Os EUA nasceram como um projecto liberal: uma nação onde a liberdade dos indivíduos, a limitação do poder e o pluralismo religioso encontrassem a sua casa.

A beleza do futebol

Luís Montenegro foi a Toronto ver a bola. O país, esse, ardia com a regularidade sazonal. Erro do primeiro-ministro?

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8