Escolas estatais, escolas privadas: o debate sempre foi ideológico. Não para os pais. O que interessa é encontrar a melhor escola para a prole.
Infelizmente, este raciocínio esbarra na evidência: e como ter direito de escolha quando o país em causa não o permite? Pela fraude, obviamente: na Filipa de Lencastre, os pais usam moradas falsas para matricular a descendência.
Perante este cenário, duas soluções. A primeira seria garantir que as famílias poderiam realmente escolher as melhores escolas – estatais ou privadas. Se não tivessem recursos para as últimas, o Estado que pagasse.
A nossa esquerda discorda. O ensino ainda é o principal mecanismo de ascensão social? Então os pobres que continuem enjaulados no seu gueto, sem possibilidade de fuga para melhores paragens.
Faz sentido. Para os camaradas, a ‘igualdade’ (em teoria) sempre foi mais importante do que a igualdade (na prática).
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Numa democracia madura, as eleições não são um incómodo a gerir, mas um dever a cumprir.
Fernando Mamede é o oposto deste tempo ruidoso em que todos os medíocres têm uma confiança ilimitada nos seus nulos préstimos.
Até chegarmos ao primeiro-ministro, capa e collants, a esvoaçar sobre um país em emergência permanente.
Aproveitar o embalo para crescer eleitoralmente e tentar ultrapassar os quase 2 milhões de votos que Montenegro obteve nas últimas legislativas.
O bully pode parecer imparável - até ao dia em que alguém o pára.
Não levo a sério estes defensores intermitentes da liberdade de expressão.