Um estudo internacional olhou para 19 democracias e chegou à conclusão que os nossos partidos políticos são dos mais ricos que existem. Pergunta: será que os cortes nas subvenções devem ser mantidos? Mais: será que devem ser permanentes, como defende Luís Montenegro?
Sem falar do IMI. Será que os partidos devem pagar o imposto, como afirma Assunção Cristas? Instintivamente, diria que sim: quem gosta de rapar o pecúlio dos outros também devia contribuir para a caixa das esmolas. Mas depois, pensando melhor, tenho dúvidas.
A economia não cresce. O investimento não existe. A classe média vive com a cabeça no cepo. E a emigração não é para qualquer um. Fundar um partido sempre era uma saída possível para enriquecer à sombra do Estado e não pagar um tostão pelo património.
O Governo e a Oposição devem pensar duas vezes antes de acabarem com estes ‘offshores’ democráticos.
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Aguiar-Branco fez bem em alertar para estes riscos, que só uma reforma séria do sistema eleitoral e da vida interna dos partidos poderá mitigar.
Nas costas dos outros vejo as minhas, diz o povo. Carneiro que guarde as dele.
Em qualquer dos cenários, o Presidente descobre-se, novamente, senhor em casa alheia. E aguarda, apreensivo e inerme, que lhe abram a porta.
Houve festejos no Largo do Rato com o último barómetro da Intercampus. O PS vai à frente das intenções de voto?
A eleição falhada de Tiago Antunes para provedor de Justiça oferece uma única lição: o PS não aprendeu nenhuma.
O vice-presidente dos EUA aconselhou o Papa a ter mais cuidado quando fala de Teologia.