O‘Financial Times’ escreveu um artigo sobre a pátria. Para afirmar, com soberba, que o dr. Costa anda a governar para os votos, não para a reforma efectiva do país.
Não sei o que tenciona fazer o governo perante a calúnia. Mas exige-se, desde já, que alguém telefone para o jornal a perguntar se o autor do artigo – um Tony qualquer – não é uma nova encarnação de Sebastião Pereira, o repórter do ‘El Mundo’ que não gostou do nosso brilhante combate aos incêndios. Se se confirmar que o Tony existe mesmo, Portugal deve falar grosso em Bruxelas para ameaçar, sem hesitações, o imediato abandono do euro e a adopção do ‘sancho’, uma moeda que o candidato socialista à Guarda pretende ver a circular no concelho.
Depois, era só contemplar as pernas dos alemães a tremer – um clássico – e usar os ‘sanchos’ para construir o aeroporto de Coimbra que outro socialista sensato já prometeu aos seus munícipes.
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Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
Basta uma temporada longe do poder para que a desafinação se instale.
Pedro Passos Coelho quer reformas – e empurra o governo para os braços do Chega.
O PS já percebeu que pode esticar a corda sem risco e ameaça ‘rupturas’ dramáticas se não lhe reservarem um lugar no Tribunal Constitucional.