O‘Financial Times’ escreveu um artigo sobre a pátria. Para afirmar, com soberba, que o dr. Costa anda a governar para os votos, não para a reforma efectiva do país.
Não sei o que tenciona fazer o governo perante a calúnia. Mas exige-se, desde já, que alguém telefone para o jornal a perguntar se o autor do artigo – um Tony qualquer – não é uma nova encarnação de Sebastião Pereira, o repórter do ‘El Mundo’ que não gostou do nosso brilhante combate aos incêndios. Se se confirmar que o Tony existe mesmo, Portugal deve falar grosso em Bruxelas para ameaçar, sem hesitações, o imediato abandono do euro e a adopção do ‘sancho’, uma moeda que o candidato socialista à Guarda pretende ver a circular no concelho.
Depois, era só contemplar as pernas dos alemães a tremer – um clássico – e usar os ‘sanchos’ para construir o aeroporto de Coimbra que outro socialista sensato já prometeu aos seus munícipes.
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Fernando Mamede é o oposto deste tempo ruidoso em que todos os medíocres têm uma confiança ilimitada nos seus nulos préstimos.
Até chegarmos ao primeiro-ministro, capa e collants, a esvoaçar sobre um país em emergência permanente.
Aproveitar o embalo para crescer eleitoralmente e tentar ultrapassar os quase 2 milhões de votos que Montenegro obteve nas últimas legislativas.
O bully pode parecer imparável - até ao dia em que alguém o pára.
Não levo a sério estes defensores intermitentes da liberdade de expressão.
O apoio do centro-direita à sua vitória não está em causa.