O pessoal do ‘Estado Islâmico’ está a ser expulso de Mossul. Boas notícias? Sem dúvida. Mas é preciso lembrar que o pessoal não dorme. Se o Iraque está perdido, há sempre a Síria. E, claro, a Europa, que costuma sofrer as consequências de um ‘Estado Islâmico’ enfraquecido.
Felizmente, os portugueses têm um primeiro-ministro e uma ministra da Administração Interna que os protegem. Como se vê no caso de um homicida que anda fugido há nove dias, apesar de geograficamente localizado. Pelas notícias disponíveis, parece que há ‘descoordenação’ (tradução: balbúrdia) entre a PJ, a PSP e a GNR. Mas nada disto parece perturbar o nosso António, que anda entretido com o seu Orçamento de fantasia.
O caso de Aguiar da Beira é uma amostra pequena de como somos o país perfeito para a criminalidade em grande. Porque a única defesa que nos separa do horror é a esperança vaga de ninguém se lembrar de nós.
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Fernando Mamede é o oposto deste tempo ruidoso em que todos os medíocres têm uma confiança ilimitada nos seus nulos préstimos.
Até chegarmos ao primeiro-ministro, capa e collants, a esvoaçar sobre um país em emergência permanente.
Aproveitar o embalo para crescer eleitoralmente e tentar ultrapassar os quase 2 milhões de votos que Montenegro obteve nas últimas legislativas.
O bully pode parecer imparável - até ao dia em que alguém o pára.
Não levo a sério estes defensores intermitentes da liberdade de expressão.
O apoio do centro-direita à sua vitória não está em causa.