Se olharmos Portugal para lá das próximas legislativas – livres das ondas da conjuntura -, como exortou o Presidente Marcelo, vemos um futuro incerto para a nossa vetusta Nação. Nascem poucas crianças e as que nascem são cada vez menos buriladas por um sistema de ensino mais virado para a defesa dos interesses corporativos de professores do que para as necessidades dos alunos e do País.
Os dados das provas de aferição do ensino básico, divulgados há dias, mostram o que todos os cidadãos atentos sentem cada vez mais: as crianças passam, grau a grau, o percurso escolar mas não sabem aritmética nem português bastante para entenderem o Mundo ou fazerem-se entender nele. A falta de exigência e aprumo que desresponsabiliza famílias e enfeita estatísticas choca depois, com graves danos, no mercado de trabalho. É cada vez mais difícil encontrar jovens bem preparados e capazes de responder às exigências de qualquer projeto que se queira produtivamente vencedor.
Salvaguardadas as brilhantes exceções, a regra mostra novas gerações incapazes, indolentes, preparadas para viver com salários baixos ou, melhor ainda, subsídios.
Os jovens portugueses são cada vez menos, estão mal preparados e desistem com muita facilidade perante graus de exigência produtiva apontados a padrões elevados.
Se António Costa quer lançar acordos de regime para a próxima década, convém encontrar parceiros que, indo para lá das obras públicas, sejam capazes de enfrentar esta que é a maior doença da nossa sociedade. Uma doença profunda que leva Portugal em lenta agonia até ao inexorável desaparecimento.
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