A caminho dos novecentos anos de História, como Nação independente, que Portugal temos e que Portugal deveríamos ter?
Somos um País que entrega grande parte da soberania à União Europeia e em troca recebe milhares de milhões de euros. Assim, vamos modernizando alguns setores, sem, porém, operarmos as reformas necessárias na máquina do Estado e no tecido produtivo.
Temos uma última enorme riqueza por explorar, no fundo do mar que é nosso, sem sabermos o que fazer dela nem que alianças promover para nos libertarmos da gula alemã e até espanhola, sobre esta última mina.
Entregamos à decisão dos burocratas europeus os destinos da nossa Banca, com os centros de decisão a fugirem para Madrid e Barcelona, o que se revelará desastroso na competição económica global, onde as nossas empresas devem estar envolvidas.
Somos atraentes para o capital de fundos sem rosto, ávidos de lucros agiotas, condenando os nossos jovens, mesmo os mais preparados, a trabalho precário e salários mínimos. Os que envelhecem veem as reformas chegarem cada vez mais magras, sem que se encontre um acordo de regime para sustentar a segurança social a longo prazo.
Estamos a diluir-nos, enquanto Nação, com uma das mais baixas taxas de natalidade do Mundo.
Hoje, temos um presidente afetivo, um grande político como primeiro-ministro, porém, estamos há décadas apostados em desmentir o que Júlio César escreveu sobre os lusitanos.
Estamos agora um Povo que não se governa, mas que se deixa docilmente governar.
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Há em Cavaco um desafio a Montenegro para que avance, sem negócios políticos prévios. A marcar passo
Este Seguro, que o Povo entronizou, em nada se confunde com a gente que, vinda das extremas-esquerdas, capturou o PS.
Não é no atual quadro parlamentar que Seguro irá encontrar o ambiente que deseja ver cultivado.
Desta vez, Trump e Netanyahu têm razão – o Mundo fica melhor sem o regime dos ayatollahs.
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