Não, a história da Caixa não é uma novela. É apenas uma história triste, num país de rancores, inveja, pessoas de mal com a vida. Em Portugal ninguém se diverte, além da passadeira sem fim e vazia de quem se diz, ou de quem se diz, crescer cor-de-rosa.
Nada disto tem a ver com símbolos ou crenças. Este é o resultado de mais uma história fermentada na choldra. Uma curiosidade que se esconde mas que está à saída do cofre. E que, mais cedo do que tarde, vai ser pública.
A malta quer entrar no quarto dos novos ricos da Caixa, aqueles que aceitaram gerir um buraco contra salários chorudos e condições olímpicas. Quer e vai saber, por muito que Catarina Martins faça política de chico-esperto. Logo que a declaração entre no cofre, alguém manuseará o segredo. António Costa está cansado de saber.
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