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22 proprietários ainda resistem a demolições

Tentam reverter a situação com providências cautelares interpostas nos tribunais.
Por Tiago Griff|19.05.17
22 proprietários ainda resistem a demolições
Atual fase de demolições está concluída mas Polis não afasta que venham a ocorrer mais, após decisão do tribunal Foto Nuno Alfarrobinha
Saíram, esta quarta-feira, as últimas máquinas pesadas da ilha da Culatra, que estiveram na ilha-barreira da Ria Formosa na sequência do processo de renaturalização encabeçado pela Sociedade Polis e que demoliu 37 construções nos núcleos do Farol e Hangares. De um total de 60 expropriações, 22 proprietários ainda estão a lutar nos tribunais com providências cautelares e uma foi reavaliada pelo Governo, por pertencer a um pescador.

"Não foi um processo fácil, até porque implicou questões sociais sensíveis mas, no geral, o processo correu bem", disse, ao CM, José Pacheco, presidente da Sociedade Polis Litoral Ria Formosa, assumindo que as fortes críticas e manifestações feitas pelos ilhéus durante este processo "estavam no direito das pessoas".

A maquinaria pesada ficou depois nos areais da ilha a remover os detritos que resultaram das demolições das habitações, realizadas no final de abril e início de maio, no Farol e Hangares, num processo que tinha como prazo máximo para ser concluído o início da época balnear. "Ainda há umas pequenas limpezas a fazer no núcleo dos Hangares, mas terminam durante a próxima semana", garantiu José Pacheco, realçando que "durante o verão não vai haver demolições".

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