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Usa rebarbadora para cortar corpo

Condenado a prisão perpétua pela morte de Lídia Maria Cruz.

06 de março de 2018 às 01:30

Dovchin matou a portuguesa depois de a violar em casa   Dovchin matou a portuguesa depois de a violar em casa   Violou a portuguesa Lídia Maria Cruz, de 43 anos, em Leipzig, na Alemanha, após uma noite em bares, e quando ela disse que ia fazer queixa à polícia estrangulou-a. Com a vítima morta, o mongol Dovchin, de 39 anos, desmembrou-lhe o corpo com recurso a uma serra e uma rebarbadora. Depois atou os bocados a pedras e ao quadro de uma bicicleta e atirou tudo a um rio, em 2016.

O homicida, que assassinou ainda uma mulher alemã, que enterrou numa obra, foi ontem condenado a prisão perpétua - o que na Alemanha não significa que passe o resto da vida preso. Por ordem do juiz, não poderá sair da prisão em liberdade provisória antes de cumprir um mínimo de 15 anos. O juiz que presidiu ao julgamento, Hans Jagenlauf, destacou a especial perversidade e gravidade dos crimes: "Matou as duas mulheres por motivos fúteis, infligindo um sofrimento terrível às famílias."

No caso de Lídia Maria Cruz, os juízes deram como provada toda a descrição dos factos feita pelo procurador Torsten Naumann. Dovchin conheceu a emigrante num bar, levou-a para casa e violou-a, aproveitando-se da embriaguez da vítima. "Matou-a por rejeição e pelas ameaças de denúncia à polícia. Estrangulou-a e desmembrou o corpo com uma serra e uma rebarbadora", disse.

O homicida - que ouviu a sentença sem mostrar emoções - afirmou que se sentiu "ofendido" pelas falsas alegações de violação. A morte da mulher alemã, de 40 anos, ocorreu em novembro de 2016.

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