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Vila Facaia fora da reconstrução das casas destruídas pelas chamas

Faz hoje três meses que deflagrou o incêndio de Pedrógão Grande.
Por Isabel Jordão|17.09.17
Faz hoje três meses que deflagrou o incêndio de Pedrógão Grande, que causou pelo menos 64 mortos e mais de 200 feridos, e a reconstrução das casas destruídas pelas chamas está a avançar "lentamente e muito pouca coisa foi feita", disse ontem ao CM, José Henriques, presidente da Junta de Freguesia de Vila Facaia, onde hoje há uma missa em homenagem às vítimas e um arraial solidário.

Violência das chamas deixou rasto de destruição
O autarca lamenta que a junta de freguesia não tenha sido chamada a participar no levantamento dos prejuízos nem no plano de reconstrução. "As juntas de freguesia não têm informação de nada, não sei quantas casas arderam nem quais vão ser reconstruídas, estamos mais perto dos cidadãos e não sabemos como responder às suas perguntas. Estamos a leste de tudo", lamentou o autarca, garantindo que "há uma única casa a ser reconstruída, mas por iniciativa de uma empresa privada".

Por toda a freguesia, é notória a destruição causada pelo incêndio, que matou 14 habitantes e queimou casas, viaturas, animais e culturas.

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