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Três derrocadas em menos de dois meses

Remoção das pedras que caíram domingo terminou ontem sem vítimas sob escombros.

11 de outubro de 2016 às 08:48

A derrocada de uma arriba no domingo à tarde na praia Maria Luísa foi a terceira no mesmo local no espaço de apenas dois meses. Algumas das pedras ainda atingiram as pernas de um casal, que passeava na zona nascente do areal, mas sem gravidade, e não necessitaram de receber assistência médica. A praia foi palco de uma derrocada, em 2009, que matou cinco pessoas.

Este ano, em plena época balnear, a 7 de agosto, uma derrocada na zona poente do areal fez cair cerca de mil toneladas de pedras, mas não causou vítimas. A 4 de outubro, mas durante a noite, parte de uma arriba com cerca de 30 metros cúbicos também desmoronou na praia Maria Luísa.

Este domingo, o alerta surgiu cerca das 15h45, por um pescador que viu a queda do bloco de pedras, com cerca de 100 metros cúbicos. Apesar de tudo indicar que não havia vítimas sob os escombros, as dúvidas só ficaram completamente dissipadas ontem de madrugada, após o final de uma operação de remoção dos detritos.

Apesar das três derrocadas no espaço de dois meses, não estão, para já, previstas derrocadas controladas.

Porém, segundo o responsável da Agência Portuguesa do Ambiente, Sebastião Teixeira, a praia vai ser "alvo de uma monitorização permanente para perceber se há alguma arriba em risco".

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