As células estaminais podem ser utilizadas no tratamento de mais de 90 doenças, muitas delas fatais, incluindo leucemias, linfomas e anemias graves.
29 de agosto de 2024 às 10:44As células estaminais, também chamadas células mãe, têm a capacidade de dar origem às células especializadas que constituem os vários tecidos e órgãos do nosso corpo. As suas caraterísticas únicas permitem a substituição das células que vão morrendo ao longo da vida e também a reparação de tecidos danificados, apresentando, assim, um enorme potencial para o tratamento de diversas doenças
Ao armazenar estas células num banco especializado, os pais garantem uma reserva biológica valiosa, que pode ser vital no futuro para o tratamento do próprio bebé ou até de familiares compatíveis. A preservação das células estaminais representa um investimento na saúde e na segurança, proporcionando uma opção terapêutica importante em situações de doença grave.
A Crioestaminal é a opção mais segura para guardar as células estaminais pela experiência, qualidade e tecnologia presente no processamento de todas as amostras, garantindo assim a melhor amostra para tratamento futuro a todas a famílias.
A Crioestaminal, fundada em 2003, foi pioneira na criopreservação de células estaminais do cordão umbilical em Portugal e atualmente integra o maior grupo europeu na área das células estaminais, o grupo Famicord, que conta com a confiança de mais de 1 milhão de famílias e já contribuiu para 239 tratamentos com células estaminais do sangue do cordão umbilical, 15 dos quais realizados com células estaminais guardadas na Crioestaminal. Relativamente ao tecido do cordão umbilical já foram realizados 9044 tratamentos com células estaminais guardadas nos laboratórios do grupo. Esta experiência e solidez distingue a Crioestaminal dos demais bancos existentes em Portugal.
A qualidade dos processos e métodos de trabalho da Crioestaminal são comprovados pela acreditação da Association for the Advancement of Blood & Biotherapies (AABB), uma entidade internacional que certifica bancos de sangue do cordão a nível mundial. A Crioestaminal foi o primeiro banco em Portugal acreditado pela AABB, dando aos pais uma garantia adicional da qualidade das amostras armazenadas, aptas a serem utilizadas em qualquer parte do mundo.
A Crioestaminal é mais do que um banco de criopreservação, que pretende através de uma forte aposta em Investigação e Desenvolvimento, contribuir para o desenvolvimento de novas terapias baseadas em células estaminais, que possam colmatar necessidades terapêuticas numa série de indicações clínicas.
As células estaminais podem ser colhidas a partir do sangue do cordão umbilical ou do tecido do cordão umbilical, com finalidades distintas. Por um lado, o sangue do cordão umbilical é rico em células estaminais hematopoiéticas, como as que existem na medula óssea, que são capazes de produzir todas as células do sangue e sistema imunitário. Estas células são atualmente usadas em transplantes hematopoiéticos, cujo objetivo é substituir a medula óssea doente ou deficitária de um indivíduo doente, por células estaminais saudáveis, no sentido de regenerar a sua medula óssea.
Ao contrário do sangue do cordão, o tecido do cordão umbilical é extremamente rico em células estaminais mesenquimais. Estas têm a particularidade de poderem dar origem a cartilagem, osso e músculo, entre outros tecidos, e, além disso, têm a capacidade de promover a regeneração de tecidos danificados e de regular o sistema imunitário, o que lhes confere um enorme potencial para o tratamento de diversas doenças, nomeadamente de caráter autoimune, como por exemplo doença de Crohn, doença pulmonar obstrutiva crónica, Covid-19 ou esclerose múltipla.
Na Crioestaminal encontra uma equipa de especialistas de confiança que o acompanham em todas as fases do processo, desde a decisão de guardar as células estaminais até à necessidade de utilização das mesmas num determinado tratamento, respondendo a todas as suas questões e prestando o aconselhamento necessário para dar resposta às suas necessidades e preocupações.
O parto é um momento único, no qual podem colher-se tanto as células estaminais do sangue como as do tecido do cordão umbilical – de forma simples e totalmente indolor para a mãe e para o bebé. Com a Crioestaminal, através da criopreservação, estas podem ser armazenadas por longos períodos, de forma a estarem disponíveis a qualquer momento, para um eventual tratamento. De modo a guardar as células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical, estas devem ser colhidas no momento do parto e criopreservadas dentro das primeiras 72h.
A criopreservação consiste em conservar as células por longos períodos, a baixas temperaturas (-196º C), sem que estas percam a sua viabilidade, podendo ser facilmente descongeladas para utilização em caso de necessidade, para o tratamento de várias doenças.
Atualmente, existem evidências de que é possível guardar as células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical por 29 anos, mantendo-se assegurada a viabilidade celular. Na Crioestaminal é possível armazenar as células por períodos de 1 ano renováveis automaticamente, ou optar por garantir de imediato o armazenamento por 25 anos, podendo este período ser alargado se a família assim o entender.
• Como posso guardar as células estaminais do meu bebé com a Crioestaminal
O primeiro passo é aderir ao
O primeiro passo é aderir ao serviço de criopreservação da Crioestaminal, o que lhe permitirá desde logo ter acesso ao Kit de Colheita de sangue e tecido do cordão umbilical. Após a receção do Kit de Colheita, deverá preencher o formulário "Questionário para avaliação clínica – Consentimento informado" e o exemplar do "contrato de prestação de serviços", incluídos no interior do kit, e enviá-los para a Crioestaminal até 30 dias antes do parto.
Entre em contacto com a Crioestaminal através do número 231 30 50 60, através do site
ou das redes sociais, para que possa esclarecer todas as suas questões e agendar a entrega do seu kit de colheita das células estaminais, necessário para dar início ao processo.
A Crioestaminal acaba de anunciar uma nova identidade visual, em linha com o maior grupo europeu de células estaminais, o Grupo FamiCord, do qual faz parte desde 2018. A nova imagem combina a cor laranja com a azul, refletindo assim a união ao Grupo FamiCord. A cor laranja, que está na origem da marca em Portugal, simboliza o amor das famílias, sempre presente nas decisões que tomam para o futuro dos seus bebés, o azul representa a evolução da ciência e o trabalho diário dos investigadores da Crioestaminal em prol do desenvolvimento de novas terapias celulares.
"Com a introdução da cor azul à identidade visual da Crioestaminal, pretendemos respeitar 21 anos de história, de investimento em Investigação & Desenvolvimento e de um legado para a ciência na área das células estaminais, além do compromisso com as famílias já representado na imagem anterior pela cor laranja. Paralelamente, o logotipo a que carinhosamente chamamos de "barrigudo" e que representa a grávida, é agora substituído por um logotipo mais alinhado com a atividade não só de banco de tecidos e células, mas também de produção de medicamentos a partir das células criopreservadas.", sublinha Mónica Brito, CEO da Crioestaminal.
Esta mudança reforça, assim, o compromisso da Crioestaminal com o futuro das famílias e com a ciência, proporcionando um maior acesso a tratamentos inovadores, contribuindo para o desenvolvimento de novos medicamentos para doenças atualmente sem solução e promovendo mais saúde para os doentes.