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"Stress" hídrico do relvado: o que é e como o combater

As altas temperaturas e a falta de chuva do verão podem comprometer a saúde dos nossos jardins. As plantas, como qualquer ser vivo, toleram um certo nível de calor, mas têm uma grande capacidade de adaptação às condições meteorológicas em que se desenvolvem se soubermos como cuidar delas e acostumá-las aos períodos de temperaturas extremas.

18 de setembro de 2024 às 11:28

Para tal é importante saber como afeta o calor a fisiologia das plantas e como compensar esses efeitos para poderem fazer face à seca sem que o "stress" hídrico comprometa a sua sobrevivência. Mas, que é o "stress" hídrico? Como afeta os nossos relvados?

O "stress" hídrico é a resposta fisiológica das plantas perante uma situação prolongada de escassez de água que consiste basicamente em reduzir o seu consumo energético, através da paralisação da fotossíntese, a redução da transpiração e mudanças metabólicas a nível celular. Se o "stress" hídrico se mantiver durante muito tempo, pode desencadear a morte de algumas espécies ou gerar mudanças no seu metabolismo, ou nos seus genes.

Como o relvado aguenta o calor

A água é fundamental para o crescimento das plantas - muitos dos seus tecidos são compostos entre 80% e 95% de água. Mas quando a falta de água se vai produzindo progressivamente, podem responder com estratégias de aclimatação, como a redução das folhas, a expansão das raízes em busca da humidade ou o fecho dos estomas durante períodos de escassez. Os estomas são uma série de poros que as plantas têm nas suas folhas ou partes verdes e através dos quais se produz a transpiração da água e o intercâmbio de gases que ocorre com a fotossíntese. Se estes fecham durante um período longo, a planta não é capaz de se alimentar, crescer e pode secar irremediavelmente.

Detetar o "stress" térmico a tempo pode ajudar a fazer face e conseguir que o relvado do seu jardim se recupere mais rapidamente dos danos que o calor extremo causa. É fundamental estar atento aos sintomas ou sinais de "stress" hídrico.

Sintomas do "stress" hídrico no relvado

Sob crescimento

O comportamento do relvado durante a primavera, quando cresce tanto que temos que o cortar todas as semanas, é um indicador de que está em condições ideais de temperatura e água. Por outro lado, quando chega o verão, a planta começa a diminuir a taxa de crescimento.

Quando começar a ver que o relvado pouco cresce após o corte, é muito provável que necessite de água.

Emurchecimento

Os primeiros sinais de que o relvado absorve menos água pelas raízes do que a transpira pelas suas folhas é o murchamento, que se apresenta primeiro com manchas ou áreas em que o verde habitual da relva é menos intenso.

Se ao caminhar sobre o seu relvado ou deixar algum objeto sobre ele, ficam marcas ou tarda a recuperar o seu aspeto habitual, é altura de regar.

Debilidade

Quando o relvado está submetido a "stress" térmico é muito mais vulnerável a outro tipo de ataques, como as pragas ou os danos mecânicos, ao passar sobre ele um corta-relva ou as rodas de uma bicicleta. Caso veja que o relvado começa a mostrar sulcos amarelos das rodas após usar algum elemento mecânico ou que se levanta facilmente, está a pedir água com urgência. Antes de chegar a esse ponto é fácil verificar a fortaleza do relvado durante o dia. Se amanhece "inchado" e forte, mas durante o dia as folhas ficam debilitadas ou degradam-se, é porque começa a estar débil.

Escurecimento

Caso não tenhamos estado atentos ao anterior, é possível que o relvado comece a apresentar manchas ou de cor amarelada ou acastanhada. Pode mesmo ocorrer que as folhas do relvado estejam já mortas, mas a coroa só esteja desidratada e que assim que o terreno receba água de novo, brotem folhas novas e o relvado recupere o seu verde característico em poucos dias.

"Falhas"

Se existem zonas onde o relvado desapareceu, formando falhas de relva, o "stress" é já evidente e não há muitas mais soluções que voltar a semear quando as temperaturas baixarem ligeiramente.

Como evitar o "stress" hídrico

Se já apareceram alguns destes efeitos no seu jardim, talvez seja o momento de adotar as estratégias adequadas para evitar que o "stress" hídrico volte a repetir-se. Conseguir um relvado perfeito sem esforço é mais fácil do que parece.

Escolher espécies de relvado adequadas

O mercado oferece diversas espécies de relvado adaptadas às necessidades e condições meteorológicas de quase todo o tipo de latitudes. Escolher sementes ou uma seleção de sementes adaptada às condições do seu jardim para o replantio de outono é um primeiro passo para construir um jardim mais sustentável e são. Existem espécies mais resistentes à seca ou às geadas, com pouca necessidade é de rega ou de crescimento rápido que podem ajudá-lo.

Rega racional

Unido ao anterior está a aplicação de uma rega racional, adaptada às necessidades do seu relvado e com menor consumo de água. Os sistemas de rega automatizados ou por gotejamento podem ser eficientes e sustentáveis para manter o relvado verde e são. Ademais, no verão, é mais importante regar em profundidade, até que a humidade alcance os 40 centímetros de profundidade, que o fazer com mais frequência. Assim irá fomentar que a planta se acostume a aprofundar as raízes em busca de água.

Arejar o terreno

A água penetra muito pior em terrenos compactados pelo uso, a falta de água ou o desequilíbrio de nutrientes. Para o evitar, o ideal é escarificá-lo ao início da primavera ou do outono, antes que as temperaturas baixem demasiado e adubá-lo ligeiramente.

Realizar um corte adequado e espeitador

Quando o relvado sofre "stress" hídrico é melhor evitar cortá-lo, já que o ritmo de crescimento será muito baixo e o corte pode produzir danos. Durante o verão, com altas temperaturas, irá reter melhor a humidade se tem pelo menos 5 centímetros de altura. Corte-o só após o ter regado ou que tenha chovido.

Vigie o seu corta-relva. Se no mesmo dia ou no seguinte ao de cortar o relvado, a cor da relva tende a ser branca ou amarela, se tem sulcos e necessita de alguns dias para se recuperar, deve mudar de corta-relva, já que o que utiliza não corta eficientemente, o que faz é partir pedaços da folha, causando feridas que lhe dão esse aspeto. Há alternativas mais respeitadoras do seu jardim e do meio ambiente

Eliminar as ervas daninhas

As ervas daninhas são mais tolerantes ao "stress" hídrico que o relvado, e competem com ele pela água e os nutrientes. Deve elimina-las o quanto antes para assegurar um relvado mais são.

Como assegurar um relvado são e hidratado durante todo o ano

Se se quiser assegurar de que o seu relvado esteja sempre verde, são e perfeitamente aparado, aposte num robô corta-relva como os Automower® da Husqvarna.

O sistema de corte patenteado pela Husqvarna está formado por lâminas rotativas, mais finas e afiadas que as de outros corta-relvas e realizam um corte limpo de apenas uns milímetros por dia. Por isso, mantêm a capacidade de armazenamento de água que cada folha tem naturalmente, reduzem a necessidade de rega e evitam as feridas. O Automower® corta uma folha de relva tão pequena que se decompõe e desaparece em poucas horas, gerando fertilizante natural e promovendo o arejamento do solo.

Capaz de funcionar em todo o tipo de jardins, desde 400 metros quadrados a mais de 5.000, em terrenos planos ou com até 70% de inclinação, com ou sem árvores e obstáculos, o Automower® adapta o seu modo de corte à época do ano e trabalha 24 horas todos os dias do ano salvo aqueles de frio ou calor excessivo para evitar danos, sem deixar marcas ou sulcos.

A Husqvarna criou e patenteou o primeiro robô corta-relva há cerca de 30 anos e desde então não deixou de inovar em tecnologia e de melhorar as prestações do seu Automower®, convertendo-o em líder absoluto do mercado e no único totalmente autónomo e seguro; trabalha enquanto você descansa e desfruta de um relvado sempre perfeito.

Este conteúdo foi produzido integralmente pela Husqvarna.

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