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Construir um futuro sem fumo

Só um diálogo inclusivo, baseado na ciência e em factos, oferece terreno fértil para acelerar o fim dos cigarros convencionais através de soluções criadas por todos, para todos.
21 de Junho de 2022 às 14:34

A mudança de paradigma, mesmo em nome do progresso, quase nunca é tarefa fácil. Ao olhar para algumas das mais persistentes questões da atualidade, incluindo o tabagismo, as opiniões não só tendem a dividir-se, como a polarizar-se. E quanto mais extremadas as vozes, maiores as dificuldades na implementação de mudanças que a todos podem beneficiar.

“Driving Towards a Balanced Approach” revelou claramente que o progresso em direção a um futuro sem fumo só acontecerá se todas as vozes forem ouvidas. Levado a cabo pela empresa independente de estudos de mercados Povaddo, em nome da Philip Morris International (PMI), empresa proprietária da Tabaqueira, este foi um dos mais abrangentes estudos no âmbito da redução dos danos do tabaco. Realizado em 22 países com a participação de 44.622 adultos, os resultados foram trazidos a público a 13 de junho, em Lausana, e a análise dos dados foi feita por três intervenientes: Gregoire Verdeaux (vice-presidente sénior da PMI para os Assuntos Institucionais), William Stewart (presidente & fundador da Povaddo) e Lindsey Stroud (diretora da Taxpayers Protection Alliance’s Consumer Center).



Ouvir todas as vozes para encontrar melhores soluções


Apesar de as sociedades se mostrarem cada vez mais polarizadas em todo o mundo, o inquérito revelou um forte consenso em torno da ideia de que encontrar um meio-termo em questões controversas pode impulsionar mudanças políticas incrementais e permitir o progresso. Só uma abordagem equilibrada incentiva a colaboração e os números do inquérito não deixam margem para dúvidas: 90% dos entrevistados revelaram um forte desejo de que os líderes considerem as opiniões de todos - mesmo aquelas que vão contra as suas - ao encontrar soluções para os maiores problemas que marcam a atualidade, incluindo o tabagismo.

Frustrados com as abordagens fraturantes, os cidadãos de todo o mundo desejam ser mais ouvidos: 88% consideram que os líderes devem ouvir e defender as pessoas que representam quando tomam decisões que afetam uma grande fatia da população e 82% acreditam que as melhores soluções para responder a desafios globais críticos são encontradas no meio-termo, e não nos extremos.

O presidente da Povaddo reforça isso mesmo, ao dizer que números tão significativos permitem aferir que “as pessoas estão conscientes da polarização que existe, mas, ao mesmo tempo, rejeitam esta abordagem e concordam que é no meio-termo que o progresso é feito”.



A ciência pode ser a base para o compromisso


Apesar da polarização, algo emergiu claramente deste estudo: a confiança na ciência. Esta será, porventura, a maior arma contra a desinformação e o maior aliado para encontrar soluções em vez de obstáculos.

À escala global, mais de 80% dos entrevistados concorda que as decisões que impactam a sociedade e a saúde pública devem ser feitas com base na ciência e nos factos, reiterando que os líderes devem adotar leis e regulamentações neles baseadas, de forma a acompanhar o ritmo da mudança tecnológica. Para William Stewart, percentagens tão elevadas em todos os países dão origem “àquilo a que chamamos verdades universais” e Gregoire Verdeaux reforça: “A ciência não tem de ser politicamente aceitável. Ciência é ciência. E quando percorre todos os passos necessários para ter o aval científico, há que aceitar. Senão, estamos a minar a base de confiança dos consumidores na inovação.”



A Agência Americana para a Segurança Alimentar e para o Medicamento, FDA, autorizou a comercialização de uma versão do dispositivo IQOS Plataforma 1, e respetivos consumíveis, como um Produto de Tabaco de Risco Modificado, concluindo que a informação de modificação de exposição destes produtos é apropriada para a promoção da saúde pública.




Colaboração cidadãos-empresas


As pessoas querem empresas e líderes empresariais que ajudem a impulsionar a mudança. “O papel da indústria não é opcional: tem de criar inovação, que é o que temos vindo a fazer há quase 15 anos, com 9 biliões de dólares gastos em pesquisa e desenvolvimento”, nota o vice-presidente sénior da PMI.

E vai mais além, dizendo que “o papel dos governos é essencial. Vemos alguns governos interessados no que a indústria (baseada na ciência) tem para oferecer. Claro que regulamentam o produto e fazem as devidas salvaguardas, mas incentivam os consumidores a deixar os cigarros tradicionais. Já vários países o fizeram e o resultado foi espetacular. No Japão, o número de fumadores de cigarros desceu 44% em cinco anos.”

Adicionalmente, o estudo concluiu que os cidadãos estão cansados de esperar por mudanças e dispostos a comprometer-se para que as coisas aconteçam: 76% acreditam que os líderes devem promover mudanças políticas que permitam um progresso gradual em questões sociais, em vez de mudanças radicais mais difíceis de implementar.



Dar voz aos consumidores de nicotina


No caso da redução dos danos do tabaco, existe a oportunidade de promover uma abordagem focada nas pessoas e fundamentada pela ciência para acelerar o fim dos cigarros convencionais.

Todavia, de acordo com a pesquisa, quatro em cada 10 consumidores de nicotina sentem que os seus pontos de vista não são considerados pelos decisores dos regulamentos do tabaco e da nicotina e acreditam que é necessária uma nova abordagem para melhor equilibrar as suas vozes com as dos não consumidores.



Redução de danos versus "tudo ou nada"


O ideal seria que qualquer fumador abandonasse completamente o tabaco e a nicotina. Mas para muitos, não é uma opção - e esses merecem ter acesso a todas as informações acerca das alternativas sem fumo.



Três em cada 5 fumadores de cigarros convencionais afirmaram que considerariam mudar para produtos alternativos se tivessem informação clara e cientificamente comprovada acerca dos mesmos e da diferença entre estes e os convencionais.



A inclusão de uma abordagem de redução de danos em políticas destinadas a diminuir o tabagismo tem o potencial de acelerar o fim dos cigarros e, por sua vez, dar um impulso monumental à saúde pública: 79% dos entrevistados concordam que os adultos que, de outra forma, continuariam a fumar devem ter acesso às alternativas sem fumo cientificamente comprovadas, por serem uma escolha melhor do que continuar a fumar.

Pelo contrário, a atuação baseada no “tudo ou nada” pode ser contraproducente. Como refere Lindsey Stroud, a regulamentação é necessária, mas “como vimos na América nos anos vinte do século passado, quando é excessiva causa problemas. As restrições são o cerne do problema: não resultam e só vão alavancar um mercado negro, prejudicial para o consumidor”.

Esta opinião é validada pelos resultados globais deste estudo, que confirmam o apoio da opinião pública a uma abordagem equilibrada da regulamentação do tabaco que encoraje uma redução de danos: mais de 70% dos inquiridos concordam que as expetativas sociais relativas à abstinência de substâncias como a nicotina e o álcool não são viáveis, pelo que os governos devem tomar medidas para reduzir a nocividade da sua utilização e considerar o papel que os produtos alternativos podem ter para tornar os seus países livres do fumo.

Gregoire Verdeaux simplifica a equação, dizendo que “a abordagem tradicional é tornar muito duro para as pessoas continuar a fumar. Aqui, a abordagem é facilitar o ‘trocar’. É isto que vemos a resultar na prática.”



Portugal: resultados coincidentes com a opinião global - e mais vincados


O estudo internacional realizado para a Philip Morris Internacional (PMI) também ouviu a população portuguesa (utilizadores e não utilizadores de nicotina) e os resultados, em linha com os do resto do globo, são ainda mais marcados:

• Existe um amplo consenso (86%) de que é no meio-termo que devem ser encontradas as respostas para estes desafios, considerando que os líderes - quando tomam decisões que afetam uma fatia significativa da população - devem considerar todas as perspetivas;
• Os defensores da ciência como pilar das políticas públicas contam 92% (mais ainda do que a média global) e 93% esperam que os líderes adotem leis e normas baseadas na ciência para acompanhar o ritmo da mudança tecnológica;
• Apesar de mais de 70% dos portugueses encorajar a redução de danos provocados por cigarros e concordar que o governo deve considerar o papel das alternativas sem fumo - opinião também partilhada pelos não consumidores -, oito em cada 10 consumidores de nicotina (mais do que no resto do mundo) não se sentem “ouvidos” neste debate legislativo;
• Uma enorme percentagem (86%) dos inquiridos concorda que os fumadores que, de outra forma, continuariam a fumar cigarros devem ter acesso a alternativas sem fumo, por serem uma melhor escolha.



Na linha da frente para um futuro sem fumo


A Philip Morris International lidera uma verdadeira transformação na indústria do tabaco para criar um futuro sem fumo. Gregoire Verdeaux não tem dúvidas: “Existem alternativas ao cigarro, melhores e menos nocivas para os fumadores que, de outra forma, iriam fumar cigarros. É isto que está no cerne da redução de danos. Há inúmeros desafios, como tornar estes produtos acessíveis aos fumadores com menores rendimentos. Mas com bom senso e boa vontade conseguiremos. É o objetivo da nossa empresa: cooperar com os governos para tornar o fim dos cigarros possível dentro de 10 a 15 anos, globalmente.”



A empresa independente de estudos de mercados Povaddo realizou este inquérito online em nome da PMI entre 5 e 23 de fevereiro. Os resultados são precisos com uma margem de erro de ±1%.


• O estudo inquiriu mais de 44.000 adultos em mais de 22 países de todo o mundo;
• Realizaram-se cerca de 2000 inquéritos em cada país (cerca de 1000 a utilizadores de produtos com nicotina e cerca de 1000 a não utilizadores);
• Os dados são representativos da população online de cada país nas seguintes variáveis: idade, sexo, região e utilização de produtos com nicotina.

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