Correio da Manhã
JornalistaEUA atacam portos iranianos de Qaeshm e Bandar Abbas. Irão retalia e atinge contratorpedeiros norte-americanos em Ormuz
As forças norte-americanas atacaram o porto iraniano da ilha de Qaeshm e a cidade de Bandar Abbas, segundo informações avançadas pela Fox News. O ataque levou à retaliação das forças iranianas, existindo relatos de um ataque contra contratorpedeiros norte-americanos em Ormuz.
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Putin promete a Teerão todo o apoio no processo de paz
O Presidente russo, Vladimir Putin, assegurou esta segunda-feira ao chefe da diplomacia iraniano, Abbas Araghchi, que Moscovo fará tudo o que for possível para que a paz chegue o mais rapidamente possível ao Médio Oriente.
Durante o encontro, realizado na Biblioteca Presidencial em São Petersburgo, Putin considerou que os iranianos lutam heroicamente pela soberania, numa alusão à guerra que Estados Unidos e Israel travam contra o Irão desde 28 de fevereiro.
"Pela nossa parte, faremos tudo o que sirva os vossos interesses, os interesses de todos os povos da região, para que a paz possa ser alcançada o mais rapidamente possível", afirmou Putin, citado pelos meios de comunicação estatais russos.
Lusa
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Teerão apresenta nova proposta para reabrir o estreito de Ormuz
O Irão apresentou aos Estados Unidos uma nova proposta para reabrir o estreito de Ormuz e pôr fim à guerra, adiando para mais tarde as negociações sobre o programa nuclear de Teerão, informou o portal Axios.
Citando um responsável norte-americano e outras duas fontes não identificadas com conhecimento do assunto, o jornal digital indicou no domingo que Trump prevê analisar hoje com a sua equipa o atual impasse nas negociações e os possíveis passos a seguir.
A iniciativa surge em plena escalada de tensão, com o Comando Central norte-americano a confirmar no domingi que já impediu a passagem de 38 embarcações na zona, por ordem do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Lusa
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Trump garante não ter pressa para alcançar acordo com o Irão
O Presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu, este domingo, não ter pressa num novo acordo com o Irão, estando a estratégia de pressão máxima do seu Governo a asfixiar a economia iraniana e a sua capacidade operacional.
Numa entrevista concedida ao canal televisivo Fox News, Trump afirmou que o tempo está a favor de Washington.
O chefe de Estado norte-americano indicou que, embora os canais de comunicação com Teerão permaneçam abertos através de aliados como o Paquistão, não sente urgência em sentar-se à mesa das negociações de imediato.
Lusa
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Mais de 2500 mortos desde o início dos ataques israelitas no Líbano
Mais de 2.500 pessoas morreram no Líbano desde o início dos ataques israelitas, em 02 de março, segundo dados das autoridades de saúde libanesas, que demonstram uma violência persistente, apesar de um cessar-fogo considerado frágil.
De acordo com o Centro de Operações de Emergência do Ministério da Saúde libanês, até este sábado morreram 2.509 pessoas e outras 7.755 ficaram feridas, números que incluem vítimas registadas já durante o período de trégua.
Só no sábado, ataques israelitas terão causado pelo menos sete mortos e 24 feridos, entre os quais três crianças, acrescenta o serviço de saúde libanês, citado pela agência de notícias espanhola EFE.
Lusa
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Um soldado israelita morreu e seis ficaram feridos num ataque de drones do Hezbollah no sul do Líbano
Um soldado israelita morreu e seis ficaram feridos num ataque de drones do Hezbollah no sul do Líbano, na manhã de domingo, segundo anunciaram as forças armadas, avança o jornal The Times of Israel.
A vítima é o sargento Idan Fooks, de 19 anos, do 77.º Batalhão da 7.ª Brigada Armada de Petah Tikva e é o terceiro soldado a morrer no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo em vigor.
As Forças de Defesa de Israel (IDF) dizem que um oficial e três soldados sofreram ferimentos graves, um soldado ferimentos moderados e outro ferimentos leves.
Enquanto os soldados feridos estavam a ser evacuados, o Hezbollah lançou mais dois ataques contra as forças armadas. Um dos drones foi intercetado e o outro atingiu um local perto dos soldados, sem provocar feridos.
O Hezbollah já reivindicou o ataque, alegando ser em resposta às alegadas violações da trégua por parte de Israel.
Correio da Manhã
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Paquistão alivia medidas de segurança após cancelada presença dos EUA
As autoridades de Islamabad, capital do Paquistão, aliviaram este domingo as restrições de segurança, após se desvanecerem as esperanças de uma segunda ronda de negociações diretas entre os EUA e o Irão para resolver o conflito no Médio Oriente.
A decisão ocorre na sequência da interrupção do retomar do diálogo entre os Estados Unidos e o Irão, sob mediação paquistanesa, depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter cancelado no sábado a viagem dos seus enviados a Islamabad, onde esteve o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano.
No sábado à noite, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, deixou Islamabad, após um longo dia de reuniões com altos funcionários militares e civis paquistaneses, sem esperar pela chegada dos enviados do Governo norte-americano para retomar negociações de paz.
Lusa
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Israel lança novos ataques no sul do Líbano
Israel bombardeou este domingo de novo o sul do Líbano depois de ter ordenado a evacuação de sete localidades e de o primeiro-ministro israelita ter acusado o grupo libanês Hezbollah de estar a "desintegrar o cessar-fogo".
"Aviões de guerra israelitas realizaram um ataque" em Kfar Tibnit, uma das localidades visadas pelo aviso de Israel, noticiou a agência libanesa ANI, citada pela francesa AFP.
A agência de notícias libanesa acrescentou que havia informações sobre vítimas do ataque israelita, mas sem pormenores.
Lusa
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Líderes de Teerão e Islamabade falam após cancelamento de diálogo com EUA
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, falou por telefone com o Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, após o cancelamento de uma nova ronda de diálogo com os Estados Unidos em Islamabade.
Num comunicado divulgado este domingo, Sharif descreveu a conversa como "uma troca cordial e construtiva" com Pezeshkian, com quem analisou o contexto atual no Médio Oriente.
O primeiro-ministro paquistanês reiterou a disponibilidade do país para desempenhar um papel de mediador num momento de grande instabilidade geopolítica.
Lusa
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Guarda Revolucionária do Irão diz que controlo de Ormuz é estratégia definitiva
A Guarda Revolucionária do Irão afirmou, este sábado, que o controlo do estreito de Ormuz constitui uma "estratégia definitiva" de Teerão no seu conflito com os Estados Unidos.
"Controlar o estreito de Ormuz e manter o consequente efeito dissuasor sobre os EUA e os seus aliados na região é uma estratégia definitiva da República Islâmica do Irão", defendeu a Guarda Revolucionária, exército da República Islâmica, numa nota publicada na rede social Telegram.
Os Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva militar de grande envergadura contra o Irão numa altura em que decorriam negociações entre Washington e Teerão sobre o programa nuclear iraniano.
Lusa
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Ministros dos Negócios Estrangeiros iraniano deixa Paquistão sem esperar por enviados dos Estados Unidos
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão deixou, este sábado, Islamabad, no Paquistão, após um longo dia de reuniões com altos funcionários militares e civis paquistaneses, sem esperar pela chegada dos enviados do Governo norte-americano para retomar negociações de paz.
O governante iraniano Abbas Araghchi reuniu-se com o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, com o chefe do Exército paquistanês, Asim Munir, e com outros altos funcionários, segundo indicaram responsáveis paquistaneses, em declarações à agência de notícias Associated Press, sob a condição de anonimato por não estarem autorizados a falar com a imprensa.
Os mesmos responsáveis paquistaneses adiantaram que o ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão deixou Islamabad, este sábado, à noite (no Paquistão são mais quatro horas do que em Lisboa), sem esperar pelos enviados dos Estados Unidos, que tinham previsto, inicialmente, partir na manhã deste sábado para a capital paquistanesa.
Lusa
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Chefe da diplomacia iraniana entrega a Islamabad respostas aos EUA
O responsável pela diplomacia do Irão, Abbas Araqchi, entregou hoje em Islamabad ao chefe do exército paquistanês as respostas de Teerão às propostas dos Estados Unidos para acabar a guerra, noticiou a televisão estatal iraniana.
O documento visa consolidar o cessar-fogo em vigor, embora sem haver ainda perspetivas de um encontro direto com a delegação norte-americana, que também se encontra na capital paquistanesa, Islamabad, para reuniões com as autoridades locais.
As autoridades iranianas já tinham afirmado que não têm intenção de se reunir hoje com os representantes norte-americanos, o conselheiro para o Médio Oriente, Steve Witkoff, e Jared Kushner, genro do Presidente Donald Trump.
Lusa
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Israel mantém ataques contra Hezbollah apesar da nova trégua
Israel atacou posições do grupo xiita Hezbollah no sul do Líbano durante a noite, anunciou hoje o exército israelita, apesar da nova trégua de três semanas anunciada pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O anúncio da trégua por Washington foi uma condição imperativa das autoridades iranianas para prolongar o cessar-fogo na guerra do Irão e permitir negociações, que deverão recomeçar hoje no Paquistão.
As forças de Israel atacaram posições de lançamento de foguetes do Hezbollah em Deir Zahran, Kafr Raman e Al Saamiya, disse o estado-maior israelita num comunicado citado pela agência de notícias espanhola Europa Press (EP).
Lusa
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Autoridade iranianas detêm 239 pessoas por tentarem preparar ação militar dos EUA e Israel
As autoridades iranianas detiveram 239 pessoas acusadas de preparar o terreno para uma ação militar dos Estados Unidos e de Israel no âmbito da guerra contra o país, anunciou hoje a Guarda Revolucionária.
As detenções ocorrerem nas províncias de Kermanshah (oeste) e Curdistão (noroeste), precisou a guarda ideológica do regime iraniano num comunicado divulgado pela agência Mehr.
Os detidos integravam "várias equipas afiliadas a grupos antirrevolucionários apoiados pelos Estados Unidos e pelo regime sionista", afirmou a Guarda Revolucionária.
Ministério da Saúde do Líbano anuncia seis mortos em ataques israelitas
Ataques israelitas no Líbano causaram esta sexta-feira seis mortos, indicou o ministério libanês da Saúde, apesar do cessar-fogo na guerra entre Israel e o Hezbollah pró iraniano.
"Os ataques aéreos do inimigo israelita no sul do Líbano esta sexta-feira, 24 de abril, resultaram no martírio de seis cidadãos e deixaram dois outros feridos", indicou o ministério em comunicado.
O Ministério precisou, na nota difundida pela agência de notícias estatal NNA, que as localidades de Tulin e Al Huyair, ambas no distrito de Marjayún, registaram duas vítimas mortais, cada uma.
Lusa
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Porta-voz do governo iraniano diz que não está agendada nenhuma reunião entre os EUA e o Irão no Paquistão
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão revelou, esta sexta-feira, que não está agendada nenhuma reunião entre o Irão e os EUA em Islamabad, no Paquistão.
Numa publicação na rede social X, Esmaeil Baqaei escreveu ainda que "o Ministro dos Negócios Estrangeiros Araghchi irá reunir-se com altos responsáveis paquistaneses, no âmbito dos esforços de mediação que estes têm vindo a desenvolver para pôr fim à guerra de agressão imposta pelos Estados Unidos e restabelecer a paz na nossa região".
Esmaeil Baqaei termina dizendo que "não está prevista qualquer reunião entre o Irão e os EUA" e que a posição iraniana será transmitida aos representantes do Paquistão.
Margarida Ponte Silva
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Casa Branca avisa: "Ninguém parte de Ormuz sem permissão do EUA"
Peter Hegseth, secretário da Defesa dos Estados Unidos, em conferência de imprensa esta sexta-feira, reforçou que a Casa Branca continua a controlar a presença de embarcações em Ormuz.
Hegseth reiterou a frase de Trump, ao assumir que o país tem "todo o tempo do mundo" para um acordo que seja favorável aos interesses de Washington.
A Casa Branca informou que irá enviar mais um porta-voz para o Médio Oriente, com o objetivo de continuar a controlar as passagens pelo estreito de Ormuz.
O secretário, a discursar junto ao chefe das forças armadas dos EUA, sublinhou que esta não devia ser apenas uma luta dos EUA, mas sim de todos aqueles países que estão interessado.
Deixou uma crítica à Europa: "têm de deixar de reuniões e passar à ação", fazendo uma clara referência ao encontro que acontece por estes dias no Chipre.
As declarações de Hegseth surgem após o anúncio, na passada semana, de uma iniciativa franco-britânica para criar uma missão naval "neutra" de escolta de navios comerciais no golfo Pérsico, apresentada pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, e pelo primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, após uma cimeira em Paris com cerca de 30 líderes internacionais.
"As armas continuam carregadas", reiterou no púlpito do Pentágono.
Correio da Manhã
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Hezbollah rejeita trégua e ameaça ripostar a ataques de Israel
O grupo xiita libanês Hezbollah rejeitou hoje a prorrogação do cessar-fogo no Líbano, anunciado pelo Presidente dos Estados Unidos, e anunciou que se reserva o direito de ripostar a quaisquer "atos de hostilidade" de Israel.
Prolongar o cessar-fogo "não faz sentido" perante os "atos de hostilidade" persistentes de Israel, que dão à "resistência o direito de ripostar no momento oportuno", disse o deputado do Hezbollah Ali Fayyad num comunicado citado pela agência France-Presse (AFP).
O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou na quinta-feira uma prorrogação de três semanas do cessar-fogo no Líbano, que deveria expirar no domingo.
Lusa
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Agência Internacional de Energia alerta sobre efeitos na produção de gás
A Agência Internacional de Energia alertou esta sexta-feira que as consequências da guerra no Médio Oriente na produção de gás natural liquefeito (GNL) vão fazer-se sentir durante os próximos dois anos.
Na mesma linha, a Agência Internacional de Energia frisou que o mercado de GNL "vai manter-se restrito" em 2026 e 2027, por causa da guerra que começou no dia 28 de fevereiro.
Os Estados Unidos e Israel bombardearam o Irão e, apesar do cessar-fogo em vigor, os constrangimentos no estreito de Ormuz condicionaram o transporte de gás e crude provocando efeitos a nível global.
Correio da Manhã
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Israel ataca Líbano horas depois do anúncio de Trump do prolongamento da trégua
O exército de Israel lançou esta sexta-feira um ataque contra o Líbano, após ter detetado vários disparos de lança-foguetes, poucas horas após Donald Trump ter anunciado o prolongamento do cessar-fogo por três semanas.
As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) disseram que os disparos de lança-foguetes vindos do Líbano atingiram a aldeia fronteiriça de Shtula, no norte do país.
A mensagem, publicada na plataforma Telegram, não clarifica se o alegado ataque ocorreu antes ou depois do anúncio do Presidente dos Estados Unidos.
Lusa
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Israel nega ataques após ativação da defesa aérea em Teerão
Israel negou esta quinta-feira que esteja a conduzir operações militares em território iraniano, em resposta a relatos de ativação de defesa aérea em Teerão.
Segundo uma fonte de segurança israelita que falou à agência Efe, "Israel não está a conduzir nenhuma operação militar em território iraniano".
A reação surge depois de vários órgãos de comunicação social iranianos terem noticiado a ativação de sistemas de defesa aérea em Teerão, sem fornecer detalhes sobre o motivo.
Lusa
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Sistemas de defesa aérea ouvidos a atingir "alvos hostis" em Teerão
Sistemas de defesa aérea do Irão foram ouvidos a atingir alvos considerados "hostis", em Teerão, avança a agência de notícias Mehr. A notícia surge depois de relatos de que os sistemas de defesa tinham sido ativados na capital iraniana.
Correio da Manhã
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"Temos controlo total sobre o Estreito de Ormuz", garante Donald Trump
O líder dos EUA, Donald Trump, voltou a manifestar-se sobre o estreito de Ormuz, alegando que os norte-americanos têm o "controlo total sobre" ele. Numa publicação no Truth Social, Trump garantiu que "nenhum navio pode entrar ou sair sem a aprovação da Marinha dos Estados Unidos".
"Está fechado até que o Irão consiga chegar a um acordo", continuou.
Correio da Manhã
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Trump ordena que Marinha norte-americana destrua embarcações que coloquem minas no estreito de Ormuz
O presidente dos EUA, Donald Trump, deu ordens à Marinha norte-americana para que dispare e destrua qualquer embarcação que coloque minas no estreito de Ormuz. O anúncio foi feito, esta quinta-feira, pelo republicano numa publicação no Truth Social.
"Não deve haver qualquer hesitação", frisou Trump.
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ONU pondera manter-se no Líbano após terminar mandato da FINUL
A ONU está a trabalhar na manutenção de uma presença no Líbano após o fim do mandato da FINUL em dezembro, anunciou esta quinta-feira o secretário-geral adjunto das Nações Unidas para as operações de paz.
Jean-Pierre Lacroix disse em Genebra que a ONU deverá apresentar recomendações sobre a nova missão no Líbano "antes de 1 de junho deste ano".
O Conselho de Segurança solicitou "opções para uma eventual presença das Nações Unidas pós-FINUL", referiu Lacroix durante uma conferência de imprensa na cidade suíça, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).
Lusa
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Teerão recebeu primeiras receitas de taxas pela passagem em Ormuz
O Irão já recebeu as primeiras receitas pela taxa de permissão de navegação segura pelo estreito de Ormuz, apesar do atual bloqueio norte-americano, afirmou esta quinta-feira o vice-presidente do parlamento iraniano Hamidreza Hajibabaei.
"As primeiras receitas das taxas de trânsito do estreito de Ormuz foram depositadas na conta do Banco Central", afirmou, citado pela agência de notícias Tasnim.
A Guarda Revolucionária iraniana anunciou quarta-feira a apreensão de dois navios na importante passagem marítima por alegadamente operarem sem as licenças necessárias e "colocarem em risco a segurança marítima".
Apesar do cessar-fogo provisório acordado com os Estados Unidos, o Irão mantém um bloqueio virtual do estreito de Ormuz, fundamental para o comércio global de petróleo, e os norte-americanos impuseram um bloqueio naval aos navios e portos iranianos.
Entretanto, as negociações entre os dois países continuam paralisadas após dias de incerteza sobre se as delegações norte-americana e iraniana se voltariam a reunir em Islamabade, após um primeiro contacto direto, em 11 e 12 de abril.
O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a prorrogação do cessar-fogo na terça-feira e, no dia seguinte, afirmou que havia a possibilidade de retomar as negociações na sexta-feira.
Lusa
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Teerão condiciona "negociações genuínas" com EUA ao fim do bloqueio aos portos
O Presidente iraniano defendeu esta quarta-feira o compromisso com o diálogo, depois de o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, ter decidido prolongar o cessar-fogo, mas reiterou que o bloqueio aos portos iranianos é um dos principais obstáculos a "negociações genuínas".
"A República Islâmica do Irão acolheu favoravelmente o diálogo e o acordo, e continua a fazê-lo. O incumprimento dos compromissos, o bloqueio e as ameaças são os principais obstáculos a negociações genuínas", realçou, numa mensagem através das suas redes sociais.
Pezeshkian reagiu ao anúncio de Trump sobre a prorrogação do cessar-fogo destacando que "o mundo está a testemunhar" a "retórica hipócrita sem fim" e a contradição entre as palavras e ações do governante norte-americano.
Lusa
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Teerão acusa Trump de divulgar 'fake news' sobre mulheres que enfrentam execução
A justiça iraniana acusou esta quarta-feira Donald Trump de espalhar "informações falsas" sobre mulheres iranianas que, segundo o Presidente norte-americano, estavam prestes a ser executadas, mas foram poupadas a seu pedido.
"Trump não tem poder real no terreno, o que o levou a fabricar sucessos com base em informações falsas", divulgou a Mizan, agência de notícias oficial do poder judicial iraniano.
Antes, Trump garantiu que, a seu pedido, o Irão se tinha abstido de executar oito mulheres, saudando o facto como "uma grande notícia".
Lusa
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EUA terão informado Israel que o país asiático tem até 5 dias para negociar
Os Estados Unidos terão informado Israel que deram ao Irão um prazo de entre três e cinco dias para responder a uma proposta de acordo e regressar às negociações, segundo noticiaram esta quarta-feira meios de comunicação israelitas.
De acordo com essa informação, se não houver resposta do Irão dentro desse prazo, o atual cessar-fogo estarão, informou o Canal 12 da televisão israelita citando três responsáveis norte-americanos.
Num segundo relatório, o mesmo meio, citando fontes políticas em Jerusalém, indica que o prazo efetivo fixado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, terminaria no domingo.
Lusa
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Colonos israelitas matam a tiro o terceiro palestiniano na Cisjordânia em 24 horas
Um grupo de colonos israelitas matou esta quarta-feira a tiro um palestiniano na localidade de Deir Dibwan, a leste de Ramallah (Cisjordânia ocupada), o terceiro a ser assassinado nas últimas 24 horas.
Segundo a agência oficial de notícias palestiniana Wafa, a vítima foi identificada como Odeh Atef Odeh Awawdeh, de 29 anos, que faleceu pouco depois de chegar ao Complexo Médico de Ramallah, devido a um ferimento de bala nas costas.
Segundo testemunhos locais recolhidos pelo mesmo meio, colonos armados atacaram os arredores da localidade e dispararam com munições reais contra os residentes, ferindo gravemente Awawdeh.
Lusa
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ONU tem "plano de sete dias" para impedir desastre humanitário após fecho de Ormuz
A ONU tem um "plano de sete dias" pronto para ajudar a impedir um desastre humanitário global devido ao encerramento pelo Irão do estreito de Ormuz, afirmou esta quarta-feira Jorge Moreira da Silva, diretor do UNOPS.
Em entrevista ao portal ONU News, o responsável do Gabinete da ONU de Serviços para Projetos (UNOPS) alertou para que as limitações logísticas decorrentes do fecho de uma das maiores vias de navegação do planeta poderão desencadear uma tragédia humanitária sem precedentes.
Segundo um estudo do Programa Alimentar Mundial (PAM) citado por Moreira da Silva, 45 milhões de pessoas poderão ser afetadas por uma crise alimentar histórica devido ao colapso iminente do mercado global de fertilizantes, causado pelo conflito no Médio Oriente.
Lusa
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Terceiro navio atacado no estreito de Ormuz
Um terceiro navio foi atacado no estreito de Ormuz, segundo a agência noticiosa estatal iraniana, citada pela Sky News.
As outras duas embarcações foram "apreendidas" na manhã desta quarta-feira, segundo a mesma fonte. Não é claro até que ponto estão sob o controlo iraniano.
Correio da Manhã
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Israel bombardeia zonas residenciais no sul do Líbano
Israel bombardeou zonas residenciais nas cidades de Bint Jbeil e Khiam e a aldeia de Hanin no sul do Líbano, avança o jornal Al Jazeera.
Correio da Manhã
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Segundo cargueiro alvo de disparos e imobilizado
Um segundo cargueiro que saía de um porto iraniano foi, esta quarta-feira, alvo de disparos e ficou imobilizado oito milhas náuticas a oeste da costa, anunciou a agência de segurança marítima britânica UKMTO.
O navio "relatou ter sido alvejado e está atualmente retido no mar", indicoua UKMTO, acrescentando que a tripulação está "sã e salva" e que não houve danos relatados.
Também esta quarta-feira, a UKMTO, que acompanha navios em todo o mundo, anunciara que um navio porta-contentores foi alvo de disparos iranianos ao largo da costa de Omã, causando danos, mas sem vítimas.
Lusa
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Guarda Revolucionária avisa para "golpes devastadores" ante qualquer agressão
A Guarda Revolucionária iraniana avisou, esta quarta-feira, que qualquer nova agressão de Estados Unidos da América (EUA) e Israel terá como resposta "golpes devastadores, para além do que é imaginável" para os inimigos.
"Numa possível nova fase do confronto militar, a Guarda Revolucionária infligirá golpes devastadores, para além do que é imaginável" para os inimigos, "aos seus recursos remanescentes na região", lê-se em comunicado divulgado pela agência de notícias Tasnim.
Aquela força militar da República Islâmica declarou que a sua resposta a qualquer nova agressão será "firme, decisiva e imediata".
Lusa
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Um morto e dois feridos em ataque israelita no Líbano
Uma pessoa morreu, esta quarta-feira, e duas ficaram feridas após um ataque israelita na região do Vale do Bekaa, no leste do Líbano, informou a imprensa estatal libanesa, apesar do cessar-fogo em vigor entre Israel e o Hezbollah.
"Uma pessoa morreu e duas ficaram feridas após um ataque realizado por um drone inimigo ao amanhecer nos arredores de Al-Jabour, no Vale do Bekaa", informou a Agência Nacional de Notícias (NNA).
O movimento libanês Hezbollah afirmou na terça-feira que os seus combatentes dispararam rockets e enviaram drones de ataque contra uma base militar israelita "em retaliação por flagrantes" violações do cessar-fogo, citando em particular "ataques contra civis e a destruição de casas e aldeias".
Lusa
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Militares de 30 países discutem em Londres reabertura de Ormuz
Representantes militares de mais de 30 países reúnem-se, esta quarta-feira, em Londres para preparar uma possível missão multinacional, liderada pelo Reino Unido e pela França, para reabrir o estreito de Ormuz após o conflito.
De acordo com um comunicado do Ministério da Defesa britânico, a reunião de planeamento de dois dias será realizada no Quartel-General Conjunto Permanente Britânico em Northwood, a norte da capital.
O objetivo é traduzir o consenso político alcançado na semana passada em Paris num plano militar detalhado que garanta a liberdade de navegação nesta via estratégica, por onde passa um quinto do petróleo mundial.
Lusa
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Irão afirma estar pronto para negociar quando os EUA levantarem o bloqueio ao Estreito de Ormuz
"Os Estados Unidos têm de suspender a 'violação do cessar-fogo' antes de qualquer nova ronda de negociações", disse o embaixador iraniano na ONU, Amir-Saeid Iravani, ao órgão de comunicação iraniano Shargh, citado pela Al Jazeera.
"Assim que levantarem o bloqueio, a próxima ronda de negociações ocorrerá em Islamabad", afirmou o embaixador, acrescentando que o "Irão está preparado para qualquer cenário".
"Não fomos nós que iniciamos a agressão militar. Se procuram uma solução política, estamos prontos. Se procuram guerra, o Irão está pronto também".
Correio da Manhã
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Porta-contentores alvo de disparos iranianos ao largo de Omã
A agência de segurança marítima UKMTO, que acompanha navios em todo o mundo, anunciou, esta quarta-feira, que um porta-contentores foi alvo de disparos iranianos ao largo da costa de Omã, causando danos, mas sem vítimas.
"A embarcação foi abordada por uma lancha de patrulha da Guarda Revolucionária Islâmica, sem aviso prévio por rádio, que abriu então fogo contra o navio, causando danos significativos na ponte de comando", informou a UKMTO.
"Não foram relatados incêndios ou impactos ambientais", informou a agência, que está sob a tutela do exército do Reino Unido, acrescentando que a tripulação se encontra "sã e salva".
Lusa
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Mediação paquistanesa agradece a Trump prolongamento do cessar-fogo
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, cujo país está a mediar o conflito entre Estados Unidos e Irão, agradeceu ao Presidente norte-americano, Donald Trump, o prolongamento do cessar-fogo enquanto se procura uma solução negociada.
"Agradeço sinceramente ao Presidente Trump por ter aceite gentilmente o nosso pedido de prorrogação do cessar-fogo para permitir a continuidade dos esforços diplomáticos em curso", disse Sharif, numa mensagem em seu nome e do marechal Syed Asim Munir.
"Com a confiança depositada, o Paquistão continuará os seus esforços sinceros para uma solução negociada do conflito. Espero sinceramente que ambos os lados continuem a observar o cessar-fogo e consigam concluir um Acordo de Paz abrangente durante a segunda ronda de negociações agendada para Islamabade, visando o fim permanente do conflito", refere ainda Sharif.
Lusa
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Forças dos EUA abordam petroleiro sancionado no Oceano Índico
As forças norte-americanas arrestaram um petroleiro sancionado por contrabando de crude iraniano na Ásia, informou esta terça-feira o Pentágono, enquanto o Irão protestou na ONU por um anterior apresamento.
Segundo o Departamento de Defesa norte-americano, as suas forças "realizaram uma interdição marítima de direito de visita" do M/T Tifani, "sem incidentes".
O petroleiro, segundo um responsável militar norte-americano que falou à AP sob anonimato, foi capturado na Baía de Bengala --- entre a Índia e o Sudeste Asiático --- e transportava petróleo iraniano.
Lusa
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Hezbollah diz ter atacado norte de Israel em resposta às "flagrantes violações" da trégua
O movimento libanês pró-iraniano Hezbollah disse que atacou esta terça-feira o norte de Israel como retaliação às violações "flagrantes" do cessar-fogo por aquele país, a primeira reivindicação do género desde a sua entrada em vigor na sexta-feira.
Num comunicado, o Hezbollah indica que os seus combatentes dispararam roquetes e atacaram com drones um local militar israelita "como represália às flagrantes" violações do cessar-fogo, invocando nomeadamente "os ataques contra civis e a destruição de casas e aldeias".
Segundo o exército israelita, as sirenes soaram em duas localidades do norte de Israel depois de um drone lançado a partir do Líbano ter sido intercetado antes de entrar no território israelita.
Lusa
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Donald Trump anuncia prolongamento do cessar-fogo até que o Irão apresente uma proposta
Donald Trump anuncia prolongamento do cessar-fogo até que o Irão apresente uma proposta "e as discussões [de paz] sejam concluídas".
Numa publicação na rede social Truth Social, explica que o governo iraniano se encontra "profundamente dividido", pelo que foi solicitado aos Estados Unidos que prolongassem o cessar-fogo até que os líderes do Irão conseguissem apresentar uma proposta conjunta.
Margarida Ponte Silva
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Brent sobe 2,5% para perto de 98 dólares com incerteza sobre negociações
O barril de petróleo Brent para entrega em junho subiu esta terça-feira 2,5%, para perto dos 98 dólares no mercado de futuros, com dúvidas a surgirem sobre se EUA e Irão conseguirão avançar nas negociações de paz.
Às 17:30 (hora de Lisboa), o preço do petróleo Brent, o índice de referência na Europa, subia 2,5% para 97,97 dólares, após esta manhã ter começado a negociar com descidas superiores a 1%, atingindo os 94,30 dólares.
Por seu lado, o West Texas Intermediate (WTI) está a negociar em alta, com subidas de 2,84% para 89,9 dólares.
Lusa
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Viagem de JD Vance ao Paquistão para segunda ronda de negociações foi suspensa
A viagem do vice-presidente dos EUA, JD Vance, ao Paquistão para uma segunda ronda de negociações foi suspensa esta terça-feira, avança o The New York Times. A decisão foi tomada porque o Irão ainda não aceitou as últimas propostas de negociações dos EUA para um futuro acordo de paz.
Correio da Manhã
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Parlamento português condena violação da liberdade religiosa por Israel
O parlamento português condenou esta terça-feira por maioria, com a abstenção do Chega, a violação da liberdade religiosa pelo Governo israelita, ao impedir o Patriarca Latino de celebrar missa no Santo Sepulcro.
Em 29 de março, Domingo de Ramos na tradição católica, a polícia israelita impediu o Patriarca Latino de Jerusalém e o padre da Igreja do Santo Sepulcro de entrarem no local sagrado para celebrarem a missa, "pela primeira vez em séculos", segundo o Patriarcado Latino.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, alegou na ocasião questões de segurança para justificar a decisão da polícia , mas acabaria por recuar e permitir o acesso do Patriarca Pizzaballa.
Lusa
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Cessar-fogo entre EUA e Teerão termina às 00h50 de quarta-feira
A trégua de duas semanas entre os Estados Unidos (EUA) e o Irão expira às 00h50 de quarta-feira, hora de Lisboa, afirmou esta terça-feira o ministro da Informação do Paquistão, país mediador das conversações entre Washington e Teerão.
"O cessar-fogo expira às 04:50 PST [Pacific Standard Time] do dia 22 de abril", escreveu Attaullah Tarar na rede social X, referindo-se à hora local.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, tinha afirmado que o cessar-fogo terminava na noite de quarta-feira, hora de Washington, acrescentando que era improvável haver uma extensão da trégua.
Lusa
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JD Vance ainda não saiu dos EUA para negociações com o Irão
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, ainda não saiu do país para as negociações com o Irão, de forma a colocar fim à guerra, confirmou a Casa Branca à Reuters.
Correio da Manhã
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Trump diz acreditar que os EUA "vão chegar a um ótimo acordo" com o Irão
A pouco mais de um dia para terminar o cessar-fogo entre os EUA e o Irão, Donald Trump admitiu em entrevista à CNBC não ter vontade de o estender para dar mais tempo às negociações com vista ao alcance de um acordo de paz.
O presidente norte-americano acredita que as duas potências "vão chegar a um ótimo acordo".
Correio da Manhã
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Donald Trump acusa Irão de violar cessar-fogo "inúmeras vezes"
O presidente dos EUA, Donald Trump, acusou esta terça-feira, numa publicação no Truth Social, que o Irão "violou o cessar-fogo inúmeras vezes". Recorde-se que o cessar-fogo, acordado durante 15 dias, termina esta quarta-feira à noite.
Correio da Manhã
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Irão ainda não enviou nenhuma delegação diplomática ao Paquistão para as negociações de paz
O Irão ainda não enviou nenhuma equipa de negociações para o Paquistão, segundo os meios de comunicação locais, citados pela Sky News.
"Nenhuma delegação diplomática - quer seja uma equipa primária ou secundária, quer seja uma missão inicial ou de seguimento - viajou para Islamabad, Paquistão, até ao momento", disse um meio iraniano.
Ainda não é certo se os EUA estão a enviar uma equipa ou não também.
A última ronda de conversações diretas terminou sem um acordo. O cessar-fogo temporário termina na quarta-feira.
Correio da Manhã
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Conselho de Segurança da ONU condena morte de militar francês no Líbano
Os membros do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) condenaram o ataque que matou um soldado francês e feriu outros três no Líbano, dois em estado grave, no sábado.
Expressando as "mais profundas condolências" às famílias das vítimas, os 15 membros do Conselho reiteraram, em comunicado divulgado na segunda-feira, que "os soldados da paz nunca devem ser alvo de ataques" e pediram que os responsáveis ??sejam "levados à justiça sem demora".
No sábado, o Presidente francês anunciou a morte do militar francês Florian Montorio, da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL, na sigla em inglês).
Lusa
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Teerão garante que não aceitará "negociações sob a sombra de ameaças"
O líder da delegação de Teerão nas negociações com os Estados Unidos alertou esta segunda-feira que o seu país não aceitará "negociações sob a sombra de ameaças", sobre a possibilidade de novos encontros com Washington no Paquistão.
Mohammad Bagher Qalibaf, que é também presidente do Parlamento iraniano, reiterou a sua condenação pelas violações norte-americanas do cessar-fogo vigente e pelo bloqueio naval imposto aos portos iranianos, acrescentando que o Irão está a preparar novas estratégias para retomar o conflito armado.
"Ao impor um bloqueio e violar o cessar-fogo, Trump quer transformar a mesa das negociações numa mesa de rendição e justificar o retomar das hostilidades a seu bel-prazer", sublinhou o principal negociador iraniano numa mensagem na rede social X.
Lusa
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Trump afirma que acordo que EUA estão a negociar com o Irão será "muito melhor" do que o assinado por Obama em 2015
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou, esta segunda-feira, que o acordo que o seu governo está a desenvolver com o Irão será "muito melhor" do que o histórico acordo nuclear assinado em 2015 pelo então presidente, Barack Obama.
Esse acordo "era um caminho garantido para um arma nuclear, o que não acontecerá, e não pode acontecer, com o acordo no qual estamos a trabalhar", escreveu Trump numa publicação na rede social Truth Social.
"Se um acordo for fechado sob o governo de Trump, ele irá garantir paz, segurança e proteção não apenas para Israel e o Médio Oriente, mas também para a Europa, os Estados Unidos e todos os outros sítios", acrescentou.
Correio da Manhã
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Brent dispara quase 6% com aumento das tensões com os EUA
O petróleo Brent para entrega em junho disparou esta segunda-feira quase 6%, para perto dos 96 dólares por barril, após Trump ter afirmado que a trégua com o Irão dificilmente será prolongada e que o estreito de Ormuz continuará bloqueado.
No encerramento dos mercados europeus, o Brent, referência para a Europa, subiu 5,9% para 95,75 dólares. No entanto, de madrugada, ultrapassou os 97 dólares.
Desde o início do conflito, o Brent aumentou mais de 32% e voltou a subir hoje depois de ter caído mais de 9% na sexta-feira, para ligeiramente acima dos 90 dólares, após o anúncio da reabertura do estreito de Ormuz pelo Irão.
Já o petróleo intermédio do Texas (WTI) subiu quase 6% e está a negociar a 88,86 dólares o barril.
Lusa
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EUA confirmam que negociações entre Líbano e Israel vão decorrer esta semana
Confirmando relatos anteriores, os Estados Unidos anunciaram, esta segunda-feira, que o Líbano e Israel vão reunir-se ainda esta semana para negociações de paz. O encontro acontece na quinta-feira, em Washington.
De acordo com a Sky News, um funcionário do Departamento de Estado dos EUA, confirmou as negociações: "continuaremos a facilitar discussões diretas e de boa-fé entre os dois governos".
Esta será a primeira conversa entre os dois países, após um cessar-fogo de 10 dias, que entrou em vigor na semana passada e que termina no final desta semana.
Correio da Manhã
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Israel e Líbano vão retomar negociações de paz na quinta-feira
Israel e Líbano vão sentar-se à mesa, esta quinta-feira, para negociar a paz, disse uma fonte israelita à Reuters.
Esta será a primeira conversa entre os dois países, após um cessar-fogo de 10 dias, que entrou em vigor na passada quinta-feira e que termina no final desta semana.
Correio da Manhã
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Trump nega pressão de Israel para entrar em guerra com o Irão
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, nega ter sido convencido por Israel para entrar na guerra. As declarações foram feitas na tarde desta segunda-feira na rede social Truth Social.
O presidente norte-americano explicou que o envolvimento dos Estados Unidos no conflito do Médio Oriente tem por base os ataques dos Hamas contra Israel, a 7 de outubro de 2025, juntamente com a sua "opinião de longa data de que o Irão jamais poderá ter uma arma nuclear".
Na mesma partilha, Trump deixa criticas aos média por "mentiras e histórias inventadas". Acrescenta ainda que "os novos líderes de Teerão foram inteligentes" e prevê "um futuro grandioso e próspero" para o Irão.
Desde o início do conflito que surgem diversas dúvidas por parte de outros governantes sobre a influência de Benjamin Netanyahu para que os EUA entrassem no conflito.
Correio da Manhã
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Irão pondera dar passo atrás e reconsidera segunda ronda de negociações
O Irão está a reconsiderar participar numa segunda ronda de negociações de paz com os Estados Unidos. O anúncio foi feito por uma alta fonte oficial iraniana à Reuters, citado pela Sky News.
A mesma fonte elogiou o apoio do Paquistão ao tentar colocar fim ao bloqueio dos EUA aos navios que entram e saiem do Irão.
Adiantou também que, embora Teerão esteja a avaliar "poisitivamente" sentar-se à mesa com a Casa Branca, ainda não foi tomada nenhuma decisão final.
Correio da Manhã
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Xi Jinping pede fim do bloqueio do Estreito de Ormuz
O presidente da China, Xi Jinping, pediu esta segunda-feira, que seja normalizada a passagem de embarcações pelo Estreito de Ormuz, durante uma conversa via telefone com o príncipe herdeiro da Arábia Saudita.
De acordo com o Centro de Política Energética Global da Universidade de Colômbia, citado pela agência de notícias estatal Xinhua, a China é a principal compradora de petróleo que passa pelo Estreito de Ormuz, sendo responsável por até 50% do trânsito de suas importações de petróleo bruto.
Correio da Manhã
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Israel vai encerrar passagens para Gaza na terça e quarta-feira
Israel encerrará na terça e quarta-feira as passagens por onde entra a ajuda humanitária na Faixa de Gaza devido aos feriados israelitas, dificultando ainda mais a situação dos dois milhões de palestinianos que vivem no enclave, foi esta segunda-feira divulgado.
"Informamos que as passagens fronteiriças entre Israel e a Faixa de Gaza permanecerão fechadas nesta terça e quarta-feira (21 e 22 de abril) por ocasião do Dia Nacional da Memória e do Dia da Independência de Israel", indicou, em comunicado, o COGAT, o órgão militar israelita que administra os territórios palestinianos ocupados.
O COGAT salientou que, apesar do encerramento, o trabalho de recolha de ajuda humanitária já presente em Gaza continuará.
Lusa
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Pelo menos 3375 pessoas morreram desde o início do conflito no Irão
Pelo menos 3.375 pessoas morreram no Irão, desde o início da guerra desencadeada por Israel e os Estados Unidos, divulgou esta segunda-feira o chefe da Organização de Medicina Legal iraniana.
Segundo o chefe da Organização de Medicina Legal do Irão, Abbas Masjedi, apenas quatro corpos deste novo número estão por identificar.
Masjedi, citado pela agência de notícias Mizan, órgão oficial de comunicação do poder judiciário do Irão, não detalhou as baixas entre civis e forças de segurança, afirmando apenas que 2.875 eram homens e 496 mulheres.
Lusa
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Exército israelita confirma que soldado destruiu uma estátua de Jesus no Líbano
O exército de Israel confirmou, esta segunda-feira, que o soldado fotografado a destruir uma estátua de Jesus Cristo com um martelo numa aldeia cristã no sul do Líbano é um militar israelita.
"Após uma análise inicial, foi determinado que esta fotografia mostra um soldado israelita em missão no sul do Líbano", escreveram as Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês), na rede social X.
"Serão tomadas medidas apropriadas contra os envolvidos, de acordo com as conclusões da investigação", acrescentou o exército, assegurando que estava a tratar o assunto com "o máximo rigor".
Lusa
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Irão "não tem intenção" de participar na nova ronda de negociações com os EUA esta segunda-feira
O Irão deverá faltar à reunião de negociações que vai decorrer no Paquistão, esta segunda-feira, avançam meios de comunicação iranianos, citados pelo The Times of Israel.
"De momento não há intenção de participar na próxima ronda de conversações Irão-EUA", informou a televisão IRIB na noite de domingo.
Teerão queixa-se do "maximalismo e exigências irrazoáveis e irrealistas, mudanças de posição frequentes, contradições constantes e continuação do chamado bloqueio naval", segundo a agência noticiosa iraniana IRNA.
Correio da Manhã
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Exército israelita investiga se militar destruiu a martelo Cristo no Líbano
O exército israelita está a investigar uma fotografia que alegadamente mostra um dos seus militares a destruir uma estátua de Jesus Cristo com um martelo numa aldeia cristã no sul do Líbano.
"Se esta imagem for real e recente, estas ações não se coadunam com os valores das Forças de Defesa de Israel (FDI) e com o comportamento esperado dos seus soldados", afirmou um dos porta-vozes das forças armadas, Nadav Shoshani, em comunicado.
O porta-voz garantiu que o "incidente será investigado minuciosamente" e que, se necessário, "serão tomadas medidas" com base nas conclusões da investigação.
A imagem tem circulado amplamente desde que o jornalista palestiniano Yunis Tirawi a partilhou este domingo.
Mostra um soldado israelita, empunhando um longo martelo, a golpear o rosto de uma estátua de Jesus Cristo crucificado que tinha sido retirada da cruz, deixando-a de cabeça para baixo no chão. A fotografia foi tirada num espaço aberto, não dentro de uma igreja.
Segundo Tirawi e o jornal israelita Yedioth Ahronoth, a estátua estava localizada na aldeia de Debel, na região centro-sul do Líbano, que continua sob ocupação militar israelita.
Lusa
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Emirados Árabes Unidos exigem restituição do estreito de Ormuz
O governo dos Emirados Árabes Unidos exigiu este domingo a restituição do estreito de Ormuz, considerando que o bloqueio daquela passagem marítima prendeu quase 600 milhões de barris de petróleo, subindo os preços.
O ministro da Indústria e Tecnologia Avançada dos Emirados Árabes Unidos, Sultan Al Jaber, que também é diretor-geral da empresa energética ADNOC, afirmou que o encerramento desta via marítima por parte do Irão gerou uma "pressão crescente" sobre o gás natural liquefeito (GNL), o combustível de aviação, os fertilizantes e outros bens essenciais para a economia mundial.
"Por cada barril que falta, as contas aumentam para as pessoas comuns em todo o lado", afirmou Al Jaber numa declaração no seu perfil da rede social X, onde sublinhou que "a economia global não pode dar-se ao luxo de mais incertezas".
Nas declarações citadas pela agência espanhola de notícias, a EFE, o governante disse também que "o estreito não pode funcionar sob ameaça", depois de qualificar explicitamente a cobrança pela passagem segura como "um sistema de extorsão".
"Ormuz pertence ao mundo, deve ser devolvido ao mundo, exatamente como estava", argumentou.
Estas declarações surgem a três dias do fim de uma trégua de duas semanas na guerra entre Irão, Israel e Estados Unidos, e quando uma delegação dos EUA viaja para Islamabad para, segundo o presidente norte-americano, Donald Trump, retomar as negociações na segunda-feira.
Lusa
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EUA apreendem navio iraniano que tentava furar bloqueio naval norte-americano no Estreito de Ormuz
Os EUA apreenderam um navio iraniano que tentava bloquear bloqueio naval norte-americano no Estreito de Ormuz, referiu este domingo o presidente Donald Trump. "A tripulação iraniana recusou-se a ouvir, então o nosso navio da Marinha deteve-os imediatamente", escreveu o presidente dos EUA na rede social Truth Social.
O anúncio surge depois de o Irão ter anunciado que iria reverter a decisão de reabrir o Estreito de Ormuz.
Correio da Manhã
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Casa Branca confirma que JD Vance vai participar nas negociações com o Paquistão na segunda-feira
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, vai participar nas negociações com o Irão no Paquistão, de acordo com um funcionário da Casa Branca. O anúncio foi feito pouco depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump ter indicado que Vance não iria estar presente.
Tanto JD Vance como o enviado especial Steve Witkoff e o genro de Trump, Jared Kushner, vão participar nas negociações, avança o The Times of Israel.
Correio da Manhã
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União Europeia condena ataque contra missão de paz das Nações Unidas no Líbano
A União Europeia (UE) condenou este domingo o ataque contra elementos da missão de paz das Nações Unidas no Líbano, que matou um capacete azul francês e feriu outros três, responsabilizando a milícia xiita Hezbollah.
Em comunicado, um porta-voz do Serviço Europeu de Ação Externa afirma "que, segundo todas as indicações, [o ataque] foi perpetrado pelo Hezbollah", o que o grupo extremista próximo do Irão já veio negar.
Uma emboscada executada no sábado resultou na morte de um soldado francês ao serviço da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) e fez também três feridos, dois dos quais graves.
Lusa
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Teerão não planeia enviar uma delegação ao Paquistão, segundo a Tasnim
O Irão não planeia enviar uma delegação para a nova ronda de negociações com os Estados Unidos no Paquistão, enquanto o bloqueio marítimo imposto por Washington contra os portos iranianos se mantiver em vigor, avança a agência Tasnim.
Segundo fontes ouvidas pela agência de notícias Tasnim, controlada pela Guarda Revolucionária iraniana, "não haverá negociações enquanto o bloqueio marítimo dos EUA contra os portos iranianos continuar".
A agência sublinhou, no entanto, que a troca de mensagens entre o Irão e os Estados Unidos através da mediação paquistanesa continuou nos últimos dias, após a primeira ronda de negociações realizada no passado fim de semana em Islamabad, que terminou sem acordo -- segundo Teerão -- devido às exigências e ambições do lado norte-americano.
Lusa
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Trump afirma que JD Vance não irá estar presente nas negociações no Paquistão devido a preocupações de segurança
O vice-presidente dos EUA, JD Vance, não irá liderar a delegação norte-americana nas novas negociações com o Irão no Paquistão, afirmou o presidente dos EUA, Donald Trump, à ABC News, invocando preocupações de segurança. "É apenas por uma questão de segurança", disse Trump sobre o motivo pelo qual Vance não vai fazer a viagem.
Tanto o embaixador dos Estados Unidos na ONU, Mike Waltz, como o secretário da Energia, Chris Wright, tinham indicado que Vance iria liderar a ronda de negociações em Islamabad.
Trump anuncia conversações com Teerão na segunda-feira no Paquistão
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse hoje que negociadores norte-americanos estarão na segunda-feira no Paquistão para encetar conversações com o Irão, de acordo com uma publicação nas suas redes sociais.
"Os meus representantes irão para Islamabade, no Paquistão - estarão lá amanhã [segunda-feira] à noite, para negociações", pode ler-se numa publicação de Donald Trump na sua rede social, Truth Social.
Segundo a mesma publicação, os Estados Unidos proporão "um acordo bastante justo e razoável".
Lusa
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Teerão reitera que bloqueio naval dos Estados Unidos viola cessar-fogo
O Irão reafirmou este domingo que o bloqueio naval norte-americano constitui "não só uma violação do cessar-fogo", mas também "um ato ilegal e criminoso".
"Ao infligir deliberadamente punição coletiva ao povo iraniano, configura-se um crime de guerra e um crime contra a humanidade", disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Esmail Baghai, à agência X.
Hoje, o presidente norte-americano, Donald Trump, acusou o Irão de violar o acordo de cessar-fogo no Estreito de Ormuz.
Lusa
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Israel vai "usar toda a sua força" se for ameaçado no Líbano
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, avisou hoje que as tropas israelitas têm instruções para usar "toda a sua força" se forem alvo de qualquer ameaça no Líbano, apesar do cessar-fogo em curso.
De acordo com a agência francesa de notícias, a France-Presse (AFP), o governante também afirmou, num evento na Cisjordânia ocupada, que o exército recebeu ordens para "destruir as casa nas aldeias próximas da fronteira que servem, de todas as maneiras, de postos avançados terroristas do Hezbollah e ameaçam as comunidades israelitas.
A situação permanece muito instável no Líbano, onde um frágil cessar-fogo entrou em vigor na quinta-feira, anunciado por Washington após uma reunião, no início da semana, entre os embaixadores libanês e israelita nos Estados Unidos, o primeiro encontro deste tipo em décadas.
Lusa
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Presidente francês vai receber primeiro-ministro libanês na terça-feira
O Presidente francês, Emmanuel Macron, vai receber em Paris o primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, na terça-feira, no quadro de um frágil cessar-fogo no Líbano e da morte de um soldado francês ao serviço das forças de manutenção da paz.
"Esta visita será uma oportunidade para o chefe de Estado reiterar o seu compromisso com o pleno e completo respeito pelo cessar-fogo no Líbano, o apoio da França à integridade territorial do país e às ações empreendidas pelo Estado libanês para garantir a plena e completa soberania do país e o monopólio das armas", elencou o Palácio do Eliseu, a sede da Presidência francesa.
A reunião entre Macron e Salam também ocorre após a morte, no sábado, de um soldado francês ao serviço da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL), numa emboscada que também fez três feridos, atribuída à milícia armada xiita Hezbollah, que por seu lado negou o envolvimento.
Lusa
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"Última oportunidade" para Irão chegar a um acordo de paz, adverte Trump
O presidente dos EUA afirmou à Fox News que esta é a "última oportunidade" para o Irão aceitar um acordo de paz.
Donald Trump afirmou ainda que não cometerá "o mesmo erro" que o ex-presidente Barack Obama, cuja administração assinou um acordo nuclear abrangente com o Irão em 2015.
"Se o Irão não assinar este acordo, o país inteiro vai ser destruído", advertiu Trump.
Teerão critica UE após advertências de Kaja Kallas sobre estreito de Ormuz
Teerão criticou Bruxelas após declarações da chefe da diplomacia europeia sobre o estreito de Ormuz, numa nova troca de acusações em torno da legalidade internacional e da segurança marítima na passagem estratégica.
"Essa 'lei internacional'?! Aquela que a UE tira da gaveta empoeirada para dar sermões aos outros enquanto, em voz baixa, dá luz verde a uma guerra de agressão dos EUA e de Israel e faz vista grossa às atrocidades contra os iranianos?!", disse no sábado o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmaeil Baghaei.
O responsável instou a UE a evitar o que considera serem discursos moralistas: "Poupem-nos aos sermões; o fracasso crónico da Europa em praticar o que prega transformou o seu discurso sobre o 'direito internacional' no cúmulo da hipocrisia", acrescentou.
Lusa
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Presidente do parlamento iraniano diz que negociações avançaram mas acordo "está longe"
O presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, declarou no sábado que as negociações de paz entre o Irão e os Estados Unidos avançaram, mas um acordo final "ainda está longe".
"Ainda estamos longe de ter concluído o debate", declarou Ghalibaf numa entrevista à televisão iraniana.
O presidente do parlamento iraniano participou nas negociações de 11 e 12 de abril, em Islamabade, juntamente com a delegação norte-americana, liderada pelo vice-presidente dos Estados Unidos JD Vance.
Lusa
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Seguro enviou condolências a Macron após morte de militar francês no Líbano
O Presidente da República enviou este sábado uma mensagem de condolências ao homólogo francês, Emmanuel Macron, após a morte de um militar na sequência um ataque no Líbano contra uma força das Nações Unidas.
"Em nome pessoal e do povo português, o Presidente da República apresenta sentidas condolências à família enlutada, às Forças Armadas francesas e ao povo francês. Deseja a rápida recuperação dos três soldados franceses, também feridos nas mesmas circunstâncias", lê-se na nota publicada no site da Presidência da República.
Seguro realça que os membros das missões de manutenção da paz das Nações Unidas "não podem, em circunstância alguma, ser alvo de ataques, devendo o direito internacional ser plenamente respeitado".
Este sábado, o Presidente francês anunciou a morte do militar da Força Interina das Nações Unidas no país e disse que "tudo aponta para que a responsabilidade do ataque seja do Hezbollah".
"França exige às autoridades libanesas que detenham imediatamente os culpados e assumam as suas responsabilidades juntamente com a FINUL", afirmou Emmanuel Macron na rede social X.
Lusa
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Um soldado morre e outros três ficam feridos no Líbano em explosão em prédio durante cessar-fogo
Um soldado das Forças de Defesa de Israel (IDF) morreu e outros três ficaram feridos após terem sido atingidos por um dispositivo explosivo no sul do Líbano. O ataque aconteceu após o cessar-fogo com o Hezbollah ter entrado em vigor, esta sexta-feira.
O soldado morto foi identificado como o Suboficial Barak Kalfon, de 48 anos, avança o The Times of Israel.
As vítimas estavam a revistar um prédio na vila de Jebbayn, no sul do Líbano, à procura de armas. Durante as revistas um dispositivo explosivo do Hezbollah detonou, matando Kalfon e ferindo outros três soldados, dois com ferimentos moderados e um com ferimentos ligeiros. Os soldados feridos foram transportados de helicóptero para um hospital no norte de Israel.
Correio da Manhã
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Hezbollah nega envolvimento em ataque que matou militar francês
O grupo xiita libanês Hezbollah negou este sábado ter estado envolvido no ataque contra a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL), no qual morreu um militar francês e outros três ficaram feridos, dois em estado grave.
"O Hezbollah não teve qualquer ligação ao incidente ocorrido com a FINUL", garantiu o grupo financiado pelo Irão, num comunicado citado pela agência de notícias francesa, Agence France-Presse (AFP).
Na nota, o Hezbollah pede ainda "prudência (...) antes de se atribuir responsabilidades em relação ao incidente, enquanto se aguardam os resultados do inquérito do Exército libanês".
Lusa
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Trump diz que Irão "armou-se em engraçado" ao fechar novamente o Estreito Ormuz
O Presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou este sábado que o Irão "armou-se em engraçado" ao reimpor o fecho do Estreito de Ormuz, mas que Washington está em conversações com o país e que terá informações sobre o assunto até ao final do dia.
Trump afirmou que o diálogo com o Irão está a "correr muito bem". "Teremos algumas informações até ao final do dia", acrescentou.
Macron exige detenção dos autores de ataque contra militares franceses
O Presidente da França, Emmanuel Macron, exigiu hoje que as autoridades do Líbano prendam os autores do ataque que matou um militar francês, depois de conversar com o seu homólogo libanês, que também condenou o ataque.
"A França exige que as autoridades libanesas prendam imediatamente os culpados e assumam as suas responsabilidades ao lado da Força de Interposição das Nações Unidas no Líbano (FINUL)", disse Macron, citado pela agência francesa de notícias, a France-Presse (AFP).
França, acrescentou, "presta a sua homenagem com respeito e manifesta o seu apoio às famílias dos nossos soldados e a todos os nossos militares empenhados na paz no Líbano", numa mensagem na rede social X, na qual apontou ainda que "tudo leva a crer que a responsabilidade por este ataque recai sobre o Hezbollah".
Lusa
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Lula insta Guterres a ser proativo e avisa que ONU "não pode ficar em silêncio"
O Presidente do Brasil instou hoje o secretário-geral da ONU a convocar reuniões extraordinárias com mais frequência para discutir a situação internacional, defendendo que a organização não "pode ficar em silêncio" perante o que está a acontecer no mundo.
"Precisamos de exigir que o secretário-geral da ONU [António Guterres] convoque reuniões extraordinárias, mesmo sem pedir para os cinco membros do Conselho de Segurança da ONU. A ONU não pode ficar silenciosa vendo o que está acontecendo no mundo", avisou Lula da Silva no discurso de encerramento do IV Encontro em Defesa da Democracia, em Barcelona.
O Presidente do Brasil afirmou que "Trump invade o Irão e aumenta o feijão no Brasil, aumenta o milho no México, aumenta a gasolina noutros países" e não há "nenhum fórum internacional para discutir" essas questões, deixando duras críticas sobre o atual funcionamento da ONU.
Lusa
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Militar francês morre em ataque contra força das Nações Unidas no Líbano
Um militar francês morreu e outros três ficaram feridos na sequência de um ataque ocorrido hoje no sul do Líbano contra a Força Interina das Nações Unidas no país (FINUL), anunciou o Presidente francês.
"Tudo aponta para que a responsabilidade do ataque seja do Hezbollah. França exige às autoridades libanesas que detenham imediatamente os culpados e assumam as suas responsabilidades juntamente com a FINUL", afirmou Emmanuel Macron na rede social X.
Segundo o chefe de Estado francês, a vítima mortal é um sargento-chefe do 17.º Regimento de Engenheiros Paraquedistas de Montabaun, Florian Montorio.
Lusa
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Petroleiro terá sido atacado por "duas lanchas de guerra" do Irão no Estreito de Ormuz
O Centro de Operações de Comércio do Reino Unido, ligado à Marinha Real Britânica, diz ter recebido um relato de que um petroleiro foi alvejado por "duas lanchas de guerra ligadas" à Guarda Revolucionária do Irão, no Estreito de Ormuz, este sábado.
De acordo com a Al Jazeera, o incidente ocorreu a 20 milhas náuticas a nordeste de Omã.
O capitão do petroleiro denunciou que as duas lanchas de guerra abriram fogo sem emitir qualquer aviso por rádio, acrescentando que o navio e a tripulação estão em segurança.
"Controlo regressou ao seu estado anterior": Irão volta a fechar Estreito de Ormuz
O Irão anunciou este sábado que voltou a fechar o Estreito de Ormuz. O comando militar conjunto do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica emitiu um comunicado alegando que o controlo do Estreito de Ormuz "regressou ao seu estado anterior" devido ao bloqueio contínuo dos portos iranianos por parte dos EUA.
Numa declaração citada pela emissora iraniana IRIB, o comando do Corpo da Guarda Revolucionária afirmou que os EUA têm "prosseguido com atos de pirataria e roubo marítimo sob o pretexto de um chamado bloqueio".
"Por esta razão, o controlo do Estreito de Ormuz regressou ao seu estado anterior, e esta via navegável estratégica encontra-se agora sob gestão e controlo rigorosos por parte das forças armadas", afirmou.
"Até que os Estados Unidos restaurem a plena liberdade de navegação para os navios que viajam do Irão para os seus destinos e de regresso, o estatuto do Estreito de Ormuz permanecerá sob controlo rigoroso e na sua condição anterior", afirmou o comando do Corpo da Guarda Revolucionária.
Irão reabre parcialmente o espaço aéreo oriental
O espaço aéreo do Irão reabriu este sábado parcialmente, após sete semanas fechado devido ao conflito com os Estados Unidos e Israel, anunciou a Autoridade de Aviação Civil iraniana, segundo a agência de notícias Tasnim.
"Os corredores aéreos na região leste do país estão abertos para voos internacionais", anunciou a Autoridade de Aviação Civil do Irão, acrescentando que a reabertura ocorreu às 07h00 locais (04h30 em Lisboa).
A organização indicou que as operações serão retomadas gradualmente e que voos internacionais estão autorizados a transitar pelo espaço aéreo iraniano em rotas localizadas no leste do país.
Lusa
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Trump afirma que Xi está "muito satisfeito" com reabertura de estreito de Ormuz
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o homólogo chinês, Xi Jinping, está "muito satisfeito" com a reabertura do estreito de Ormuz, prevendo um encontro entre dois líderes em Pequim "especial e histórico".
"O Presidente Xi está muito satisfeito com o facto de o estreito de Ormuz estar aberto ou em rápida abertura", escreveu Trump numa publicação na rede Truth Social, da qual é proprietário.
Além disso, o líder norte-americano referiu que o próximo encontro com Xi Jinping em Pequim vai ser "especial e, possivelmente, histórico", e garantiu que espera concretizar avanços significativos na relação bilateral.
Lusa
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Tóquio promete "todas as medidas possíveis ao alcance" do Japão em relação a Ormuz
A primeira-ministra japonesa reiterou o compromisso de adotar "todas as medidas possíveis ao alcance" de Tóquio, após Londres ter anunciado a criação de uma missão defensiva multinacional para restaurar a liberdade de navegação no estreito de Ormuz.
"O Japão continuará a trabalhar em estreita colaboração com a comunidade internacional, incluindo os países e organizações internacionais envolvidos, e mantém o compromisso de adotar todas as medidas possíveis ao seu alcance", disse Sanae Takaichi numa reunião virtual de líderes sobre a navegação no estreito de Ormuz, organizada na sexta-feira por França e Reino Unido.
Takaichi expressou reconhecimento pelas iniciativas empreendidas por Paris e Londres, enfatizando que "é fundamental" que a estabilidade seja restabelecida na passagem estratégica "o mais rapidamente possível" e que seja garantida a liberdade e a segurança de navegação para os navios de todos os países.
Lusa
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Teerão afirma que negociações com EUA já não se centram na questão nuclear
O presidente do parlamento iraniano afirmou que as negociações com os Estados Unidos já não estão centradas na questão nuclear mas no fim da guerra e num quadro mais amplo de questões regionais.
Mohammad Bagher Ghalibaf disse na sexta-feira que os contactos entre Washington e Teerão em Islamabade, com a mediação paquistanesa e a participação do vice-presidente norte-americano, JD Vance, representaram uma transformação na natureza do diálogo.
"As negociações anteriores estavam centradas na questão nuclear, mas agora estão orientadas para o fim da guerra e, naturalmente, o âmbito dos temas de conversa alargou-se e diversificou-se", notou.
Lusa
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Israel lança operação no Líbano "minutos antes" da entrada em vigor do cessar-fogo
O Exército israelita informou, esta sexta-feira, sobre uma operação realizada no sudeste do Líbano "minutos antes" de entrar em vigor do acordo de cessar-fogo de dez dias anunciado na quinta-feira pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A denominada 'Operação Castigo' teve lugar "minutos antes da entrada em vigor do cessar-fogo" com Beirute, marcada para as 00:00 desta sexta-feira, segundo o horário local de ambos os países, e implicou o "desdobramento de forças especiais na serra de Christofini", situada na governação libanesa de Nabatiyé.
Assim, foi anunciado pelo porta-voz do Exército israelita em árabe, Avichai Adrai, nas suas redes sociais, onde precisou que "a operação foi aprovada pelo chefe do Estado-Maior", Eyal Zamir.
Lusa
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Líbano procura "acordo permanente" com Israel
O Líbano está a trabalhar para um "acordo permanente" com Israel após o cessar-fogo que entrou em vigor na última madrugada, afirmou esta sexta-feira o Presidente libanês, afastando qualquer "sinal de fraqueza" nas negociações com Telavive.
"Encontramo-nos numa nova fase", declarou Joseph Aoun no seu primeiro discurso à nação desde o começo da trégua com Israel, que assinalou como uma etapa de transição "para trabalhar no sentido de um acordo permanente que salvaguarde os direitos do povo libanês" e a unidade e soberania nacional.
Para Aoun, as primeiras negociações diretas entre os dois países, que não têm relações diplomáticas, não devem ser vistas como "um sinal de fraqueza ou uma concessão", nem de cedência de território nacional, apesar da atual ocupação israelita no sul do país.
Lusa
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Teerão ameaça voltar a fechar Ormuz se EUA prosseguirem bloqueio naval
O Irão voltará a fechar o Estreito de Ormuz se os Estados Unidos mantiverem o bloqueio naval aos seus portos, informaram, esta sexta-feira, as agências de notícias Fars e Tasnim, ambas ligadas à Guarda Revolucionária iraniana.
"Se o bloqueio marítimo for mantido, será considerado uma violação do cessar-fogo e o trânsito pelo Estreito de Ormuz será encerrado", segundo as agências noticiosas iranianas, citando fontes próximas do Conselho Supremo de Segurança Nacional.
Esta declaração surge após Teerão ter esta sexta-feira anunciado a reabertura da rota marítima, saudada pelo Presidente norte-americano como "um dia grandioso para o mundo".
Lusa
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Guterres considera reabertura do Estreito de Ormuz "passo na direção certa"
O secretário-geral da ONU saudou esta sexta-feira o anúncio da reabertura do Estreito de Ormuz pelo Irão, considerando-o "um passo na direção certa" para "reduzir as tensões numa das rotas marítimas mais estratégicas e sensíveis do comércio internacional".
Numa conferência de imprensa, o porta-voz de António Guterres, Stéphane Dujarric, sublinhou "a necessidade de garantir o respeito pelos direitos e liberdades de navegação, em conformidade com o Direito Internacional".
"Estas liberdades devem ser respeitadas por todas as partes, sem exceção, e a sua preservação é essencial para a estabilidade regional, a segurança marítima e o fluxo ininterrupto do comércio global", afirmou.
Lusa
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Trump proíbe Israel de atacar o Líbano
O Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou, esta sexta-feira, que os Estados Unidos proibiram Israel de bombardear o Líbano, no primeiro dia da implementação de um cessar-fogo acordado com os dois países e aceite pelo grupo xiita Hezbollah.
"Israel não vai bombardear mais o Líbano. Estão proibidos [escrito em maiúsculas] de o fazer pelos Estados Unidos. Já chega!", escreveu o líder norte-americano na sua rede social, Truth Social.
Donald Trump anunciou na quinta-feira um cessar-fogo de dez dias no Líbano, em vigor desde a última madrugada, no seguimento da primeira reunião entre representantes libaneses e israelitas em Washington, da qual saiu um acordo das duas partes para iniciarem negociações diretas de paz.
Lusa
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Netanyahu insiste que Israel "ainda não terminou o trabalho" contra Hezbollah
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, insistiu esta sexta-feira que Israel "ainda não terminou o trabalho" contra o Hezbollah e referiu que o objetivo de desmantelar o movimento islamista libanês pró-iraniano "não será alcançado amanhã".
No primeiro dia de uma trégua de 10 dias com o Líbano, anunciada quinta-feira pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, e numa mensagem em vídeo, Netanyahu indicou que a guerra contra o movimento xiita aliado de Teerão, retomada a 02 de março, permitiu afastar "duas ameaças provenientes do Líbano".
Uma "ameaça próxima", de "infiltração de milhares de terroristas" em solo israelita e de "disparos de mísseis anticarro contra as localidades", e uma "ameaça distante", a dos "mísseis e foguetes destinados a destruir as cidades de Israel".
Lusa
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"O Irão concordou em nunca mais fechar o Estreito de Ormuz", diz Trump
Na rede social Truth Social, Donald Trump continua a reagir à medida recentemente anunciada. O presidente norte-ameriano garantiu que "o Irão concordou em nunca mais fechar o Estreito de Ormuz".
Correio da Manhã
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Preços do petróleo caem mais de 10% com abertura do estreito de Ormuz
Os preços do petróleo caíram mais de 10%, após o Irão ter anunciado que o estreito de Ormuz está totalmente aberto durante o período restante do cessar-fogo com os Estados Unidos.
Por volta das 14h10 (hora de Lisboa), o preço do barril de Brent do Mar do Norte, para entrega em junho, caía 10,42%, para 89,03 dólares.
Já o seu equivalente americano, o barril de West Texas Intermediate, para entrega em maio, caía 11,11%, para 84,17 dólares.
Lusa
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Trump avisa que vai manter bloqueio naval ao Irão apesar da abertura do estreito de Ormuz
Donald Trump reagiu à abertura do total do estreito de Ormuz anunciada por Teerão esta sexta-feira e afirmou que "o bloqueio naval [ao Irão] permanecerá em pleno vigor e efeito" até que terminem as negociações entre os dois países.
No entanto, o presidente dos EUA disse também que o processo de negociação "deve decorrer muito rapidamente", visto que a maioria dos pontos já foi negociada.
"Obrigado!": Trump não demora a agradecer ao Irão a abertura total do estreito de Ormuz
O presidente dos EUA, Donald Trump, reagiu à abertura do estreito de Ormuz anunciada esta sexta-feira pelo ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Seyed Abbas Aragchi, que declarou que o estreito ficará "completamente aberto" durante o "período restante do cessar-fogo".
Na sua rede social, Truth Social, Trump agradeceu ao Irão.
Irão afirma que Estreito de Ormuz está "completamente aberto" até ao fim do cessar-fogo
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Seyed Abbas Aragchi, declarou esta sexta-feira que o Estreito de Ormuz ficará "completamente aberto" durante o "período restante do cessar-fogo".
Afirmou ainda que esta medida incluiria a passagem de "todos os navios comerciais" pelo estreito, avançou a Sky News.
O Irão já tinha declarado anteriormente que o estreito está aberto às nações que colaboram com as suas forças armadas.
Presidente do Irão afirma que Israel foi forçado a aceitar um cessar-fogo no Líbano
O presidente do Irão, Pezeshkian, afirmou esta sexta-feira que Israel foi "forçado a declarar um cessar-fogo" através do que descreveu como uma diplomacia firme, e afirmou que o país" não tem o direito de atacar o Hezbollah e outras frentes no Líbano".
Aproveitou ainda para agradecer ao Paquistão pelo que chamou de esforços dedicados para ajudar a orientar a diplomacia, preservando "a dignidade e o orgulho do Irão".
Referiu que o Irão "nunca procurou armas nucleares", não procura agitação ou terrorismo na região, mas procura a paz enquanto defende a sua integridade territorial "com dignidade" e dentro dos quadros legais. O presidente iraniano frisou que o país permanecerá firme nos seus princípios e posições, e que tal "deve ser compreendido pela outra parte", de acordo com o Aljazeera.
Acusou também os EUA e Israel de empurrarem o Irão e a região em geral para o caos e a guerra através de assassinatos de comandantes militares, políticos, cientistas e estudantes.
Presidente libanês considera "cruciais" conversações diretas com Israel
O Presidente libanês, Joseph Aoun, considerou hoje "cruciais" as conversações diretas previstas para Washington com representantes israelitas, um dia após o anúncio de cessar-fogo entre as partes protagonizado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.
"As negociações diretas são cruciais... e um cessar-fogo representa o início de um processo de negociação, um caminho apoiado tanto local como internacionalmente", lê-se em comunicado oficial.
Aoun reiterou os objetivos de Beirute de "consolidar o cessar-fogo, garantir a retirada das forças israelitas dos territórios ocupados a sul, resgatar prisioneiros e resolver as disputas de fronteira" entre os dois países.
Lusa
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Pelo menos 13 mortos em ataques israelitas no Líbano minutos antes da entrada em vigor do cessar-fogo
Pelo menos 13 pessoas foram mortas em ataques israelitas a Tiro poucos minutos antes da entrada em vigor do cessar-fogo na noite de quinta-feira, afirmou esta sexta-feira um responsável deste município do sul do Líbano, que solicitou anonimato.
Segundo este responsável, citado pela agência noticiosa France-Presse (AFP), outras 35 pessoas ficaram feridas e as equipas de socorro continuam a vasculhar os escombros à procura de 15 desaparecidos.
Lusa
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Enviado dos EUA à Síria defende autocracia como único modelo viável na região
O enviado especial dos Estados Unidos (EUA) à Síria e embaixador norte-americano na Turquia, Tom Barrack, defendeu esta sexta-feira que as autocracias são os únicos modelos políticos viáveis na região do Médio Oriente.
"Vão criticar-me por dizer isto porque é antidemocrático, mas os únicos que têm funcionado, os únicos, são os regimes com liderança poderosa: ou uma monarquia benevolente ou uma república monárquica", disse, durante um fórum diplomático em Antália, na Turquia.
Para Barrack, o movimento de protesto e tentativa de revolução democrática naquela zona do globo, no início da década passada, "evaporou-se".
Lusa
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Hezbollah avisa que manterá o "dedo no gatilho" caso Israel viole o cessar-fogo
O Hezbollah avisou que os seus combatentes "vão manter os dedos no gatilho", alertando que o grupo vai estar preparado caso Israel viole o cessar-fogo no Líbano.
Numa breve declaração transmitida pela al-Manar TV, o grupo apoiado pelo Irão afirmou: "Estes combatentes manterão os dedos no gatilho, prontos para se defenderem da perfídia e traição do inimigo."
Teerão celebra trégua no Líbano e pede retirada das forças israelitas de solo libanês
O Irão saudou esta sexta-feira o cessar-fogo entre o Líbano e Israel, assegurando que faz parte da trégua celebrada com os Estados Unidos na semana passada, e pediu que as tropas israelitas abandonem território libanês.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Ismail Bagaei, acolheu "com satisfação" o cessar-fogo de 10 dias que entrou em vigor na quinta-feira à noite.
"Desde o início das conversações com diversas partes regionais e internacionais, incluindo as negociações de Islamabade, a República Islâmica do Irão tem sublinhado constantemente a necessidade imperiosa de um cessar-fogo simultâneo em toda a região, incluindo o Líbano", afirmou Bagaei.
Lusa
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Exército do Líbano acusa Israel de violar cessar-fogo
O Exército do Líbano denunciou ataques israelitas, poucas horas após o início do cessar-fogo acordado entre Beirute e Telavive, que entrou em vigor à meia-noite (22h00 de quinta-feira em Lisboa).
As forças armadas libanesas afirmaram, em comunicado, ter registado "vários ataques israelitas, além de bombardeamentos intermitentes que afetaram uma série de aldeias", classificando-os como "violações do acordo".
Na sequência destes ataques, o Exército pediu à população para não regressar às localidades do sul do país.
Lusa
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Secretário Geral da ONU apela a "todos os atores" que respeitem cessar-fogo entre Israel e Líbano
O secretário-geral da ONU, António Guterres, saudou quinta-feira o cessar-fogo entre o Líbano e Israel e apelou a "todos os atores" para o respeitarem "plenamente", indicou o seu porta-voz num comunicado.
"O secretário-geral saúda o anúncio de um cessar-fogo de dez dias entre Israel e o Líbano" assim como o papel dos Estados Unidos para o alcançar, e "espera que este cessar-fogo abra caminho a negociações", declarou Stéphane Dujarric num comunicado.
O responsável da ONU "apela a todos os atores para respeitarem plenamente o cessar-fogo e para cumprirem as suas obrigações nos termos do direito internacional", acrescentou, uma formulação que pode visar Israel e o Líbano, mas também o Hezbollah.
Lusa
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EUA impedem navios com destino ao Irão mas rejeitam bloqueio do estreito de Ormuz
O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) assegurou, esta quinta-feira, que as forças norte-americanas não estão a bloquear o estreito de Ormuz, mas apenas navios com origem ou destino a portos iranianos, no âmbito de uma operação militar em curso.
Em comunicado divulgado nas redes sociais, o Centcom explicou que o porta-aviões USS Abraham Lincoln se encontra no mar Arábico, integrado num dispositivo que visa impedir a circulação de embarcações ligadas ao comércio iraniano.
Segundo a mesma fonte, estão empenhados nesta operação 10.000 militares, apoiados por 12 navios e cerca de 100 aeronaves, com intuito de garantir o cumprimento de uma ordem do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Lusa
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Irão saúda cessar-fogo no Líbano e reitera que fazia parte da trégua com EUA
O Governo iraniano saudou, esta quinta-feira, o acordo de cessar-fogo de 10 dias entre Israel e o Líbano, reiterando que a trégua alcançada na semana passada com os Estados Unidos e mediada pelo Paquistão já incluía o território libanês.
"A República Islâmica do Irão insistiu desde o início, durante as suas conversações com várias partes regionais e internacionais, incluindo as de Islamabade, na necessidade de estabelecer um cessar-fogo simultâneo em toda a região", disse o porta-voz Ministério dos Negócios Estrangeiros, Esmaeil Baqaei.
Citado pela agência iraniana IRNA, Baqaei reiterou que a cessação das hostilidades no Líbano "fazia parte do acordo de cessar-fogo" entre Teerão e Washington.
Lusa
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Exército líbanês e Hezbollah pedem a população que adie regresso até início do cessar-fogo
O exército libanês e o movimento pró-iraniano Hezbollah apelaram, esta quinta-feira, à população de vilas e cidades do sul do país visadas por Israel para adiarem o regresso a estas até ao cessar-fogo entrar em vigor.
Em comunicado após o anúncio do cessar-fogo de 10 dias, o comando do exército libanês pediu ainda aos residentes que seguissem as instruções dos soldados destacados no sul, onde as tropas israelitas atravessaram a fronteira, e que estivessem atentos a munições não detonadas e "objetos suspeitos".
O cessar-fogo com Israel tem início marcado para a meia-noite, hora local (22:00 de Lisboa).
Lusa
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Netanyahu saúda cessar-fogo mas vai manter ocupação no Líbano
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, saudou esta quinta-feira o cessar-fogo de dez dias no Líbano como "uma oportunidade para um acordo de paz histórico", mas indicou que as suas tropas vão manter posições no país vizinho durante a trégua.
Numa declaração por vídeo, divulgada pelo seu gabinete depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter anunciado um cessar-fogo, Netanyahu indicou que as forças israelitas "permanecerão no sul do Líbano, dentro de uma faixa fronteiriça de dez quilómetros de profundidade".
Na sua declaração, o líder israelita reiterou o objetivo de desarmar o grupo xiita libanês Hezbollah, que Donald Trump disse estar igualmente vinculado à trégua de dez dias, com início a partir das 22h00 desta quinta-feira (hora de Lisboa).
Correio da Manhã
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Cessar-fogo entre Líbano e Israel "incluirá Hezbollah", diz Trump
O Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou esta quinta-feira que o cessar-fogo acordado entre o Líbano e Israel abrangerá o movimento xiita libanês Hezbollah, afirmando-se "confiante" de que o grupo aliado do Irão respeitará a trégua.
Pouco antes destas declarações de Trump à comunicação social, o Hezbollah anunciou que respeitará o cessar-fogo, que entra em vigor esta sexta-feira à meia-noite local (22h00 de Lisboa), se Israel suspender totalmente as hostilidades.
Segundo os termos acordados pelos dois países em guerra desde 2 de março, a trégua tem uma duração prevista de dez dias, durante os quais o Líbano e Israel deverão proceder a negociações de um plano mais pormenorizado para alcançar uma paz duradoura.
Lusa
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Guterres saúda cessar-fogo entre Líbano e Israel anunciado por Trump
O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, saudou esta quinta-feira o anúncio de um cessar-fogo de 10 dias entre o Líbano e Israel, divulgado pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump:
Segundo o porta-voz do líder da ONU, Stéphane Dujarric, Guterres "acolhe com satisfação quaisquer medidas que possam pôr fim às hostilidades e ao sofrimento em ambos os lados da Linha Azul", que serve de demarcação da zona desmilitarizada entre os dois países.
O secretário-geral da ONU reiterou ainda a necessidade de implementar integralmente a Resolução 1701 do Conselho de Segurança, que estabelece o enquadramento para a cessação das hostilidades entre Israel e o grupo xiita libanês pró-iraniano Hezbollah.
Lusa
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Hezbollah vai respeitar cessar-fogo no Líbano, afirma deputado do grupo xiita
O Hezbollah vai respeitar o cessar-fogo de dez dias no conflito no Líbano, esta quinta-feira anunciado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, após contactos com o homólogo libanês e o primeiro-ministro israelita, indicou um deputado do grupo xiita.
"Respeitaremos o cessar-fogo com cautela (...) desde que haja uma cessação completa das hostilidades contra nós e que Israel não o explore para realizar assassínios", afirmou, em declarações à agência France-Presse (AFP), o deputado Ibrahim Moussawi.
O Presidente norte-americano anunciou esta quinta-feira um cessar-fogo de dez dias no Líbano, dando seguimento aos primeiros contactos entre os dois países, na passada terça-feira em Washington sem a presença do Hezbollah, com vista a um acordo de paz.
Lusa
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Primeiro-ministro libanês aplaude cessar-fogo com Israel
O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, aplaudiu o anúncio de um cessar-fogo entre o Líbano e Israel, que entrará em vigor esta sexta-feira à meia-noite (22h00 de Lisboa), após mais de seis semanas de conflito.
"Acolho com satisfação o anúncio do cessar-fogo feito pelo Presidente [norte-americano, Donald] Trump, que era uma exigência fundamental do Líbano desde o primeiro dia da guerra e o principal objetivo da nossa reunião em Washington na terça-feira", declarou Salam, na sua conta da rede social X, sobre a trégua que terá uma duração de dez dias.
"Quero agradecer todos os esforços regionais e internacionais realizados para alcançar este resultado, especialmente pelos Estados Unidos, França, países da União Europeia e países árabes", acrescentou o chefe do Governo libanês, fazendo uma menção especial ao apoio da Arábia Saudita, do Egito, do Qatar e da Jordânia.
Lusa
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Teerão espera resultado significativo nas negociações se EUA forem racionais
O embaixador iraniano na ONU disse estar "cautelosamente otimista" quanto ao desfecho das negociações com Washington, argumentando que, se os norte-americanos mantiverem uma abordagem construtiva e racional, as conversações poderão ter um "resultado significativo".
"Estamos convencidos de que, se os Estados Unidos adotarem uma abordagem construtiva e racional, se evitarem avançar com quaisquer exigências contrárias ao direito internacional, estas negociações podem conduzir a um resultado significativo", disse Amir-Saeid Iravani numa sessão da Assembleia Geral convocada após o veto da Rússia e da China a uma resolução sobre o estreito de Ormuz.
"Apesar da nossa profunda desconfiança em relação aos Estados Unidos, devido às suas repetidas traições à diplomacia, empenhámo-nos, no entanto, nas negociações de boa-fé e continuamos cautelosamente otimistas", continuou.
Lusa
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Chefe do exército paquistanês reúne-se com presidente do parlamento iraniano para tentar estender cessar-fogo
O chefe do exército paquistanês reuniu-se esta quinta-feira com o presidente do parlamento iraniano para tentar estender o período de cessar-fogo. O cessar-fogo de 15 dias acordado entre o Irão e os EUA está em vigor desde o passado dia 7 de abril. O Paquistão ainda não se pronunciou sobre esta conversa mas, de acordo com a Associeted Press, haverá uma ronda de negociações na próxima semana, antes do fim do período de paz temporário, a 22 de abril.
O Paquistão é uma das forças internacionais que está a pressionar uma prorrogação.
Correio da Manhã
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Trump e presidente do Líbano falaram ao telefone
O presidente dos EUA, Donald Trump, falou esta quinta-feira ao telefone com o homólogo do Líbano, Joseph Aoun, avança a Sky News.
Nas redes sociais, o líder libanês agradeceu os esforços que o norte-americano "esta a fazer para alcançar um cessar-fogo no Líbano e garantir uma paz e estabilidade duradoura".
Correio da Manhã
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Presidente do Líbano não vai falar hoje com Netanyahu
O presidente do Líbano não vai falar esta quinta-feira com Netanyahu, segundo fontes libanesas, citadas pela Sky News. A reação surge após Donald Trump ter anunciado que os líderes do Líbano e de Israel iam estar esta quinta-feira reunidos.
Correio da Manhã
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"Espero que optem por um acordo que esteja ao vosso alcance": Hegseth faz aviso ao Irão
O Secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou esta quinta-feira aos meios de comunicação norte-americanos que "os EUA estão a rearmar-se com mais poder do que antes".
Referiu ainda que o setor energético do Irão ainda não foi destruído. E frisou que o bloqueio dos EUA está a impedir as exportações iranianas.
"Espero que optem por um acordo que esteja ao vosso alcance", afirmou o Secretário da Defesa, dirigindo-se ao Irão.
EUA vão manter bloqueio naval ao Irão "durante o tempo que for necessário", diz Pete Hegseth
O Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirma que os Estados Unidos vão manter o bloqueio naval ao Irão durante o tempo que for necessário.
"Os EUA controlam o Estreito de Ormuz porque o Irão já não tem uma marinha", disse Pete Hegseth aos meios de comunicação social em Washington DC.
O Secretário de Defesa afirmou ainda que "as forças dos EUA estão prontas para reiniciar o combate se o Irão não concordar com um acordo". E acrescentou: "Estamos de olho em vocês".
Ambientalistas pedem à UE imposto sobre lucros extraordinários das petrolíferas
Associações ambientalistas europeias, incluindo a portuguesa Zero, enviaram uma carta às instituições europeias a pedir a taxação de lucros extraordinários das empresas de combustíveis fósseis causados pela guerra no Irão, anunciou esta quinta-feira a associação portuguesa.
Em comunicado, a Associação Sistema Terrestre Sustentável (ZERO) refere que "a nova instabilidade geopolítica voltou a expor a extrema vulnerabilidade da Europa à dependência do petróleo, gás e restantes combustíveis fósseis".
Segundo dados recentemente divulgados pela Federação Europeia de Transportes e Ambiente (T&E), que congrega organizações não-governamentais europeias que trabalham na área de transporte e meio ambiente, as petrolíferas poderão obter este ano cerca de 24 mil milhões de euros em lucros extraordinários à custa dos condutores europeus.
Lusa
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Líbano sem conhecimento de próximo contacto com Israel
O Líbano "não tem conhecimento" de um próximo contacto com Israel, afirmou fonte oficial libanesa à agência France-Presse (AFP), após o Presidente norte-americano ter anunciado que os líderes dos dois países em estado de guerra vão dialogar esta quinta-feira.
"Não temos conhecimento de qualquer contacto previsto com a parte israelita e não fomos informados por canais oficiais", declarou esta fonte à AFP.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou, na quarta-feira, que os líderes de Israel e do Líbano vão falar esta quinta-feira sobre um possível cessar-fogo mediado por Washington.
Lusa
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Chefe da diplomacia do Irão fala com China, Paquistão e Japão antes de possíveis negociações
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, manteve na quarta-feira contactos com homólogos da China e do Japão e com o chefe do Exército do Paquistão, nas vésperas de possíveis novas negociações com Washington.
Araqchi falou com o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, que afirmou, numa conversa telefónica, que a atual situação entrou numa "fase crítica de transição da guerra para a paz", abrindo "uma janela de oportunidade".
Wang indicou que a China apoia a manutenção do cessar-fogo e das negociações, o que "serve o interesse fundamental do povo iraniano e corresponde à expectativa comum dos países da região e da comunidade internacional", segundo um comunicado da diplomacia chinesa.
Lusa
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Chefe da diplomacia chinesa diz a homólogo iraniano que se abriu "janela para a paz" no Médio Oriente
O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, afirmou esta quinta-feira, numa conversa telefónica com o homólogo iraniano, Abbas Araqchi, que a atual situação atingiu uma "fase crítica de transição da guerra para a paz", abrindo "uma janela de oportunidade".
Wang indicou que a China apoia a manutenção do cessar-fogo e das negociações, o que "serve o interesse fundamental do povo iraniano e corresponde à expectativa comum dos países da região e da comunidade internacional", segundo um comunicado do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, numa altura em que Teerão e Washington mantêm uma trégua e preparam nova ronda de diálogo.
O chefe da diplomacia chinesa afirmou que "a China apoia, como sempre, o Irão na salvaguarda da sua soberania, segurança e dignidade nacional".
Lusa
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Washington diz estar a discutir nova ronda de negociações com Teerão
Washington está a discutir a possibilidade de novas negociações com Teerão, declarando-se otimista quanto a um acordo, após a ameaça iraniana de bloquear a circulação no mar Vermelho em resposta ao bloqueio dos portos do país persa.
O Irão reafirmou a vontade de continuar a negociar, enquanto o mundo espera a prorrogação do cessar-fogo, em vigor desde 08 de abril, e o fim de uma guerra que causou milhares de mortos, principalmente no Irão e no Líbano, ao mesmo tempo que abalou a economia mundial.
Estão a decorrer discussões com vista a uma retoma das negociações em Islamabade, capital do Paquistão, "mas nada é oficial" ainda, declarou na quarta-feira a porta-voz da Casa Branca.
Lusa
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Trump afirma que líderes de Israel e Líbano vão discutir hoje cessar-fogo
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou que "os líderes" de Israel e do Líbano vão falar esta quinta-feira sobre um possível cessar-fogo mediado por Washington.
"Estamos a tentar dar algum espaço para respirar entre Israel e o Líbano. Passou muito tempo desde que os dois líderes falaram, cerca de 34 anos. Amanhã acontecerá. Espetacular!", escreveu na quarta-feira Trump na rede social Truth Social, da qual é proprietário.
Este anúncio, que não especifica quem são os líderes, surge depois de os Governos de ambos os países terem acordado reunir-se novamente para continuar a dialogar sobre um cessar-fogo que interrompa os ataques israelitas contra o Líbano, iniciados após a guerra com o Irão.
Lusa
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Senado dos EUA rejeita resolução para impedir Trump de ordenar novos ataques
O Senado norte-americano rejeitou esta quarta-feira uma resolução que impediria o Presidente Donald Trump de ordenar novos ataques contra o Irão sem autorização prévia do Congresso.
Na câmara alta do Congresso, onde os republicanos detêm a maioria, a resolução foi derrotada por 47 votos contra 52.
O senador republicano Rand Paul juntou-se aos democratas no apoio à resolução; o democrata John Fetterman votou contra.
Lusa
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EUA discutem possível segunda ronda de negociações no Paquistão
Os Estados Unidos estão a discutir uma possível segunda ronda de negociações com o Irão, novamente no Paquistão, afirmou esta quarta-feira a porta-voz da Casa Branca, depois do fracasso da primeira ronda no fim de semana.
"Estas discussões estão a decorrer, mas nada é oficial enquanto não for anunciado pela Casa Branca", afirmou Karoline Leavitt.
"Mas estamos otimistas quanto à perspetiva de um acordo", disse, acrescentando ser "muito provável que se realizem no mesmo local que da última vez".
Lusa
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PM quer equilíbrio na resposta à subida de preços para não comprometer contas públicas
O primeiro-ministro defendeu esta quarta-feira equilíbrio e razoabilidade na resposta à subida do custo de vida, para que o país não regresse ao "ao desequilíbrio das finanças públicas a troco de soluções que são aparentemente milagrosas".
Na resposta à intervenção da líder da IL, Mariana Leitão, que o acusou, na abertura do debate quinzenal desta tarde, no parlamento, de lucrar com a crise energética, o primeiro-ministro reconheceu que "é verdade que as portuguesas e os portugueses têm hoje um custo de vida mais elevado", mas acrescentou que é por isso que estão a ser tomadas medidas, porém com equilíbrio.
"É por isso que com equilíbrio, com razoabilidade, nós estamos a adotar medidas para que o impacto seja um impacto mitigado, para que as famílias possam enfrentar estes tempos de desafio que estão diante de nós, mas, repito, com equilíbrio", sublinhou.
Lusa
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Livre insiste na devolução do IVA de bens essenciais mas PM promete "outra via"
O Livre insistiu esta quarta-feira na devolução do IVA de bens essenciais para combater o aumento do custo de vida, alertando que as pessoas "estão a sofrer", mas o primeiro-ministro respondeu que o Governo está a estudar "outra via".
Durante o debate quinzenal na Assembleia da República, a líder parlamentar do Livre, Isabel Mendes Lopes, considerou que o Governo "podia ter ido mais longe" no combate ao aumento dos preços dos combustíveis, alimentos e medicamentos, alertando que "é imoral" que empresas lucrem com a guerra.
A líder do Livre lembrou que o partido já propôs a devolução a 100% do IVA em bens essenciais para famílias com menores rendimentos e questionou o porquê de o Governo não avançar com esta medida.
Na resposta, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, argumentou que, à semelhança do IVA zero no cabaz alimentar, a devolução deste imposto neste tipo de bens também tem "problemas de aplicação, de justiça relativa e de combate ao abuso".
O Governo está "aberto a uma solução diferente" e diz estar a estudar o tema, mas Montenegro disse não poder adiantar qual será.
"O princípio até é correto mas à luz de uma visão mais coerente e sólida do efeito e da obtenção do resultado, poderemos tomar uma medida que é globalmente no mesmo sentido mas obtido por outra via", antecipou.
Lusa
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O mundo deve preparar-se para enfrentar "tempos difíceis", avisa diretora do FMI
A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, sublinhou esta quarta-feira que, se a guerra no Irão persistir e a inflação continuar a subir a nível global, todo o mundo deve preparar-se para enfrentar "tempos difíceis".
"Se o conflito persistir e todos os preços se mantiverem elevados durante um período prolongado, deve-se preparar para tempos difíceis", afirmou Kristalina Georgieva numa conferência de imprensa realizada no terceiro dia das reuniões da primavera do FMI e do Grupo do Banco Mundial (BM) em Washington, nos Estados Unidos.
Georgieva salientou que o impacto da guerra na economia mundial "já é considerável, mesmo que o conflito venha a ser de curta duração", devido aos danos extensos sofridos pelas infraestruturas de produção de hidrocarbonetos no Médio Oriente e às interrupções nas cadeias de abastecimento causadas pelo encerramento do Estreito de Ormuz, que estão a impulsionar a subida dos preços e a desacelerar o crescimento global.
Lusa
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Trump diz que vai reabrir Estreito de Ormuz "permanentemente"
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta quarta-feira, numa publicação na rede social Truth Social que irá reabir o Estreito de Ormuz "permanentemente". Na mesma publicação pode ler-se que a China está contente com a decisão: "[A China está] muito satisfeita por eu estar a abrir permanentemente o Estreito de Ormuz".
Correio da Manhã
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Países do Golfo pedem mais empenho da comunidade internacional para resolver tensões no Médio Oriente
O Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) pediu esta quarta-feira mais empenho da comunidade internacional para resolver as tensões no Médio Oriente, avisando que os ataques do Irão poderão ter "consequências que durarão décadas".
Numa audição na Comissão de Negócios Estrangeiros do Parlamento Europeu (PE), o secretário-geral da organização, Jasem Mohamed Albudaiwi, frisou que os países do Golfo estão a passar por uma "fase crítica", avisando que a "escalada e agressão iraniana" ameaçam não apenas a estabilidade regional, mas internacional.
"Salientamos que, se estas violações não forem tratadas de forma firme e responsável, poderão ter consequências de longo prazo que podem durar décadas. Por isso, a comunidade internacional deve assumir um papel mais forte e eficaz no apoio à estabilidade e na redução das tensões", avisou.
O secretário-geral do CCG, conselho que reúne a Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Omã, disse que os países valorizam a posição da UE sobre esta matéria, designadamente o facto de ter condenado esses ataques e ter-se manifestado disponível para "fornecer o necessário apoio técnico de Defesa".
"Estes esforços mostram que partilhamos uma visão a nível de cooperação multilateral e o respeito pelo direito internacional", referiu.
Jasem Mohamed Albudaiwi abordou também o encerramento do Estreito de Ormuz, defendendo que deve manter-se uma "via marítima aberta e segura, livre de restrições ou ameaças".
Lusa
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Ministra britânica classifica como loucura a guerra dos EUA no Irão
A ministra da Economia britânica classificou a guerra iniciada pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, no Irão como uma loucura devido à falta de um plano claro para colocar fim ao conflito, dizendo-se frustrada e irritada com a situação.
"Obviamente, nenhuma pessoa sensata apoia o regime iraniano, mas iniciar um conflito sem um objetivo claro ou um plano para o resolver parece-me uma loucura que está a afetar as famílias aqui no Reino Unido, mas também as famílias nos Estados Unidos e em todo o mundo. Não acredito que tenha sido a decisão correta", declarou Rachel Reeves numa entrevista divulgada esta quarta-feira pelo jornal The Mirror.
"Esta é uma guerra que não começámos. Foi uma guerra que não queríamos. Sinto-me muito frustrada e irritada com o facto de os Estados Unidos terem entrado nesta guerra sem um plano de saída claro, sem uma ideia clara do que pretendiam alcançar", afirmou.
Lusa
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Hezbollah lança 25 foguetes contra Israel após negociações com Líbano
O grupo armado xiita Hezbollah disparou hoje aproximadamente 25 foguetes contra Israel, após a primeira reunião entre representantes dos governos libanês e israelita em Washington, na quarta-feira, para discutir um cessar-fogo.
De acordo com o exército de Israel, o Hezbollah lançou "aproximadamente 25 foguetes" em direção a cidades no norte do país, onde sirenes têm soado continuamente nas últimas horas.
Os militares informaram que cerca de metade dos projéteis foram intercetados pelo sistema de defesa aérea, enquanto o restante caiu em áreas desabitadas.
Lusa
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EUA declaram ter "paralisado por completo" comércio marítimo do Irão
O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) anunciou na terça-feira ter implementado um bloqueio total dos portos do Irão e "paralisado por completo" o comércio marítimo da República Islâmica.
Num comunicado divulgado na rede social X, o almirante Brad Cooper, responsável pelo CENTCOM, afirmou que as forças armadas norte-americanas conseguiram bloquear totalmente os portos iranianos.
Cooper acrescentou que cerca de 90% do comércio do Irão depende da via marítima, pelo que considera ter "paralisado por completo" a atividade económica iraniana, numa medida de pressão anunciada anteriormente pela Administração de Donald Trump.
Lusa
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Embaixador de Israel elogia "excelente diálogo" após reunião com o Líbano
O embaixador israelita em Washington elogiou o "excelente diálogo" com a homóloga libanesa, após uma primeira reunião com vista a negociações de paz, comentando que Israel e o Líbano "descobriram hoje que estão do mesmo lado".
Yechiel Leiter falava aos jornalistas no final de um encontro de cerca de duas horas no Departamento de Estado, na capital federal norte-americana, com a diplomata libanesa Nada Hamadeh Moawad, para discutir o conflito entre Israel e o grupo xiita libanês Hezbollah, que não participa nestas conversações.
"Esta é a conclusão mais positiva que podemos tirar deste encontro: estamos ambos unidos no desejo de libertar o Líbano da ocupação, de uma potência dominada pelo Irão e chamada Hezbollah", afirmou o embaixador israelita, remetendo esclarecimentos para uma declaração conjunta a divulgar mais tarde.
Lusa
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Israel e Líbano acordam início de negociações diretas de paz
Israel e Líbano concordaram esta terça-feira iniciar conversações diretas para uma paz duradoura, após uma primeira reunião em Washington entre representantes dos dois países, informou o Departamento de Estado norte-americano.
Segundo um comunicado divulgado pelo Departamento de Estado norte-americano no final do encontro entre os embaixadores em Washington de Israel, Yechiel Leiter, e do Líbano, Nada Hamadeh Moawad, "as partes concordaram iniciar negociações diretas em data e local a acordar mutuamente".
A diplomacia de Washington saudou as "discussões produtivas" dos dois lados sobre "os passos a tomar para iniciar negociações diretas entre Israel e o Líbano", onde decorre há mais de um mês uma ofensiva militar israelita contra o grupo xiita libanês pró-iraniano Hezbollah, que não foi convidado para a reunião.
Lusa
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Rubio alerta para "oportunidade histórica" antes de discussões de paz no Líbano
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, considerou esta terça-feira que as conversações de paz diretas entre Líbano e Israel representam "uma oportunidade histórica", ao receber os embaixadores dos dois países em Washington para iniciarem o diálogo.
O diplomata israelita Yechiel Leiter e a libanesa Nada Hamadeh Moawad discutem esta terça-feira no Departamento de Estado, na capital norte-americana, uma proposta de cessar-fogo, após um mês e meio da ofensiva israelita contra o grupo xiita Hezbollah, num encontro que conta também com a presença do embaixador dos Estados Unidos em Beirute, Michel Issa.
No início da reunião, Marco Rubio afirmou que em causa está não só uma trégua, mas também "uma solução permanente para 20 ou 30 anos de influência do Hezbollah" na região, da qual, sustentou, tanto israelitas como libaneses foram vítimas.
Lusa
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Trump diz-se "chocado" com Meloni porque "achava que ela tinha coragem"
O Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou-se esta terça-feira "chocado" com a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, porque erradamente pensou que ela tinha coragem para ajudar os Estados Unidos na guerra contra o Irão.
"Giorgia Meloni não quer ajudar-nos na guerra, estou chocado", afirmou Trump, em declarações por telefone ao maior diário de Itália, o Corriere della Sera.
"As pessoas gostam do facto de a sua presidente não estar a fazer nada para obter o petróleo?", perguntou Trump.
Lusa
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Trump afirma que nova ronda de negociações com o Irão "pode acontecer nos próximos dois dias"
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avançou, esta terça-feira, que uma nova ronda de negociações com o Irão para colocar fim à guerra "pode acontecer nos próximos dois dias" no Paquistão, aconselhando os jornalistas a permanecerem no país.
"Vocês deveriam ficar aí, de verdade, porque algo pode acontecer nos próximos dois dias e estamos mais inclinados a ir para lá", disse Trump aos jornalistas do New York Post numa conversa sobre perspetivas para futuras negociações entre os EUA e o Irão.
Correio da Manhã
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Líder da Mossad avisa que operação para mudar regime no Irão ainda não terminou
O diretor do serviço de informações externas de Israel, Mossad, avisou esta terça-feira que a missão de Israel para mudar o regime no Irão "ainda não terminou" e prevê a continuação da campanha militar após o cessar-fogo em vigor.
"Não pensávamos que esta missão fosse concluída imediatamente com o fim dos combates. Mas também prevíamos que a nossa campanha continuaria e se materializaria no período posterior aos ataques a Teerão", declarou David Barnea durante uma cerimónia realizada na sede da Mossad para assinalar o Dia Internacional da Memória do Holocausto.
Citado pelo jornal Yedioth Ahronoth, o diretor do serviço de informações reiterou que o objetivo de Israel não será alcançado até que o regime da República Islâmica caia.
Lusa
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Marco Rubio vai participar nas negociações entre Israel e Líbano em Washington
As conversações decorrerão em Washington às 16h00 (hora de Lisboa) entre o embaixador israelita nos EUA, Yechiel Leiter, e a sua homóloga libanesa, Nada Hamadeh Moawad, de acordo com o The Guardian.
Para além de Marco Rubio, o embaixador dos EUA no Líbano, Michel Issa, e o conselheiro do Departamento de Estado, Michael Needham, estarão presentes, afirmou um responsável do departamento.
O Líbano, Israel e os EUA emitiram declarações contraditórias sobre o que as conversações vão abranger. A Presidência do Líbano afirmou que as conversações se iriam centrar no anúncio de um cessar-fogo e na definição de uma data para o início das negociações bilaterais.
Produção de petróleo regista maior queda de sempre em março
A produção de petróleo sofreu uma queda de 10,1 milhões de barris por dia em março devido à guerra no Médio Oriente, a maior queda da história, indicou esta terça-feira a Agência Internacional de Energia (AIE).
No relatório mensal sobre o mercado do petróleo publicado esta terça-feira, a AIE indicou que, em março, as perdas de produção decorrentes do conflito no Médio Oriente representaram, de forma acumulada, mais de 360 milhões de barris, prevendo um aumento para 440 milhões de barris em abril.
No início de abril, o bloqueio quase total do estreito de Ormuz pelo Irão significava que por ali saíam 3,8 milhões de barris por dia de crude, gás natural e produtos refinados, quando em fevereiro, antes do início das hostilidades, eram mais de 20 milhões de barris por dia.
Lusa
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Três petroleiros ligados ao Irão atravessaram o estreito de Ormuz nas primeiras 24 horas de bloqueio
Três petroleiros ligados ao Irão atravessaram o estreito de Ormuz nas primeiras 24 horas do bloqueio norte-americano aos portos iranianos, de acordo com a Reuters.
A agência de notícias informou que os três navios não se dirigiam para portos iranianos, pelo que não foram abrangidos pelo bloqueio.
Os navios em questão são: o Peace Gulf, com bandeira do Panamá, um petroleiro de médio porte que se dirigia ao porto de Hamriyah, nos Emirados Árabes Unidos; o petroleiro Murlikishan, alvo de sanções dos EUA, que navegava para o Iraque para carregar fuelóleo; e o Rich Starry, um navio sancionado pelos EUA e com bandeira chinesa, que foi o primeiro a passar pelo estreito de Ormuz.
Sánchez lamenta ameaças devido à posição de Espanha
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, lamentou hoje, em Pequim, que países que criticam violações do direito internacional sejam depois alvo de ameaças, defendendo que a posição de Espanha sobre o Irão "não deve ofender ninguém".
Sánchez falava aos jornalistas após um encontro com o Presidente chinês, Xi Jinping, quando questionado sobre se as suas declarações sobre o deteriorar da ordem internacional poderiam ser vistas como uma crítica ao Presidente norte-americano, Donald Trump.
"Espanha tem uma posição coerente em matéria de política externa. Não deve ofender ninguém", afirmou o chefe do Executivo, defendendo um "sistema internacional baseado em regras" e rejeitando a prevalência da "lei da selva".
Lusa
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Xi Jinping pede cessar-fogo abrangente e duradouro face à escalada em Ormuz
O Presidente chinês, Xi Jinping, defendeu esta terça-feira um cessar-fogo "abrangente e duradouro" no Médio Oriente, durante um encontro em Pequim com o príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Khaled bin Mohamed bin Zayed Al Nahyan.
A reunião decorreu no Grande Palácio do Povo, na capital chinesa, num contexto de agravamento da crise no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas energéticas globais.
Durante o encontro, Xi sublinhou que a resolução da situação deve passar por vias políticas e diplomáticas e garantiu que a China continuará a desempenhar um "papel construtivo" e a "trabalhar ativamente" para promover a paz, segundo um comunicado divulgado pela agência noticiosa oficial Xinhua.
Lusa
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Lavrov pede que se evite regresso de confronto armado
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergey Lavrov, pediu esta terça-feira que se evite o regresso do conflito armado no Irão e reiterou a disposição de Moscovo em apoiar uma solução pacífica para a nação persa.
Num comunicado sobre a conversa telefónica entre o ministro russo e o seu homólogo iraniano, Abbas Araqchi, o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo informou que Lavrov enfatizou a importância de evitar um novo confronto armado, tendo reafirmado a "contínua disposição da Rússia em ajudar a resolver a crise, que não tem solução militar".
Durante a conversa, "Araqchi informou Lavrov sobre os detalhes das conversas iraniano-americanas realizadas no sábado, em Islamabad".
Lusa
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Netanyahu exorta Europa a "fazer guerra pelo bem" e por "obrigação moral"
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, reivindicou esta segunda-feira ter infligido, com apoio norte-americano, "o golpe mais duro" da história do regime iraniano e exortou os países europeus a juntarem-se a esta "guerra pelo bem", por "obrigação moral".
Falando em Jerusalém no memorial de Yad Vashem, na abertura das cerimónias em memória das vítimas do Holocausto, Netanyahu defendeu que "no momento da verdade, é preciso ir à guerra pelo bem, pela vida" e que a Europa "jurou defender o bem após a [2ª Grande] Guerra".
A Europa "tem uma profunda obrigação moral", mas "perdeu o controlo da sua identidade, dos seus valores, da sua obrigação de proteger a civilização da barbárie", mas "Israel não esqueceu este mandamento cristão", argumentou.
Lusa
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UE gastou mais 22 mil milhões de euros em importações de combustíveis fósseis devido à guerra
A União Europeia (UE) gastou mais 22 mil milhões de euros do que o habitual em importações de combustíveis fósseis devido à guerra no Irão, indicou esta segunda-feira um comissário europeu, que prometeu apresentar medidas para o setor na próxima semana.
"44 dias de conflito no Médio Oriente. Mais 22 mil milhões de euros na nossa conta de combustíveis fósseis", escreveu o comissário europeu para a Energia e Ambiente, Dan Jørgensen, numa publicação na rede social Instagram.
O comissário afirmou que este é o momento de proteger "quem precisa", de "mudar o rumo das coisas" e garantir que a UE se torna "verdadeiramente independente em termos energéticos".
Lusa
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Paquistão assegura que cessar-fogo entre EUA e Irão continua e partes tentam resolver impasse
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, assegurou esta segunda-feira que o cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão se mantinha e que estavam em curso esforços para resolver divergências que impediram um acordo no domingo.
"O cessar-fogo mantém-se e, no momento em que falo, estão em curso esforços para resolver os últimos litígios", afirmou Sharif durante uma breve alocução transmitida pela televisão do Paquistão.
Delegações dos Estados Unidos e do Irão interromperam no domingo as conversações acolhidas pelo Paquistão sem conseguirem um acordo que permitisse pôr fim à guerra em curso no Médio Oriente.
Lusa
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Governo alemão atribui fracasso das negociações entre os Estados Unidos e o Irão a má preparação
O chanceler alemão, Friedrich Merz, atribuiu esta segunda-feira o fracasso das negociações entre os Estados Unidos e o Irão sobre o fim da guerra no Médio Oriente a uma preparação insuficiente.
"Não me surpreendeu a decisão de suspender as conversações em Islamabad", declarou Merz sobre a falta de acordo após 20 horas de negociações realizadas no fim de semana na capital do Paquistão.
"Desde o princípio não tive a impressão de que estivessem realmente bem preparadas", disse o chefe do Governo da Alemanha, citado pela agência de notícias espanhola Europa Press (EP).
Lusa
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Turquia crê que Washington e Teerão são sinceros sobre manutenção de cessar-fogo
O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan, afirmou esta segunda-feira que Estados Unidos da América (EUA) e Irão estão a ser sinceros quanto à manutenção do cessar-fogo, apesar da interrupção das reuniões no domingo.
"Pelo que sei, ambos os lados estão a ser sinceros quanto ao cessar-fogo", disse à agência de notícias estatal Anadolu, acrescentando ter havido "contacto com as partes envolvidas nas negociações ao longo do dia, a fim de avaliar".
Segundo Fidan, "se a questão nuclear se tornar uma situação de tudo ou nada, particularmente em relação ao enriquecimento de urânio", aí, pode haver "sérios obstáculos".
As conversações de paz fracassaram no fim de semana, algo que levou o presidente norte-americano, Donald Trump, a anunciar um bloqueio de todo o tráfego marítimo de e para os portos iranianos.
As delegações de EUA e República Islâmica iraniana deixaram de Islamabade no domingo, sem chegarem a um acordo, após mais de 20 horas de reuniões, no encontro cara-a-cara de mais alto nível entre os dois países desde a revolução islâmica de 1979.
Trump justificou a decisão sobre atuar no estreito de Ormuz porque, segundo o próprio, Teerão não quer renunciar às suas "ambições nucleares".
Lusa
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China pede navegação "sem entraves" no Estreito de Ormuz face a bloqueio de portos iranianos
A China defendeu esta segunda-feira a necessidade de garantir uma navegação "sem entraves" no Estreito de Ormuz, horas antes do bloqueio anunciado de portos iranianos pelos Estados Unidos, e pediu a Washington e Teerão para manterem o cessar-fogo.
"O Estreito de Ormuz é uma via comercial internacional crucial para bens e energia, e é do interesse comum da comunidade internacional garantir a sua segurança, estabilidade e um tráfego sem entraves", afirmou o porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês Guo Jiakun, em conferência de imprensa.
O responsável reiterou que a guerra desencadeada pelos Estados Unidos e por Israel é a "causa principal" da quase paralisação do Estreito de Ormuz.
"A solução passa por um cessar-fogo imediato e pelo fim das hostilidades. Todas as partes devem manter a calma e exercer contenção", acrescentou.
A diplomacia chinesa tem sido apontada como um dos fatores que contribuíram para o atual cessar-fogo entre o Irão e os Estados Unidos, apesar da discrição de Pequim.
A China é um parceiro importante do Irão, que antes da guerra destinava ao país asiático mais de 80% das suas exportações de petróleo, segundo a consultora Kpler.
Lusa
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Presidente moçambicano avisa que "crise de combustíveis" pode chegar a qualquer altura
O Presidente moçambicano, Daniel Chapo, avisou esta segunda-feira, em Maputo, que a "crise de combustíveis" provocada pela guerra no Médio Oriente pode chegar a Moçambique a "qualquer altura", pedindo aposta no transporte público para mitigar essas consequências.
Ao intervir, enquanto presidente da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo, partido no poder), na abertura da II sessão ordinária da Organização da Juventude Moçambicana (OJM, organização juvenil da Frelimo), Chapo sublinhou a prioridade do Governo, ao disponibilizar viaturas para transporte público em todo o país.
"Ao colocarmos as viaturas para os 15 municípios da zona centro e norte e no próximo mês de maio para a zona sul, é exatamente para anteciparmos a crise de combustíveis que a qualquer altura pode chegar, por causa da guerra, que sabem muito bem, entre o Irão, Estados Unidos e Israel. E com transporte público podemos minimizar o impacto desta crise", disse o chefe de Estado e presidente da Frelimo, na sua intervenção.
Lusa
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Governo paquistanês garante que negociações Washington-Teerão prosseguem
Fontes do governo do Paquistão, intermediário das conversações entre Estados Unidos da América (EUA) e Irão, garantiram esta segunda-feira que o diálogo continua "na direção correta", apesar da interrupção das reuniões no domingo.
"As negociações não acabaram. Podemos dizer que estão em ponto-morto, mas não terminaram", disseram aquelas fontes à agência noticiosa espanhola EFE, justificando o sucedido pelas diferenças entre as partes em alguns pontos em debate.
Segundo o executivo de Islamabade, os representantes de EUA e da República Islâmica "concordaram com a maioria os pontos apresentados por cada um dos lados, só tendo ficado um ou dois pendentes e o processo avança na direção correta".
Lusa
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Começa hoje bloqueio dos EUA ao estreito de Ormuz. Só abrange navios que entrem ou saiam dos portos iranianos
As forças armadas dos EUA anunciaram que vão iniciar esta segunda-feira o bloqueio a circulação de navios que entrem ou saiam dos portos iranianos. O bloqueio acontece após o fracasso das negociações no Paquistão, tendo o presidente Donald Trump atribuído a culpa à recusa da República Islâmica em abandonar as suas ambições nucleares.
"O bloqueio será aplicado de forma imparcial contra embarcações de todas as nações que entrem ou saiam de portos e zonas costeiras iranianas, incluindo todos os portos iranianos no Golfo Árabe e no Golfo de Omã", afirma o Comando Central dos EUA em comunicado citado pela Bloomberg, acrescentando que terá início às 15h00.
As forças norte-americanas não vão impedir a passagem de embarcações pelo Estreito de Ormuz com destino ou proveniência de portos não iranianos. Trump, na sua plataforma Truth Social, confirma uma operação mais limitada do que a prevista numa publicação anterior, na qual afirmava que todos os navios que tentassem entrar ou sair do estreito seriam bloqueados.
General do Exército israelita Roman Gofman vai liderar serviço de inteligência do país
O general do Exército Roman Gofman vai liderar a Mossad, o serviço de inteligência israelita, por um período de cinco anos, revelou no domingo o gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
"O comité consultivo para nomeações de alto nível, presidido pelo ex-presidente do Supremo Tribunal Asher Grunis aprovou no domingo à noite o major-general Roman Gofman como diretor da Mossad", anunciou o gabinete do primeiro-ministro num comunicado.
Roman Gofman, que desempenhava atualmente funções de secretário militar do primeiro-ministro, substituirá David Barnea à frente dos serviços secretos israelitas.
Lusa
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Primeiro-ministro australiano afirma que EUA não consultaram o país sobre bloqueio de Ormuz
O primeiro-ministro da Austrália afirmou hoje que os Estados Unidos não consultaram nem solicitaram a participação de Camberra no bloqueio naval anunciado no estreito de Ormuz, após as negociações entre Washington e Teerão terem terminado sem avanços.
Em declarações à emissora pública australiana ABC, Anthony Albanese sublinhou que não foi contactado para colaborar na operação impulsionada pela Administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, e evitou pronunciar-se sobre a eficácia da medida, insistindo na necessidade de retomar o diálogo diplomático.
"O objetivo deve ser a retoma das conversações de paz e o fim do conflito", assinalou o dirigente, que alertou para o impacto devastador que a escalada das tensões está a ter sobre a economia global, especialmente nos mercados energéticos.
Lusa
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EUA vão bloquear portos iranianos a partir das 15h00 desta segunda-feira
O exército americano divulgou, este domingo, que irá implementar um bloqueio aos portos iranianos a partir das 15h00 (de Lisboa) desta segunda-feira. Segundo a Sky News, o Comando Central dos EUA referiu que os norte-americanos vão intercetar todas as embarcações que tenham como destino os portos iranianos ou que saem dos mesmos.
Correio da Manhã
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Benjamin Netanyahu diz que visitou soldados israelitas que estão no sul do Líbano
Benjamin Netanyahu afirmou este domingo ter visitado os soldados israelitas que se encontram na ofensiva no sul do Líbano. O primeiro-ministro israelita divulgou imagens na plataforma X da visita. De acordo com a imprensa israelita, citada pela Al Jazeera, Netanyahu foi acompanhado pelo ministro de Defesa de Israel, Israel Katz, e pelo chefe do Exército, Eyal Zamir.
Correio da Manhã
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Irão regista 3.375 mortos nos bombardeamentos dos EUA e de Israel
As autoridades iranianas anunciaram este domingo que morreram 3.375 pessoas, incluindo 383 crianças, durante os bombardeamentos israelitas e norte-americanos no Irão, que começaram a 28 de fevereiro.
Os números foram avançados pelo diretor do instituto de medicina legal iraniano, Abbas Masjedi, à agência IRNA e citados pela agência EFE, tendo este detalhado que, do total de mortos, 2.875 eram homens e 496 eram mulheres em 39 dias de guerra.
A maioria das crianças que morreram desde o início dos bombardeamentos no Irão tinha entre 1 e 12 anos e Abbas Masjedi acrescentou ainda que, entre os mortos, há cidadãos de outros países, como Afeganistão, Síria, Turquia, Paquistão, China, Iraque e Líbano.
Lusa
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Trump diz que Reino Unido ajudará na desminagem do Estreito de Ormuz
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse este domingo que o Reino Unido, como outros países, vão ajudar nas tarefas de desminagem do Estreito de Ormuz, que ameaçou bloquear com recurso à marinha norte-americana.
"Contamos com draga-minas de última geração, os mais modernos e avançados, mas também estamos a usar caça-minas mais tradicionais. Pelo que entendo, o Reino Unido e um par de outros países vão enviar" esses navios, declarou Trump, em entrevista à Fox News.
O Governo do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, criticado por Trump por não se envolver na reabertura do estreito, na sequência da ofensiva israelo-norte-americana ao Irão, não confirmou a participação nestas ações.
Lusa
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Guarda Revolucionária do Irão ameaça inimigos com "turbilhão mortal" no Estreito de Ormuz
A Guarda Revolucionária do Irão afirmou este domingo ter o controlo total do tráfego no Estreito de Ormuz e ameaçou prender os seus inimigos num "turbilhão mortal", após declarações dos Estados Unidos (EUA).
"O inimigo ver-se-á preso num turbilhão mortal no Estreito se der um passo em falso", afirmou o comando naval da Guarda Revolucionária do Irão, numa mensagem publicada na rede social X, acompanhada de um vídeo que mostra navios na sua mira, depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter ameaçado um bloqueio de entradas e saídas de navios no Estreito de Ormuz.
"Todo o tráfego [...] está completamente sob o controlo das forças armadas", garantiu o comando naval da Guarda Revolucionária, na mesma mensagem.
Lusa
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Emirados Árabes Unidos dizem que Estreito de Ormuz não é propriedade de Teerão
O Estreito de Ormuz "nunca foi propriedade do Irão para que eles possam fechá-lo ou restringir a navegação", declaroueste domingo o ministro da Indústria e Tecnologia dos Emirados Árabes Unidos, Sultan Al Jaber.
"O Estreito de Ormuz nunca foi propriedade do Irão para que eles possam fechá-lo ou restringir a navegação", pode ler-se numa mensagem publicada hoje por Al Jaber na rede social 'X' (antigo Twitter).
O ministro dos emirados notou que qualquer intenção de o bloquear "não é meramente uma questão regional, mas também a interrupção de uma artéria económica mundial vital e uma ameaça direta à segurança energética, alimentária e sanitária de todas as nações", num comportamento "ilegal, perigoso e inaceitável", que o mundo "não pode tolerar nem permitir".
Lusa
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Omã pede a Teerão e EUA que façam "concessões dolorosas" para fazer avançar negociações
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã sugeriu este domingo ao Irão e aos Estados Unidos que façam "concessões dolorosas" para levar as negociações a bom termo, apelando simultaneamente a "uma prorrogação do cessar-fogo".
"Para ter sucesso, cada um terá talvez de fazer concessões dolorosas, mas isso não é nada comparado com a dor do fracasso e da guerra", afirmou Badr al-Busaidi na rede social X, algumas horas após o fracasso das negociações entre as duas partes durante uma reunião no Paquistão.
"Exorto veementemente a que o cessar-fogo seja prolongado e que as conversações prossigam", escreveu ainda o ministro de Omã, que tinha mediado outras discussões entre Teerão e Washington antes do início da guerra.
Lusa
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Trump volta a ameaçar aniquilar Irão caso não seja alcançado um acordo
O Presidente norte-americano voltou este domingo a ameaçar "aniquilar o Irão" e destruir todas as infraestruturas energéticas iranianas caso não se chegue a um acordo para pôr fim ao conflito no Médio Oriente.
"Eu poderia aniquilar o Irão num dia. Poderia aniquilá-lo numa hora", afirmou Donald Trump na televisão norte-americana Fox News.
O republicano disse que teria como alvo "todas as suas infraestruturas energéticas, todas as suas fábricas, todas as suas centrais elétricas, o que é considerável".
Lusa
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Pelo menos cinco mortos e 25 feridos em ataque de Israel no sul do Líbano
Pelo menos cinco pessoas morreram e outras 25 ficaram feridas este domingo num ataque de Israel à cidade de Qana, no sul do Líbano, anunciou o Centro de Operações de Emergência do Ministério de Saúde Pública libanês.
"O ataque do inimigo israelita contra a cidade de Qana, no distrito de Tiro, de manhã, resultou na morte de cinco mártires, entre eles cinco mulheres, e 25 feridos", nota aquele departamento governamental, citado pela agência noticiosa libanesa.
Os números são ainda preliminares e, segundo a mesma fonte, surgiram este domingo diversos ataques israelitas contra o sul do país durante a manhã, incluindo em Sidiqine e Maaroub, onde terão morrido seis pessoas, o que ainda não foi confirmado por fonte governamental.
Lusa
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Trump diz que EUA vão bloquear passagem de navios no Estreito de Ormuz
O presidente norte-americano referiu que os EUA vão bloquear a passagem de todos os navios no Estreito de Ormuz, horas depois de ter sido anunciado que não se chegou a um acordo para um cessar-fogo depois do encontro entre a delegação com o Irão. As declarações foram feitas este domingo, com o presidente dos EUA a referir que instruiu a Marinha "para intercetar todas as embarcações em águas internacionais" relacionadas com o Irão.
"Todas as leis estão a ser violadas", acusou o líder dos EUA.
Correio da Manhã
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Delegação iraniana abandona Islamabad uma hora após norte-americanos
A delegação iraniana para as negociações de paz no Paquistão, liderada pelo presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Qalibaf, abandonou este domingo Islamabad após terminar sem acordo uma reunião de mais de 21 horas com os Estados Unidos.
A saída da representação iraniana ocorreu pouco depois das 09:00 (05:00 em Lisboa), uma hora após a delegação norte-americana, liderada pelo vice-presidente, J.D. Vance, abandonar a capital paquistanesa, segundo a agência iraniana Mehr.
O maior contacto negocial entre ambos os países desde 1979 terminou sem acordo ao início da manhã, depois de os iranianos se recusarem a aceitar as condições americanas de não desenvolverem uma arma nuclear.
Lusa
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Teerão diz que situação de Ormuz só mudará se EUA "aceitarem acordo razoável"
O Irão afirmou este domingo que a situação no Estreito de Ormuz não irá mudar a menos que os Estados Unidos aceitem um "acordo razoável", depois das partes terem terminado esta madrugada 21 horas de conversações sem um acordo.
"O Irão não tem pressa e, a menos que os Estados Unidos aceitem um acordo razoável, não haverá alterações na situação do Estreito de Ormuz", afirmou uma fonte iraniana não identificada, que participou nas negociações em Islamad, citada pela agência iraniana Meher.
Lusa
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Teerão diz que "ninguém estava à espera" de um acordo imediato com EUA
Teerão considerou este domingo que "ninguém estava à espera" que os Estados Unidos e o Irão chegassem a um acordo logo na primeira ronda de negociações, segundo o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano.
Lusa
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Encontro entre EUA e Irão termina sem acordo. Teerão diz que "exigências irracionais" levaram ao fracasso das negociações
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, deu por este domingo terminadas as negociações entre Washington e Teerão, sem acordo de paz, depois de os iranianos se recusarem a aceitar as condições americanas de não desenvolverem uma arma nuclear.
As conversações de alto nível terminaram após 21 horas, afirmou Vance, que se manteve em comunicação constante com o Presidente norte-americano, Donald Trump, e outros membros da Administração.
Lusa
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"Tanto faz se fecharmos um acordo ou não": Trump mostra-se indiferente às negociações dos EUA e Irão
O presidente norte-americano, Donald Trump, revelou este sábado, em declarações à imprensa junto da Casa Branca, estar indiferente às negociações dos EUA e Irão que estão a decorrer na capital do Paquistão.
"Independentemente do que aconteça, nós vencemos. Para mim, tanto faz se fecharmos um acordo ou não", frisou.
Correio da Manhã
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"Basta de demonstrações de poder! Basta de guerra!": Papa Leão XIV volta a pedir fim do conflito no Médio Oriente
"Basta de demonstrações de poder! Basta de guerra!". O pedido é do papa Leão XIV que mencionou o conflito no Médio Oriente, este sábado, na oração da manhã na Basílica de São Pedro.
Numa publicação na plataforma X, Leão XIV afirmou que "quem reza não mata nem ameaça com a morte, mas tem consciência dos próprios limites".
Correio da Manhã
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EUA com exigências excessivas sobre estreito de Ormuz
Os Estados Unidos têm "exigências excessivas" relativamente ao estreito de Ormuz durante as negociações diretas em Islamabad para alcançar uma trégua duradoura na guerra no Médio Oriente, afirmaram este sábado os meios de comunicação iranianos.
"Os Estados Unidos formulam exigências excessivas relativamente ao estreito", bem como "exigências inaceitáveis sobre várias outras questões", segundo a agência Fars.
Uma notícia avançada pelo Financial Times apontou que Teerão alegadamente rejeitou uma proposta de Washington para uma gestão conjunta do estreito de Ormuz, uma informação que está a ser divulgada pela agência iraniana IRNA.
Lusa
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Negociações em Islamabad prolongam-se durante a noite
As negociações em Islamabad, capital do Paquistão, vão prolongar-se noite dentro. A informação é avançada peça BBC News.
Correio da Manhã
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Primeira ronda de negociações entre Irão e EUA termina com sinais de otimismo
O Irão e os Estados Unidos concluíram este sábado a primeira ronda de negociações, que decorreu em Islamabad, com sinais de otimismo e com a troca dos primeiros documentos para um acordo.
Segundo a agência EFE, que cita uma fonte diplomática iraniana, "ambos os lados estão otimistas quanto ao resultado das conversas", acrescentando que, depois da conclusão da primeira ronda, os dois lados estão agora a trocar os primeiros documentos.
A emissora estatal iraniana, citando uma fonte estatal próxima de Teerão, disse que poderia avançar ainda este sábado ou no domingo à noite uma nova ronda negocial das conversações trilaterais entre Estados Unidos, Irão e Paquistão.
Lusa
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Hezbollah critica negociações diretas entre Líbano e Israel
O movimento libanês pró-iraniano Hezbollah reafirmou este sábado que é contra as negociações diretas entre o Líbano e Israel, no mesmo dia em que o Ministério da Saúde libanês contabilizou 18 mortos na sequência de ataques israelitas.
A Presidência libanesa anunciou na sexta-feira que se realizará na terça-feira, em Washington, um encontro entre representantes libaneses, israelitas e norte-americanos "para discutir o estabelecimento de um cessar-fogo e a data do início das negociações entre o Líbano e Israel sob a égide dos Estados Unidos".
Várias centenas de pessoas manifestaram-se este sábado em Beirute, em frente à sede do governo, em apoio ao Hezbollah e para protestar contra estas negociações com Israel. Os manifestantes agitavam bandeiras amarelas do partido e bandeiras iranianas, segundo a agência France-Presse (AFP).
Lusa
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Israel vai continuar a atacar o Irão, garante Netanyahu
Benjamin Netanyahu afirmou, este sábado, que Israel continuará a atacar o Irão, assim como os aliados do inimigo.
Correio da Manhã
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Macron pede a presidente iraniano para aproveitar negociações para abrandar hostilidades
O Presidente francês exortou este sábado o homólogo iraniano a aproveitar as negociações iniciadas no Paquistão para abrir caminho para um abrandamento das hostilidades duradouro e alcançar um acordo que traga garantias sólidas de segurança na região.
"Incentivei-o a aproveitar a oportunidade proporcionada pelas conversações iniciadas em Islamabad para abrir caminho a uma redução duradoura da tensão e a um acordo ambicioso que ofereça garantias sólidas de segurança na região, envolvendo todos os países interessados", escreveu Emmanuel Macron na rede social X sobre a conversa telefónica que teve com Masoud Pezeshkian.
Enquanto os Estados Unidos, o Paquistão e o Irão iniciaram este sábado conversações trilaterais, Macron salientou ao seu interlocutor "a necessidade de o Irão restabelecer o mais rapidamente possível a liberdade e a segurança de circulação no estreito de Ormuz, para o que a França está disposta a contribuir".
Lusa
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Dois navios de guerra dos EUA transitam pelo estreito de Ormuz
Dois navios de guerra norte-americanos transitaram este sábado pelo estreito de Ormuz, de acordo com as Forças Armadas dos EUA, citadas pela Sky News. O Comando Central dos EUA revelou que a passagem dos USS Frank E. Peterson e USS Michael Murphy teve como objetivo "criar condições para a remoção de minas".
Correio da Manhã
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Ataques israelitas no sul do Líbano fazem oito mortos, número total ultrapassa os dois mil
Oito pessoas foram mortas e outras nove ficaram este sábado gravemente feridas na sequência de ataques aéreos israelitas contra uma localidade na região de Saida, no sul do Líbano, informou o Ministério da Saúde do país.
Num novo balanço do Ministério da Saúde libanês, citado pela AFP, é referido que os ataques aéreos israelitas no Líbano mataram 2.020 pessoas desde o início da guerra entre o Hezbollah pró-iraniano e Israel, em 2 de março.
O balanço aponta para 248 mulheres, 165 crianças e 85 profissionais de saúde e de socorro mortos, além de 6.436 feridos.
Lusa
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Primeira fase das negociações dos EUA com o Irão termina. Paquistão pede mais um dia de reuniões para alcançar acordo
A primeira fase das negociações dos EUA com o Irão, mediadas pelo Paquistão, chegaram ao fim. De acordo com a Aljazeera, o Paquistão está a pressionar as delegações para que as negociações ocorram pelo menos durante mais um dia de modo a que seja possível alcançar um acordo.
Segundo a Sky News, que cita fontes próximas à delegação iraniana, a participação do Irão na reunião foi decidida depois dos EUA descongelarem os ativos iranianos.
Delegações do Irão e dos EUA estão a negociar diretamente em Islamabad
As conversas de paz trilaterais que visam pôr fim ao conflito entre os Estados Unidos e o Irão arrancaram este sábado e com discussão direta dos assuntos, ao contrário do habitual, na capital do Paquistão, Islamabad, anunciou a Casa Branca.
Um governante em Washington especificou que as três partes (os dois beligerantes e os paquistaneses, que acolhem a cimeira) estão a discutir diretamente os assuntos, ao contrário do que vinha a acontecer, em que norte-americanos e iranianos negociavam apenas através de um mediador, mas em salas separadas.
Segundo a agência noticiosa estatal do Irão, as negociações arrancaram quando os pré-requisitos dos iranianos foram cumpridos, entre eles uma redução dos ataques de Israel no sul do Líbano.
Lusa
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Negociações entre EUA e Irão deverão ser retomadas depois do jantar
A primeira fase de negociações que se iniciou este sábado no Paquistão durou menos de duas horas, mas segundo a Aljazeera é espectável que a reunião retome depois do jantar.
Correio da Manhã
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ONU exige fim da impunidade para violação de regras da guerra
Várias agências das Nações Unidas apelaram este sábado, numa declaração conjunta, ao fim da impunidade quanto a violações generalizadas do direito internacional no Médio Oriente, especificando que "até as guerras têm regras" que devem ser respeitadas.
Numa declaração conjunta citada pela agência France-Presse (AFP), os responsáveis das agências da ONU para os direitos humanos, saúde, alimentação, refugiados e crianças, entre outras, disseram estar "alarmados com as contínuas violações das leis da guerra e do direito internacional humanitário" na região.
"Até as guerras têm regras, e essas regras devem ser respeitadas", acrescentou o comunicado assinado também pelo subsecretário-geral para os Assuntos Humanitários, Tom Fletcher.
Lusa
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Trump afirma que EUA iniciaram desbloqueio do Estreito de Ormuz
O Presidente Trump afirmou este sábado que os Estados Unidos (EUA) iniciaram o desbloqueio do Estreito de Ormuz, acusando novamente vários países de não estarem a fazer o suficiente para garantir a segurança desta importante via navegável bloqueada pelo Irão.
Lusa
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Começam as negociações trilaterais em Islamabad
Começaram em Islamabad as negociações entre as delegações iraniana e norte-americana, com o Paquistão a mediar. A discussão vai decorrer durante o dia deste sábado. Ambos os países tiveram um encontro com o primeiro-ministro paquistânes antes do encontro entre todas as delegações.
Referindo-se, nomeadamente, aos "progressos alcançados nas conversações e à limitação dos ataques do regime sionista no sul de Beirute, no Líbano", as agências iranianas Fars e Tasnim indicaram que tinha sido "decidido iniciar negociações entre o Irão e os Estados Unidos em Islamabad", sem especificar nem a agenda nem se o formato era de negociações diretas ou indiretas.
Outras agências iranianas, a Mehr e a Isna, publicaram a mesma informação, após o anúncio do primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, que recebeu as duas delegações separadamente, sobre o início das negociações.
Correio da Manhã
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Lusa
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10 mortos em ataques israelitas no sul do Líbano, incluindo três socorristas
Ataques aéreos israelitas no sul do Líbano mataram hoje 10 pessoas, incluindo três socorristas, informou o Ministério da Saúde, enquanto meios de comunicação estatais avançaram que cerca de 10 localidades foram alvo da ofensiva.
Segundo o governo libanês, citado pela AFP, três ataques atingiram três locais no distrito de Nabatieh, matando, entre outros, um membro da Defesa Civil e dois socorristas do Comité Islâmico de Saúde, afiliado do grupo xiita libanês pró-iraniano Hezbollah.
O Ministério da Saúde denunciou os ataques contra socorristas como "sistemáticos" por parte de Israel, que está em guerra com o movimento libanês pró-Irão desde 02 de março.
Lusa
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Primeiro-ministro paquistanês e JD Vance já estiveram reunidos
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, anunciou que se reuniu este sábado com o vice-presidente norte-americano, JD Vance, no início das negociações com o Irão para pôr fim ao conflito no Médio Oriente, em Islamabad.
"Com o início das Conversações de Islamabad hoje, o primeiro-ministro paquistanês, Muhammad Shehbaz Sharif, reuniu-se com sua excelência JD Vance, vice-presidente dos Estados Unidos da América", informou o gabinete do primeiro-ministro, em comunicado citado pelas agências internacionais, sem especificar como as conversações irão prosseguir.
O enviado especial dos Estados Unidos (EUA), Steve Witkoff, e Jared Kushner, genro do Presidente norte-americano, Donald Trump, também estiveram presentes, acrescentou a mesma nota.
Lusa
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EUA negam ter concordado em descongelar ativos iranianos
A Casa Branca veio negar ter concordado em descongelar os ativos iranianos no Catar e outros bancos no estrangeiro, como tinha avançado uma fonte iraniana à agência Reuters.
Correio da Manhã
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Deputado do Hezbollah repudia negociações diretas do Líbano com Israel
O deputado do Hezbollah Hassan Fadlallah reafirmou este sábado a recusa do movimento libanês pró-iraniano de negociações diretas entre o Líbano e Israel, previstas para a próxima semana.
A Presidência libanesa anunciou a realização de um encontro, na próxima semana, em Washington, entre representantes do Líbano e Israel.
Para o deputado libanês, estas negociações constituem "uma violação flagrante do pacto (nacional), da Constituição e das leis libanesas".
Lusa
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Delegação iraniana reúne-se com PM paquistanês para definir termos das negociações
A delegação iraniana que irá, este sábado, ter negociações com os Estados Unidos em Islamabad, encontrou-se com o primeiro-ministro paquistanês Shahbaz Sharif, mediador das conversações e do cessar-fogo atualmente em vigor, indicou a televisão estatal iraniana.
De acordo com a televisão iraniana, citada pela agência France-Presse (AFP), os detalhes das conversações entre as partes, cuja agenda e formato ainda não são conhecidos, serão definidos após esta reunião.
O Irão decidirá depois se pretende ou não iniciar as negociações este sábado, afirmou a agência de notícias iraniana Fars, acrescentando que foram trocadas "novas mensagens" entre o Irão e os Estados Unidos na sexta-feira à noite.
Lusa
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JD Vance em conversa com o primeiro-ministro paquistanês
JD Vance, o vice-presidente dos EUA e enviado da delegação norte-americana à capital do Paquistão para as negociações com o Irão, já se encontra reunido com o primeiro-ministro do país mediador, Shehbaz Sharif, avança a Casa Branca. Fonte diplomática paquistanesa afirmou esperar que as negociações, que vão decorrer durante todo o dia deste sábado, sejam bem sucedidas, refere a Al Jazeera.
Correio da Manhã
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Hamas saúda negociações entre EUA e Irão
O Hamas saudou as negociações "com o objetivo de se colocar fim de forma completa" à guerra entre os EUA, Israel e Irão, avançou o grupo num comunicado emitido este sábado e citado pela Al Jazeera.
"Aguardamos com expectativa o sucesso dos esforços empreendidos pelo Paquistão", lê-se no comunicado.
Correio da Manhã
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Irão diz poder existir acordo se EUA priorizarem os seus interesses aos de Israel
O primeiro vice-presidente do Irão afirmou este sábado que se os Estados Unidos derem prioridade aos seus interesses em vez dos de Israel pode haver acordo nas negociações de paz que se iniciam no Paquistão.
"Se negociamos em Islamabad com representantes dos 'Estados Unidos primeiro', é provável alcançar um acordo que beneficie ambas as partes e o mundo", escreveu este sábado Mohamed Reza Aref, primeiro vice-presidente do Irão, na rede social X, citado pela agência Efe.
A horas do início das negociações entre as delegações dos Estados Unidos e do Irão em Islamabad, Aref acrescentou que se Teerão enfrentar "representantes de 'Israel primeiro', não haverá acordo".
Lusa
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Fontes iranianas referem que EUA concordaram libertar ativos iranianos congelados
Os EUA concordaram libertaram ativos iranianos congelados no Catar e outros bancos internacionais, avançam fontes iranianas citadas pela Reuters. O descongelamento é visto por Teerão como "um gesto de boa vontade" e como sinal de um acordo duradouro.
Correio da Manhã
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Paquistão espera participação construtiva das partes nas negociações de paz
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Paquistão disse este sábado esperar que o Irão e os Estados Unidos "participem de forma construtiva" nas conversações de paz que começam em Islamabad para pôr fim à guerra no Médio Oriente.
O chefe da diplomacia paquistanesa, Ishaq Dar, disse também "reiterar o desejo do Paquistão de ajudar as partes a chegar a uma solução duradoura para o conflito", segundo um comunicado divulgado pouco após a chegada da delegação norte-americana a Islamabad.
O vice-presidente norte-americano, JD Vance, chegou este sábado de manhã ao Paquistão para participar nas negociações.
Lusa
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Delegação norte-americana chega ao Paquistão para início das negociações sobre cessar-fogo
A delegação norte-americana, liderada por JD Vance, chegou este sábado ao Paquistão onde vão decorrer as negociações com Israel e Irão para que se chegue a um cessar-fogo no conflito do Médio Oriente.
A delegação iraniana também já se encontra na capital do país, Islamabad, e é liderada por Mohammad Bagher Qalibaf. As forças iranianas já vieram afirmar que as negociações sobre um cessar-fogo só terão progressos se se verificar o cessar dos ataques no Líbano, com as investidas israelitas a levarem a que líderes diplomáticos tivessem vindo a público apelar ao fim das hostilidades.
VÍDEO: AP
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Líbano e Israel encontram-se na terça-feira em Washington
Delegações do Líbano e Israel vão encontrar-se na terça-feira em Washington para negociarem um cessar-fogo na ofensiva israelita contra o grupo xiita libanês Hezbollah, anunciou hoje o gabinete do Presidente libanês.
"Foi acordado realizar uma reunião inicial na terça-feira no Departamento de Estado [dos Estados Unidos] para discutir o estabelecimento de uma trégua e a data para o início das negociações entre o Líbano e Israel, sob orientação dos Estados Unidos", refere o comunicado, divulgado após uma reunião entre os embaixadores dos dois países nos Estados Unidos.
A confirmação do encontro surge após o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ter anunciado, na quinta-feira, o início de negociações diretas com o Governo libanês destinadas a desarmar o grupo xiita Hezbollah e estabelecer "relações pacíficas" entre os dois países.
Lusa
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Delegação iraniana chega ao Paquistão para conversações
A delegação iraniana, liderada pelo presidente do Parlamento, Ghalibaf, chegou a Islamabad, capital do Paquistão, para as negociações com os EUA e Israel que vão decorrer amanhã, segundo avança o Al Jazeera.
Primeiro-ministro do Paquistão diz que negociações são decisivas para um cessar-fogo permanente
O primeiro-ministro do Paquistão afirma que as negociações entre os EUA e o Irão em Islamabad são decisivas para alcançar um cessar-fogo permanente no conflito no Médio Oriente,
As negociações têm início previsto para sábado, dia 11 de abril.
"Estamos a preparar-nos para um novo começo": Trump adverte para novos ataques caso negociações com o Irão fracassem
Donald Trump afirmou, numa entrevista ao New York Post, que os navios de guerra dos EUA estão a ser reabastecidos com armamento para atacar o Irão, caso as negociações no Paquistão não levem a um acordo.
"Estamos a preparar-nos para um novo começo. Estamos a carregar os navios com a melhor munição, as melhores armas já fabricadas – ainda melhores do que as que usámos anteriormente e com as quais os destruímos", afirmou o presidente norte-americano.
"E se não chegarmos a um acordo, vamos usá-las, e vamos usá-las de forma muito eficaz."
Líder do Hezbollah promete "resistência" contínua perante ataques israelitas
O secretário-geral do Hezbollah, Naim Qassem, prometeu "resistência" contínua perante a sucessiva investida israelita a sul do Líbano. "A resistência do grupo continuará enquanto houver fôlego", referiu num comunicado divulgado pelo grupo esta sexta-feira e citado pela Al Jazeera.
"O inimigo israelita foi derrotado e não conseguiu realizar uma invasão terrestre", apontou.
Correio da Manhã
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Exército israelita diz ter eliminado dezenas de combatentes do Hezbollah
As forças militares de Israel afirmaram esta sexta-feira terem eliminado mais de 40 combatentes do Hezbollah no sul do Líbano durante a última semana, depois de cerca de meia centena de infraestruturas do grupo terem sido destruídas, avança a Al Jazeera.
As forças de Israel têm intensificado as investidas no Líbano, mesmo depois dos pedidos diplomáticos de vários países para o cessar-fogo também na região, depois do anúncio da chegada a acordo entre os EUA e o Irão.
Correio da Manhã
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Trump insta Teerão a "parar já" cobrança de portagens no Estreito de Ormuz
O Presidente norte-americano, Donald Trump, instou esta noite o Irão a "parar já" se estiver a cobrar portagens a navios na passagem do Estreito de Ormuz, após criticar media e comentadores conservadores que questionaram a operação militar norte-americana na região.
"Há relatos de que o Irão está a cobrar taxas aos petroleiros que atravessam o Estreito de Ormuz --- É melhor que não o estejam a fazer e, se o estiverem, é melhor que parem já!", publicou Trump na rede social Truth, no segundo dia do frágil cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Teerão.
"O Irão está a agir de forma muito deficiente --- alguns diriam que desonrosa --- para permitir que o petróleo passe pelo Estreito de Ormuz. Não é esse o acordo que temos!", afirmou Trump numa segunda mensagem, alguns minutos depois.
Lusa
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Portugal e mais 8 países do sul da UE pedem trégua efetiva no Líbano e toda a região
Os Estados-Membros do sul da União Europeia (MED9), entre os quais Portugal, congratularam-se hoje com o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irão e apelaram ao cumprimento do mesmo em todo o Médio Oriente, incluindo no Líbano.
Num comunicado conjunto, os países MED9 apelam a "uma desescalada sustentada" e ao cumprimento da trégua em toda a região, incluindo no Líbano, para se poder "avançar nas negociações rumo a uma paz duradoura e sustentável".
"Preocupa-nos profundamente que, infelizmente, a violência continue em grande escala", acrescentaram os 9 países (Chipre, Croácia, Eslovénia, Espanha, França, Grécia, Itália, Malta e Portugal).
Lusa
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Exército do Kuwait diz estar a enfrentar ataques de drones
O exército do Kuwait indicou hoje estar a ser alvo de um ataque de drones, numa altura em que o cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão entra no seu segundo dia.
"As defesas aéreas das forças armadas estão atualmente a enfrentar ataques hostis de drones que estão a violar o espaço aéreo do país, visando várias instalações vitais", indicou o exército daquele país do Golfo Pérsico na rede social X.
A guerra em curso foi desencadeada por uma ofensiva conjunta lançada por Israel e os Estados Unidos contra o Irão em 28 de fevereiro, com Teerão a responder com ataques contra os países vizinhos.
Lusa
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"Continuaremos a atacar o Hezbollah com força": Israel lança novos ataques no Líbano
O exército israelita afirma ter começado a atacar bases do Hezbollah no Líbano, avança a Al Jazeera. "As Forças de Defesa de Israel começaram a atacar locais do Hezbollah no Líbano", refere o comunicado.
O anúncio sobre os ataques surge depois de o presidente norte-americano, Donald Trump, ter contacto com o primeiro-ministro israelita para pedir que se reduzissem os ataques no Líbano, em função das negociações com o Irão. Para além de referir que Israel iria reduzir as operações, Trump referiu estar "otimista" em relação ao acordo de paz.
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Sobe para mais de 300 o número de mortos em ataques israelitas na capital do Líbano
O número de mortos nos ataques israelitas na capital do Líbano subiu para 303, segundo dados do Ministério da Saúde do país. O ministério refere ainda esperar que o número de vítimas aumente, com o registo dos assistidos para receberem cuidados hospitalares.
O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, anunciou um dia de luto nacional pelas vítimas, na quinta-feira.
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Negociações entre Israel e Líbano começam na próxima semana em Washington
As negociações entre Israel e o Líbano para um cessar-fogo começam na próxima semana, segundo a informação avançada pela agência de notícias Axios. A reunião vai acontecer em Washington, nos EUA, depois de o Líbano não ter sido inserido no acordo anunciado entre os EUA e o Irão, e de os líderes mundiais terem vindo apelar para que as tréguas fossem gerais.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou esta quinta-feira ter dado instruções para iniciar negociações diretas com o Líbano "o mais rapidamente possível".
Os ataques israelitas ao Líbano continuaram após o acordo de cessar-fogo entre os EUA e o Irão.
Correio da Manhã
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Irão vai apenas autorizar passagem de 15 navios por dia no Estreito de Ormuz
As forças iranianas não vão autorizar a passagem de mais do que 15 navios por dia no Estreito de Ormuz, segundo informações avançadas esta quinta-feira por fontes do país citadas pela Reuters.
O ministro da Indústria dos Emirados Árabes Unidos, Sultan al Jaber, pediu esta quarta-feira a abertura incondicional do Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irão, estimando que 230 navios carregados de petróleo estão prontos para zarpar.
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Netanyahu diz ter dado instruções para o início de negociações diretas com o Líbano
Netanyahu afirma ter dado instruções para iniciar negociações diretas com o Líbano "o mais rapidamente possível". Afirmação surge na sequência do que o primeiro-ministro israelita alegou serem pedidos vindos de Beirute.
Os ataques israelitas ao Líbano continuaram após o acordo de cessar-fogo entre os EUA e o Irão. Deu-se uma disputa sobre se o Líbano fazia parte do acordo.
Governo iraniano diz que ataques israelitas ao Líbano são violação do cessar-fogo
Os ataques israelitas de quarta-feira ao Líbano constituem uma "grave violação" do acordo de cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão, disse esta quinta-feira o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Saeed Khatibzadeh, à BBC.
"Não se pode pedir um cessar-fogo, aceitar os termos e condições, aceitar todas as áreas em que se aplica, mencionar especificamente o Líbano e depois ter um aliado que inicia um massacre", disse Khatibzadeh ao programa Today da Radio 4 da BBC.
Os Estados Unidos devem escolher entre a guerra e a paz porque "não se pode ter as duas ao mesmo tempo; são mutuamente exclusivas, isso é muito claro", acrescentou o vice-ministro, descrevendo os ataques israelitas ao Líbano como "uma espécie de genocídio".
Espanha reabre embaixada em Teerão e reitera apelo à diplomacia
Espanha vai reabrir a embaixada em Teerão atendendo ao cessar-fogo de duas semanas no Médio Oriente e ao início de negociações, disse esta quinta-feira o ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE), José Manuel Albares.
Segundo o ministro, Espanha quer juntar-se "a esse esforço pela paz" e vai reabrir a embaixada em Teerão, que fechou temporariamente em 07 de março, na sequência do início da guerra, desencadeada com ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irão.
"São duas semanas que temos pela frente, durante as quais esperemos que todos apostem pela negociação, como faz Espanha desde o primeiro dia", acrescentou Albares, que falava a jornalistas, em Madrid.
Lusa
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Líbano regista 182 mortos e 890 feridos por vaga de ataques israelitas
O Líbano atualizou esta quarta-feira para 182 o número de mortos por uma série de bombardeamentos sem precedentes por parte de Israel, um dia após o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irão, registando-se 890 feridos.
O ministério da Saúde libanês atualizou os números deste ataque, um dos mais fortes desded o início do conflito israelita com o Irão, em 28 de fevereiro, e levou o primeiro-ministro, Nawaf Salam, a anunciar um dia de luto nacional pelas vítimas, na quinta-feira.
O objetivo do governante é agora "mobilizar todos os recursos diplomáticos e políticos do Líbano para parar a máquina assassina israelita".
Lusa
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Parlamento iraniano diz que violações a plano de paz inviabilizam cessar-fogo ou negociações
O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Qalibaf, declarou esta quarta-feira que as violações de vários pontos-chave do plano do Irão para negociar o fim do conflito com os Estados Unidos inviabilizam um cessar-fogo bilateral ou negociações.
"A base sólida sobre a qual se pode negociar foi aberta e claramente violada, mesmo antes do início das negociações. Perante esta situação, um cessar-fogo bilateral ou negociações são inviáveis", afirmou Qalibaf na rede social X.
Qalibaf justifica a desconfiança "histórica" do Irão em relação aos Estados Unidos com "repetidas violações" norte-americanas a compromissos de todo o tipo, o que, "infelizmente", se repetiu nesta ocasião.
Lusa
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Presidente do Irão diz que cessar-fogo no Líbano é "condição essencial" do plano de paz
O Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, afirmou esta quarta-feira que um cessar-fogo no Líbano é uma das "condições essenciais" estabelecidas pelo Irão no seu plano de dez pontos, base para a trégua com os Estados Unidos.
Numa conversa telefónica com o homólogo francês Emmanuel Macron, Pezeshkian afirmou que "a aceitação do cessar-fogo por parte do Irão é um sinal claro da sua responsabilidade e da sua genuína disponibilidade para resolver conflitos através dos canais diplomáticos", segundo a agência de notícias ISNA.
O Presidente iraniano "enfatizou ainda a necessidade de um cessar-fogo no Líbano e reiterou que esta exigência era uma das condições essenciais do plano de dez pontos do Irão", adiantou a mesma fonte.
Lusa
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Netanyahu diz que cessar-fogo "não marca o fim da campanha" contra Teerão
O primeiro-ministro israelita afirmou esta quarta-feira que está pronto para "retomar o combate a qualquer momento" contra o Irão, defendendo que o cessar-fogo acordado entre Washington e Teerão "não marca o fim da campanha" militar.
"Ainda temos objetivos a alcançar e iremos alcançá-los, seja através de um acordo, seja retomando os combates", afirmou Benjamin Netanyahu num discurso transmitido pela televisão.
O cessar-fogo "não é o fim da campanha [mas sim] uma etapa no caminho que nos levará à concretização de todos os nossos objetivos", acrescentou.
Lusa
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Sobe para 254 mortos e 1.165 feridos balanço de ataques israelitas ao Líbano
A Defesa Civil libanesa elevou para 254 mortos e 1.165 feridos o balanço de uma vaga de bombardeamentos israelitas sem precedentes, esta quarta-feira, em diversas zonas do Líbano, afirmando Israel ter atingido mais de 100 alvos em dez minutos.
O departamento de Media e Relações Públicas da Defesa Civil indicou que compilou o número de vítimas utilizando dados registados nos seus centros espalhados pelo Líbano, onde as suas equipas realizaram operações de resgate, transportaram feridos e resgataram cadáveres de vítimas nas áreas afetadas.
Segundo os registos, ao longo do dia de esta quarta-feira, foram contabilizados 92 mortos e 742 feridos em Beirute; 61 mortos e 200 feridos nos subúrbios do sul da capital, conhecidos como Dahye; 18 mortos e 28 feridos na região oriental de Baalbek; e mais nove mortos e seis feridos na região setentrional de Hermel.
Lusa
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EUA e Irão vão encontrar-se no sábado para início das negociações. Reunião ocorre no Paquistão
As forças norte-americanas e o Irão vão reunir-se no Paquistão no próximo sábado, avançou a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt. A delegação da diplomacia dos EUA vai ser liderada pelo vice-presidente dos EUA JD Vance, cita a Al Jazeera. A reunião vai decorrer na capital do Paquistão, Islamabad, e vai também contar com a presença dos assessores do líder norte-americano, Jared Kushner e Steve Witkoff.
Correio da Manhã
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Teerão suspende tráfego em Ormuz após ataques de Israel no Líbano
O Irão suspendeu o tráfego de petroleiros através do Estreito de Ormuz, segundo a comunicação social iraniana, no seguimento do ataque aéreo israelita em grande escala no Líbano, que esta quarta-feira fez dezenas de mortos em Beirute.
Lusa
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Governo libanês regista 89 mortos e mais de 700 feridos em ataques israelitas
Pelo menos 89 pessoas morreram e 722 ficaram feridas nos bombardeamentos hoje realizados por Israel no Líbano, incluindo Beirute, indicou o ministro da Saúde libanês, Rakan Nassereddine.
"Estamos perante uma escalada perigosa no Líbano, uma agressão israelita com mais de 100 ataques aéreos que atingiram civis inocentes em Beirute, Dahiyeh [arredores da capital], Bekaa, Monte Líbano e no sul do país", afirmou o governante à estação televisiva qatari Al-Jazeera.
O ministro referiu, citado pelo canal libanês LBCI News, que há 12 profissionais de saúde entre os mortos contabilizados até ao momento.
Lusa
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Trump diz que Líbano não está incluído no acordo de cessar-fogo
O Presidente norte-americano afirmou esta quarta-feira que o acordo de cessar-fogo entre Irão e Estados Unidos não se aplica ao Líbano, embora o Paquistão, país mediador, tenha afirmado inicialmente que o acordo englobava o território libanês.
"Eles [Líbano] não foram incluídos no acordo", disse Donald Trump, argumentando que esta frente do conflito no Médio Oriente não está abrangida no cessar-fogo devido ao movimento xiita pró-iraniano Hezbollah, em declarações no programa "News Hour" da emissora pública de rádio norte-americana PBS, citadas pelas agências internacionais.
Questionado sobre se concordava que Israel continuasse os seus ataques ao Líbano, Trump respondeu que se trata de um "conflito à parte".
Lusa
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Enviado de Guterres chega a Teerão no primeiro dia de cessar-fogo
O enviado do secretário-geral da ONU para o conflito no Médio Oriente chegou hoje a Teerão para reuniões com representantes iranianos, no primeiro dia de um cessar-fogo que interrompeu mais de um mês de guerra na região do Golfo.
De acordo com um comunicado da ONU, Jean Arnault deslocou-se à República Islâmica a pedido do secretário-geral, António Guterres, para "apoiar os esforços diplomáticos e promover um acordo para pôr fim às hostilidades", desencadeadas pela ofensiva israelo-americana em 28 de fevereiro, e que se alastraram a outros países da região.
Durante a visita, o enviado de Guterres vai reunir-se com dirigentes iranianos para "ouvir a sua posição sobre a situação e conhecer a sua perspetiva sobre o caminho a seguir", indicou o comunicado.
Lusa
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Trump afirma que negociações presenciais com o Irão acontecerão "muito em breve"
O presidente dos EUA afirma que as negociações presenciais com o Irão terão lugar "muito em breve", segundo avançou o New York Post.
Donald Trump afirmou ainda que o vice-presidente JD Vance poderá não participar nas negociações devido a questões de segurança.
Irão ameaça destruir navios que atravessem o estreito de Ormuz sem autorização
A Marinha iraniana ameaçou destruir os navios que tentassem atravessar o estreito de Ormuz sem a autorização de Teerão. "Qualquer embarcação que tente entrar no mar... será alvejada e destruída...", dizia a mensagem.
EUA dizem estar prontos para retomar combates caso o acordo não se concretize
O general Dan Cainede afirmou que as tropas americanas estão prontas para retomar os combates caso não se chegue a um acordo com o Irão. "Esperamos que o Irão opte por uma paz duradoura", afirmou o presidente do Estado-Maior Conjunto, numa conferência de imprensa no Pentágono.
"Um cessar-fogo é uma pausa e a força conjunta permanece pronta, caso receba ordens ou seja chamada, para retomar as operações de combate, com a mesma rapidez e precisão que demonstrámos nos últimos 38 dias."
Caine afirma que os EUA atacaram mais de 13 mil alvos no Irão
O Chefe do Estado-Maior Conjunto, General Dan Caine, afirmou em conferência de imprensa que as forças norte-americanas atacaram mais de 13 mil alvos no Irão.
Disse ainda que os EUA destruíram 80% dos sistemas de defesa aérea do Irão, mais de 90% da frota naval convencional do Irão e 90% das fábricas de armas do Irão.
"O Irão levará anos a reconstruir quaisquer navios de combate de superfície de grande porte", acrescentou.
Hegseth afirma que guerra dos EUA e de Israel contra o Irão alcançou "todos os objetivos"
Pete Hegseth afirmou numa conferência de imprensa no Pentágono que em menos de 40 dias, utilizando apenas 10% do poder de combate dos EUA, o país desmantelou "uma das maiores forças armadas do mundo".
Alegou que o Irão se revelou incapaz de se defender, acrescentando que a operação conjunta dos EUA e de Israel contra Teerão alcançou "todos os objetivos previstos, dentro do prazo".
O secretário de Defesa dos EUA afirmou que "a marinha do Irão está no fundo do mar… o Irão já não tem um sistema de defesa aérea… o seu programa de mísseis está funcionalmente destruído".
Hegseth afirma que o "Irão implorou por um cessar-fogo", uma vez que a guerra foi um "sucesso histórico"
O Secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, e o Presidente do Estado-Maior Conjunto, General Dan Caine, realizaram uma conferência de imprensa no Pentágono.
Pete Hegseth afirmou que o Irão implorou por um cessar-fogo, uma vez que "a Operação Fúria Épica foi um sucesso histórico".
Teerão ataca Kuwait e Emirados após ofensiva contra postos petrolíferos
O Irão lançou esta quarta-feira ataques com mísseis e drones contra o Kuwait e os Emirados Árabes Unidos, horas depois de um bombardeamento às suas instalações petrolíferas, já após o anúncio de um cessar-fogo pelos Estados Unidos.
Segundo a televisão estatal iraniana, os ataques ocorreram após uma ofensiva contra infraestruturas energéticas na ilha de Lavan, no sul do país.
A emissora informou que tanto o Kuwait como os Emirados Árabes Unidos confirmaram ter sido alvo de ataques iranianos, sem adiantar, para já, informações sobre vítimas ou danos materiais. A Companhia Nacional de Refino e Distribuição de Petróleo do Irão afirmou que a refinaria de Lavan foi atingida "num ataque cobarde".
Os desenvolvimentos surgem num contexto de elevada tensão regional, apesar do anúncio de cessar-fogo por parte dos Estados Unidos, cuja implementação permanece incerta no terreno.
Lusa
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Estados Unidos vão aliviar sanções ao Irão
Donald Trump afirmou na sua rede social Truth Social que será concedido ao Irão um "alívio nas sanções e nos direitos aduaneiros".
Acrescentou ainda que "muitos dos 15 pontos [que os EUA tinham proposto para pôr fim à guerra] já foram acordados".
O Irão ainda não respondeu aos últimos comentários de Donald Trump.
Trump ameaça países que vendam armas ao Irão com tarifas de 50%
Apesar de o presidente norte-americano ter feito comentários que apontam para um caminho de paz a longo prazo entre os EUA e o Irão, Donald Trump lançou ameaças aos aliados de Teerão.
"Um país que forneça armas militares ao Irão será imediatamente sujeito a uma tarifa de 50% sobre todos e quaisquer bens vendidos aos Estados Unidos da América, com efeito imediato", afirmou Trump na rede social Truth Social. "Não haverá exclusões nem isenções!"
Navios da Grécia e da Libéria foram os primeiros dois a atravessar o Estreito de Ormuz após reabertura
Um navio de propriedade da Grécia e um com bandeira da Libéria foram os primeiros a atravessar o Estreito de Ormuz, no primeiro dia de reabertura após o acordo entre os EUA e o Irão, indicou a página Marine Traffic na rede social X.
Na publicação, a página indica que "o navio graneleiro de propriedade grega NJ Earth cruzou o Estreito às 8h44 UCT (9h44 em Lisboa), enquanto o Daytona Beach, de bandeira da Libéria, transitou mais cedo às 6h59 UTC (7h59 em Lisboa), logo após partir de Bandar Abbas às 5h28 UCT (6h28 em Lisboa)".
Correio da Manhã
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Agência marítima da ONU prepara mecanismo para garantir segurança no estreito de Ormuz
A Organização Marítima Internacional (OMI), agência da ONU responsável pela segurança marítima, afirmou esta quarta-feira estar a trabalhar num mecanismo para garantir a segurança na passagem pelo estreito de Ormuz, praticamente paralisado desde o início da guerra no Médio Oriente.
"Já estou a trabalhar com as partes envolvidas na implementação de um mecanismo adequado para garantir a segurança do trânsito dos navios pelo estreito de Ormuz", afirmou o secretário-geral da OMI numa declaração transmitida à AFP.
"A prioridade, agora, é assegurar uma evacuação que garanta a segurança da navegação", acrescentou Arsenio Dominguez.
Lusa
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França pediu que as negociações incluam o Líbano
O Presidente francês, Emmanuel Macron, considerou esta quarta-feira o anúncio de um cessar-fogo no Irão como "uma notícia muito boa", apelando a negociações com Teerão sobre questões de segurança e solicitando que o Líbano seja incluído.
"O nosso desejo é garantir que o cessar-fogo inclua plenamente o Líbano" a longo prazo, declarou Macron.
O chefe de Estado, no início de uma reunião do Conselho de Defesa, em Paris, sublinhou ainda que o cessar-fogo deve ser plenamente respeitado em toda a região do Médio Oriente.
Lusa
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Preços do gás e do petróleo na Europa a cair após acordo de cessar-fogo
Os preços do gás na Europa caíram esta quarta-feira cerca de 20% na abertura do mercado, acompanhando a queda dos preços do petróleo, depois de os Estados Unidos terem adiado o ultimato contra o Irão e de Teerão ter indicado disponibilidade para negociar.
Pouco depois do início das negociações às 07h00 (hora em Lisboa), o contrato de futuros holandês TTF, considerado a referência europeia, caiu 19,24% para 43 euros, depois de ter chegado a cair mais de 20% para 42,5 euros.
Da mesma forma, os preços do petróleo caíram depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter adiado as ameaças contra o Irão e de Teerão ter indicado a possibilidade para negociar, concordando em reabrir o Estreito de Ormuz.
A queda chegou a ultrapassar os 15%, mas por volta das 05h00, o preço do crude West Texas Intermediate (WTI) para entrega em maio (referência norte-americana), caia 14,53% para 96,54 dólares.
O crude Brent do Mar do Norte para entrega em junho, a referência do mercado global, caiu 13,13% para 94,92 dólares.
Lusa
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Israel alvo de mísseis iranianos após Trump adiar ultimato
As Forças de Defesa de Israel (FDI) informaram esta quarta-feira que o país foi alvo de mísseis disparados do Irão momentos após o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciar o adiamento por duas semanas de uma campanha de ataques contra infraestruturas iranianas.
As FDI adiantaram na plataforma Telegram que identificaram "mísseis disparados do Irão em direção ao território do Estado de Israel" e que "os sistemas de defesa estão a ser ativados para intercetar esta ameaça".
Minutos antes, Donald Trump anunciou que aceitou suspender por duas semanas os bombardeamentos e ataques ao Irão, num "cessar-fogo bilateral", e após ter recebido de Teerão uma proposta de paz "viável".
Lusa
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Proposta de cessar-fogo também foi aceite pelo Irão
A proposta de cessar-fogo também foi aceite pelo Irão, avança o The New York Times. As negociações tiveram a intervenção da China, que pediu que Teerão demonstrasse flexibilidade face à crescente tensão económica global, refere o jornal norte-americano. O acordo foi aprovado pelo líder-supremo Mojtaba Khamenei. Israel também concordou com o acordo de cessar-fogo.
Correio da Manhã
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Trump aprova cessar-fogo de duas semanas no Irão
O presidente dos EUA, Donald Trump, aprovou um cessar-fogo no Irão durante duas semanas. O anúncio surge depois de o líder norte-americano ter referido, esta terça-feira, que iria aniquilar a civilização iraniana caso Teerão não aceitasse o acordo proposto para reabrir o Estreito de Ormuz. "Este será um cessar-fogo bilateral", escreveu Donald Trump.
Donald Trump avança que os EUA receberam uma proposta de 10 pontos do Irão, "uma base viável" para o decorrer das negociações, e que irá ser consolidada nas duas semanas seguintes.
Correio da Manhã
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Embaixador iraniano diz que foi dado "passo em frente" nas negociações
O embaixador iraniano no Paquistão, Reza Amiri Moghadam, referiu na noite desta terça-feira ter existido "um passo em frente" nas negociações com os EUA, saindo-se de "uma fase crítica e delicada". “Na próxima etapa, o respeito e a cordialidade devem ser substituídos por retórica e redundância. Fiquem atentos", acrescentou o embaixador iraniano.
Correio da Manhã
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Quatro feridos após interceção de mísseis iranianos no Catar. Uma criança entre as vítimas
Quatro pessoas ficaram feridas depois da queda de destroços numa casa na zona de Muraikh, no Catar, depois de uma operação de interceção de mísseis iranianos. A informação foi avançada pelo Ministério do Interior citado pela Al Jazeera.
Correio da Manhã
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Israel lamenta "danos colaterais" a uma sinagoga em ataque a Teerão
O exército de Israel lamentou esta terça-feira os "danos colaterais" causados a uma sinagoga em Teerão, na noite passada, uma vez que o ataque na capital iraniana visava um comandante do exército do Irão.
Questionado pela EFE quanto aos fortes danos na sinagoga Rafi Niya, próxima da Praça Palestina, em Teerão, o exército confessou que procura atacar o quartel-general de emergência Jatam al Anbiya, lamentando "os danos colaterais à sinagoga".
"O ataque era dirigido a um alto comando militar das forças armadas do regime, não contra um lugar de culto", reforçou Israel.
Lusa
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Fábricas iranianas de alumínio e petroquímica atacadas
A fábrica iraniana de petroquímica de Amirkabir foi alvo de um ataque esta terça-feira, segundo informação avançada pela agência de notícias do Irão, Mehr. Também foram registados ataques contra uma fábrica de alumínio no centro do Irão.
Correio da Manhã
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Planeadores militares discutiram formas de viabilizar Estreito de Ormuz
Planeadores militares de mais de 30 países debateram esta terça-feira as "medidas adequadas" que permitiriam tornar o Estreito de Ormuz "acessível e seguro" após um cessar-fogo no Médio Oriente, anunciou o Governo britânico.
O Reino Unido juntou estes representantes militares numa reunião realizada por videoconferência, na sequência de um encontro diplomático organizado na semana passada e que reuniu cerca de 40 países, incluindo Portugal.
Lusa
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Primeiro-ministro do Paquistão pede a Trump que alargue prazo dado a Teerão por mais duas semanas
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, veio pedir esta terça-feira ao presidente norte-americano, Donald Trump, que alargue o prazo dado ao Irão para mais duas semanas, depois das ameaças feitas por parte do líder dos EUA de que acabaria com a civilização iraniana se Teerão não estivesse disposto a reabrir o Estreito de Ormuz.
“Os esforços diplomáticos para uma solução pacífica da guerra em curso no Oriente Médio estão a progredir de forma constante, firme e eficaz, com potencial para que existam resultados substanciais num futuro próximo", escreveu Sharif na rede social X.
O primeiro-ministro do Paquistão pediu ainda a Teerão que reabrisse o Estreito de Ormuz durante as duas semanas que se seguem, "como um gesto de boa vontade".
Donald Trump já foi informado desta proposta e, segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, será dada uma resposta em breve.
Correio da Manhã
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Papa Leão XIV considera "inaceitável" ameaça de Trump ao Irão
O Papa Leão XIV veio condenar, esta terça-feira, as declarações do presidente norte-americano, Donald Trump, onde referiu que uma "civilização inteira" iria morrer esta noite, depois de fazer um ultimato ao Irão para que se chegasse a um acordo e se reabrisse o Estreito de Ormuz. O Papa considerou a ameaça "inaceitável".
"Houve esta ameaça contra o povo iraniano e isso é verdadeiramente inaceitável. Há certamente questões de direito internacional envolvidas mas, muito para além disso, trata-se de uma questão moral", apontou o Papa durante um encontro com os jornalistas.
Correio da Manhã
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Casa Branca nega planos para uso de armas nucleares
A presidência norte-americana (Casa Branca) negou esta terça-feira que os Estados Unidos estejam a considerar o uso de armas nucleares contra o Irão, após declarações do Presidente, Donald Trump, que ameaçou exterminar "uma geração inteira".
A posição foi clarificada depois de um discurso do vice-presidente norte-americano, JD Vance, em visita a Budapeste, Hungria, no qual referiu que Washington dispõe de "ferramentas" ainda não utilizadas no conflito.
"Nada do que o vice-presidente disse sugere" o recurso a armamento nuclear, explicou a Casa Branca numa mensagem divulgada nas redes sociais, rejeitando interpretações nesse sentido.
Lusa
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Suspensas ligações ferroviárias na segunda maior cidade do Irão após ameaças de Israel
As autoridades iranianas cancelaram esta terça-feira as ligações ferroviárias com partida e destino a Mashhad, a segunda maior cidade do país, situada no nordeste, após um aviso do exército israelita.
"Devido à advertência imoral do regime sionista relativa a um ataque contra os caminhos-de-ferro e por medida de precaução, todos os trajetos da estação de Mashhad foram cancelados até novo aviso", anunciou o governador local.
Hassan Hosseini assegurou que a situação em Mashhad era calma e que a suspensão do serviço foi adotada exclusivamente por precaução.
Disse também que foram disponibilizadas alternativas de transporte rodoviário para os passageiros que não possam adiar as viagens, de acordo com as agências iranianas Fars e Mehr, citadas pela espanhola EFE e francesa AFP.
A medida foi tomada depois de o exército israelita ter difundido de manhã uma advertência aos iranianos para que evitassem andar de comboio até às 21:00 locais (18:30 em Lisboa), sob pena de colocarem a "vida em perigo".
Lusa
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"Uma civilização inteira vai morrer esta noite": Donald Trump intensifica ameaças ao Irão
O presidente dos EUA, Donald Trump, reforçou as ameaças ao Irão, esta terça-feira. "Uma civilização inteira vai morrer esta noite para não ser trazida de volta nunca mais", lê-se na publicação feita na Truth Social.
Donald Trump realça que houve uma "mudança completa e total de regime, onde mentes diferentes, menos radicalizadas e mais espertas prevalecem".
O presidente desta a noite desta terça-feira como um dos "momentos mais importantes na longa e complexa história do mundo".
Correio da Manhã
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Complexo petroquímico na Árabia Saudita atacado durante a madrugada
Um complexo petroquímico no leste da Arábia Saudita foi alvo de ataques durante a madrugada desta terça-feira, segundo o relato de uma testemunha à Agência France Presse (AFP).
"Um ataque provocou um incêndio nas instalações da Sabic em Jubail. As explosões foram muito fortes", disse a fonte, que pediu para não identificada, referindo-se à Saudi Basic Industries Corporation, uma empresa química saudita.
Quando contactada pela AFP, a empresa não quis prestar declarações.
Lusa
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Embaixador no Paquistão disse que negociações estão numa fase delicada
O embaixador iraniano no Paquistão disse esta terça-feira que as negociações mediadas por Islamabade no sentido do fim das hostilidades estão a aproximar-se de uma "fase delicada".
O Paquistão tem atuado como país mediador entre o Irão e os Estados Unidos.
O embaixador do Irão, Reza Amiri Moghadam, declarou através das redes sociais que os esforços "positivos e construtivos empreendidos pelo Paquistão", para pôr fim à guerra, aproximaram-se de uma "fase crítica e delicada".
Lusa
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Exército israelita avisa iranianos a não viajarem de comboio hoje
O exército israelita exortou os iranianos a absterem-se de viajar hoje de comboio até às 17h30 TMG, numa mensagem publicada na rede social X, que deixa entrever futuros ataques à rede ferroviária no Irão.
"Caros cidadãos, para a vossa segurança, pedimos-vos que evitem utilizar os comboios ou viajar de comboio em todo o país a partir de agora e até às 21h00, hora do Irão", escreveu o exército israelita em persa na sua conta naquela rede social.
"A vossa presença nos comboios e nas proximidades das vias férreas coloca as vossas vidas em perigo", acrescenta a mensagem.
A única via rodoviária que liga a Arábia Saudita ao Bahrein estará também encerrada esta terça-feira por motivos de segurança após alertas emitidos na região, informaram as autoridades sauditas.
"O tráfego de veículos na ponte Rei Fahd foi suspenso por precaução", afirmou a Autoridade Geral da Ponte Rei Fahd, o organismo que gere este conjunto de pontes com 25 quilómetros que liga os dois países.
Lusa
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Conselho de Segurança da ONU vota resolução exigindo reabertura de estreito de Ormuz
O Conselho de Segurança da ONU agendou para esta terça-feira a votação de um projeto de resolução exigindo reabertura de Estreito de Ormuz, após vários adiamentos e atenuando o texto inicialmente proposto pelos países árabes.
A última versão do texto, a que a AFP teve acesso, continua a condenar os ataques iranianos contra navios e "encoraja vivamente os Estados" em causa "a coordenarem esforços, de natureza defensiva e proporcionados às circunstâncias, para garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz, incluindo a escolta de navios mercantes e comerciais".
O projeto de resolução "exige" igualmente que o Irão "cesse imediatamente qualquer ataque contra os navios" que transitam por esta rota comercial crucial e "qualquer tentativa" de impedir a liberdade de navegação.
Lusa
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Trump diz que EUA podem destruir pontes e centrais elétricas "em quatro horas"
As forças norte-americanas poderão destruir "em quatro horas" a totalidade das pontes e as centrais elétricas do Irão, ameaçou esta segunda-feira o Presidente norte-americano, Donald Trump.
"Temos um plano, graças ao poder das nossas forças armadas, que prevê que todas as pontes do Irão sejam destruídas até à meia-noite de amanhã (terça-feira), que todas as centrais elétricas do Irão fiquem fora de serviço (...) e nunca mais possam ser utilizadas", afirmou Trump.
O Presidente norte-americano fez ao Irão um ultimato para chegar a um acordo de cessar-fogo até terça-feira às 20:00 de Washington (01:00 de quarta-feira em Portugal continental).
Lusa
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Um paramédico morto e quatro feridos em novo ataque no Líbano
Pelo menos um paramédico morreu e quatro ficaram feridos num duplo bombardeamento israelita em Siddiqine, no segundo ataque a equipas de emergência esta segunda-feira no sul do Líbano.
A ação atingiu as equipas de emergência durante "as operações de resgate para recuperar os feridos e os corpos dos mortos de um bombardeamento anterior", explicou hoje o Centro de Operações de Emergência do Líbano, em comunicado.
O ataque matou um paramédico ligado ao grupo xiita Amal e feriu quatro outros, o que para o Ministério da Saúde Pública libanês é uma "prova" de que Israel insiste em violar as leis internacionais.
Lusa
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Khamenei avisa que mortes de comandantes não vão travar "ideais da 'jihad'"
O líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, avisou esta segunda-feira que os assassínios de comandantes militares iranianos "não podem deter os ideais da 'jihad'", em reação à morte do chefe dos serviços de informações da Guarda Revolucionária.
"O inimigo, após sucessivas derrotas na guerra imposta à nação, aos bravos combatentes do Irão islâmico, e de acordo com os seus planos sinistros, recorreu mais uma vez à arma habitual do terrorismo sionista e ao assassínio de um dos comandantes dos serviços de informações do país", declarou Khamenei num comunicado divulgado pelos meios de comunicação social estatais.
Poucas horas após a confirmação da morte de Majid Khademi numa nova vaga de bombardeamentos, o líder supremo iraniano elogiou o seu percurso "após décadas de contribuições silenciosas nas áreas da segurança, informações e defesa" da República Islâmica.
Lusa
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Mais de 170 aeronaves envolveram resgate de pilotos dos EUA no Irão
O Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, revelou esta segunda-feira que mais de 170 aeronaves militares participaram na operação de resgate de dois pilotos de caças norte-americanos em território iraniano no fim de semana.
Numa conferência de imprensa na Casa Branca, Trump especificou que a primeira missão envolveu 21 aeronaves e a segunda mobilizou 155 aparelhos, tendo permitido recuperar os militares em segurança.
O Presidente indicou ainda que dois aviões de transporte militar ficaram imobilizados na areia durante a operação e tiveram de ser destruídos no local.
Lusa
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Guarda Revolucionária ameaça vingar morte de chefe de informações
A Guarda Revolucionária do Irão ameaçou esta segunda-feira vingar a morte do seu chefe dos serviços de informações, Majid Khademi, eliminado horas antes em ataques aéreos no âmbito da ofensiva israelo-americana contra a República Islâmica.
"O inimigo malévolo e desesperado deve saber que uma grande retaliação aguarda os organizadores e perpetradores deste crime", declarou a força ideológica do regime no seu 'site', Sepah News.
Anteriormente, o exército iraniano anunciou a morte do chefe dos serviços de informações da Guarda Revolucionária durante uma vaga de ataques aéreos em Teerão.
Lusa
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Donald Trump diz que EUA "podem acabar com o Irão numa só noite"
O presidente norte-americano, Donald Trump, disse que os EUA "podem acabar com o Irão numa só noite", num momento em que foi anunciado que os dois países receberam um plano para um acordo de cessar-fogo, documento já rejeitado pelo Irão e que Trump considerou como "significativo, mas insuficiente".
VÍDEO: AP
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"Somos os militares mais poderosos do mundo": Trump elogia missão "histórica" de resgate de piloto dos EUA no Irão
"Somos os militares mais poderosos do mundo", referiu o presidente norte-americano, Donald Trump, durante uma conferência de imprensa na tarde desta segunda-feira.
As declarações surgem depois de os EUA e o Irão terem recebido um novo plano para pôr fim ao conflito e que implicaria uma abordagem em duas etapas.
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Trump considera proposta de cessar-fogo significativa mas insuficiente
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou esta segunda-feira como um "passo muito significativo" a proposta de cessar-fogo de 45 dias no Irão apresentada por países mediadores, embora insista que ainda é insuficiente.
"Ainda não é suficiente, mas é um passo muito significativo", afirmou Trump durante uma conferência de imprensa à margem de uma cerimónia de Páscoa na Casa Branca, em Washington.
Horas antes, a Casa Branca (presidência norte-americana) tinha confirmado que mediadores internacionais propuseram uma trégua temporária no conflito com o Irão, mas salientou que o Presidente dos Estados Unidos não endossou formalmente a iniciativa.
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Quase 1.500 mortos em ataques israelitas no Líbano desde início da guerra
As autoridades libanesas elevaram esta segunda-feira para quase 1.500 o número de mortos e mais de 4.600 o de feridos em ataques de Israel desde 02 de março, três dias após o início da ofensiva israelo-norte-americana ao Irão.
Segundo o Ministério da Saúde do Líbano, pelo menos 1.497 pessoas foram mortas, entre as quais 130 menores, e 4.639 ficaram feridas, 457 delas menores, nos bombardeamentos israelitas em curso há já mais de um mês no país, desde que o partido-milícia xiita libanês Hezbollah, pró-iraniano, retomou o lançamento de morteiros contra o território de Israel, em resposta ao assassínio do então líder supremo iraniano, Ali Khamenei.
Desde 02 de março, a onda de ataques israelitas fez mais de um milhão de deslocados internos -- mais de um sexto da população libanesa -, ao passo que pelo menos outras 200 mil pessoas fugiram para a vizinha Síria, segundo dados do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).
Israel já tinha realizado dezenas de ataques aéreos ao Líbano nos últimos meses, apesar do cessar-fogo alcançado em novembro de 2024, argumentando estar a atuar contra as atividades do Hezbollah e afirmando que, por isso, não estava a violar o acordo.
No entanto, tanto as autoridades libanesas como o próprio Hezbollah criticaram estas ações, igualmente condenadas pela ONU.
O Líbano foi a 02 de março arrastado para o conflito regional desencadeado a 28 de fevereiro por uma ofensiva dos Estados Unidos e de Israel ao Irão, que estes justificaram com a inflexibilidade da República Islâmica nas negociações para pôr fim ao enriquecimento de urânio no âmbito do seu programa nuclear, que afirma destinar-se apenas a fins civis.
Em retaliação, o Irão encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e infraestruturas civis em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Jordânia, Omã e Iraque.
Lusa
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Trump deixa aviso ao Irão e dá prazo até terça-feira para um "acordo final"
O presidente dos EUA, Donald Trump, deixou um aviso ao Irão e referiu que o prazo para um "acordo final" é até terça-feira. As declarações foram feitas a partir da Casa Branca, esta segunda-feira, e depois de os EUA e o Irão terem recebido um novo plano para se colocar fim ao conflito. O plano implica uma abordagem em duas etapas, sendo a primeira um cessar-fogo imediato de 45 dias, seguido de um acordo abrangente entre as partes envolvidas.
Por sua vez, o Irão rejeitou reabrir o Estreito de Ormuz em troca de um cessar-fogo imediato mas temporário, de 45 dias, como sugere a proposta do novo plano de paz apresentado esta segunda-feira.
Questionado sobre os norte-americanos que se opõem à guerra, o presidente Donald Trump apelidou-os de "tolos". "O Irão não pode ter armas nucleares", disse o líder dos EUA citado pela Al Jazeera.
Correio da Manhã
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Israel diz ter morto o líder da unidade secreta da Guarda Revolucionária Iraniana
Israel diz ter morto o líder da unidade secreta da Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC), na Força Quds, Asghar Bakeri. A informação foi avançada pela Al Jazeera, que cita um porta-voz militar israelita, Nadav Shoshani.
O Irão ainda não se pronunciou sobre a morte.
Trump diz que EUA estão em "negociações intensas" com o Irão, mas não vão "abandonar a guerra a meio"
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que não vai "abandonar a guerra a meio" e acrescenta que a sua administração está em "negociações intensas" com o Irão para chegar a um cessar-fogo.
Trump disse ainda que os seus enviados para o Médio Oriente, Steve Witkoff e Jared Kushner, são os responsáveis pelos contactos em curso com o Irão. Duas fontes a par das conversações revelam que existem dois canais de comunicação - um através da mediação paquistanesa, egípcia e turca, e outro através de mensagens de texto diretas entre Witkoff, Kushner e o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, de acordo com o The Times of Israel.
Exército iraniano afirma ter atacado instalações petroquímicas israelitas
As forças armadas iranianas afirmam ter atacado instalações petroquímicas perto de Dimona, no sul de Israel, de acordo com o Al Jazeera. Dimona é também onde se encontra a principal instalação nuclear de Israel.
O comunicado refere ainda que as forças armadas iranianas atacaram com drones instalações do exército norte-americano na Ilha de Bubiyan, no Kuwait.
"Abram o maldito Estreito [de Ormuz] ou vão viver no inferno": Trump anuncia ataques no Irão na terça-feira
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou este domingo que os EUA irão atacar instalações elétricas e pontes no Irão na próxima terça-feira, enquanto reafirma a ameça que fez ao país relativamente à abertura do estreito de Ormuz.
"Abram o maldito estreito, seus sacanos loucos, ou vão viver no inferno. Aguardem", escreveu numa publicação na rede social Truth Social.
Correio da Manhã
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Teerão afirma que frustrou tentativa de resgate de piloto norte-americano
O Irão afirmou este domingo que frustrou uma tentativa dos EUA de resgatar o piloto de um caça abatido, numa operação na qual, segundo Teerão, foram atingidas várias aeronaves, após o Presidente norte-americano ter anunciado o resgate do militar com vida.
"As aeronaves invasoras do inimigo no sul de Isfahan, incluindo dois helicópteros Black Hawk e um avião de transporte militar C-130, foram atingidas (...) e a tentativa de resgatar o piloto falhou", assegurou o porta-voz do Quartel General Central Khatam al-Anbiya, o coronel Ebrahim Zolfagari, noticiou a agência Tasnim.
Indicou que a operação foi repelida mediante uma ação conjunta da Guarda Revolucionária, do Exército, da milícia Basij e das forças de segurança, que conseguiram impedir o resgate depois da entrada de aeronaves inimigas no centro do país.
Lusa
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Executados por enforcamento mais dois homens condenados por participarem nos protestos
O Irão executou este domingo por enforcamento mais dois homens condenados por terem participado nos protestos antigovernamentais de janeiro, durante os quais supostamente atacaram uma instalação militar para obter armas de fogo, noticiou uma agência iraniana.
"Foram enforcados após a revisão do caso e a confirmação da sentença definitiva no Tribunal Supremo", noticiou a agência Mizan, órgão do poder judicial.
Os executados, identificados como Mohammadamin Biglari e Shahin Vahedparast, foram acusados de atacar na noite de 8 de janeiro uma instalação militar, incendiá-la e tentar aceder a um arsenal com o objetivo de roubar armas.
Lusa
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Trump diz que oficial da tripulação de avião de combate abatido no Irão foi resgatado
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou este domingo que foi resgatado um dos pilotos de um avião de combate norte-americano abatido no espaço aéreo do Irão, na sexta-feira.
Uma frenética de busca e salvamento foi iniciada após a queda do caça F-15, enquanto o Irão prometia também uma recompensa para quem entregasse o "piloto inimigo".
Trump escreveu nas redes sociais que o piloto, desaparecido desde que o avião se despenhou, está ferido, mas que "ficará bem", e acrescentou que se refugiou "nas traiçoeiras montanhas do Irão".
Lusa
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Teerão alerta ONU para riscos após ataque contra central nuclear
O embaixador do Irão pediu à Organização das Nações Unidas (ONU) que preste atenção às consequências humanitárias e à exposição à radiação, após um ataque norte-americano e israelita contra a central nuclear de Bushehr.
Numa carta enviada ao secretário-geral da ONU, o português António Guterres, no sábado, Amir Saeed Iravani alertou que os ataques contra instalações nucleares são ilegais e violam o direito internacional.
No documento, citado pelo jornal norte-americano New York Times, o diplomata iraniano descreveu os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra centrais nucleares como "um crime de guerra" e "um claro ato de terrorismo de Estado".
Lusa
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Rebeldes Huthis do Iémen reivindicam ataque contra aeroporto em Israel
Os rebeldes Huthis do Iémen, aliados de Teerão, reivindicaram a responsabilidade por um ataque contra o aeroporto Ben Gurion, no centro de Israel, em retaliação pela ofensiva norte-americana e israelita contra o Irão.
"Atacámos o aeroporto Ben Gurion, na região de Telavive, bem como alvos militares vitais no sul de Israel", confirmaram no sábado os Huthis, através da emissora Al Masirah, ligada aos rebeldes.
No sábado, o exército israelita anunciou ter detetado o lançamento de um míssil em direção a Israel a partir do Iémen e disse estar a tentar intercetá-lo.
Lusa
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Ataque iraniano danificou centrais de energia e dessalinização no Kuwait
Um ataque iraniano causou "danos significativos" a duas centrais elétricas e de dessalinização no Kuwait, anunciou este domingo o Ministério da Eletricidade, Água e Energias Renováveis do emirado.
"Duas centrais de energia e dessalinização foram alvejadas por drones hostis no âmbito da hedionda agressão iraniana, resultando em danos materiais significativos e na paragem de duas unidades de geração de energia, sem vítimas", afirmou o ministério.
As equipas de emergência estão a trabalhar para "garantir a continuidade dos serviços", uma vez que "a segurança e a estabilidade dos sistemas de eletricidade e de água são uma prioridade absoluta", acrescentaram as autoridades, em comunicado.
Lusa
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Guerra está a impedir que alimentos e medicamentos cheguem a milhões
Organizações não governamentais (ONG) alertaram que a guerra no Médio Oriente está a impedir milhões de pessoas em todo o mundo de receberem alimentos e medicamentos, uma situação que se agravará se o conflito continuar.
A 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva militar contra o Irão, que retaliou com o encerramento do estreito de Ormuz - uma via marítima fundamental para o mercado petrolífero - e lançou ataques contra Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.
A situação provocou um aumento dos preços do petróleo e de outras matérias-primas.
Lusa
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Trump afirma que "muitos dos líderes militares do Irão" foram mortos num ataque "massivo" a Teerão
Donald Trump afirmou que "muitos dos líderes militares do Irão, que os lideraram de forma inadequada e imprudente, foram eliminados, juntamente com muitos outros, com este ataque massivo a Teerão!"
O presidente norte-americano fez esta afirmação na rede social Truth Social, onde inclui imagens de um ataque no Irão. No entanto, Trump não entra em pormenores sobre o ataque nem sobre os seus alvos.
Netanyahu afirma que Israel atacou fábricas petroquímicas do Irão
O primeiro-ministro israelita Netanyahu afirmou este sábado que Israel levou a cabo ataques contra fábricas petroquímicas do Irão, que descreve como uma importante fonte de receitas para o governo iraniano.
Numa mensagem de vídeo publicada na sua conta da rede social X, Netanyahu afirmou que os ataques às fábricas petroquímicas ocorreram depois de Israel ter atacado as instalações siderúrgicas do Irão. Afirmou que Israel "destruiu 70 por cento da capacidade [do Irão] de produzir aço".
"Continuaremos a atacá-los, tal como prometi", acrescentou o primeiro-ministro israelita.
Israel prepara-se para atacar instalações energéticas iranianas enquanto aguarda luz verde dos EUA
Israel está a preparar ataques a instalações energéticas do Irão, mas aguarda luz verde dos Estados Unidos. De acordo com o jornal Times of Israel, um oficial da defesa israelita afirmou que os ataques deverão ocorrer durante a próxima semana.
As declarações surgem depois de o presidente Donald Trump ter lançado um ultimato de 48 horas, o que intensificou a atenção sobre se Washington iria apoiar novas ações militares israelitas contra o Irão.
"O tempo está a esgotar-se": Trump avisa Irão sobre reabertura do estreito de Ormuz
O presidente dos EUA relembrou, este sábado, através de uma publicação na rede social Truth Social, o ultimato que fez ao Irão relativamente à abertura do estreito de Ormuz.
"Lembram-se quando dei ao Irão dez dias para fazer um acordo ou abrir o estreito de Ormuz? O tempo está a esgotar-se - 48 horas até o inferno se abater sobre eles. Glória a Deus!", escreveu.
Correio da Manhã
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Um morto num ataque na zona da central nuclear de Bushehr
Um ataque norte-americano e israelita atingiu este sábado a zona da central nuclear de Bushehr, no sul do Irão, tendo matado um agente de segurança, mas sem danificar as instalações, noticiou um meio de comunicação estatal.
"Na decorrência dos ataques criminosos americano-sionistas, na manhã deste sábado (...), um projétil atingiu uma zona próxima da central nuclear de Bushehr, no sudoeste", noticiou a agência oficial Irna.
A Irna acrescentou que um agente de segurança do local tinha sido morto, ao mesmo tempo que precisou que nenhum dano tinha ocorrido nas instalações.
Lusa
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Guerra já fez 13 militares norte-americanos mortos e 365 feridos
A operação militar 'Fúria Épica', contra o Irão, causou até ao momento 13 militares norte-americanos mortos e 365 feridos, revelou o Pentágono.
Os números foram detalhados pelo Sistema de Análise de Baixas da Defesa, que explicou que, dos 365 militares feridos em combate, 247 pertencem ao Exército norte-americano.
Sessenta e três feridos são da Marinha, 19 dos Fuzileiros e 36 da Força Aérea.
Lusa
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EUA alertam para possíveis ataques contra universidades no Líbano
A Embaixada dos Estados Unidos (EUA) em Beirute alertou para a possibilidade de o Irão ou grupos armados aliados atacarem universidades norte-americanas no Líbano, onde o conflito já causou 1.300 mortos.
Num comunicado divulgado na sexta-feira, a missão diplomática indicou que "o Irão e as milícias afiliadas podem ter a intenção de atacar universidades no Líbano" e salientou que Teerão "ameaçou especificamente universidades norte-americanas em todo o Médio Oriente".
O Departamento de Estado recomendou que os cidadãos norte-americanos abandonem o Líbano "enquanto ainda houver voos comerciais disponíveis", de acordo com o comunicado, que destaca a natureza "volátil e imprevisível" da situação de segurança no país.
Lusa
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Nova explosão no sul do Líbano deixa três 'capacetes azuis' feridos
Uma explosão no sul do Líbano causou ferimentos em três soldados indonésios que fazem parte da missão de manutenção de paz da ONU, anunciou este sábado a organização.
Num comunicado, a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) disse que a explosão, de origem ainda por determinar, ocorreu na sexta-feira, no interior de uma instalação da ONU perto de El Adeisse.
Os três 'capacetes azuis' foram levados de urgência para o hospital, sendo que dois estão em estado grave.
Lusa
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Subúrbios do sul de Beirute alvos de pelo menos dois bombardeamentos
Os subúrbios do sul da capital do Líbano, Beirute, foram bombardeados pelo menos duas vezes durante a madrugada, avançou a agência de notícias France-Presse (AFP).
Um jornalista da AFP ouviu fortes explosões e viu fumo a elevar-se no céu.
Simultaneamente, as Forças de Defesa de Israel anunciaram nas redes sociais que tinham "iniciado ataques às infraestruturas do Hezbollah em Beirute".
Lusa
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Ataque com munições de fragmentação faz um ferido no centro de Israel
Uma pessoa ficou este sábado ferida num ataque com um míssil balístico iraniano que lançou munições de fragmentação no centro de Israel, noticiaram os meios de comunicação israelitas.
O serviço de emergência Magen David Adom informou que "um homem de 79 anos ficou ferido ao ser atingido por destroços carregados pela onda de choque de um míssil com munições de fragmentação em Kiryat Ata, perto de Haifa".
As Forças de Defesa de Israel identificaram o ataque e emitiram um alerta instruindo os residentes para "procurarem abrigo", enquanto "os sistemas de defesa operavam para intercetar a ameaça".
Lusa
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Avião norte-americano foi abatido pelo "novo sistema de defesa avançado" do Irão
O porta-voz do quartel-general central do Irão, Ebrahim Zolfaghari, afirmou que o avião norte-americano abatido evidencia as "afirmações falsas" feitas pelo presidente Trump de que os EUA teriam destruído o sistema de defesa aérea do Irão.
Acrescentou que o jato foi abatido utilizando o "novo sistema de defesa avançado" do Irão. E afirmou ainda que "um caça inimigo foi também alvejado a sul da Ilha de Qeshm, tendo-se despenhado nas águas entre as ilhas de Qeshm e Hengam".
Avião de ataque A-10 Warthog despenhou-se perto do Golfo Pérsico
Um segundo avião de combate da Força Aérea dos EUA despenhou-se perto do Golfo Pérsico esta sexta-feira.
O avião em causa despenhou-se perto do Estreito de Ormuz quase ao mesmo tempo que o caça da Força Aérea norte-americana foi abatido sobre o Irão.
O único piloto a bordo foi resgatado em segurança, de acordo com o New York Times.
Crescente Vermelho denuncia ataque com drones contra armazém de ajuda humanitária
O Crescente Vermelho do Irão denunciou esta sexta-feira um ataque com drones perpetrado contra um armazém de ajuda humanitária na província de Bushehr, no sul do país, à medida que avança a ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o território iraniano.
"O ataque perpetrado com um veículo aéreo não tripulado contra um armazém de ajuda humanitária na província de Bushehr destruiu dois contentores com suprimentos, bem como dois veículos destinados à sua distribuição", lamentou a organização num comunicado divulgado através do Telegram.
Na quarta-feira, a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho informou da morte de três dos seus trabalhadores no contexto da guerra, que já começou há mais de um mês.
Lusa
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Seúl e Paris cooperam para desbloquear estreito de Ormuz
O Presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, afirmou esta sexta-feira que cooperará com o Presidente francês, Emmanuel Macron, em matéria energética, também no setor nuclear, sublinhando a necessidade igualmente de garantir a passagem segura pelo estratégico estreito de Ormuz.
Numa conferência de imprensa conjunta entre os dois Presidentes, Macron apelou à formação de uma "coligação dos independentes" entre democracias para enfrentar a "hegemonia" da China e a "imprevisibilidade" do Presidente norte-americano, Donald Trump, que reuniria os países europeus, o Japão, a Coreia do Sul, o Canadá e alguns "grandes (países) emergentes democráticos" como a Índia e o Brasil.
No âmbito da viagem oficial de Macron a Seul, o Presidente da Coreia do Sul tratou com o homólogo francês formas de aprofundar os laços económicos e reforçar a coordenação em questões de segurança.
Lusa
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OMS lança apelo urgente de 30,3 milhões de euros para ajuda humanitária
A Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou um apelo "urgente" no valor de 30,3 milhões de dólares (26,3 milhões de euros) para apoiar a resposta sanitária à guerra iniciada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão.
"O apelo abrange o período de março a agosto de 2026 e tem como objetivo manter os serviços de saúde vitais em países cujos sistemas de saúde se encontram sob extrema pressão após semanas de hostilidades intensificadas, deslocações em massa e um número crescente de vítimas", indicou nas últimas horas a agência da ONU no Mediterrâneo Oriental, que cobre o Médio Oriente, em comunicado.
A agência salientou que, em todo o Médio Oriente, mais de 4,3 milhões de pessoas foram deslocadas, com milhares de mortos e dezenas de milhares de feridos devido às hostilidades.
Lusa
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Base das Lajes recebe pela segunda noite consecutiva um drone MQ-9 Reaper dos EUA
Um drone militar de combate MQ-9 Reaper da Força Aérea norte-americana aterrou esta sexta-feira, de madrugada, na Base das Lajes, nos Açores, sendo a segunda noite consecutiva em que a infraestrutura recebe este tipo de equipamentos.
O drone aterrou na Base das Lajes, na ilha Terceira, às 02h08 locais (03h08 em Lisboa), segundo constatou a Lusa no local.
Depois de reabastecer, a aeronave não tripulada descolou às 05h44.
Lusa
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Teerão alerta para qualquer "ação provocadora" para desobstruir estreito de Ormuz
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, alertou esta sexta-feira para qualquer "ação provocadora" antes de uma votação esperada do Conselho de Segurança da ONU sobre o uso da força para desbloquear o estreito de Ormuz.
Araghchi expressou-se na quinta-feira e a votação estava inicialmente prevista para sexta-feira, antes de ser adiada 'sine die'.
Esta passagem estratégica do mercado mundial de hidrocarbonetos está praticamente totalmente bloqueada pelo Irão em reação aos ataques dos EUA e de Israel contra o seu território em 28 de fevereiro.
Lusa
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Israel, Kuwait e Bahrein alvos de novos ataques iranianos
Israel, Kuwait e Bahrein anunciaram esta sexta-feira ter registados novos ataques aéreos por parte do Irão, horas depois de Teerão ter dito que pelo menos oito pessoas morreram em vários ataques dos Estados Unidos (EUA).
As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) noticiaram esta sexta-feira um ataque iraniano contra o território israelita.
O porta-voz do serviço de emergência israelita afirmou na plataforma de mensagens Telegram que o ataque deixou um homem de 22 anos gravemente ferido na cidade de Harish, no centro do país, tendo sido levado para o hospital.
Lusa
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China alerta Riade para "consequências graves" caso guerra se intensifique
O ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Wang Yi, alertou esta sexta-feira para "consequências graves" caso o conflito no Médio Oriente se intensifique, durante uma conversa telefónica com o homólogo saudita, Faisal bin Farhan.
Wang indicou que "o conflito no Irão se prolonga há mais de um mês, causando várias vítimas e perdas, e afetando a segurança e a estabilidade da Arábia Saudita e de outros Estados do Golfo", segundo um comunicado divulgado pela diplomacia da China.
O responsável chinês afirmou que "a tarefa urgente é centrar esforços na obtenção de um cessar-fogo e pôr fim ao conflito o mais rapidamente possível".
Lusa
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Ataques aéreos causam oito mortos e 95 feridos em província no norte do Irão
Pelo menos oito pessoas morreram e 95 civis ficaram feridos em vários ataques aéreos dos Estados Unidos (EUA) contra a província de Alborz, norte do Irão, avançou esta sexta-feira a imprensa estatal iraniana.
De acordo com as autoridades de Alborz, citadas pela agência de notícias Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária do Irão, as vítimas estavam a celebrar o Dia da Natureza.
O Crescente Vermelho iraniano, equivalente à Cruz Vermelha, anunciou que tinha "desdobrado equipas de resgate para as áreas atacadas".
Lusa
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Estados do Golfo pedem luz verde à ONU para desobstruir estreito de Ormuz
O Conselho de Cooperação do Golfo (GCC, na sigla em inglês) pediu à Organização das Nações Unidas (ONU) que autorize o uso da força para desobstruir o estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irão.
"O Irão fechou o estreito de Ormuz, impedindo a passagem de navios comerciais e petroleiros e impondo condições para permitir que alguns o façam", declarou, na quinta-feira, o secretário-geral do GCC.
"Pedimos ao Conselho de Segurança que assuma as suas plenas responsabilidades e tome todas as medidas necessárias para proteger os corredores marítimos e garantir a continuidade segura da navegação internacional", insistiu Jassem Al-Budaiwi, em Nova Iorque.
Lusa
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Ataque com drones iranianos causa incêndio em refinaria no Kuwait
Um ataque com drones iranianos provocou esta sexta-feira incêndios em várias unidades da refinaria de Mina Al-Ahmadi, no Kuwait, avançou a agência de notícias estatal Kuna, citando a petrolífera nacional.
"A Kuwait Petroleum Corporation (KPC) informou que a refinaria de Mina Al-Ahmadi foi alvo de um ataque com drones na madrugada desta sexta-feira, que provocou incêndios em várias unidades operacionais", disse a agência.
Num comunicado, a petrolífera estatal disse que os bombeiros estavam a trabalhar para controlar as chamas e sublinhou que não houve registo de feridos.
Lusa
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Embaixada dos EUA alerta para possíveis ataques do Irão ao Iraque
A Embaixada dos Estados Unidos em Bagdade alertou hoje, numa comunicado divulgado no X, que grupos armados iraquianos pró-iranianos poderão lançar ataques contra a cidade nos próximos dois dias.
"Milícias terroristas iraquianas aliadas do Irão poderão lançar ataques no centro de Bagdade nas próximas 24 a 48 horas", afirmou a embaixada, apelando mais uma vez aos americanos presentes no Iraque para que abandonem o país imediatamente.
O Iraque foi arrastado para a guerra no Médio Oriente desencadeada a 28 de fevereiro pela ofensiva dos EUA e de Israel contra o Irão.
Lusa
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"Os israelitas vão fazer o que eu lhes disser", afirma Trump
Israel é um "bom jogador de equipa" e que "vai fazer o que disser", afirmou o presidente dos Estados Unidos numa entrevista à revista Time.
"Os israelitas vão parar quando eu parar… vão parar, a menos que sejam provocados; nesse caso, não terão escolha, mas vão parar quando eu parar", acrescentou Donald Trump.
Catar envia carta à ONU a condenar ataques iranianos no território
O ministério dos Negócios Estrangeiros do Catar enviou uma carta à ONU onde condena os ataques iranianos no território. No documento, endereçado ao secretário-geral António Guterres, está uma lista de ataques iranianos com drones e mísseis de cruzeiro entre 28 de março e o dia 1 de abril, avança a Al Jazeera.
A carta menciona ainda um ataque a um petroleiro em águas do Catar, condenando os "atos ilegais" por parte das forças iranianas. O documento aponta ainda o direito do Catar responder aos ataques, de acordo com o direito internacional.
Correio da Manhã
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Forças armadas de Teerão prometem ações ainda mais devastadoras
O comandante operacional do exército da República Islâmica, Khatam al-Anbiya, prometeu esta quinta-feira ações ainda mais devastadoras em resposta ao presidente norte-americano, Donald Trump, que tinha anunciado o endurecimento dos ataques ao Irão.
"Com fé em Deus (Alá) todo-poderoso, esta guerra continuará até a sua humilhação, desonra, arrependimento final e capitulação", disse o comandante, em comunicado transmitido pela televisão estatal iraniana.
"Esperem ações ainda mais devastadoras, abrangentes e destrutivas", frisou al-Anbiya.
Lusa
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Teerão descreve exigências dos EUA como "maximalistas e irracionais"
A diplomacia do Irão acusou os Estados Unidos (EUA) de fazerem exigências "maximalistas e irracionais" e negou ter pedido um cessar-fogo, ao contrário do que afirmou o Presidente norte-americano Donald Trump.
"Foram recebidas mensagens através de intermediários, incluindo o Paquistão, mas não há negociações diretas com os Estados Unidos", disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão.
Citado pela agência de notícias iraniana ISNA na quarta-feira, Esmail Baghaei descreveu as exigências de Washington como "maximalistas e irracionais".
Lusa
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Bolsas chinesas caem até 1,15% após ameaça de Trump de novos ataques
As principais bolsas de valores da China registaram esta quinta-feira perdas de até 1,15% nos primeiros minutos da sessão, após o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter prometido atacar o Irão com "muita força" nas próximas duas a três semanas.
O índice de referência da Bolsa de Valores de Hong Kong, o Hang Seng, registava uma queda de 1,06% por volta das 11h41 (04h41 em Lisboa), enquanto os dos dois principais mercados da China continental, Xangai e Shenzhen, recuavam 0,53% e 1,15%, respetivamente.
O índice que acompanha a evolução das 300 maiores empresas desses dois mercados, o CSI 300, caía 0,74% à mesma hora.
Lusa
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Austrália apela ao fim da guerra após discurso de líder dos Estados Unidos
O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, apelou esta quinta-feira ao fim da guerra no Médio Oriente, após um discurso do Presidente norte-americano, tendo em conta que os objetivos dos Estados Unidos tinham sido alcançados.
Albanese salientou que os ataques norte-americanos e israelitas tinham enfraquecido a força aérea, a marinha e a indústria militar iranianas, portanto, "agora que esses objetivos foram alcançados, não é claro o que resta por fazer, nem como poderá ser o desfecho", afirmou, num discurso em Camberra.
"O que é claro é que quanto mais a guerra se prolongar, maior será o seu impacto na economia mundial", acrescentou.
Lusa
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PM de Timor-Leste admite cortar eletricidade entre 23h00 e 06h00
O primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, admitiu esta quinta-feira cortar o fornecimento de eletricidade no país durante o período da noite caso o conflito no Médio Oriente se prolongue.
"Informei o Presidente timorense de que, caso a situação de guerra no Médio Oriente se torne muito difícil, o Governo irá avisar que a eletricidade funcionará até às 23h00 e voltará a ser restabelecida às 05h00 da madrugada, para pouparmos", afirmou Xanana Gusmão.
O líder do Governo falava aos jornalistas após o encontro semanal com o Presidente timorense, José Ramos-Horta, no Palácio da Presidência.
Lusa
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Presidente Pezeshkian escreve ao "povo dos EUA" rejeitando ser ameaça
O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, publicou hoje nas redes sociais uma carta "ao povo dos Estados Unidos", defendendo que Donald Trump está a ser "influenciado e manipulado" por Israel no ataque à República Islâmica.
Pezeshkian denuncia uma campanha de desinformação contra o seu país e pede aos norte-americanos que reflitam sobre a política defendida no passado por Trump de não envolver o país em conflitos no estrangeiro: "Será que o 'America First' é hoje realmente uma das prioridades do governo?", questiona.
O Presidente da República Islâmica nega que esta represente uma ameaça, após afirmar que o regime nunca iniciou uma guerra e que, no atual conflito, iniciado pelo ataque de 28 de fevereiro por forças norte-americanas e israelitas, "procurou um acordo e cumpriu os seus compromissos".
Lusa
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Kuwait afirma ter intercetado 3 mísseis iranianos e 15 drones nas últimas 24 horas
O Ministério da Defesa do Kuwait afirma que as suas defesas aéreas intercetaram três mísseis de cruzeiro iranianos e 15 drones no último dia.
Desde o início da "agressão" do Irão, as defesas aéreas intercetaram um total de 312 mísseis balísticos, cinco mísseis de cruzeiro e 651 drones.
Teerão desmente Trump e nega ter pedido cessar-fogo
O Irão desmentiu hoje o Presidente dos Estados Unidos e negou ter solicitado um cessar-fogo, como Donald Trump anunciou horas antes nas redes sociais.
As afirmações de Trump são "falsas e infundadas", disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmail Baghaei, citado pela agência iraniana Mehr.
Antes da notícia da Mehr, a embaixada do Irão em Madrid tinha assegurado numa publicação nas redes sociais que o Irão negava oficialmente ter solicitado um cessar-fogo.
Lusa
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Guardas da Revolução garantem que petroleiro atingido no Golfo é israelita
Os Guardas da Revolução, exército ideológico da República Islâmica do Irão, reivindicaram esta quarta-feira ter atingido um petroleiro no Golfo, garantindo que este é israelita.
"Um petroleiro pertencente ao regime sionista [Israel] (...) sob o nome comercial 'Aqua 1', na região central do Golfo, foi atingido com precisão (...) e encontra-se em chamas", declararam os Guardas da Revolução num comunicado divulgado pela televisão estatal.
O Qatar tinha indicado esta quarta-feira de manhã que o petroleiro pertencia à Qatar Energy e que tinha sido atingido durante a madrugada numa zona a norte das suas águas territoriais por mísseis disparados a partir do Irão.
Ao confirmar o ataque, o Ministério da Defesa do Qatar precisou que um míssil atingiu o navio, mas sublinhou que não se registaram vítimas.
Outros dois mísseis, acrescentou, foram intercetados pelas Forças Armadas do país.
Num comunicado, o ministério explicou que a situação levou à ativação imediata dos procedimentos de retirada da tripulação e a uma coordenação com as autoridades competentes para auxiliar o navio.
Nenhum dos 21 tripulantes a bordo ficou ferido e o incidente não causou impacto ambiental, confirmou a QatarEnergy, num comunicado divulgado na rede social X.
Este ataque insere-se na escalada das tensões regionais decorrentes da guerra iniciada a 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão, que levou a República Islâmica a lançar uma campanha contínua de ataques com mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro e drones contra vários países do Golfo Pérsico em retaliação.
Lusa
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Irão diz não ceder a pressões e Estreito de Ormuz vai continuar "sob controle firme e total"
Em resposta às declarações do presidente Donald Trump sobre o pedido de cessar-fogo do Irão, a Guarda Revolucionária iraniana veio referir não ceder a pressões e "manifestações ridículas do presidente dos EUA" e afirmou que o Estreito de Ormuz vai continuar "sob controle firme e total" e "não será aberto aos inimigos", cita a Al Jazeera.
As declarações surgem depois de o presidente dos EUA ter afirmado que o pedido iraniano só seria acedido se o Estreito fosse reaberto.
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Donald Trump afirma que o Irão pediu cessar-fogo
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o Irão pediu o cessar-fogo do conflito aos EUA. "Consideraremos a questão quando o Estreito de Ormuz estiver aberto", escreveu o presidente dos EUA esta quarta-feira, na rede Truth Social.
Correio da Manhã
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Detidos 65 "agentes e colaboradores do inimigo" ligados aos EUA e Israel
As autoridades do Irão anunciaram esta quarta-feira a detenção de cerca de 65 "agentes e colaboradores do inimigo", Estados Unidos e Israel, numa série de operações policiais realizadas na província de Markazi, no centro do país.
O Ministério dos Serviços de Informações iraniano indicou que todos estariam a atuar "em conivência" com os Estados Unidos e Israel, países que Teerão considera "o inimigo", numa altura em que prossegue a ofensiva lançada a 28 de fevereiro contra o país.
Desde o início da guerra, as forças de segurança levaram a cabo mais de uma centena de detenções.
Na terça-feira, outras 41 pessoas, descritas como "mercenários", foram também detidas, além de cinco membros de duas alegadas células terroristas.
Até ao momento, as autoridades iranianas confirmaram mais de 2.000 mortos na sequência da ofensiva, entre os quais figuras de destaque, como o líder supremo, o aiatola Ali Khamenei, e o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani.
Teerão assumiu também as mortes dos ministros da Defesa e dos Serviços de Informações, Aziz Nasirzadeh e Esmaeil Khatib, respetivamente, bem como altos responsáveis das Forças Armadas e de outros organismos de segurança.
Lusa
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Rússia confirma diálogo com CIA sobre guerra no Médio Oriente
A Rússia confirmou esta quarta-feira que os serviços de informações russos abriram um diálogo com a CIA sobre a ofensiva lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão.
"Sim, mantemos contactos com eles", afirmou o diretor do SVR, o Serviço de Inteligência Estrangeiro da Federação Russa, Serguei Naryshkin, referindo-se à Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos.
Naryshkin disse que Moscovo também mantém consultas com autoridades de outros países em relação ao que considera "a crise mais grave do Médio Oriente", noticiou a agência russa TASS, citada pela espanhola Europa Press (EP).
Lusa
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Pelo menos 7 mortos e 26 feridos em ataque israelita em bairro no sul de Beirute
Um ataque israelita no bairro Jnah, no sul de Beirute, esta quarta-feira, matou pelo menos sete pessoas e deixou feridas outras 26, segundo o ministério da Saúde do Líbano, citado pela Al Jazeera.
VÍDEO: AP
Correio da Manhã
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China e Paquistão reforçam coordenação e apelam a cessar-fogo
A China anunciou que vai reforçar a "coordenação estratégica" com o Paquistão sobre a crise no Irão, defendendo diálogo e um cessar-fogo, durante uma visita do chefe da diplomacia paquistanesa a Pequim.
O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, reuniu-se com o homólogo paquistanês, Ishaq Dar, na terça-feira, para discutir formas de reduzir as tensões regionais e lançar uma iniciativa conjunta de cinco pontos destinada a restaurar a estabilidade no Golfo Pérsico e no Médio Oriente.
O plano inclui um apelo a um cessar-fogo imediato, à suspensão de ataques contra civis e infraestruturas críticas -- como instalações energéticas e de dessalinização -- e à reabertura do Estreito de Ormuz, uma via marítima crucial para o comércio global de energia.
Lusa
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Embaixador iraniano em Lisboa considera que guerra é desastre para todos, mas responsabilidade é de Israel
O embaixador iraniano em Lisboa considerou esta quarta-feira que a guerra desencadeada por Israel e Estados Unidos a 28 de fevereiro "é um desastre para todos" e responsabilizou o primeiro-ministro israelita por procurar inimigos para o Presidente norte-americano.
"É um desastre para todos. Desastre para o Irão, desastre para a região, desastre para a Europa. Uma melhor negociação é muito melhor do que uma boa guerra. A guerra é má, seja qual for o motivo, exceto em legítima defesa, como é o caso", afirmou Majid Tafreshi numa entrevista à agência Lusa, em que pediu "respeito" pela lei internacional.
Lusa
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Novo 'ayatollah' está vivo, garante embaixador iraniano em Lisboa
O novo guia e líder supremo do Irão, 'ayatollah' Mojtaba Khamenei, está vivo e toda a confusão em torno desta questão "não tem razão de ser", garantiu esta quarta-feira à agência Lusa o embaixador iraniano em Lisboa.
Numa entrevista à Lusa, Majid Tafreshi questionou-se por que razão o filho do anterior líder supremo Ali Khamenei, abatido a 28 de fevereiro, no primeiro dia dos ataques lançados pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão, não deveria estar vivo, mesmo depois de confrontado com relatos internacionais que dão conta da morte do 'ayatollah' Mojtaba.
Lusa
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Ataque de drones iranianos provoca incêndio no aeroporto do Kuwait
Um ataque de drones iranianos, contra tanques de combustível no Aeroporto Internacional do Kuwait, provocou um incêndio, informou esta quarta-feira a autoridade de aviação civil do país.
"O Aeroporto Internacional do Kuwait foi alvo de ataques flagrantes com drones, lançados pelo Irão e pelas fações armadas que apoia", disse o porta-voz da Autoridade de Aviação Civil, Abdullah Al-Rajhi.
"Os tanques de armazenamento de combustível... foram alvejados, provocando um grande incêndio no local", acrescentou Al-Rajhi, citado pela agência de notícias estatal Kuna.
Lusa
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Instituições em Teerão funcionarão em trabalho remoto a partir de sábado
As instituições da província de Teerão funcionarão com o pessoal a trabalhar essencialmente à distância a partir de sábado, anunciou esta terça-feira o governador da região.
Até nova ordem, "as atividades de todos os ministérios, organizações e órgãos executivos localizados na província de Teerão (...) serão realizadas" com um número mínimo "de 20% do pessoal a trabalhar presencialmente" a partir de sábado, primeiro dia da semana no Irão, anunciou o governador Mohammad-Sadegh Motamedian.
As mulheres "também trabalharão à distância até nova ordem", acrescentou.
Lusa
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Presidente iraniano diz que Teerão tem vontade de pôr fim à guerra mas exige garantias
O Presidente iraniano afirmou hoje que o Irão tem vontade de "pôr fim" à guerra contra os Estados Unidos e Israel, mas quer garantias para "impedir a repetição da agressão".
"Temos a vontade necessária para pôr fim" ao conflito, que já completou um mês, "desde que estejam reunidas as condições essenciais, em particular as garantias necessárias para impedir a repetição da agressão", afirmou Masoud Pezeshkian, durante uma conversa telefónica com o presidente do Conselho Europeu, António Costa.
Na conversa, Pezeshkian reiterou uma das principais exigências colocadas pela República Islâmica para o fim das hostilidades, a par do fim da agressão, que passa pelo pagamento de indemnizações financeiras, da definição clara das responsabilidades e da cessação das hostilidades em todas as frentes.
Lusa
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Trump antecipa que guerra não durará "muito mais tempo"
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que a guerra contra o Irão não durará "muito mais tempo" e que o Estreito de Ormuz se reabrirá "automaticamente" depois do conflito.
"Não vamos ficar lá (Irão) muito mais tempo. Neste momento, estamos a ganhar", declarou Trump em entrevista por telefone ao tabloide The New York Post.
Segundo Trump, os Estados Unidos não terão de permanecer no Irão "por muito mais tempo", embora haja "ainda trabalho a fazer para eliminar as suas capacidades ofensivas, sejam quais forem as que ainda subsistam".
Lusa
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Guarda Revolucionária do Irão ameaça atacar empresas dos EUA se mais responsáveis forem mortos
A Guarda Revolucionária iraniana, o Exército ideológico da República Islâmica, ameaçou hoje atacar empresas norte-americanas no Médio Oriente em caso de "assassínio" de mais responsáveis iranianos.
Publicou uma lista de 18 empresas norte-americanas, entre as quais a Google, a Apple, a Meta e a Tesla, afirmando que estas devem "esperar a destruição" das suas instalações "em todos os países da região" do Médio Oriente, em retaliação por quaisquer outros "assassínios no Irão", a partir das 20:00 de Teerão (17:30 de Lisboa), de quarta-feira.
Em pouco mais de um mês de bombardeamentos ao Irão, os Estados Unidos (EUA) e Israel eliminaram mais de uma dúzia de altos responsáveis religiosos, políticos e militares da República Islâmica, entre os quais o líder supremo, Ali Khamenei (entretanto substituído pelo seu segundo filho, Mojtaba Khamenei), e o chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, Ali Larijani.
Lusa
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Secretário da Defesa dos EUA diz que "próximos dias serão decisivos" para a guerra no Médio Oriente
O secretário da Defesa norte-americano, Pete Hegseth, afirmou hoje que os próximos dias da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão "serão decisivos", recusando descartar o envio de tropas para território iraniano.
"Os próximos dias serão decisivos. O Irão sabe disso e praticamente não há nada que possa fazer militarmente a esse respeito", declarou Hegseth numa conferência de imprensa no Pentágono (Departamento de Defesa).
O responsável, que revelou ter visitado recentemente tropas norte-americanas destacadas no conflito, afirmou que "nas últimas 24 horas, houve o menor número de drones e mísseis inimigos lançados pelo Irão".
Lusa
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Israel acusa Hezbollah de matar dois soldados da ONU no Líbano
O embaixador israelita junto da ONU responsabilizou hoje o grupo xiita libanês Hezbollah pelo ataque que matou na segunda-feira dois militares da missão de paz no Líbano (FINUL), embora a organização refira uma "explosão de origem desconhecida".
"Relativamente ao ataque ocorrido ontem [segunda-feira], dia 30 de março, podemos confirmar que as forças da FINUL foram atingidas por engenhos explosivos do Hezbollah num incidente perto de Bani Hayyan, no sul do Líbano", afirmou Danny Danon aos jornalistas, minutos antes de uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU convocada para abordar os ataques à Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL).
Dois "capacetes azuis" (como são conhecidos os militares que integram as missões de manutenção da paz) da FINUL, naturais da Indonésia, foram mortos no sul do Líbano na segunda-feira, quando uma "explosão de origem desconhecida" destruiu o veículo em que seguiam perto de Bani Hayyan, indicou a ONU.
Lusa
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Bruxelas alerta para "potencial perturbação prolongada" na energia e quer menos procura
A Comissão Europeia alertou esta terça-feira para uma "potencial perturbação prolongada" no setor energético da União Europeia (UE) devido ao conflito no Médio Oriente, propondo medidas para redução da procura de petróleo e para consumo mais moderado de combustíveis.
No dia em que os ministros da Energia da UE se reúnem por videoconferência para discutir a segurança do aprovisionamento energético, o comissário europeu da Energia, Dan Jørgensen, instou numa carta enviada aos países que se assegure "uma boa coordenação", bem como se equacione "a promoção de medidas de redução da procura, com especial atenção ao setor dos transportes", disse a instituição em comunicado.
"A segurança do abastecimento da União Europeia continua garantida, mas temos de estar preparados para uma potencial perturbação prolongada do comércio internacional de energia. É por isso que precisamos de agir já e precisamos de agir em conjunto, como uma verdadeira União", disse Dan Jørgensen, citado pela nota de imprensa.
Lusa
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Itália recusou uso de base aérea na Sicília pelos EUA
A Itália recusou que as forças armadas dos Estados Unidos da América (EUA) utilizassem a base aérea de Sigonella, na ilha da Sicília, há uns dias, em manobras de guerra contra o Irão.
Fontes citadas pela agência noticiosa italiana ANSA confirmaram a notícia veiculada pelo jornal Il Corriere della Sera.
O ministro da Defesa Italiano, Guido Crosetto, recusou o pedido dos EUA após serem conhecidos os planos de voo de diversas aeronaves norte-americanas cujo destino final era o Médio Oriente.
Lusa
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Governo português "condena" pena de morte em Israel e considera-a "retrocesso civilizacional"
O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português divulgou esta noite uma nota na rede social X na qual "condena" a lei aprovada esta terça-feira em Israel que institui "a pena de morte para os terroristas", considerando-a um "retrocesso civilizacional".
"Portugal, país pioneiro na abolição da pena de morte, condena e lamenta a decisão do parlamento israelita de aprovar uma lei que amplia o âmbito de aplicação da pena capital", afirma na nota.
"Tal decisão representa um retrocesso civilizacional que fere gravemente a dignidade humana", acrescenta.
Lusa
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Dubai anuncia 237,6 milhões de euros de ajuda às empresas e famílias
As autoridades do Dubai anunciaram segunda-feira a libertação de 237,6 milhões de euros em ajuda financeira para apoiar empresas e famílias no contexto da guerra no Médio Oriente, que afeta as economias do Golfo.
"Aprovámos hoje medidas de apoio no valor de mil milhões de dirhams (237,6 milhões de euros) a favor do setor económico, destinadas a ajudar indivíduos, famílias e empresas a enfrentar estas circunstâncias excecionais", afirmou o gabinete de comunicação do Dubai em comunicado.
As autoridades consideram que "o planeamento governamental a longo prazo reflete o compromisso inabalável de Dubai com os seus cidadãos e residentes".
Desde que os Estados Unidos e Israel iniciaram os ataques contra o Irão, a 28 de fevereiro, a guerra alastrou a toda a região e, nomeadamente, aos países do Golfo.
O conflito conduziu, em particular, à quase paralisação do estreito de Ormuz, via marítima chave por onde normalmente transita um quinto da produção mundial de petróleo, fazendo disparar os preços dos hidrocarbonetos e perturbando as cadeias de abastecimento.
Lusa
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Autoridades iranianas confirmam ataque contra instalações militares
Um responsável de segurança do gabinete do governador de Isfahan confirmou esta terça-feira que ataques atingiram "instalações militares" nesta província do centro do Irão, onde se situa uma instalação nuclear.
Akbar Salehi acrescentou que a extensão dos danos e o possível número de vítimas eram ainda desconhecidos.
"Os relatos iniciais indicam que as instalações militares em Isfahan foram visadas", disse Salehi, citado pela agência de notícias Fars, ligada aos Guardas da Revolução.
Lusa
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Dubai garante não haver feridos nem derrame após ataque a petroleiro
As autoridades do Dubai asseguraram esta terça-feira não existirem feridos nem derrame da carga após um petroleiro kuwaitiano ter sido atingido num porto daquela cidade dos Emirados Árabes Unidos (EAU) por um projétil lançado pelo Irão.
Contudo, o impacto causou um incêndio, depois de mais um ataque aéreo das forças armadas da República Islâmica iraniana, que tem visado países vizinhos do golfo Pérsico em retaliação face aos ataques de conjuntos israelo-americanos, iniciados em 28 de fevereiro.
A empresa Kuwait Oil Corporation informou que o petroleiro estava totalmente carregado com petróleo bruto no momento do ataque.
Lusa
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Chinesa Cosco consegue que dois cargueiros atravessem Ormuz
Dois cargueiros da estatal chinesa Cosco Shipping e outro navio de propriedade e tripulação chinesa, mas com bandeira do Panamá, conseguiram atravessar o estreito de Ormuz na segunda-feira, segundo o portal de monitorização MarineTraffic.
Os mapas da plataforma mostram que tanto os navios da Cosco "Indian Ocean" e "Arctic Ocean" como o panamiano "Mac Hope" já se encontram em águas a leste de Ormuz, após atravessarem essa via marítima crucial, por onde passa cerca de 20% do petróleo e do gás natural consumidos a nível mundial, e que se encontra bloqueada de facto pelo Irão.
As embarcações da Cosco tinham previsto partir rumo à Malásia em meados de março, mas os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, bem como as represálias de Teerão -- também dirigidas contra outros países da região -- deixaram-nas retidas no Golfo Pérsico.
Lusa
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Netanyahu afirma que Israel alcançou mais de metade dos objetivos na guerra
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou esta segunda-feira que foram alcançados mais de metade dos objetivos da guerra contra o regime iraniano, prevendo que este irá acabar numa "derrocada".
"Claramente, estamos a meio do caminho. Mas não quero estabelecer um calendário", afirmou Netanyahu numa entrevista ao canal de notícias conservador norte-americano Newsmax, no 31.º dia da guerra contra o Irão.
Questionado sobre a solidez da República Islâmica, que já perdeu o Líder Supremo 'Ayatollah' Ali Khamenei e alguns dos seus principais dirigentes, o chefe do governo israelita previu que acabará por ruir, embora tenha reiterado que não era esse o objetivo da guerra travada por Israel e pelos Estados Unidos.
Lusa
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Petroleiro do Kuwait atingido no porto do Dubai
Um petroleiro do Kuwait foi esta terça-feira atingido por um projétil lançado do Irão, quando estava atracado no porto do Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, segundo a Kuwait Petroleum Corporation (KPC).
A empresa afirmou que o ataque causou um incêndio e danos significativos no petroleiro, o que pode originar um derrame de petróleo, de acordo com um comunicado divulgado pela Agência de Notícias do Kuwait (KUNA).
A KPC informou que o petroleiro estava totalmente carregado com crude no momento do ataque.
Lusa
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Estados Unidos atacam cidade iraniana onde se situa instalação nuclear
Um ataque dos Estados Unidos (EUA) atingiu Isfahan durante a madrugada, lançando uma enorme bola de fogo para o céu, numa cidade do centro do Irão onde se situa uma instalação nuclear.
Embora o exército dos EUA não tenha até ao momento feito qualquer comentário sobre o bombardeamento, o Presidente norte-americano, Donald Trump partilhou nas redes sociais um vídeo do ataque a Isfahan, com explosões a iluminar o céu noturno.
Isfahan alberga uma das três instalações atacadas pelos EUA em junho e os militares norte-americanos acreditam que parte do urânio altamente enriquecido do Irão está armazenado ou enterrado na cidade.
Lusa
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Pentágono nega que Hegseth tenha tentado investir no setor da defesa antes da guerra
O Pentágono negou que o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, tenha tentado investir em importantes empresas do setor antes do início da ofensiva contra o Irão, como noticiou o Financial Times.
O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, classificou na segunda-feira como "falsa e inventada" a informação do jornal britânico, que indicava que um corretor da bolsa ligado a Hegseth teria procurado fazer um investimento multimilionário num fundo destinado a investir em empresas que fabricam armas, aviões e sistemas de defesa.
De acordo com o Financial Times, o corretor de Hegseth na Morgan Stanley contactou a BlackRock em fevereiro para investir no fundo Defense Industrials Active, poucos dias antes de os Estados Unidos lançarem uma ação militar contra Teerão.
Lusa
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Países asiáticos procuram crude russo com guerra a pressionar oferta
Os países asiáticos estão a competir cada vez mais pelo petróleo bruto russo, à medida que se agrava a crise energética provocada pela guerra dos Estados Unidos (EUA) e de Israel contra o Irão.
Grande parte do petróleo que passava pelo estreito de Ormuz, agora praticamente bloqueado, destinava-se à Ásia, a região mais atingida pelos choques energéticos. A entrada no conflito dos rebeldes Houthis do Iémen, apoiados pelo Irão, veio aumentar os riscos para o transporte marítimo.
Para aliviar a pressão sobre o abastecimento global, os EUA levantaram temporariamente as sanções sobre carregamentos de petróleo russo já em trânsito, primeiro para a Índia e depois para outros países.
Lusa
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Israel diz que mais quatro soldados morreram no sul do Líbano
As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) informaram esta terça-feira que mais quatro soldados morreram na frente de combate com o movimento pró-Irão Hezbollah, no sul do Líbano.
O exército israelita divulgou na plataforma de mensagens Telegram os nomes de três das vítimas, sendo que os familiares já foram notificados: o capitão Noam Madmoni e os sargentos Ben Cohen e Maxsim Entis.
A família do quarto militar não autorizou a divulgação do seu nome, referiram as IDF, sem fornecer detalhes sobre as circunstâncias das mortes.
Lusa
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Comissão Parlamentar aprova portagens no Estreito de Ormuz
Uma comissão parlamentar iraniana aprovou um plano para cobrar portagens aos navios que transitam pelo estratégico Estreito de Ormuz, informaram hoje os meios de comunicação estatais.
A televisão estatal iraniana informou, citando um membro da comissão de segurança do parlamento, que o plano inclui "disposições financeiras e sistemas de portagens em rials", a moeda iraniana, bem como a cooperação com Omã, localizado do outro lado do estreito.
O plano inclui ainda "uma proibição de passagem para os americanos e o regime sionista" (Israel), bem como para outros países que impuseram sanções contra o Irão, segundo a mesma fonte.
Lusa
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Bahrein detém 3 suspeitos membros de célula terrorista ligada ao Hezbollah
O Ministério do Interior do Bahrein anunciou hoje que as autoridades detiveram três pessoas acusadas de pertencerem a uma célula terrorista afiliada no grupo xiita pró-iraniano Hezbollah.
Os detidos, com idades entre os 20 e os 30 anos, estavam envolvidos em atividades que "semeariam o medo (...) e colocariam em risco a segurança do país", referiu a Direção-Geral de Investigação Criminal do país do Golfo Pérsico, que não especificou quando ou onde ocorreram as detenções.
Segundo a mesma fonte, os detidos "coordenaram ações com elementos terroristas no estrangeiro para minar a soberania do Estado, instigar o medo e o terror entre cidadãos e residentes e colocar em risco a segurança nacional do Reino".
Lusa
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Confirmadas mortes de três "capacetes azuis" nas últimas 24 horas no Líbano
A Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) anunciou hoje, em comunicado, que três dos seus militares foram mortos nas últimas 24 horas em dois incidentes separados no sul do território libanês.
Hoje, dois militares da força de paz da ONU no Líbano, também conhecidos como "capacetes azuis", morreram devido ao impacto de um projétil no veículo em que se deslocavam, perto de Bahi Hayan, no distrito de Marjayún, no sul do Líbano.
O veículo integrava uma coluna sob comando de militares espanhóis.
Lusa
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Rubio afirma haver "fraturas internas" na liderança da República Islâmica
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou esta segunda-feira que existem fissuras na liderança do Irão, apontando a diferença entre discurso público e privado dos seus interlocutores iranianos, sobre quem se escusou a fornecer pormenores, por segurança.
Em declarações ao canal televisivo ABC News, o chefe da diplomacia norte-americana afirmou que não revelaria a identidade das pessoas com as quais mantém diálogo em Teerão, para acordar o fim da guerra lançada pelos Estados Unidos e por Israel, porque "provavelmente isso lhes causaria problemas com outros grupos dentro do Irão".
"Há lá algumas fraturas internas (na liderança iraniana). E creio que se há pessoas no Irão que agora, dadas todas as circunstâncias, estão dispostas a encaminhar o seu país numa direção diferente, isso será algo positivo", acrescentou.
Trump volta a admitir que EUA podem ocupar ilha de Kharg no Irão se negociações não terminarem rapidamente
O Presidente norte-americano ameaçou esta segunda-feira eliminar a ilha de Kharg, importante local petrolífero iraniano, se o Estreito de Ormuz não for reaberto e as negociações com Teerão, que descreveu como "sérias", não chegarem a uma conclusão "rápida".
"Talvez ocupemos a ilha de Kharg, talvez não. Temos muitas opções", disse Trump ao jornal Financial Times, citado pela Associated Press durante uma entrevista. "Isso também significaria que teríamos de ficar lá [na ilha de Kharg] por um tempo", acrescentou.
Correio da Manhã
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Petróleo Brent sobe mais de 2% para quase 115 dólares
O preço do barril de petróleo Brent, de referência na Europa, estava a meio da manhã a subir mais de 2% face a sexta-feira devido às tensões do conflito no Irão.
Cerca das 11h00 em Lisboa, o preço do barril de Brent do Mar do Norte, para entrega em maio, subia 2,13% para 114,97 dólares, depois de ter atingido o máximo de 116,89 dólares durante a sessão.
O barril de petróleo de referência nos Estados Unidos, West Texas Intermediate (WTI), para entrega também maio, avançava à mesma hora 1,96% para 101,50 dólares.
O gás natural para entrega em abril no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, também se valorizava, 1,80% para 55,23 euros por megawatt-hora (MWh).
Lusa
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Dois mortos em ataque a orfanato em Teerão
Pelo menos duas pessoas morreram num ataque conjunto entre Israel e os EUA a um orfanato a oeste de Teerão, informou esta segunda-feira a agência de notícias iraniana Fars, citada pela CNN Internacional. Outras cinco pessoas ficaram feridas.
Correio da Manhã
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Mais empresas na Alemanha preveem subir preços
Mais empresas na Alemanha preveem aumentar os preços devido ao encarecimento da energia, o que fará com que a inflação aumente nos próximos meses, antecipou esta segunda-feira o instituto de pesquisa económica alemão Ifo.
Segundo o Ifo, mais empresas na Alemanha antecipam uma subida de preços, com o indicador a aumentar de 20,3 pontos em fevereiro para 25,3 pontos em março, o nível mais elevado desde março de 2023.
"A pressão sobre os preços na Alemanha está a subir novamente de forma significativa", disse esta segunda-feira o diretor de pesquisas do Ifo, Klaus Wohlrabe.
"Os elevados preços da energia provavelmente aumentarão a inflação nos próximos meses", acrescentou.
Lusa
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"O que foi discutido foram mensagens que recebemos através de intermediários": Irão nega negociações com os EUA
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baqaei, afirmou que Teerão "não teve nenhuma negociação direta com os EUA até o momento".
“O que foi discutido foram mensagens que recebemos através de intermediários a afirmar que os EUA querem negociar”, disse Baqaei.
Correio da Manhã
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Espanha chama chefe da embaixada de Israel para condenar bloqueio a Santo Sepulcro
O Governo espanhol convocou esta segunda-feira a chefe da embaixada de Israel em Madrid para protestar pela proibição de celebração da missa de Domingo de Ramos, no domingo, no Santo Sepulcro de Jerusalém.
"Esta manhã, convocámos a encarregada de negócios de Israel ao Ministério dos Negócios Estrangeiros para lhe transmitir o nosso protesto, para lhe indicar que não se pode repetir, que o culto católico deve poder celebrar-se com normalidade, como sempre se celebrou historicamente", disse o ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha, José Manuel Albares, numa entrevista à rádio RAC1.
Israel retirou a embaixadora que tinha em Espanha em maio de 2024, quando o Governo espanhol anunciou a intenção de reconhecer o Estado da Palestina.
Lusa
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Espanha fecha espaço aéreo a todos os voos envolvidos em ataques ao Irão
Espanha fechou o espaço aéreo a todos os voos envolvidos nos ataques ao Irão, além de ter recusado a utilização de duas bases militares pelos EUA, disseram o Governo e as forças armadas espanholas.
"Não só não permite o uso das bases de Rota (Càdiz e Morón de la Frontera (Sevilha) por parte de aviões de combate ou reabastecimento em voo que cooperam no ataque, como também não autoriza o uso do seu espaço aéreo às aeronaves norte-americanas destacas em terceiros países, como Reino Unido ou França", noticiou esta segunda-feira o jornal El Pais, que cita fontes militares.
A informação, avançada por este jornal, foi entretanto confirmada por fontes do Governo espanhol citadas por outros meios de comunicação social, como a agência de notícias Europa Press.
Lusa
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Cotação do Brent sobe 2,9% e ultrapassa os 115 dólares por barril
O preço do barril de Brent, que serve de referência para as importações europeias, subiu 2,98% para os 115,93 dólares, na abertura dos mercados asiáticos na segunda-feira, ainda domingo em Portugal.
De acordo com a agência France Presse, o barril WTI (West Texas Intermediate), que é a referência norte-americana, voltou a ultrapassar também a barreira dos 100 dólares, com uma subida de 3,5% para 103,13 dólares.
A guerra no Médio Oriente teve início em 28 de fevereiro, quando os Estados Unidos e Israel realizaram ataques coordenados contra o território iraniano.
Em resposta, o Irão tem lançado mísseis e drones contra Israel e alvos estratégicos nos países vizinhos, além de manter o bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do fornecimento mundial de petróleo.
Lusa
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Japão pondera "medidas decisivas" com iene no nível mais baixo desde 2024
Tóquio informou esta segunda-feira que considera tomar "medidas decisivas" face à desvalorização do iene, que caiu para 160 unidades por dólar, o nível mais baixo em mais de 18 meses, devido à subida dos preços do petróleo.
"Estamos a constatar que a especulação está a aumentar no mercado cambial, para além do mercado de futuros do petróleo. Se esta situação persistir, em breve serão necessárias medidas decisivas", declarou o vice-ministro das Finanças para Assuntos Internacionais do Japão, Atsushi Mimura, citado pelo jornal económico Nikkei.
O principal diplomata japonês em matéria de divisas utilizou, pela primeira vez desde que assumiu o cargo em julho de 2024, o termo "decisivo", uma expressão que os operadores costumam interpretar como um sinal de que as autoridades estão dispostas a intervir.
Lusa
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Cinco mortos em ataque áereo israelita no sul do Líbano
Cinco pessoas morreram este domingo num ataque aéreo israelita à cidade de Shaqra no sul do Líbano. Há ainda registo de dois feridos, segundo a Al Jazeera.
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Há registo de 1200 mortes no Líbano nas últimas quatro semanas
Nas últimas quatro semanas, morreram no Líbano mais de 1200 pessoas, de acordo com as autoridades libanesas, citadas pela Al Jazeera. Entre as vítimas mortais encontram-se 124 crianças. Em comunicado, o ministério de Saúde deste país revelou que 3500 pessoas ficaram feridas.
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Embaixador iraniano no Líbano não vai acatar ordem de expulsão
O embaixador iraniano no Líbano não vai acatar a ordem de expulsão das autoridades libanesas, que lhe deram até este domingo para deixar o país, adiantou fonte diplomática à agência de notícias AFP.
Mohammad Reza Raeuf Sheibani "não deixará o Líbano, de acordo com os desejos do presidente [do parlamento] Nabih Berri e do Hezbollah", precisou a fonte, que pediu para permanecer anónima.
O movimento xiita pró-iraniano Hezbollah apelou a Beirute a rever a sua decisão de expulsar o embaixador, acusado de ingerência no território libanês.
O Líbano revogou a acreditação do embaixador iraniano recentemente nomeado em Beirute e deu-lhe até domingo para sair do país, anunciou no dia 24 o Ministério dos Negócios Estrangeiros libanês.
Esta medida surge depois de Beirute ter acusado a Guarda Revolucionária do Irão de dirigir operações do grupo xiita Hezbollah contra Israel a partir do Líbano e de ter anunciado a proibição das suas atividades em território libanês.
O ministério afirmou que convocou o encarregado de negócios iraniano e informou-o da decisão das autoridades de "considerar o embaixador Mohammad Reza Raeuf Sheibani, nomeado para o cargo em fevereiro, como 'persona non grata'".
A declaração, que indica que uma pessoa não é bem-vinda num país, obriga à sua retirada da missão diplomática, resultando na perda de imunidades e privilégio.
Lusa
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Ataque aéreo dos EUA e de Israel atinge universidade de Isfahan e provoca quatro feridos
A Universidade de Tecnologia de Isfahan foi este domingo atingida, pela segunda vez, por um ataque aéreo conjunto dos Estados Unidos e de Israel, com o registo de quatro feridos.
"A Universidade de Tecnologia de Isfahan foi alvo, pela segunda vez, de um brutal ataque aéreo", anunciou, em comunicado, a instituição.
O ataque atingiu um dos institutos de investigação da universidade e danificou outros edifícios.
Quatro funcionários da universidade registaram ferimentos ligeiros.
A ofensiva no Irão coordenada entre os Estados Unidos e Israel completou, no sábado, um mês.
A guerra resultou em ataques iranianos contra alvos militares e estratégicos em diversos países aliados de Washington no Médio Oriente.
Washington e Teerão iniciaram conversações indiretas com mediação do Paquistão.
Lusa
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Netanyahu anuncia alargamento de invasão israelita ao sul do Líbano
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou este domingo o alargamento da invasão de Israel no sul do Líbano, avança a Al Jazeera.
"Acabei de dar instruções para expandir ainda mais a atual zona tampão de segurança. Estamos determinados a mudar radicalmente a situação no norte", declarou o israelita.
Correio da Manhã
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Marinha iraniana estendeu o controlo até à porta de entrada do Estreito de Ormuz
A Marinha iraniana anunciou este domingo que estendeu o controlo sobre o Estreito de Ormuz até ao Golfo de Omã e avisou os Estados Unidos de que disparará contra o porta-aviões Abraham Lincoln assim que este estiver ao seu alcance.
O navio, parte da operação americana contra o Irão, está atualmente posicionado no Mar Arábico, a centenas de quilómetros do Golfo de Omã e do Estreito de Ormuz.
O Estreito de Ormuz localiza-se entre o Irão e Omã e liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico.
O comandante da Marinha iraniana, contra-almirante Shahram Irani, avisou que possui baterias de mísseis costeiros prontas a serem ativadas assim que o porta-aviões norte-americano estiver ao seu alcance.
"A leste do Estreito de Ormuz, o Golfo de Omã, considerado a porta de entrada para o Estreito de Ormuz e o Golfo Pérsico, está sob o controlo total da Marinha da República Islâmica do Irão", declarou o contra-almirante.
Por isso, quando a Marinha avistar o navio, o contra-almirante afirmou que os militares iranianos "vingarão o sangue dos mártires disparando vários tipos de mísseis da costa para o mar", acrescentando que os militares iranianos estão a "monitorizar com precisão, em tempo real", todos os movimentos do grupo de ataque liderado pelo porta-aviões.
Lusa
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Bahrein proíbe navegação noturna
O Bahrein proibiu a navegação noturna "até novas ordens" face à "flagrante agressão iraniana", nomeadamente os ataques aéreos que têm atingido o arquipélago, anunciou este domingo o Governo.
Em comunicado, o Ministério do Interior precisou que a navegação está proibida entre as 18h00 e as 04h00 a partir deste domingo e até "novas ordens".
A ofensiva no Irão coordenada entre os Estados Unidos e Israel completou, no sábado, um mês.
A guerra resultou em ataques iranianos contra alvos militares e estratégicos em diversos países aliados de Washington no Médio Oriente.
Washington e Teerão iniciaram conversações indiretas com mediação do Paquistão.
Lusa
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Liga Árabe apela para "ação conjunta" face a ataques de Teerão no Golfo e à guerra
A Liga Árabe apelou êste domingo para uma "ação árabe conjunta" dos seus 22 Estados-membros face aos "atrozes" ataques do Irão contra infraestruturas dos países do Golfo e à guerra conduzida pelos EUA e Israel contra a nação persa.
"Estamos a viver um momento excecional na história da região e na história da ação árabe conjunta, um momento que exige uma voz unificada e coletiva, e mensagens claras que não admitam interpretações erradas nem ambiguidades", declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros do Bahrein, Abdelatif bin Rashid, vincando a divisão política historicamente existente entre os diferentes Estados Membros.
O chefe da diplomacia do Bahrein, que preside à 165.ª sessão ordinária do Conselho da Liga Árabe a nível ministerial, fez estas declarações no início da cimeira, reiterando a necessidade de unidade face aos "ataques iranianos" contra a "soberania" dos países do Golfo Pérsico.
Lusa
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Hezbollah afirma ter realizado ataques contra tanques israelitas no Líbano
O Hezbollah confirmou, este domingo, em comunicado, que os seus militares atingiram um tanque Merkava israelita perto da cidade de Beit Lif, no sul do Líbano, com um foguete. O grupo alega ter acertado em cheio.
Num outro comunicado afirmaram ainda ter lançado uma série de foguetes contra um complexo industrial militar perto de Acre, no norte de Israel, avança o Aljazeera.
Correio da Manhã
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Presidente do parlamento iraniano afirma que EUA "planeiam secretamente um ataque terrestre"
O presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que as forças iranianas estão preparadas para a chegada das tropas americanas.
Em declarações divulgadas pela agência de notícias IRNA, Ghalibaf repreendeu Trump por expressar disposição para negociar com o Irão, enquanto "secretamente planeia um ataque terrestre".
“O inimigo está a enviar abertamente uma mensagem de negociação e a planear secretamente um ataque terrestre”, disse. “Os nossos homens estão à espera da chegada dos soldados americanos em terra para incendiá-los.”
Este domingo os meios de comunicação americanos noticiaram que o Pentágono se estava a preparar para semanas de operações terrestres no Irão. A notícia surgiu no mesmo dia em que os militares americanos anunciaram a chegada de 3.500 soldados da 31ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais ao Oriente Médio.
Correio da Manhã
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Síria diz ter repelido ataque com drones do Iraque contra base norte-americana
O vice-ministro da Defesa sírio anunciou que as forças do seu país repeliram este domingo um ataque com drones proveniente do Iraque, que tinha como alvo uma base norte-americana no nordeste da Síria.
A base norte-americana de Qasrak, na província de Hassaké, "foi atacada por quatro drones lançados a partir do território iraquiano", declarou o responsável sírio, Sipan Hamo, na rede social X, acrescentando que "os drones foram abatidos sem causar vítimas".
"Consideramos o Iraque responsável e apelamos a que impeça a repetição de ataques que ameaçam a nossa estabilidade", acrescentou o vice-ministro.
Lusa
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Restaurantes libaneses em Lisboa apoiam afetados pela guerra no Líbano
"Caram", em árabe, significa "generosidade", e em Portugal é o nome de uma associação de libaneses, que juntou oito restaurantes para apoiar a ajuda humanitária no Líbano, que contabiliza mais de um milhão de deslocados.
Até 17 de abril, oito restaurantes libaneses em Lisboa vão doar parte dos lucros para apoiar os esforços humanitários no Líbano, na iniciativa "Jante e Doe para o Líbano". Participam os restaurantes Mesa, Bal, Touta, Sumaya, Falafoliva, The Happy Salad, Maída e Taza.
A iniciativa pretende "reunir a comunidade libanesa em Portugal e promover os restaurantes libaneses em Lisboa", ao mesmo tempo que os restaurantes direcionam parte dos lucros para a associação Caram Portugal, que os remete depois para organizações parceiras no terreno.
Lusa
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Israel afirma ter atacado centros de comando móveis e fábricas de armas em Teerão
Israel concluiu uma nova onda de ataques contra "centros de comando móveis" do Governo iraniano e fábricas de produção de armas em Teerão durante a noite passada, segundo informou este domingo o exército israelita.
Por seu lado, o Irão designou como alvos militares as universidades israelitas e norte-americanas no Médio Oriente, em resposta aos ataques de Washington e Telavive contra as suas instituições de ensino, e os rebeldes Huthis do Iémen lançaram, pelo segundo dia consecutivo, mísseis contra o sul do território israelita.
Em comunicado, o exército israelita afirma que, nos últimos dias, "o regime iraniano tinha começado a transferir os seus centros de comando para unidades móveis, depois de a maioria deles ter sido atacada pelas Forças de Defesa de Israel (FDI) durante o último mês".
Lusa
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Um soldado israelita morto e três feridos em ataque do Hezbollah no Líbano
Um soldado das Forças de Defesa de Israel foi morto num ataque com foguete do Hezbollah contra tropas no sul do Líbano durante a madrugada de sexta para sábado, anunciou o Exército.
O soldado morto foi identificado como o sargento Moshe Yitzhak Katz, de 22 anos, do 890º Batalhão da Brigada de Paraquedistas, de New Haven, Connecticut, nos EUA, avança o The Times of Israel.
O ataque com foguete feriu outros três soldados, que foram transportados para o hospital, acrescentou o Exército.
O incidente é distinto de outro ataque com foguetes contra tropas no Líbano no sábado, durante o qual cerca de 20 soldados ficaram feridos, incluindo sete com ferimentos moderados. Entre os feridos nesse ataque estava um tenente-coronel da unidade de elite de engenharia de combate Yahalom.
Correio da Manhã
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Kuwait e os EAU alvo de mísseis e drones iranianos
O Kuwait e os Emirados Árabes Unidos (EAU) voltaram a ser este domingo alvo de mísseis e drones iranianos, de acordo com as autoridades dos dois países.
"Os sistemas de defesa aérea dos Emirados Árabes Unidos estão a intervir ativamente contra as ameaças relacionadas com mísseis e drones", escreveu o Ministério da Defesa do país na rede social X.
Também o exército do Kuwait deu conta de ataques com "mísseis e drones hostis".
Lusa
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"É uma espécie de certidão de óbito": Enviado do CM sobre jornalistas mortos no Líbano estarem devidamente identificados
VÍDEO: CMTV
Irão chega a acordo com o Paquistão e deixa passar 20 navios pelo Estreito de Ormuz
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Paquistão afirmou que o Irão autorizou este sábado a passagem de 20 navios pelo Estreito de Ormuz, medida descrita como "um presságio para a paz".
O Irão já autorizou a passagem de várias embarcações do Paquistão, país que tem vindo a auxiliar as negociações com os EUA.
Correio da Manhã
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Dois polícias iraquianos mortos em ataque dos EUA e de Israel
Dois polícias morreram na sequência de um ataque dos EUA e de Israel a um posto policial iraquiano em Mosul, avançou este sábado o ministério do Interior do Iraque, citado pela Al Jazeera.
Correio da Manhã
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Israel anuncia ataque à sede do complexo de armas navais iraniano
O exército israelita anunciou este sábado que tinha atacado a sede do complexo de armas navais iraniano, bem como outras instalações de fabrico de sistemas de defesa aérea.
"Na noite passada, cerca de 50 aviões de guerra israelitas realizaram ataques em grande escala contra as infraestruturas do regime terrorista iraniano em Teerão".
A sede do complexo de armas navais e "instalações utilizadas para a produção de diversas armas e sistemas de defesa aérea" estão entre aqueles locais do ataque, informou o exército israelita.
Lusa
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Ataque israelita mata três jornalistas libaneses
Um ataque israelita matou três jornalistas libaneses, entre os quais uma correspondente da Al-Mayadeen, afiliado do Hezbollah, e um da Al-Manar, pró-Irão, anunciou fonte militar.
A morte dos jornalistas já foi confirmada pelas respetivas empresas.
"A jornalista da Al-Mayadeen, Fatima Ftouni, e o correspondente da Al-Manar, Ali Shouaib, foram mortos num ataque aéreo israelita contra o carro em que seguiam, na região de Jezzine", disse fonte militar, citada pela Agência France Presse (AFP).
Lusa
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Presidente iraniano acolhe favoravelmente mediação paquistanesa para pôr fim à guerra
O Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, elogiou este sábado os esforços de mediação do Paquistão para pôr fim à guerra com os Estados Unidos e Israel.
Durante uma conversa telefónica com o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, o Presidente "agradeceu ao Paquistão pelos esforços de mediação para pôr fim à agressão contra a República Islâmica", segundo um comunicado da presidência iraniana.
Esta troca de mensagens ocorre no momento em que os ministros dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita, do Egito e da Turquia se devem reunir em Islamabade para discussões sobre a guerra no Médio Oriente.
Lusa
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Pelo menos 10 mortos em ataques israelitas no sul do Líbano
Pelo menos, 10 pessoas morreram, nas últimas horas, vítimas de ataques israelitas no Sul do Líbano, onde decorre uma operação militar com o objetivo de alcançar uma invasão completa.
Entre estes, cinco profissionais de saúde morreram na sequência de um ataque a uma ambulância em Zoutar Sharqi, Nabatiyeh, segundo a agência de notícias oficial NNA.
Na cidade de Al Haniya, um bombardeamento matou cinco agricultores e feriu outras oito pessoas.
Lusa
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Ucrânia e Emirados Árabes Unidos vão cooperar na área da defesa
A Ucrânia e os Emirados Árabes Unidos concordaram em cooperar na área da defesa, num contexto de ataques de drones iranianos em várias regiões do Médio Oriente, anunciou este sábado o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.
A visita surpresa de Zelensky aos Emirados ocorre um dia depois do anúncio de um acordo de defesa entre a Ucrânia e a Arábia Saudita, assinado numa altura em que os países do Golfo enfrentam ataques com drones e mísseis iranianos lançados por Teerão em retaliação às ofensivas conjunto dos Estados Unidos e Israel contra o Irão, que se prolongam desde 28 de fevereiro.
Kiev procura aproveitar a sua experiência na destruição de drones russos para ajudar os países do Golfo e enviou especialistas em defesa anti-drones para a região, nomeadamente para os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita.
Lusa
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Barril de petróleo Brent sobe 55% após primeiro mês de guerra
O preço do barril de petróleo Brent disparou mais de 55% desde o ataque dos Estados Unidos e de Israel ao Irão, há um mês, que abalou a aparente calma dos mercados financeiros.
Com as últimas semanas marcadas pela incerteza, confirmando-se o cenário mais temido pelos mercados de um conflito prolongado no tempo, o resultado foi a subida dos preços do petróleo e do gás, face aos danos nas infraestruturas energéticas e ao risco de uma menor oferta a nível global.
O barril de Brent, o petróleo de referência europeu, disparou 55,31% desde o início do conflito, chegando a rondar os 120 dólares. O petróleo de referência nos Estados Unidos, o West Texas Intermediate (WTI), subiu 48,67% e toca os 100 dólares, o seu máximo desde meados de 2022.
Lusa
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EUA e Iraque anunciam "reforço da cooperação" contra ataques de grupos pró-iranianos
Os Estados Unidos e o Iraque anunciaram na noite de sexta-feira que vão "reforçar a cooperação" em matéria de segurança com a criação de um "alto comité conjunto" para "impedir ataques" por parte de grupos iraquianos pró-iranianos.
Segundo comunicados divulgados pela embaixada dos Estados Unidos em Bagdade e por uma célula mediática das forças iraquianas, o reforço da cooperação surge no quadro da "parceria estratégica" que une os dois países.
A criação deste comité "de coordenação" permitirá "reforçar a cooperação para impedir ataques" contra "as forças de segurança iraquianas, instalações estratégicas do Iraque, bem como contra o pessoal norte-americano, as missões diplomáticas e a coligação internacional" anti-jihadista, acrescenta-se nos comunicados.
Lusa
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Houthis confirmam ataque contra Israel. É o primeiro lançado pelo grupo desde o início da guerra
Os houthis, um grupo armado da minoria muçulmana xiita do Iémen, confirmaram, este sábado, ter sido os responsáveis por um ataque contra Israel, o primeiro em um mês de guerra.
O grupo afirmou ter lançado uma série de mísseis balísticos contra instalações militares israelitas localizadas no sul da Cisjordânia ocupada. Anteriormente, o exército israelita informou ter detectado um míssil lançado do Iémen.
Em comunicado, o grupo aliado do Irão afirmou que o ataque ocorreu em resposta aos ataques contra infraestruturas e ao assassinato de civis no Líbano, Irão, Iraque e Palestina.
O grupo também afirmou que a sua operação “continuará até que os objetivos declarados sejam alcançados… e até que a agressão contra todas as frentes de resistência cesse”.
Correio da Manhã
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Israel lança novos ataques e imprensa iraniana noticia pelo menos cinco mortos
O Exército israelita lançou este sábado um novo ataque contra o Irão, e meios de comunicação social iranianos noticiaram pelo menos cinco mortos, um mês após o início da guerra lançada por Washington e Telavive contra Teerão.
As Forças de Defesa de Israel (FDI) anunciaram, numa mensagem, estar a atacar "alvos do regime terrorista" na capital da República Islâmica.
Anteriormente, a agência iraniana Fars noticiou ataques contra vários pontos da cidade, além de um ataque contra um edifício residencial na localidade de Zanjan, noroeste do país, onde morreram pelo menos cinco pessoas e sete ficaram feridas.
Lusa
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Incêndios causam cinco feridos nos Emirados Árabes Unidos após ataques iranianos
Incêndios numa zona industrial dos Emirados Árabes Unidos (EAU) causaram este sábado cinco feridos, na sequência de ataques com mísseis e drones iranianos, de acordo com as autoridades.
"A defesa aérea e os caças dos Emirados Árabes Unidos estão a responder aos mísseis e aos drones lançados a partir do Irão", escreveu o Ministério da Defesa dos EAU na rede social X.
O Governo de Abu Dhabi informou, num comunicado, que ocorreram dois incêndios na zona industrial de Khalifa, na costa do emirado, causados por detritos resultantes da "interceção bem-sucedida" de um míssil balístico.
Lusa
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Israel afirma ter detetado lançamento de míssil a partir do Iémen
O Exército de Israel afirmou este sábado ter detetado o lançamento de um míssil proveniente do Iémen, o primeiro ataque lançado a partir deste país num mês da guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão.
As forças israelitas "identificaram o lançamento de um míssil do Iémen em direção ao território israelita; os sistemas de defesa antiaérea estão em ação para intercetar esta ameaça", indicou o exército na plataforma de mensagens Telegram.
Os Huthis são aliados de Teerão no âmbito do que o Irão chama de "eixo da resistência", ao lado do Hezbollah libanês, do Hamas palestiniano e de grupos armados iraquianos pró-Irão.
Lusa
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Estados Unidos e Israel atacaram pela terceira vez a central nuclear de Bushehr
Os Estados Unidos e Israel atacaram pela terceira vez a central nuclear de Bushehr, no Irão, noticiou na sexta-feira a agência de notícias espanhola EFE.
As investigações preliminares indicam que o projétil não causou vítimas, segundo a agência de notícias iraniana Fars.
Na rede social X, a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) disse que foi informada pelo Irão sobre o novo ataque na área da central nuclear de Bushehr.
Lusa
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Presidente dos EUA pede ao Irão que abra "Estreio de Trump"
O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou esta sexta-feira a chamar ao Estreito de Ormuz "Estreito de Trump". Num discurso em Miami, o republicano afirmou que os iranianos têm que abrir o canal e que estão em curso negociações.
Correio da Manhã
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Huthis ameaçam entrar na guerra se ataques a Teerão prosseguirem
Os rebeldes Huthis do Iémen ameaçaram esta sexta-feira entrar na guerra no Médio Oriente se os ataques contra o Irão prosseguirem ou se outros países se juntarem à ofensiva americano-israelita.
"Estamos prontos para uma intervenção militar direta em caso de uma nova aliança com os Estados Unidos e Israel contra o Irão (...), de operações hostis contra o Irão ou qualquer país muçulmano a partir do Mar Vermelho (...), e em caso de continuação da escalada contra a República Islâmica" do Irão, declarou o porta-voz militar dos Huthis, Yahya Saree, num vídeo divulgado na rede social X.
Apoiados financeira e militarmente por Teerão, os Huthis, que controlam vastos territórios no Iémen, não se envolveram até agora no novo conflito no Médio Oriente, apesar da sua posição estratégica, ao contrário do que fizeram a partir de outubro de 2023, no seguimento da guerra entre Israel e o grupo islamita palestiniano Hamas na Faixa de Gaza.
Lusa
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Pelo menos 12 militares dos EUA feridos em ataque a base na Arábia Saudita
Um ataque iraniano contra uma base na Arábia Saudita feriu pelo menos 12 soldados dos Estados Unidos, dois dos quais gravemente, informaram meios de comunicação social norte-americanos.
O ataque contra a base aérea Prince Sultan em Al-Kharj, a sudeste de Riade, foi levado a cabo na sexta-feira com pelo menos um míssil e vários drones, noticiaram os jornais New York Times e Wall Street Journal, que citam responsáveis que não foram identificados.
Num balanço anterior, fontes oficiais norte-americanas e árabes tinham dito ao Wall Street Journal que o ataque fez 10 feridos.
Lusa
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Irão diz que irá "facilitar e acelerar" a ajuda humanitária através do Estreito de Ormuz
O Irão concordou em "facilitar e acelerar" a ajuda humanitária através do Estreito de Ormuz, disse esta sexta-feira o embaixador iraniano nas Nações Unidas em Genebra, num momento em que o país enfrenta ataques às suas instalações nucleares.
Ali Bahreini afirmou que Teerão aceitou um pedido da ONU para permitir que a ajuda humanitária e os carregamentos agrícolas passem por aquele canal vital, por onde circula habitualmente um quinto das remessas de petróleo do mundo e quase um terço do comércio mundial de fertilizantes.
O plano de ajuda seria a primeira conquista naquele ponto de estrangulamento do transporte marítimo após um mês de guerra.
Lusa
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Chefe da diplomacia dos EUA prevê fim da guerra no Irão em duas semanas sem tropas no terreno
O secretário de Estado norte-americano disse esta sexta-feira que espera o fim do conflito com Irão "nas próximas duas semanas" e que acredita no cumprimento dos objetivos de guerra sem operações terrestres na República Islâmica.
"Quando terminarmos com eles, nas próximas duas semanas, estarão mais fracos do que estiveram na história recente", disse Marco Rubio aos jornalistas após uma reunião do G7 perto de Paris.
O secretário de Estado indicou que Teerão enviou mensagens sobre a oferta de negociações para terminar o conflito iniciado há quase um mês pelos Estados Unidos e Israel, mas não respondeu ainda à proposta de um plano de paz.
Lusa
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Organização de Energia Atómica Iraniana denuncia ataque a central de processamento de urânio
A Organização de Energia Atómica Iraniana denunciou esta sexta-feira ataques aéreos dos Estados Unidos e de Israel a uma central de processamento de urânio no centro do Irão.
A central de Ardakan, localizada na província de Yazd, "foi alvo de um ataque realizado há poucos minutos pelo inimigo norte-americano-sionista", escreveu a organização na plataforma digital Telegram.
De acordo com a organização da República Islâmica, o ataque "não causou qualquer libertação de materiais radioativos".
Lusa
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Guarda Revolucionária pede que civis abandonem áreas próximas das forças dos EUA
A Guarda Revolucionária do Irão pediu esta sexta-feira aos civis que se mantenham afastados das zonas que albergam forças norte-americanas no Médio Oriente, quase um mês depois do início da guerra.
As forças norte-americanas e israelitas "estão a tentar usar locais civis e pessoas inocentes como escudos humanos", declararam os membros da Guarda no seu site Sepah News, depois de o Irão ter ameaçado atacar hotéis no Golfo.
"Recomendamos que abandonem urgentemente as zonas onde estão estacionadas tropas norte-americanas para que nenhum mal vos aconteça", acrescentaram.
Lusa
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ONU pede responsabilidades aos EUA pelo ataque contra uma escola no Irão
O Alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos condenou esta sexta-feira veementemente o bombardeamento norte-americano contra uma escola iraniana no dia 28 de fevereiro pedindo responsabilidades.
O ataque que atingiu a escola iraniana fez 165 mortos e ocorreu no primeiro dia da campanha militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão.
"O bombardeamento contra a Escola Primária Shajareh Tayyebeh em Minab causou um profundo horror", disse Volker Turk perante o Conselho de Direitos Humanos da ONU.
Lusa
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Irão irá atacar hotéis no Médio Oriente onde estejam soldados norte-americanos
O Irão avisou, esta sexta-feira, que vai começar a atacar hotéis no Médio Oriente onde estejam hospedados soldados americanos.
"Quando todas as forças americanas entram em um hotel, então, da nossa perspetiva, esse hotel se torna americano", disse o porta-voz das forças armadas, Abolfazl Shekarchi, à televisão estatal iraniana, na quinta-feira. "Deveríamos simplesmente ficar de braços cruzados e deixar os americanos nos atacarem? Quando respondermos, naturalmente, teremos que atacar onde quer que eles estejam", cita o The Times of Israel.
O conflito com o Irão começou com uma ofensiva conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão a 28 de fevereiro, com o objetivo de acabar com o regime iraniano e com o alegado projeto nuclear do país. O líder supremo do Irão foi morto nesses mesmos ataques, tendo já sido substituído pelo filho, que entretanto também já foi ferido nos ataques.
Margarida Ponte Silva
JornalistaSeguir Autor:
Principal porto do Kuwait atingido por ataque de drones
O principal porto comercial do Kuwait foi hoje alvo de um ataque com drones inimigos, anunciaram as autoridades portuárias locais, esclarecendo que a infraestrutura de Shuwaikh teve somente danos materiais, sem quaisquer vítimas, em comunicado na rede social X.
EUA e Israel lançaram em 28 de fevereiro uma ofensiva militar contra o Irão, justificada pela inflexibilidade da República Islâmica nas negociações sobre enriquecimento de urânio, no âmbito do seu programa nuclear, o qual Teerão garante destinar-se apenas a fins civis.
Em retaliação, o Irão encerrou o estreito de Ormuz e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.
Lusa
Seguir Autor:
Israel lança novos ataques contra Teerão
O exército de Israel anunciou esta sexta-feira novos ataques contra Teerão, capital do Irão, quando se aproxima o primeiro mês de guerra entre os dois países.
As Forças de Defesa de Israel (FDI, na sigla em inglês) publicaram uma breve mensagem na plataforma Telegram, na qual afirmaram ter "concluído uma ampla onda de ataques contra a infraestrutura do regime terrorista do Irão em Teerão".
Meios de comunicação como a televisão catari Al Jazeera e a agência de notícias iraniana Tasnim relataram explosões na capital iraniana.
Teerão lança novos ataques contra Israel e alvos norte-americanos no Golfo Pérsico
O Irão anunciou esta sexta-feira uma nova vaga de ataques contra Israel e alvos norte-americanos em países do Golfo Pérsico, tendo explosões sido ouvidas também no sul de Beirute, com a comunicação social a noticiar ataques israelitas.
A Guarda Revolucionária iraniana publicou um comunicado, divulgado pela agência Fars, no qual detalhou os alvos da 83.ª vaga de bombardeamentos, desta vez dirigida contra a localidade israelita de Modiin e os depósitos de petróleo de Ashdod, uma das maiores refinarias de Israel, bem como as bases militares de Al Dafra (Emirados Árabes Unidos), Al Adairi e Ali Al Salem (Kuwait) e Sheikh Isa (Bahrein).
As Forças de Defesa de Israel (FDI) identificaram, por sua vez, pelo menos duas salvas de mísseis sobre o país, que não causaram feridos nem vítimas, de acordo com serviços de emergência israelitas.
Lusa
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Mais de 100 projéteis disparados por Hezbollah contra Israel
As Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmaram esta quinta-feira que a milícia xiita pró-iraniana Hezbollah lançou nas últimas horas mais de 100 projéteis contra o país.
Segundo a imprensa local, num dos ataques um 'rocket' atingiu vários carros estacionados na localidade costeira de Nahariya, no norte do país, matando um homem.
Trata-se da segunda vítima mortal de um projétil do Hezbollah desde que este grupo atacou Israel a 02 de março, em resposta à ofensiva israelo-norte-americana no Irão, iniciada a 28 de fevereiro.
Lusa
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Líder da oposição israelita avisa para risco de "catástrofe de segurança"
O líder da oposição israelita, Yair Lapid, acusou esta quinta-feira o Governo chefiado por Benjamin Netanyahu de conduzir o país para uma "catástrofe de segurança" devido à escassez de tropas para várias frentes militares "sem estratégia".
Num pronunciamento televisivo, Lapid acusou o executivo de enviar o exército para "combater em múltiplas frentes sem estratégia, sem os recursos necessários e com um número muito reduzido de soldados", em plena ofensiva lançada em 28 de fevereiro com os Estados Unidos contra o Irão e também contra movimento xiita pró-iraniano Hezbollah no vizinho Líbano.
"Os nossos pilotos, os nossos combatentes estão a escrever capítulos gloriosos na história do Estado de Israel... Mas as Forças de Defesa de Israel estão a ser levadas ao limite", alertou o político israelita, criticando o Governo de deixar "o exército ferido, abandonado no campo de batalha".
Lusa
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Governo do Líbano apresenta queixa ao Conselho de Segurança da ONU após ataques israelitas
O Governo do Líbano anunciou que vai apresentar uma queixa ao Conselho de Segurança da ONU perante as "ações de declarações de Israel", que considera "extremamente perigosas" e que ameaçam a "soberania, integridade do território e direitos do povo Líbano".
"Solicito que o Ministro dos Negócios Estrangeiros apresente imediatamente uma queixa ao Conselho de Segurança a este respeito", afirmou o primeiro-ministro do Líbano citado pela Al Jazeera.
Correio da Manhã
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Defesa dos EUA tem quatro opções militares para o "golpe final" na guerra
O Pentágono está a preparar diferentes opções de intervenção militar para executar um "golpe final" na guerra contra o Irão que, além de uma intensa campanha de bombardeamentos, incluirá a participação de forças terrestres, noticiou o 'site' Axios.
Segundo o jornal digital norte-americano, que cita declarações de quatro fontes oficiais, o Departamento da Defesa dos Estados Unidos (Pentágono) está a ponderar quatro operações militares distintas entre as quais o Presidente norte-americano, Donald Trump, poderá escolher.
As opções passam por invadir ou bloquear a ilha de Kharg, o principal centro de exportação de petróleo do Irão, invadir Larak, uma ilha que ajuda o Irão a controlar o Estreito de Ormuz, e tomar a ilha de Abu Musa e duas ilhas mais pequenas, também estratégicas pela sua localização perto da entrada ocidental do estreito.
"A NATO não fez rigorosamente nada para ajudar" queixa-se Trump
Donald Trump voltou a atacar publicamente a falta de apoio da NATO aos EUA na sua campanha militar no Médio Oriente.
Numa publicação de tom aceso na sua rede social, a Truth Social, o presidente norte-americano disse que a aliança atlântica "não fez rigorosamente nada para ajudar com a nação lunática, agora militarmente dizimada do Irão".
O líder norte-americano diz ainda que os EUA "não precisam de nada da NATO" e insta os seus apoiantes a "não se esquecerem" deste momento.
Dois mortos em Abu Dhabi após interceção de um míssil
Duas pessoas morreram esta quinta-feira em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, vítimas de um míssil que foi intercetado no espaço aéreo do país.
A informação foi confirmada pelo gabinete de imprensa do emirado. As vítimas terão morrido após serem atingidas com destroços do míssil.
Há ainda a registar três feridos.
Trump afirma que liderança em Teerão nega negociações por medo
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a liderança do Irão está a negociar um acordo de cessar-fogo, mas que o nega publicamente por receio de "ser assassinada pelos seus".
"Eles (líderes iranianos) estão a negociar, querem mesmo chegar a um acordo. Mas têm medo de o dizer, porque acham que, caso contrário, serão mortos pelos seus", declarou Donald Trump na quarta-feira perante deputados republicanos do Congresso durante o jantar anual do Comité Nacional Republicano, em Washington.
Desde início dos ataques israelo-norte-americanos contra o Irão, a 28 de fevereiro, foram eliminados alguns dos principais dirigentes da República Islâmica, incluindo o Líder Supremo 'Ayatollah' Ali Khamenei, sendo declarado como sucessor deste o filho Mojtaba Khamenei, que não é visto em público há várias semanas, alimentando rumores sobre o seu estado de saúde.
Lusa
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Exército americano terá destruído "dois terços" das capacidades de produção de mísseis iranianos
Os Estados Unidos já danificaram ou destruíram "dois terços" das capacidades iranianas de fabrico de drones e mísseis, bem como os estaleiros navais, indicou esta quarta-feira um alto responsável americano.
"Até à data, danificámos ou destruímos mais de dois terços das instalações de produção de drones e mísseis, bem como dos estaleiros navais iranianos, e ainda não terminámos", afirmou o almirante Brad Cooper, que lidera o comando militar americano para o Médio Oriente (Centcom), numa mensagem na rede social X.
Brad Cooper sublinhou, por outro lado, que os Estados Unidos destruíram "92% da frota iraniana", tendo Teerão "perdido a capacidade de projetar de forma significativa o seu poder naval e a sua influência na região e em todo o mundo".
Lusa
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Dois mortos e oito feridos em ataque israelita no sul do Líbano
Um ataque israelita contra a cidade de Harouf, no sul do Líbano, provocou matou duas pessoas e deixou outras oito feridas.
Correio da Manhã
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Teerão afasta negociações com EUA e vai "continuar a resistir"
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano declarou esta quarta-feira que abrir negociações de paz com os Estados Unidos nesta fase seria reconhecer uma derrota e avisou que a República Islâmica prefere "continuar a resistir".
Na primeira reação oficial de Teerão à oferta de conversações por parte de Washington, Abbas Araqchi disse, na televisão estatal, que a República Islâmica "não planeia nenhuma negociação" sobre o conflito desencadeado por Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro.
"Falar em negociações agora seria o mesmo que admitir a derrota", afirmou o chefe da diplomacia de Teerão, acrescentando que o Irão pretende "terminar a guerra nos próprios termos" e criar condições "para que nunca mais se repita".
Lusa
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Irão considera que Israel 'empurrou' os EUA para a guerra
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, afirmou, esta quarta-feira, que Israel 'empurrou' os EUA para a guerra contra Teerão.
"A prioridade dos EUA é a segurança de Israel, e as bases americanas na região foram estabelecidas para proteger Telavive; Washington está disposta a sacrificar tudo pela segurança de Israel", afirmou o ministro, citado pela Al Jazeera.
Correio da Manhã
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"A intensificação dos combates tem sido muito grande": Enviado do CM testemunha tensão entre Israel e o Hezbollah
VÍDEO: CMTV
EUA "desencadearão o inferno" se Teerão cometer "um erro de cálculo"
A Casa Branca avisou esta quarta-feira que poderá "desencadear o inferno" caso o Irão cometa um "erro de cálculo" no conflito com os Estados Unidos (EUA) e Israel, garantindo que Washington está preparado para intensificar a resposta militar.
Em conferência de imprensa, a porta-voz da presidência norte-americana, Karoline Leavitt, afirmou que, se Teerão "se recusar a aceitar a realidade atual" e não reconhecer a sua derrota militar, o Presidente Donald Trump "irá assegurar que será atingido com mais força do que nunca".
"O Presidente Trump não está a fazer 'bluff' e está preparado para desencadear o inferno. O Irão não deve cometer outro erro de cálculo", acrescentou Leavitt.
Lusa
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Embaixador iraniano no Paquistão nega contactos diplomáticos com EUA
O embaixador do Irão no Paquistão reiterou à France Presse que não ocorreram negociações entre Washington e Teerão desmentindo notícias sobre contactos para uma solução para a guerra iniciada pelos Estados Unidos e Israel.
Anteriormente, duas fontes oficiais paquistanesas não identificadas disseram à Associated Presse (AP) que o Irão recebeu uma proposta de 15 pontos dos Estados Unidos para alcançar um cessar-fogo.
Segundo a AP, os responsáveis paquistaneses descreveram hoje a proposta de forma geral indicando o desanuviamento das sanções, a cooperação nuclear civil, a redução do programa nuclear, a monitorização pela Agência Internacional de Energia Atómica, os limites para mísseis e o acesso dos navios ao Estreito de Ormuz.
Israel diz ter atacado instalações de produção de mísseis navais em Teerão
O exército de Israel afirmou ter bombardeado duas instalações de produção de mísseis de cruzeiro navais de longo alcance na capital do Irão.
Num comunicado, o exército indicou que os ataques contra as infraestruturas dependentes do Ministério da Defesa iraniano ocorreram "nos últimos dias" e garante que os mísseis fabricados em Teerão se destinavam a plataformas navais e eram de longo alcance, "capazes de destruir rapidamente alvos em terra e no mar".
"Estes ataques foram significativos, causando danos extensos ao sistema de mísseis de cruzeiro e representam mais um passo no fortalecimento da infraestrutura de produção militar do regime", refere o comunicado.
Nova ronda de mísseis de Teerão contra Israel, Kuwait, Bahrein e Jordânia
Os Guardas da Revolução iranianos anunciaram ter disparado mísseis em direção a Israel, Kuwait, Bahrein e Jordânia, noticiou a televisão estatal Irib.
De acordo com a mesma fonte, foram visadas várias posições no norte e centro de Israel, incluindo Telavive, bem como duas bases militares utilizadas pelos Estados Unidos no Kuwait, uma no Bahrein e outra na Jordânia.
O ataque foi realizado com "mísseis de precisão de combustível líquido e sólido, além de drones de ataque", ainda de acordo com a mesma fonte.
Pelo menos nove mortos em ataques israelitas no sul do Líbano
Pelo menos nove pessoas foram mortas em três ataques israelitas contra localidades do sul do Líbano, informou a agência de notícias oficial libanesa.
Israel considera esta região um bastião do movimento pró-Irão Hezbollah.
De acordo com a Agência Nacional de Informação (ANI), um ataque israelita causou pelo menos três mortos e 18 feridos na região de Nabatiyeh, e outro quatro mortos e um ferido em Aadloun, a sul da cidade de Sidon.
Central nuclear de Bushehr atingida por ataque mas sem danos nem vítimas
A Organização Iraniana de Energia Atómica declarou esta terça-feira à noite que a central nuclear de Bushehr (sul) tinha sido atingida por um ataque, que não causou danos, acusando os Estados Unidos e Israel de serem os responsáveis.
"Enquanto o inimigo americano e israelita continua as suas hostilidades (...), um projétil atingiu o interior da central de Bushehr", relatou a organização, especificando que não tinham sido registados até ao momento "danos materiais ou técnicos, nem qualquer perda humana".
A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), por seu lado, voltou a apelar à "máxima contenção" após o anúncio do Irão de que a central nuclear de Bushehr tinha sido atingida por um ataque, sem danificar a própria instalação.
Lusa
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VÍDEO: CMTV
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VÍDEO: CMTV
Trump insiste que há negociações e refere "um presente muito grande" de Teerão
O Presidente norte-americano, Donald Trump, insistiu esta terça-feira que há negociações em curso para alcançar um acordo sobre a guerra desencadeada em conjunto com Israel contra o Irão, que tem "um presente muito grande" para oferecer a Washington.
"O que disse ontem [segunda-feira] é absolutamente verdade. Estamos em negociações neste momento", afirmou Donald Trump em declarações aos jornalistas na Casa Branca.
O líder norte-americano indicou que o seu enviado Steve Witkoff, o seu genro Jared Kushner, o vice-presidente, JD Vance, e o secretário de Estado, Marco Rubio, estão envolvidos no processo de diálogo, até agora negado por Teerão.
Lusa
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"Estado de Israel quer garantir que nada fica de pé": Hezbollah acompanha enviado do CM ao 'coração' do grupo em Beirute
Trump afirma que Irão concordou em nunca possuir armas nucleares
Donald Trump avançou numa conferência de imprensa, esta terça-feira, que o Irão concordou em nunca possuir armas nucleares.
"Eles concordaram que nunca terão armas nucleares", disse aos jornalistas.
O presidente norte-americano voltou ainda a referir que o Irão está a dialogar com os EUA e que "estão a falar com sensatez", avança a Sky News.
Questionado sobre se enviaria Steve Witkoff e Jared Kushner para discutir a paz com os iranianos, Trump disse: "Estamos em negociações neste momento. Estão a fazê-lo juntamente com o Marco".
"A outra parte, posso garantir-vos, gostaria de chegar a um acordo. Quem não gostaria se tivesse no lugar deles? A marinha deles desapareceu, a força aérea deles desapareceu, as comunicações...", acrescentou.
Correio da Manhã
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EUA vão enviar mais 3000 soldados para o conflito no Médio Oriente
Os EUA vão enviar mais 3000 soldados para o conflito no Médio Oriente, divulgou esta terça-feira o Pentágono, citado pela Sky News. A ordem escrita para envio dos militares deverá ser divulgada nas próximas horas.
Joana Mendes
JornalistaSeguir Autor:
Ministro da Economia francês considera que conflito no Irão está a provocar "um novo choque petrolífero"
O ministro da Economia francês, Roland Lescure, afirmou esta terça-feira na Assembleia Nacional, que a guerra no Médio Oriente está a provocar "um novo choque petrolífero" que pesará na economia francesa.
"Esta situação [as perturbações no transporte de petróleo dos países do Golfo para o resto do mundo] constitui um novo choque petrolífero", afirmou o governante.
"Se este choque energético persistir para além de algumas semanas, a crise poderá alastrar-se mais amplamente à economia e assumir, no fundo, uma natureza mais sistémica", declarou Lescure, ouvido pela Comissão das Finanças.
Lusa
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Líbano afirma que ataques israelitas mataram mais de mil pessoas desde o início da guerra
O Ministério da Saúde do Líbano afirmou que pelo menos 1.072 pessoas foram mortas e outras 2.966 ficaram feridas desde o início da ofensiva ampliada de Israel a 2 de março.
Correio da Manhã
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Jovem de 15 anos morre durante operação israelita no sul do Líbano
O Ministério da Saúde do Líbano informou que um adolescente de 15 anos foi morto e uma pessoa ficou ferida durante uma operação israelita no sul do Líbano.
Segundo a Agência Nacional de Notícias do país, o Centro de Operações de Emergência em Saúde informou que as forças israelitas entraram na cidade de Halta, no distrito de Hasbaya, ao amanhecer e sequestraram um morador, avança o Aljazeera.
O comunicado informou que a operação foi realizada sob fogo intenso, resultando na morte do jovem e em ferimentos numa outra pessoa.
Correio da Manhã
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Ex-comandante da Guarda Revolucionária nomeado líder do Conselho de Segurança Nacional
O Irão nomeou esta terça-feira Mohammad Bagher Zolghadr, um antigo comandante da Guarda Revolucionária Iraniana, como novo secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do país, substituindo Ali Larijani, morto num ataque aéreo.
A televisão estatal iraniana indicou que Zolghadr atingiu o posto de general de brigada na Guarda Revolucionária e desempenhava funções como secretário do Conselho de Discernimento do Irão.
"Mohamad Baqer Zolgadr, com o aval e a aprovação do líder supremo da Revolução Islâmica e por decreto do presidente [Masoud Pezeshkian], foi nomeado secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional", informou na rede social X o diretor adjunto do gabinete de comunicação presidencial, Seyyed Mehdi Tabatabaei.
A 18 deste mês, num ataque aéreo israelita realizado na noite anterior, o Irão confirmou a morte de Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, de Gholamreza Soleimani, líder da milícia Basij, e do ministro com a tutela dos serviços de informações, Ismail Khatib.
Desde o início da ofensiva, Israel tem reclamado as mortes de dirigentes e altas patentes militares do regime, donde se destaca o ex-líder supremo iraniano, aiatola Ali Khamenei, logo a 28 de fevereiro, o primeiro dia de bombardeamentos em Teerão.
Lusa
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China pede abordagem às "causas profundas" do conflito em reunião com Reino Unido
O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, apelou na segunda-feira para que as partes no conflito no Irão abordem "as causas profundas", num encontro com o conselheiro de Segurança Nacional britânico, Jonathan Powell, em Pequim.
Wang sublinhou que o prolongamento da guerra apenas agravará os danos e as consequências, defendendo o regresso a uma solução política através do diálogo e da negociação, segundo um comunicado da diplomacia chinesa.
O conflito opõe o Irão aos Estados Unidos e a Israel desde o final de fevereiro, quando Washington e Telavive lançaram ataques contra território iraniano, aos quais Teerão respondeu com ofensivas contra vários países do Golfo e posições associadas aos Estados Unidos na região.
Países árabes podem estar prestes a entrar na guerra contra o Irão
O norte-americano The Wall Street Journal noticia esta terça-feira que a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos podem estar perto de entrar na guerra contra o Irão, na sequência dos ataques de Teerão contra os países do Golfo próximos da coligação EUA-Israel.
As nações árabes citadas temem ainda que a situação atual possa conceder ao Irão uma posição de superioridade sobre o estreito de Ormuz, situação que pretendem evitar.
Ataque iraniano a Telavive provoca seis feridos
Mísseis iranianos causaram estragos esta terça-feira a Telavive, Israel. De acordo com o Times of Israel, os ataques provocaram seis feridos ligeiros.
Há ainda relatos de danos a vários edifícios e veículos.
Duas infraestruturas energéticas do Irão atacadas, horas após declarações de Trump
Duas infraestruturas energéticas iranianas foram alvo de ataques israelo-americanos, segundo a agência Fars, horas após a reviravolta inesperada de Donald Trump ao anunciar o adiamento por cinco dias da decisão de atacar centrais de energia iranianas.
"Na sequência dos ataques levados a cabo pelo inimigo sionista e americano, o edifício da administração do gás e a estação de redução de gás da rua Kaveh, em Isfahan, foram atacados", escreveu a Fars.
Estas instalações ficaram "parcialmente danificadas", acrescentou a agência semi-estatal iraniana.
Irão nega ataque com mísseis a base militar dos EUA e Reino Unido em Diego Garcia
O Irão negou esta terça-feira ter atacado com mísseis uma base militar conjunta dos Estados Unidos e do Reino Unido na ilha de Diego Garcia, no oceano Índico.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Ismail Bagaei, classificou, numa mensagem na sua conta na rede social X, como "desinformação de Israel" as acusações sobre a autoria do Irão nesse ataque da semana passada.
Bagaei citou uma notícia da televisão Al Zazira que recolhia declarações do secretário-geral da NATO, Mark Rutte, que afirmou não poder confirmar a declaração de Israel de que os projéteis utilizados fossem mísseis balísticos intercontinentais iranianos.
Lusa
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Irão dispara novo ataque de mísseis contra Israel
O Irão disparou nas últimas horas uma salva de mísseis contra Israel, indicaram os exércitos de ambos os países, após o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter aludido a conversações sobre o fim do conflito com um responsável iraniano, que Teerão negou.
As Forças de Defesa de Israel indicaram que uma salva de mísseis iranianos foi disparada esta noite contra o norte de Israel e que estavam a trabalhar para "intercetar a ameaça".
O serviço de emergência médica Magen David Adom informou que ainda não tinha recebido relatos de vítimas, mas que tinha enviado equipas de resgate para uma área onde tinha sido reportado um impacto.
Lusa
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Explosões ouvidas em Teerão
Várias explosões continuam a ser ouvidas na capital iraniana, de acordo com a Al Jazeera.
Correio da Manhã
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Enviado especial do CM diz que notícia de cessar-fogo durante cinco dias "foi recebida com desconfiança" no Líbano
VÍDEO: CMTV
Já morreram mais de mil pessoas no Líbano desde o início do conflito
O ministério da Saúde libanês disse esta segunda-feira que já morreram neste país pelo menos mil pessoas, desde o início da guerra entre o Irão e os EUA e Israel. Além das vítimas mortais há registo de 2876 feridos.
Correio da Manhã
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Cinco mortos em ataque contra a cidade iraniana de Urmia
Cinco pessoas morreram, esta segunda-feira, num ataque à cidade de Urmia, no noroeste do Irão, de acordo com a agência iraniana Tasnim, citada pela Al Jazeera. A mesma fonte refere que o ataque teve como alvo residências e que foram várias as casas que ficaram destruídas.
Correio da Manhã
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Confiança dos consumidores com queda acentuada na zona euro em março
O indicador de confiança dos consumidores caiu acentuadamente na zona euro e na União Europeia (UE) neste mês de março, segundo o primeiro inquérito divulgado pela Comissão Europeia após o início do conflito no Médio Oriente.
Segundo a estimativa esta segunda-feira publicada pela Direção-Geral dos Assuntos Económicos e Financeiros da Comissão Europeia, no mês de março, o indicador de confiança dos consumidores registou "uma queda acentuada" tanto na área da moeda única (-4,0 pontos percentuais em relação a fevereiro) como no conjunto da União (-3,4 pontos percentuais face ao mês anterior).
"Com valores de -15,2 (UE) e -16,3 (zona euro), a confiança dos consumidores situa-se significativamente abaixo da sua média de longo prazo, atingindo o seu nível mais baixo em dois anos e meio", adiantam os serviços do executivo comunitário.
O indicador de confiança dos consumidores é calculado com base em dados de inquéritos aos consumidores da UE, abrangendo as despesas e o consumo final privado.
Este é a primeira publicação desde que os Estados Unidos e Israel lançaram, em 28 de fevereiro, um ataque militar contra o Irão e da consequente resposta iraniana, conflito que tem vindo a causar pressões nos preços da energia e inflacionistas, com impacto direto para os consumidores.
Lusa
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Governo admite "medidas estruturais" para aliviar famílias e empresas se guerra continuar
O Governo português poderá recorrer a "medidas estruturais para aliviar o esforço das empresas e das famílias" caso o conflito no Médio Oriente se arraste, uma "situação muito preocupante", disse esta segunda-feira o chefe da diplomacia portuguesa.
"Se houver uma solução para o conflito bastante rápida, penso que podemos acomodar facilmente o impacto negativo destas semanas e regressar a uma espécie de normalização. Se esse não for o caso, naturalmente teremos de tomar algumas medidas estruturais mais concretas para aliviar o esforço das empresas e das famílias", afirmou esta segunda-feira o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, numa conferência de imprensa em Lisboa com a homóloga islandesa, Porgerdur Katrín Gunnarsdóttir.
O objetivo será, adiantou, procurar que "especialmente o crescimento e o investimento não sejam tão afetados como seria o caso sem qualquer intervenção governamental".
Lusa
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EUA garantem que perturbações no mercado petrolífero são temporárias
O secretário da Energia dos EUA, Chris Wright, assegurou esta segunda-feira que as perturbações no mercado petrolífero, devido ao conflito no Médio Oriente, são temporárias.
Wright falava, no Texas, na abertura da CERAWeek, a maior feira de energia do mundo.
"Os preços ainda não atingiram um nível suficientemente elevado para provocar uma queda significativa da procura", apontou.
O governante garantiu ainda que o Governo de Donald Trump está a tomar "medidas pragmáticas" para aumentar a oferta disponível.
Lusa
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Bruxelas pede que UE armazene gás quando reservas estão abaixo de 30%
A Comissão Europeia pediu esta segunda-feira que os países da União Europeia façam uma preparação "coordenada e atempada" para o inverno, dada a perturbação energética no Médio Oriente, quando o armazenamento está abaixo de 30%, sendo Portugal uma exceção.
"Tendo em conta a volatilidade do mercado decorrente do conflito no Médio Oriente, a Comissão Europeia apela aos Estados-membros para iniciarem a época de enchimento de gás e os preparativos de forma coordenada e atempada para o próximo inverno", indica o executivo comunitário em comunicado.
De acordo com Bruxelas, "a segurança do abastecimento energético da UE mantém-se, nesta fase, protegida devido à dependência limitada de importações desta região e aos carregamentos de GNL [gás natural liquefeito] que atravessaram o Estreito de Ormuz antes do conflito".
Lusa
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Preço do gás na Europa sobe 3% para 61 euros
O preço do gás natural para entrega num mês no mercado holandês TTF, referência na Europa, subiu esta segunda-feira cerca de 3%, sendo negociado acima dos 61 euros por megawatt-hora (MWh), devido ao conflito no Médio Oriente.
De acordo com os dados de mercado recolhidos pela agência de notícias espanhola EFE, na abertura do mercado holandês, o gás natural avançou 2,90%, para 61,06 euros por megawatt-hora (MWh).
As principais bolsas europeias preparam-se para abrir hoje em forte queda, com perdas próximas dos 2%, acompanhando a tendência negativa na Ásia e com a subida dos preços do crude devido ao aumento das tensões no Médio Oriente.
EUA anunciam destruição de fábrica de drones iraniana
O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) anunciou ter atacado uma fábrica iraniana de produção de motores utilizados em drones de ataque e aeronaves da Guarda da Revolução Islâmica.
A fábrica, situada na província de Qom (centro-norte do Irão), "fabricava motores de turbina a gás para drones de ataque e componentes de aeronaves utilizados pela Guarda da Revolução Islâmica do Irão", afirmou o CENTCOM na rede social X.
O comando norte-americano partilhou imagens da fábrica antes e depois do ataque, nomeadamente uma fotografia datada de 06 de março de 2026, que mostra as instalações aparentemente intactas, e outra tirada "três dias depois, após um ataque devastador".
Teerão reitera que ataca infraestruturas energéticas no Golfo se EUA atingirem as suas centrais
O Irão reiterou que atacará centrais de energia e "infraestruturas económicas", nomeadamente centrais de dessalinização nos países da região, se as suas centrais de energia forem atacadas por Israel e Estados Unidos.
A declaração da Guarda da Revolução Islâmica foi lida hoje em direto na televisão pública iraniana: "O que fizemos foi anunciar a nossa decisão de que, se as centrais de energia forem atacadas, o Irão retaliará visando as centrais de energia do regime ocupante e as dos países da região que fornecem eletricidade às bases dos Estados Unidos, bem como as infraestruturas económicas, industriais e energéticas nas quais os americanos têm participações", afirmou a estrutura militar do poder religioso iraniano, referindo-se a Israel como um "regime ocupante".
"Não duvidem de que o faremos", acrescentou a declaração.
Arábia Saudita e vizinhos do Golfo alvos de novos ataques iranianos
A região de Riade, na Arábia Saudita, foi hoje alvo de dois mísseis balísticos, anunciou o Ministério da Defesa saudita, à semelhança de outros países do Golfo, que também relataram ataques iranianos contra os respetivos territórios.
Um dos mísseis foi intercetado e o outro caiu numa zona desabitada, precisou o Ministério saudita.
Nos Emirados Árabes Unidos, outro país que tem sido alvo frequente de Teerão desde o início da guerra no passado dia 28 de fevereiro, o Ministério da Defesa anunciou hoje que está "a reagir a ameaças de mísseis e drones provenientes do Irão", explicando que "as explosões ouvidas são o resultado da interceção de mísseis e drones pelos sistemas de defesa aérea".
Tóquio e Berlim avaliam manobras militares conjuntas face à guerra
Os ministros da Defesa do Japão e da Alemanha discutiram a possibilidade de um acordo que facilite exercícios militares conjuntos, no contexto da situação no Médio Oriente devido à guerra contra o Irão.
O ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, revelou durante uma conferência de imprensa após uma reunião realizada no domingo que propôs a assinatura de um "Acordo de Facilitação" para a movimentação de tropas de ambos os países com fins de treino conjunto, segundo a agência de notícias japonesa Kyodo.
Shinjiro Koizumi, por sua vez, considerou que "já não é possível que um único país responda sozinho à rápida evolução da situação neste complexo ambiente de segurança", acrescentando que a estreita cooperação entre nações afins como o Japão e a Alemanha "é maior do que nunca", segundo o próprio, numa publicação na rede social X, depois do encontro bilateral.
4.697 feridos em Israel desde início da guerra
Num comunicado, o Ministério da Saúde de Israel afirma que um total de 4.697 feridos foram levados para hospitais desde o início da guerra com o Irão e o Hezbollah no Líbano.
Desse total, 124 continuam hospitalizados, incluindo 14 em "estado grave".
Atacados quartéis, fábricas de armas e redes de água e energia iranianas
Quartéis, instalações de fabrico de armas e a rede de águas e energia do Irão foram hoje atacadas pelas forças israelitas, de acordo com comunicados das autoridades israelitas e iranianas citados pelas agências Efe e AFP.
Segundo um comunicado das Forças de Defesa de Israel (FDI) citado pela agência Efe, o exército israelita "continua a intensificar o seu impacto operacional nos sistemas e capacidades militares do regime".
Entre as instalações atacadas encontra-se uma base militar iraniana utilizada para treino de soldados, uma instalação de produção e armazenamento de armas do Ministério da Defesa iraniano e pelo menos um quartel-general do Ministério da Inteligência e Segurança.
Lusa
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Teerão ameaça fechar completamente Estreito de Ormuz se centrais elétricas forem atacadas
O Irão ameaçou este domingo fechar completamente o Estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica para o abastecimento global de petróleo, caso os Estados Unidos ataquem as suas centrais elétricas.
Se as ameaças de Washington se concretizarem, o estreito "será completamente fechado e não será reaberto" até que as centrais elétricas destruídas sejam recuperadas, avisou o Centro de Comando Conjunto de Khatam al-Anbiya, num comunicado transmitido pela televisão estatal iraniana.
Teerão já tinha respondido ao ultimato de 48 horas dado pelo Presidente norte-americano para a abertura total do Estreito de Ormuz dizendo que este canal permanece aberto à navegação internacional, exceto para Israel e os Estados Unidos da América (EUA).
Lusa
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Guerra entra em "fase perigosa" com ataques próximos de instalações nucleares
A guerra no Médio Oriente entrou numa "fase perigosa" com ataques próximos de instalações nucleares no Irão e em Israel, alertou a Organização Mundial de Saúde (OMS).
"Os ataques a instalações nucleares representam uma ameaça crescente à saúde pública e à segurança ambiental", afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, na rede social X.
O responsável da OMS fez um apelo urgente a "todas as partes para que exerçam a máxima contenção militar e evitem qualquer ação que possa desencadear incidentes nucleares".
Israel promete destruir todas as pontes sobre o rio Litani. Enviado do CM no Líbano explica quais as consequências
Israel contabiliza mais de 400 mísseis iranianos desde o início da guerra
Israel contabiliza que o Irão tenha lançado mais de 400 mísseis balísticos contra o seu território desde o início da guerra, tendo conseguido intercetar 92%.
"Obtivemos excelentes taxas de intercetação, com aproximadamente 92% de sucesso", em "quatro alvos de impacto direto", disse o porta-voz do exército israelita, Nadav Shoshani, a partir de Jerusalém.
"Os mísseis balísticos que vimos ontem [sábado] não são diferentes dos mísseis balísticos que intercetámos no passado e que intercetaremos no futuro", acrescentou.
Um morto no norte de Israel após ataque do Hezbollah
Uma pessoa morreu ao início da manhã deste domingo no norte de Israel, após um ataque com um míssil anti-tanque que já foi reivindicado pelo Hezbollah.
Num comunicado citado pelo The Times of Israel, os radicais islâmicos afirmaram ter visado "um grupo de soldados inimigos israelitas na povoação de Misgav Am", próxima da fronteira com o Líbano.
Não há indicação sobre se a vítima mortal é civil ou militar. Os serviços de emergência israelita relataram que dois carros foram incinderados na estrada, com um corpo a ser retirado de um dos veículos.
Pelo menos 64 feridos após míssil iraniano atingir cidade israelita de Arad
Um míssil balístico iraniano atingiu a cidade de Arad.
Há registo de pelo menos 64 feridos, sete em estado grave.
As vítimas estão a ser transportadas para hospitais por dezenas de ambulâncias e helicópteros dos serviços de emergência e da Força Aérea Israelita.
Netanyahu promete reforçar as forças de emergência após ataque em Arad
O primeiro-ministro israelita Netanyahu afirma que está a "reforçar as forças de emergência e de salvamento que operam atualmente no terreno", na sequência de um ataque na cidade de Arad, no sul de Israel, que feriu mais de 50 pessoas.
Netanyahu promete continuar a "atacar os inimigos em todas as frentes" após dezenas de feridos numa "noite muito difícil"
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu emitiu uma declaração sobre a "noite muito difícil na campanha pelo futuro", após um ataque com mísseis balísticos iranianos ter ferido dezenas de pessoas na cidade de Arad, no sul do país.
Netanyahu afirma ter falado com o presidente da Câmara de Arad, depois de ter falado anteriormente com o presidente da Câmara de Dimona, onde mais de 30 pessoas ficaram feridas num ataque com mísseis iranianos, e apela aos ministérios do governo "para que prestem toda a assistência necessária".
"Continuaremos a atacar os nossos inimigos em todas as frentes com determinação", acrescentou o primeiro-ministro.
Mísseis iranianos atingem bases norte-americanas no Bahrein
Mísseis iranianos atingiram bases norte-americanas no Bahrein, de acordo com o Al Jazeera.
Bahrein ainda não se pronunciou sobre os ataques.
Edifício ruiu no sul de Israel após ataque com mísseis iranianos
Um edifício ruiu na cidade de Dimona, no sul de Israel, após um ataque com mísseis iranianos.
Três pessoas ficaram feridas. O Times of Israel refere que as equipas de socorro se dirigem para o local.
Duas dezenas de países querem ajudar na reabertura do Estreito de Ormuz
Cerca de 20 países declararam estar "prontos para contribuir com os esforços" necessários para a reabertura do Estreito de Ormuz, que foi bloqueado pelo Irão desde o início da guerra.
Numa declaração conjunta, estes países, principalmente europeus, condenaram também os recentes ataques iranianos contra navios e infraestruturas de petróleo e gás na região do Golfo Pérsico, apelando a uma "moratória imediata e global contra os ataques às infraestruturas civis".
Entre os países que demonstraram vontade em ajudar a desbloquear o Estreito de Ormuz estão os Emirados Árabes Unidos, o Reino Unido, a França, o Canadá e o Japão.
Irão diz que abateu caça F-16 israelita no espaço aéreo iraniano
A Guarda Revolucionária do Irão diz ter abatido um caça F-16 israelita, que sobrevoava o espaço aéreo iraniano.
A informação foi avançada pela agência de notícias Tasnim e, segundo a mesma fonte, esta é a terceira aeronave pertencente a Israel a ser abatida.
Explosões e mísseis intercetados na capital do Bahrain
Várias explosões foram ouvidas na capital do Bahrain, Manama, segundo um jornalista da agência France-Presse (AFP) no local, numa altura em que o Irão intensifica a sua campanha de retaliação contra os países do Golfo Pérsico.
Segundo o jornalista da AFP no local, dois mísseis foram vistos a ser intercetados no céu e várias explosões abalaram a cidade depois de terem sido acionadas sirenes de alerta.
As autoridades iranianas estão a atingir o Bahrain e outros países vizinhos do Golfo Pérsico com vários golpes de retaliação após ataques dos Estados Unidos e Israel lançados contra o Irão em 28 de fevereiro.
Israel alerta que intensidade dos ataques ao Irão vai aumentar
O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, alertou este sábado que a intensidade dos ataques israelitas e norte-americanos contra o Irão "vai aumentar significativamente" nos próximos dias.
A partir de domingo, "a intensidade dos ataques que serão realizados pelas forças israelitas e pelos militares norte-americanos contra o regime terrorista iraniano e as infraestruturas sobre as quais se apoiam vão aumentar significativamente", afirmou Katz durante uma reunião, citado num comunicado.
"A campanha, liderada pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pelo primeiro-ministro [de Israel] Benjamin Netanyahu, vai continuar (...). Não pararemos até que todos os objetivos da guerra sejam alcançados", acrescentou Katz.
Lusa
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Central nuclear iraniana atingida em ataque dos EUA e de Israel
O Irão confirmou este sábado que a central nuclear de Natanz foi atingida num ataque aéreo, que terá sido levado a cabo em conjunto pelos EUA e Israel.
A central, que já foi visada por várias vezes no passado – foi aqui inclusive que se concentrou a operação norte-americana do verão de 2025, por exemplo – é usada por Teerão para enriquecer urânio.
De acordo com a Associated Press, que cita observadores internacionais, não há registo de que emissões radioativas tenham chegado às populações residentes à volta da central.
Irão lança mísseis balísticos contra base dos EUA e Reino Unido no Oceano Índico
O Irão lançou pelo menos dois mísseis balísticos na direção de Diego Garcia, uma base conjunta dos EUA e do Reino Unido no Ocean Índico, avança uma das agências estatais de Teerão.
Japão diz que Teerão vai facilitar trânsito de navios japoneses por Ormuz
O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araqchi, afirmou que Teerão está disposta a facilitar a passagem de navios japoneses pelo estreito de Ormuz, que o Irão bloqueia no contexto da guerra, noticiou a agência de notícias Kyodo.
Araqchi disse na sexta-feira, numa entrevista telefónica com a agência japonesa, que o Irão não fechou esta via estratégica, mas que impôs restrições aos navios de países envolvidos nos ataques contra a República Islâmica, e que o país persa está preparado para garantir uma passagem segura a nações como o Japão --- que depende em 90% do petróleo proveniente do Médio Oriente --- se estas se coordenarem com Teerão.
A entrevista foi igualmente partilhada por Araqchi no seu canal oficial na rede de mensagens Telegram.
Trump afirma que EUA pretendem "reduzir gradualmente os esforços militares" no Irão
O presidente dos EUA emitiu uma nova declaração sobre a guerra no Irão, afirmando que Washington está "muito perto" de atingir os seus objetivos no Irão e está a considerar "reduzir gradualmente" a ação militar.
Numa publicação na sua plataforma Truth Social, repetiu a sua afirmação de que os EUA não utilizam o Estreito de Ormuz, que, segundo ele, deveria ser "vigilado e policiado" por outras nações com interesses na região.
Os EUA prestariam assistência nesses esforços se lhes fosse pedido, mas "isso não deverá ser necessário assim que a ameaça do Irão for erradicada", afirmou Trump.
Bahrein interceta mais dois mísseis lançados pelo Irão
As Forças de Defesa do Bahrein afirmam que as defesas aéreas intercetaram e destruíram mais dois mísseis lançados pelo Irão nas últimas horas.
Numa publicação na rede social X, as Forças de Defesa do Bahrein afirmaram ter destruído, até ao momento, 143 mísseis e 242 drones desde o início dos ataques iranianos no mês passado.
Explosões ouvidas perto do aeroporto internacional de Bagdade
Há relatos de explosões perto do aeroporto internacional de Bagdade, no Iraque, de acordo com o Al Jazeera.
Fonte de segurança iraquiana afirma que um acampamento de apoio logístico dos EUA, situado perto do aeroporto, foi alvo de um ataque.
Trump afirma que é necessária "muita ajuda" no Estreito de Ormuz e apela à China e ao Japão para que se envolvam
Trump afirmou que era necessária "muita ajuda" para garantir a segurança do Estreito de Ormuz e que "seria bom" se países como a China e o Japão se envolvessem, durante declarações aos jornalistas na Casa Branca.
No entanto, desvalorizou a importância da via marítima para os EUA, afirmando que "não utilizamos o Estreito de Ormuz" como os países da Europa e da Ásia.
Trump acredita que os EUA e Israel estão em sintonia quanto ao calendário da guerra
Quando questionado se Israel estará pronto para pôr fim à guerra quando o presidente dos EUA estiver, Trump respondeu: "Acho que sim".
"A relação é muito boa", acrescentou. "Queremos, mais ou menos, as mesmas coisas."
"Sabem o que queremos? Queremos a vitória, ambos, e é isso que temos", afirmou Donald Trump.
"Não quero um cessar-fogo": Trump nega fim do conflito no Médio Oriente
O presidente norte-americano disse esta sexta-feira que não está interessado num cessar fogo com o Irão.
"Podemos dialogar, mas não quero um cessa-fogo": afirmou Donald Trump na Casa Branca. "Não se faz um cessar-fogo quando se está literalmente a aniquilar o adversário", acrescentou.
"Eles não têm marinha. Não têm força aérea. Não têm qualquer equipamento", continou o presidente dos Estados Unidos.
Pelo menos 20 mortos nos últimos ataques israelitas ao Líbano
Vinte pessoas morreram e 57 ficaram feridas nos ataques israelitas ao Líbano, segundo a Unidade de Gestão de Riscos de Catástrofes.
As mortes ocorridas na sexta-feira elevam o número total de mortos nos ataques israelitas desde 2 de março para 1.021.
O número total de feridos subiu para 2.641, enquanto 134.616 pessoas deslocadas foram registadas em abrigos.
Reino Unido autoriza EUA a utilizar bases para ataques no Estreito de Ormuz
O Reino Unido aprovou a utilização das suas bases pelos EUA para o lançamento de ataques contra alvos iranianos no Estreito de Ormuz.
Downing Street já tinha permitido que as forças americanas utilizassem bases britânicas para operações destinadas a impedir que o Irão lançasse mísseis que colocassem em risco os interesses ou vidas britânicos.
O Reino Unido continuará a não participar diretamente nos ataques e Downing Street afirma que "os princípios subjacentes à abordagem do Reino Unido em relação ao conflito permanecem os mesmos", de acordo com a BBC.
EUA podem "neutralizar" ilha de Kharg assim que Trump decidir
As forças militares dos Estados Unidos podem "neutralizar" a Ilha de Kharg, que concentra 90% das exportações petrolíferas do Irão, "a qualquer momento, se o Presidente Trump der a ordem", afirmou esta sexta-feira a Casa Branca.
Em comunicado, a presidência norte-americana comentou deste modo um artigo do jornal digital Axios, relatando que a administração de Washington considera ocupar ou bloquear a ilha.
Vários órgãos de comunicação social norte-americanos noticiaram esta sexta-feira o envio de milhares de soldados adicionais dos Estados Unidos para o Médio Oriente.
Lusa
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Novo líder supremo iraniano proclama vitória sobre EUA e Israel
O novo líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, proclamou esta sexta-feira a vitória sobre os Estados Unidos e Israel na guerra em curso, numa mensagem escrita por ocasião do ano novo persa, Noruz.
"Devido à unidade especial que se forjou entre vós, nossos compatriotas, (...) o inimigo foi derrotado", declarou, numa mensagem dirigida à população iraniana.
Mojtaba Khamenei ainda não apareceu em público desde que foi designado para suceder ao pai, Ali Khamenei, morto num ataque aéreo no primeiro dia do conflito, em 28 de fevereiro.
Lusa
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França pede "concessões importantes" por parte do Irão
O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Noel Barrot, pediu esta sexta-feira a Teerão "concessões importantes" e uma mudança de postura, no 21.º dia da guerra israelo-americana contra a República Islâmica.
Falando numa conferência de imprensa no Aeroporto Internacional Ben Gurion, em Telavive, Barrot defendeu que as operações militares em curso devem ser acompanhadas por uma solução política com efeitos duradouros.
"Qualquer que seja o resultado das operações militares em curso, deve ser complementado por uma solução política que produza efeitos duradouros", afirmou o chefe da diplomacia francesa.
Lusa
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Espanha baixa IVA de combustíveis, luz e gás para 10%
O IVA nos combustíveis, eletricidade e gás natural vai baixar em Espanha de 21% para 10%, dentro de um pacote de "redução drástica da fiscalidade energética" para responder ao impacto da guerra no Médio Oriente, anunciou esta sexta-feira o Governo.
Esta é uma das 80 medidas que integra um Plano Integral de Resposta à crise no Médio Oriente aprovado esta sexta-feira pelo Governo espanhol num Conselho de Ministros extraordinário, revelou o primeiro-ministro, Pedro Sánchez, numa conferência de imprensa em Madrid.
Além de medidas "mais de caráter conjuntural", relacionadas sobretudo com uma "redução drástica de toda a fiscalidade energética", o plano inclui outras "de caráter mais estrutural", para continuar a incentivar investimentos de particulares e empresas na descarbonização e eletrificação da economia, em linha com o que o atual Governo espanhol tem feito nos últimos sete anos, afirmou Sánchez.
Lusa
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Irão acusa Reino Unido de cumplicidade na guerra
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, denunciou a utilização de bases militares britânicas pelos Estados Unidos, considerando tratar-se de cumplicidade de Londres na guerra.
A acusação de Abbas Araghchi foi comunicada diretamente à chefe da diplomacia britânica, Yvette Cooper, durante um contacto telefónico estabelecido no sábado passado.
De acordo com um comunicado sobre o assunto divulgado esta sexta-feira em Teerão, Araghchi disse que as ações do Governo de Londres vão ser "certamente consideradas participação na agressão" e vão ficar "gravadas na história" das relações entre o Irão e o Reino Unido.
Lusa
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Presidente do Irão alerta para consequências do terrorismo praticado por Israel
O Presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, alertou esta sexta-feira sobre as consequências devastadoras para o mundo se não houver uma reação da comunidade internacional ao terrorismo de Estado praticado por Israel.
"O regime sionista é caracterizado pelo terrorismo de Estado. No entanto, a agressão dos Estados Unidos contra o Irão e o assassinato do líder mártir estabelecem um precedente em disputas internacionais que destruirá as normas jurídicas globais", disse Pezeshkian, referindo-se ao assassinato do Líder Supremo do país, o 'ayatollah' Ali Khamenei.
"Se o mundo não se mantiver firme, as consequências serão devastadoras", afirmou o chefe de Estado iraniano nas suas redes sociais.
Luís Pedro Rosário
Jornalista estagiárioSeguir Autor:
Agência Internacional de Energia faz recomendações para reduzir procura de petróleo
A Agência Internacional de Energia (AIE) recomendou esta sexta-feira mais três dias de teletrabalho, menos 40% de voos comerciais e a gratuitidade dos transportes públicos para reduzir a procura de petróleo face à guerra no Médio Oriente.
Num relatório, aquela instituição apresentou 10 medidas "de urgência", sobretudo para combater o recurso a viaturas privadas, as quais podem poupar até cerca de seis milhões de barris por dia, compensando em parte a escassez global de crude.
"O conflito no Médio Oriente provocou a maior interrupção de fornecimento da história do mercado internacional de petróleo devido à paragem quase total do trânsito naval pelo estreito de Ormuz", lê-se.
Lusa
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Líder Supremo do Irão pede retaliação pela morte do ministro das informações
O novo líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, afirmou esta sexta-feira através de um comunicado que os inimigos da República Islâmica não devem viver em segurança, sublinhando a retaliação pela morte do ministro dos serviços de informações.
O ayatollah Mojtaba Khamenei fez as declarações num comunicado enviado ao Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, depois de Israel ter morto o ministro dos Serviços de Informações, Esmail Khatib.
Khamenei não é visto em público desde que foi nomeado líder supremo, sucedendo ao pai, o ayatollah Ali Khamenei, de 86 anos, que foi morto num ataque aéreo israelita no primeiro dia da guerra, a 28 de fevereiro.
Lusa
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Kuwait anuncia novos ataques iranianos a refinaria de petróleo
A Corporação Petrolífera do Kuwait informou esta sexta-feira que uma refinaria foi alvo de ataques com drones, e Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Bahrein relataram ataques nos respetivos territórios, 21 dias após o início da guerra no Médio Oriente.
Segundo a agência oficial do Kuwait, a refinaria Mina Al-Ahmadi, atacada na véspera, foi alvo de novos impactos de drones, que provocaram um incêndio em algumas das suas unidades, sem que tenham sido registadas vítimas.
O Exército do Kuwait tinha informado anteriormente que as suas defesas aéreas tinham interceptado mísseis e drones que penetraram no espaço aéreo do país.
A Companhia Nacional de Petróleos kuwaitiana informou na quinta-feira que duas das suas principais refinarias, a de Mina Al-Ahmadi e a de Mina Abdullah, foram atacadas por drones que provocaram incêndios.
Da mesma forma, as defesas aéreas dos Emirados Árabes Unidos responderam esta sexta-feira à penetração de mísseis e drones iranianos no seu espaço aéreo, de acordo com um comunicado do Ministério da Defesa do país em Abu Dabi, no qual não foi especificado o número de aeronaves não tripuladas interceptadas.
O Ministério da Defesa saudita também informou na sua conta da rede social X que quatro drones foram neutralizados na região oriental do país.
O Bahrein, por sua vez, relatou um incêndio num armazém "provocado pela agressão iraniana", segundo o Ministério do Interior, que pouco tempo depois atualizou a informação, anunciando a extinção do incêndio.
O Ministério da Defesa do Bahrein afirmou esta sexta-feira que, desde o início da guerra, no passado dia 28 de fevereiro, as suas defesas aéreas interceptaram 139 mísseis e 238 drones provenientes do Irão.
Desde que os Estados Unidos e Israel lançaram a sua ofensiva conjunta contra o Irão, Teerão tem respondido com ataques contra o Estado judeu e alvos norte-americanos nos países do Golfo.
Lusa
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Estados do Golfo anunciam estar a responder a novos ataques iranianos
Os Emirados Árabes Unidos e o Kuwait afirmaram esta sexta-feira, em comunicados separados, estar a responder a ataques iranianos com mísseis, enquanto a Arábia Saudita anunciou ter interceptado drones.
Também no Golfo, estilhaços provenientes de uma "agressão iraniana" provocaram um incêndio num armazém no Bahrein, informou o Ministério do Interior do país, onde as sirenes de alerta antiaéreo tinham sido ativadas. O incêndio foi controlado e não causou vítimas.
No Kuwait, o exército indicou, num comunicado, que as suas defesas aéreas "respondem a um míssil hostil e a ameaças de drones", enquanto o Ministério do Interior dos Emirados Árabes Unidos refere "a ameaça de mísseis".
Na Arábia Saudita, seis drones foram "interceptados e destruídos" no leste do país e outro no norte, segundo o Ministério da Defesa.
O Irão prosseguiu na quinta-feira os ataques às infraestruturas energéticas no Golfo. Os drones iranianos atingiram uma refinaria saudita e outras duas no Kuwait, e infligiram danos graves na principal instalação mundial de gás natural liquefeito (GNL) no Qatar, em resposta aos ataques israelitas ao campo de gás de South Pars/ North Dome, partilhado por Teerão e Doha.
Lusa
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Israel lança nova onda de ataques "no coração" de Teerão
O Exército de Israel anunciou esta sexta-feira uma nova onda de ataques contra infraestruturas do regime iraniano no "coração de Teerão", a capital do país.
Numa breve mensagem na rede de mensagens Telegram, as Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmaram ter "iniciado uma onda de ataques contra as infraestruturas do regime terrorista do Irão".
Meios de comunicação como a Al Jazeera relataram explosões em Teerão.
Lusa
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Ataque do Hezbollah contra Israel faz 2 feridos graves
O Irão lançou esta quinta-feira 12 mísseis, incluindo com munições de fragmentação, contra vários pontos de Israel, enquanto o movimento armado pró-iraniano Hezbollah prosseguiu ataques a partir do Líbano, fazendo dois feridos graves.
As sirenes de alerta aéreo soaram ao longo do dia em várias partes do norte, centro e sul de Israel, sendo o último ataque registado às 22h42, hora local (20h42 GMT).
Segundo o serviço de emergência Magen David Adom (MDA), os ataques iranianos resultaram num total de cinco feridos ligeiros, atingidos por estilhaços e fragmentos de vidro.
Emirados Árabes Unidos anunciam desmantelamento de rede ligada ao Hezbollah
Os Emirados Árabes Unidos anunciaram o desmantelamento de uma rede que operava no território nacional, financiada e gerida pelo Hezbollah libanês e pelo Irão, bem como a detenção dos seus membros.
A rede operava no território do país sob uma cobertura comercial fictícia, com o objetivo de se infiltrar na economia nacional e executar esquemas estrangeiros que ameaçavam a estabilidade financeira do país, de acordo com o Al Jazeera.
A rede agia de acordo com "um plano estratégico pré-elaborado com partes estrangeiras ligadas ao Hezbollah libanês e ao Irão, violando os sistemas económicos e jurídicos para branquear capitais, financiar o terrorismo e ameaçar a segurança nacional".
Não há detalhes sobre o número de indivíduos detidos ou as suas nacionalidades, mas uma fotografia publicada na conta da agência de notícias WAM na rede social X mostra um grupo de cinco indivíduos.
Netanyahu nega ter arrastado EUA para conflito com o Irão
O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu negou, esta quinta-feira, durante uma conferência de imprensa, as alegações de que Israel arrastou os EUA para um conflito no Irão.
"Acham realmente que alguém pode dizer ao presidente [Donald Trump] o que fazer?", disse Netanyahu, acrescentando que Trump "toma sempre as suas decisões com base no que acha que é bom para os Estados Unidos".
O primeiro-ministro elogiou a "estreita coordenação" entre Israel e os EUA durante os combates em curso contra o Irão. "Estamos a atingir os nossos objetivos a uma velocidade impressionante", explicou ao The Times of Israel.
Netanyahu acrescentou que ele e Trump concordaram no que diz respeito à ameaça que o Irão representa e observou que os outros líderes mundiais também o fizeram durante conversas privadas, sem mencionar quais.
"Dizem isto em particular mas eu digo publicamente. O mundo tem uma dívida profunda para com o presidente Trump por liderar este esforço para salvaguardar o nosso futuro", afirmou Netanyahu.
Correio da Manhã
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Diretora de serviços secretos dos EUA recusa confirmar se havia "ameaça iminente"
A diretora dos serviços secretos norte-americanos recusou esta quinta-feira novamente confirmar declarações do Presidente, Donald Trump, de que o Irão representava "uma ameaça iminente", antes dos ataques israelo-norte-americanos que desencadearam a guerra no Médio Oriente.
"Se o Presidente pode decidir ignorar o que a senhora faz, porque é que ainda tem emprego?", perguntou o congressista democrata da Califórnia Jimmy Gomez, durante uma audição de Tulsi Gabbard numa comissão da Câmara dos Representantes, depois de esta e o diretor da CIA (agência de serviços secretos externos dos Estados Unidos), John Ratcliffe, terem afirmado que cabia ao Presidente norte-americano avaliar o grau de urgência de uma ameaça.
Na quarta-feira, Gabbard já se tinha esquivado às perguntas de uma comissão do Senado.
Lusa
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Presidente libanês apela a cessar-fogo com Israel após visita de MNE francês
O Presidente libanês, Joseph Aoun, voltou esta quinta-feira a apelar a um cessar-fogo durante a visita do ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Noel Barrot, que se deslocou ao Líbano em solidariedade para com o país.
O chefe de Estado sublinhou "a necessidade de um cessar-fogo" e relembrou a sua iniciativa que propõe negociações diretas com Israel, anunciou a presidência libanesa num comunicado.
Considerou também que "o essencial é pôr fim à escalada" entre Israel e o movimento xiita pró-iraniano Hezbollah no Líbano.
Lusa
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Moscovo acusa Israel de ter "visado" dois jornalistas da RT em ataque no Líbano
A Rússia acusou esta quinta-feira o exército israelita de ter efetuado um ataque "direcionado", após um bombardeamento que feriu dois jornalistas da emissora estatal RT no sul do Líbano, onde Israel conduz uma vasta operação militar.
"O ataque contra os jornalistas foi realizado de forma deliberada e direcionada", afirmou a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Maria Zakharova, em comunicado, precisando que o embaixador de Israel em Moscovo será "convocado em breve".
O exército israelita afirmou, por seu lado, "não visar civis nem jornalistas", acrescentando que tinha pedido explicitamente a evacuação da zona onde se encontrava a equipa da RT "com antecedência suficiente" antes de realizar os bombardeamentos.
A RT, conhecida até recentemente como Russia Today, é uma rede de televisão internacional fundada na Rússia e financiada pelo Estado russo.
Lusa
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Míssil iraniano atinge refinaria de petróleo em Haifa
Um míssil iraniano atingiu uma refinaria de petróleo em Haifa, esta quinta-feira, durante o mais recente ataque a Israel.
Até ao momento, não há relato de feridos, avança o The Times of Israel.
Correio da Manhã
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Mais de mil mortos no Líbano em ataques israelitas desde 02 de março
A ofensiva israelita no Líbano matou 1.001 pessoas, incluindo 118 crianças, desde o início da guerra entre Israel e o movimento xiita pró-iraniano Hezbollah, a 02 de março, anunciou esta quinta-feira o Ministério da Saúde libanês.
Entre as pessoas mortas há também 79 mulheres e 40 profissionais de saúde, segundo o ministério, cujo anterior balanço indicava 968 mortos.
O novo balanço das autoridades libanesas também refere 2.584 feridos.
Lusa
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Israel afirma ter realizado ataques contra alvos navais iranianos no Mar Cáspio
As Forças Armadas de Israel afirmam que a sua força aérea lançou ataques contra alvos navais iranianos no Mar Cáspio pela primeira vez desde o início da guerra.
Os ataques aéreos da noite passada atingiram alvos num porto da marinha iraniana onde dezenas de embarcações estão ancoradas. Os alvos incluíam navios equipados com sistemas de defesa aérea, armas antissubmarino e lanchas de patrulha, avança o Aljazeera.
Um quartel-general central para atividades navais no Mar Cáspio e infraestrutura utilizada para reparos e manutenção também terá sido atingido.
Correio da Manhã
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OMC prevê uma forte desaceleração do comércio mundial de mercadorias em 2026
A Organização Mundial do Comércio (OMC) prevê uma forte desaceleração do comércio mundial de mercadorias este ano, estimando um crescimento de 1,4% caso os preços da energia se mantenham elevados devido à guerra no Médio Oriente.
"O aumento sustentado dos preços da energia poderá agravar os riscos que pesam sobre o comércio mundial, com potenciais repercussões na segurança alimentar e pressões sobre os custos para os consumidores e as empresas", alertou esta quinta-feira a diretora-geral da OMC, Ngozi Okonjo Iweala, citada pela AFP.
A apresentação anual das previsões de crescimento do comércio da OMC para este ano ocorre num contexto particular, com a guerra no Médio Oriente, que está a provocar uma subida acentuada dos preços da energia, reacendendo os receios de uma crise económica grave após quase três semanas de guerra.
Lusa
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Amnistia acusa Israel de matar sem razão médicos e socorristas no Líbano
A Amnistia Internacional acusou esta quinta-feira Israel de ter assassinado diversos profissionais de saúde e socorristas no Líbano, alegando, sem provas, que ambulâncias e instalações de saúde estavam a ser utilizadas para fins militares.
Essas alegações "não justificam considerar hospitais, instalações médicas ou transporte médico como campos de batalha, nem tratar médicos e paramédicos como alvos", afirmou a diretora regional adjunta para o Médio Oriente e Norte de África da Amnistia Internacional, Kristine Beckerle, em comunicado esta quinta-feira divulgado.
A responsável lembrou que os profissionais de saúde "arriscam as suas vidas para salvar outras", e que os hospitais e ambulâncias são especificamente protegidos pelo direito internacional humanitário.
Lusa
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Secretário da Defesa norte-americano pede mais 200 mil milhões para guerra
O secretário da Defesa dos Estados Unidos anunciou esta quinta-feira que o Pentágono vai solicitar ao Congresso cerca de 200 mil milhões de dólares (cerca de 175 mil milhões de euros) adicionais para financiar a guerra contra o Irão.
Em conferência de imprensa no Pentágono, Pete Hegseth disse que o pedido visa assegurar recursos para operações em curso e futuras no conflito, que já entrou na terceira semana.
"Voltaremos ao Congresso e aos nossos representantes para garantir que temos financiamento adequado", afirmou Hegseth, acrescentando ser "preciso dinheiro para matar os bandidos".
Lusa
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Mais de 3,19 milhões de israelitas sem acesso a abrigos e árabes são os mais afetados
O número de israelitas sem acesso a 'bunkers' aumentou de 2,5 milhões para 3,19 milhões nos últimos seis anos, um problema que afeta sobretudo as comunidades árabes, afirmou o portal de notícias Shomrim.
O balanço publicado em 06 de janeiro pelo Controlador do Estado e Provedor de Justiça de Israel, Matanyahu Englman, mostrou que um terço da população israelita, mais de nove milhões de pessoas, continuam sem acesso a um abrigo ou 'bunker' para se refugiar de ataques, numa altura em que a guerra com o Irão causou pelo menos 14 mortos no país.
"Um terço dos residentes de Israel não está devidamente protegido contra ataques com mísseis, incluindo mais de 42.000 residentes que vivem em comunidades situadas num raio de nove quilómetros da fronteira com a Síria e o Líbano", afirmou o provedor, citado no comunicado.
Lusa
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Guterres avisa EUA e Israel que "está mais do que na hora" de acabarem com guerra
O secretário-geral da ONU avisou esta quinta-feira Estados Unidos e Israel que "está mais do que na hora" de acabarem com a guerra no Irão, defendendo que "é tempo da força do direito prevalecer sobre o direito da força".
"É tempo de a força do direito prevalecer sobre o direito da força. É tempo de a diplomacia prevalecer sobre a guerra", afirmou António Guterres, em declarações aos jornalistas ao lado do presidente do Conselho Europeu, António Costa, antes de participar num almoço de trabalho com os chefes de Estado e de Governo da União Europeia (UE), no âmbito da cimeira europeia, em Bruxelas.
Guterres disse ainda que tinha "duas mensagens" para partilhar sobre a guerra no Irão.
Lusa
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Parlamento debate taxas para navios no estreito de Ormuz
Os deputados iranianos estão debater a eventual imposição de taxas à passagem de navios pelo estreito de Ormuz, via de comunicação essencial para o comércio mundial, noticiou esta quinta-feira a agência de notícias ISNA.
"No parlamento, estamos a trabalhar num plano segundo o qual os países vão ter de pagar taxas e impostos à República Islâmica para o estreito de Ormuz ser usado como via navegável segura", disse a deputada de Teerão Somayeh Rafiei, referindo-se ao transporte de fontes de energia e de mercadorias.
Por aquela passagem marítima passa parte muito significativa das exportações energéticas dos países do golfo Pérsico, mas também constitui rota essencial de cadeias de abastecimento alimentares e industriais, incluindo um terço dos fertilizantes comercializados globalmente.
Os Estados Unidos e aliados estão a estudar opções militares para garantir a segurança no estreito de Ormuz perante uma queda do tráfego marítimo e os riscos crescentes para a economia e a segurança alimentar globais.
EUA e Israel lançaram em 28 de fevereiro um ataque militar ao Irão, que retaliou com o encerramento do estreito de Ormuz e ataques contra alvos em Israel e bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.
Lusa
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Dois mortos em ataque com drones no noeoreste do Irão
Duas pessoas morreram e três outras ficaram feridas na sequência de um ataque com drones perto da cidade de Malekan, no noroeste do Irão, avança a agência de notícias Tasnim, citada pela Al Jazeera. Uma das vítimas mortais era uma força de segurança.
Correio da Manhã
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Irão intensificou ataques contra instalações de energia no Golfo
O Irão intensificou esta quinta-feira os ataques contra infraestruturas de energia dos países do Golfo, incendiando instalações de gás natural liquefeito (GNL) do Qatar e duas refinarias de petróleo do Kuwait.
O agravamento da guerra no Médio Oriente fez disparar novamente os preços globais dos combustíveis, com o preço do gás na Europa a disparar esta quinta-feira 35%.
Um navio atingido incendiou-se esta quinta-feira ao largo da costa dos Emirados Árabes Unidos e outro ficou danificado perto do Qatar, numa altura em que se verifica um controlo "de facto" do Estreito de Ormuz por parte do Irão.
Lusa
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China opõe-se à inaceitável eliminação de líderes nacionais e ataques contra alvos civis no Irão
A China afirmou esta quinta-feira que "a eliminação de líderes nacionais e ataques contra alvos civis no Irão são absolutamente inaceitáveis", após Israel ter morto o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão e ex-presidente do parlamento, Ari Larijani.
O porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês Lin Jian afirmou, em conferência de imprensa, que Pequim "se opõe sistematicamente ao uso da força nas relações internacionais".
Lin lamentou que "as chamas da guerra se estejam a expandir pelo Médio Oriente e que as tensões regionais estejam a aumentar".
Lusa
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Reaberta fronteira de Rafah entre Gaza e Egito
A fronteira de Rafah, entre a Faixa de Gaza e o Egito foi esta quinta-feira reaberta pela primeira vez depois do começo da ofensiva israelo-americana contra o Irão, informaram meios de comunicação social estatais egípcios.
A televisão Al-Qahera News noticiou que a passagem foi retomada "em ambos os sentidos" e transmitiu imagens aéreas de palestinianos a regressar a Gaza - alguns após tratamento médico no Egito ---, mas também de ambulâncias à espera para irem buscar feridos ou doentes palestinianos ao enclave.
A fronteira de Rafah tinha sido encerrada, numa primeira fase, durante a ofensiva militar de Israel sobre a Faixa de Gaza, na sequência do atentado terrorista levado a cabo em 07 de outubro de 2023 pelo grupo islamista radical Hamas, sendo o principal ponto de chegada de ajuda humanitária ao território.
Lusa
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Catar reporta "incêndios de grandes proporções" em instalações de gás natural
O Catar informou esta quinta-feira que ataques com mísseis iranianos danificaram mais instalações de gás natural liquefeito no país rico em recursos energéticos, "provocando incêndios de grandes proporções e danos adicionais extensos".
De acordo com a Catar Energy, empresa estatal de petróleo e gás do país, o combate aos incêndios ainda decorre e, até ao momento, não se registaram feridos.
O Catar, que é um importante fornecedor de gás natural para os mercados energéticos mundiais, já tinha suspendido a produção no início da guerra, e estes danos extensos podem atrasar o país no pleno regresso ao mercado após o fim da guerra com o Irão.
Lusa
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EUA sabiam que Israel iria atacar um campo de gás iraniano
Os Estados Unidos foram informados na quarta-feira sobre os planos de um ataque israelita ao enorme campo de gás natural offshore de South Pars, no Irão, mas não participaram na operação, segundo a agência Associated Press.
Macron contacta Trump e o emir do Catar após ataque a instalação de gás natural
O presidente francês afirma na rede social X que falou com o presidente dos EUA e com o emir Sheikh Tamim bin Hamad Al Thani depois de mísseis iranianos terem atingido a Cidade Industrial de Ras Laffan, onde se encontra uma grande instalação de gás natural.
"É do nosso interesse comum implementar, sem demora, uma moratória sobre ataques que visem infraestruturas civis, em particular instalações de abastecimento de energia e água", escreveu o presidente de França.
"As populações civis e as suas necessidades essenciais, bem como a segurança do abastecimento energético, devem ser protegidas de uma escalada militar."
Primeiras vítimas de mísseis em território palestiniano
A queda de mísseis iranianos perto da cidade de Hebron, na Cisjordânia ocupada, matou esta quarta-feira quatro mulheres, informou o Crescente Vermelho Palestiniano, no primeiro incidente do género em território palestiniano desde início do atual conflito no Médio Oriente.
A mesma fonte detalhou que os paramédicos do concelho de Dura assistiram na zona de Beit Awa um total sete feridos, também mulheres, transferidas para um hospital próximo.
Já depois da informação inicial de um ferido grave, um novo balanço deu conta de quatro vítimas mortais, todas mulheres.
Lusa
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Aeroporto Ben-Gurion atingido por "destroços" de mísseis iranianos
O aeroporto internacional Ben-Gurion, perto de Telavive, foi atingido "por destroços" na sequência de disparos de mísseis iranianos contra Israel, anunciou hoje o exército israelita à AFP, sem indicar a data do incidente.
O exército levantou hoje a ordem de censura relativa a este incidente, mas não autorizou a divulgação da data em que ocorreu.
Segundo os meios de comunicação israelitas, aviões privados estacionados no aeroporto sofreram danos.
Lusa
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Trump flexibiliza leis e sanções para aumentar oferta petrolífera
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspendeu esta quarta-feira por 60 dias legislação de transporte de produtos petrolíferos e flexibilizou sanções à Venezuela, para aumentar a oferta global e conter a subida de preços.
A Casa Branca (presidência) informou que a decisão de Donald Trump visa mitigar "interrupções de curto prazo no mercado petrolífero", numa altura em que o conflito no Médio Oriente e o bloqueio do Estreito de Ormuz estão a pressionar os preços.
A suspensão temporária da chamada "Lei Jones" permitirá o transporte de combustível entre portos dos Estados Unidos em navios não norte-americanos, alterando uma regra em vigor desde a década de 1920 e frequentemente apontada como fator de encarecimento dos combustíveis.
Lusa
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Teerão ameaça infraestruturas energéticas de Arábia Saudita, Catar e Emirados
A televisão estatal iraniana anunciou esta quarta-feira que Teerão ameaçou atacar infraestruturas petrolíferas e de gás no Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos (EAU), após Israel e Estados Unidos terem atingido a maior refinaria do Irão.
A ameaça é idêntica a outros avisos de ataque emitidos pelo Irão durante a guerra, imitando o estilo utilizado pelas Forças Armadas israelitas, de acordo com a agência de notícias Associated Press (AP).
O Irão ameaçou especificamente a refinaria Samref, na Arábia Saudita, e o complexo petroquímico de Jubail. Também ameaçou o campo de gás Al-Hassan, nos EAU, bem como instalações petroquímicas e uma refinaria no Qatar.
A ameaça surgiu depois de o Irão ter afirmado que o campo de gás South Pars e infraestruturas associadas foram atacados por Israel e Estados Unidos. O ataque desencadeou um incêndio, que está a ser combatido pelos bombeiros locais, desconhecendo-se, para já, se há vítimas.
O ataque ao campo de South Pars envolveu as fases 3, 4, 5 e 6, noticiou a televisão estatal iraniana.
Lusa
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Ataque dos EUA e Israel atinge maior reserva de gás do mundo
Israel e Estados Unidos atacaram esta quarta-feira uma importante instalação de gás iraniana no Golfo, a maior do mundo, provocando um incêndio, anunciou a televisão estatal, numa altura em que a guerra entra na terceira semana.
"Há instantes, algumas partes das instalações de gás" da refinaria estratégica South Pars, situada na cidade portuária de Kangan, "foram atingidas por projéteis do inimigo americano-sionista", declarou a televisão, citando o vice-governador da província meridional de Bushehr.
A estação acrescentou que equipas de bombeiros foram enviadas para o local para controlar o incêndio.
Lusa
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Ministro da Inteligência do Irão foi "eliminado", diz Israel
O ministro da Defesa de Israel afirmou que o ministro da Inteligência do Irão foi morto num ataque durante a madruga desta quarta-feira, cita a Sky News. Israel Katz anunciou que Esmaeil Khatib foi "eliminado" da ofensiva. O irão ainda não confirmou a morte do político.
Joana Mendes
JornalistaSeguir Autor:
Defesas aéreas dos Emirados Árabes Unidos intercetam mísseis
As defesas aéreas dos Emirados Árabes Unidos afirmaram que intercetaram vários mísseis sobre a cidade do Dubai, durante a madrugada desta quarta-feira. Não há relato de feridos.
Correio da Manhã
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Israel admite ter disparado contra posição da ONU no sul do Líbano
O exército israelita admitiu, esta quarta-feira, que disparou, no passado dia 6 de março, contra um posição da ONU no sul do Líbano. À Reuters, os israelitas indicaram que o ataque foi uma resposta a disparos de mísseis do Hezbollah que feriram dois soldados de Israel.
Correio da Manhã
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Ataque israelita em Teerão teve como alvo ministro da Inteligência do Irão
Israel anunciou que o ministro da Inteligência iranino foi alvo de um ataque em Teerão, avança a Al Jazeera.
Correio da Manhã
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Instalações australianas danificadas em ataque iraniano a base aérea nos Emirados Árabes Unidos
Um projétil laçado pelo Irão caiu junto à base militar australiana de Al Minhad, perto do Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, esta quarta-feira, confirmou o primeiro-ministro australiano Anthony Albanese, que referiu que o ataque não provocou feridos, apenas danos materiais, cita a Sky News.
Segundo Anthony Albanese, a queda do projétil provocou um pequeno incêndio num bloco de apartamentos e numa instalação médica da base.
Correio da Manhã
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Ataques israelitas atingem centro da capital do Líbano
Israel atacou sem aviso prévio um bairro do centro de Beirute esta noite, segundo meios de comunicação locais, tendo sido também bombardeada a periferia sul da capital.
Meios de comunicação locais anunciaram que um ataque atingiu o bairro central de Zoukak el-Blat, onde o exército israelita tinha atacado na semana passada uma filial da empresa financeira Al-Qard Al-Hassan, ligada ao movimento pró iraniano Hezbollah.
Um correspondente da agência de notícias francesa AFP ouviu o barulho de várias explosões durante a noite.
Lusa
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Mais explosões ouvidas no Curdistão iraquiano
Pelo menos quatro fortes explosões foram ouvidas esta quarta-feira em Arbil, no Curdistão iraquiano, segundo a agência noticiosa francesa AFP, após registo de ataques pró-iranianos com drones nos últimos dias contra interesses dos Estados Unidos da América (EUA) naquela zona.
Os jornalistas da AFP descreveram colunas de fumo nos arredores daquela cidade do Iraque, onde se situa o consulado dos EUA e estão estacionadas tropas da coligação internacional liderada pelos norte-americanos contra os grupos jihadistas, junto ao aeroporto.
Na passada semana, também bases militares italianas e francesas foram atacadas nesta região norte do Iraque, tendo sido morto um soldado do contingente da França ali destacado, além de outros sete feridos.
Lusa
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Embaixada dos EUA no Iraque sofre novo ataque
A embaixada norte-americana em Bagdade foi esta quarta-feira alvo de novo ataque, enquanto se registaram ataques de 'drones' e 'rockets' na Arábia Saudita e Kuwait, no 19.º dia do conflito no Médio Oriente, noticiou a agência AP.
A embaixada dos Estados Unidos na capital iraquiana, que já tinha sido atacada várias vezes nos últimos dias, por disparos provenientes do Irão, foi "atingida diretamente por um 'drone'", disse à AFP fonte dos serviços de segurança, sem especificar se houve ou não danos.
Um segundo responsável de segurança indicou que o 'drone' caiu "perto da vedação de segurança da embaixada".
Irão promete vingar morte do chefe de segurança Ali Larijani
O comandante-chefe do exército iraniano, Amir Hatami, prometeu, esta quarta-feira, vingar a morte do chefe de segurança iraniano, Ali Larijani: "o sangue deste mártir ilustre e de outros mártires estimados será vingado", cita a Sky News. O país anunciou, ainda, que vai tomar medidas "decisivas e lamentáveis" como resposta ao assassinato de Larijani.
Correio da Manhã
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Funerais de Ali Larijani e Gholamreza Soleimani realizam-se esta quarta-feira
Os funerais do chefe de segurança do Irão, Ali Larijani, e do chefe da Basij, Gholamreza Soleimani, realizam-se esta quarta-feira, indica a Aljazeera.
Correio da Manhã
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China não ajudará EUA a reabrir Estreito de Ormuz e vê com agrado adiamento da visita de Trump
Pequim não vai ajudar Washington a reabrir o Estreito de Ormuz, e verá com agrado o adiamento da visita à China do Presidente norte-americano, Donald Trump, quando os EUA arriscam ficar enredados no Médio Oriente, dizem analistas.
A guerra contra o Irão, já na terceira semana, enfrenta pressão crescente: o petróleo deixou de circular no estreito e aliados dos Estados Unidos recusam juntar-se aos esforços para garantir a sua segurança. Isto levanta receios de que a China, principal rival geopolítico dos EUA, possa beneficiar de um conflito que alguns consideram mal calculado.
"O pedido de Trump para adiar a cimeira com Xi Jinping mostra que subestimou as consequências da Operação Fúria Épica", disse Ali Wyne, analista do International Crisis Group, citado pela Associated Press. "Os EUA não conseguem reabrir sozinhos o estreito e precisam agora do principal rival para gerir uma crise que criaram", apontou.
Lusa
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Teerão e Moscovo afirmam que central nuclear iraniana de Bushehr foi atingida por projétil
Teerão e Moscovo afirmam que um projétil atingiu as instalações da central nuclear de Bushehr, no Irão, levantando o espetro de um incidente radioativo, quando se intensifica a guerra de Israel e Estados Unidos contra a República Islâmica.
Nem o Irão nem a Rússia afirmam que tenha havido qualquer libertação de material nuclear no incidente, ocorrido na terça-feira, mas este sublinha mais uma vez uma preocupação de longa data dos vizinhos do Irão -- que a central, situada nas margens do Golfo Pérsico, possa ser atingida por um ataque ou por um terramoto.
A agência de notícias estatal russa Tass citou na terça-feira à noite o CEO da Rosatom, Alexey Likhachev, que afirmou que "um ataque atingiu a área adjacente ao edifício do serviço de metrologia localizado no local da Central Nuclear de Bushehr, nas imediações da unidade de energia em funcionamento". Técnicos russos da Rosatom operam a central, utilizando urânio pouco enriquecido de fabrico russo.
Lusa
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Pelo menos 19 mortos em novos ataques de Israel contra o Líbano
O Exército de Israel anunciou esta quarta-feira novos ataques contra o Líbano, que registou, pelo menos, 19 mortos devido a bombardeamentos ocorridos durante esta madrugada.
"As Forças de Defesa de Israel (FDI) começaram a atacar alvos terroristas do Hezbollah no sul do Líbano", comunicou o Exército israelita na rede de mensagens Telegram.
O anúncio surge depois de as FDI terem recomendado a retirada de civis na região de Tiro, no sul do Líbano e solicitado, horas depois, também a evacuação do bairro de Bashoura, em Beirute, a capital do país.
Lusa
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Estados Unidos atacam instalações de mísseis próximas do Estreito de Ormuz
Os Estados Unidos atacaram esta noite várias instalações de mísseis do Irão, estrategicamente localizadas perto do Estreito de Ormuz.
O Comando Central dos Estados Unidos divulgou, nas suas páginas oficiais, um mapa com vários locais de mísseis anti navio que afirma terem sido atacados com sucesso.
De acordo com esse comando tutelado pelo Departamento de Defesa norte-americano, os mísseis guardados nessas instalações representavam "um risco" à navegação internacional no estreito.
Lusa
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Paquistão está pronto para mediar tensões regionais
O ministro da Informação do Paquistão, Attaullah Tarar, destacou o papel fundamental do seu país como parceiro regional, com um profundo compromisso com a estabilidade diplomática no Médio Oriente, durante uma entrevista ao Al Jazeera.
O ministro Tarar expressou um sincero "desejo de participar na desaceleração da situação" no Irão e de evitar mais instabilidade. Devido a estes laços de longa data, afirmou, o Paquistão continua pronto para intervir e ajudar sempre que possível.
"O Paquistão está envolvido em conversações com vários parceiros e sempre quisemos que este equilíbrio nas relações se mantivesse, e penso que somos capazes de desempenhar um papel de mediação junto dos países da região", acrescentou.
Dois mortos em Tel Aviv por um míssil iraniano
O serviço de emergência israelita Magen David Adom (MDA) informa que um homem e uma mulher morreram após terem sofrido ferimentos graves causados por estilhaços num ataque iraniano na zona de Ramat Gan, em Tel Aviv.
Forças Armadas dos EUA afirmam ter lançado bombas de 2 mil quilos sobre o Irão
As Forças Armadas dos EUA afirmaram ter lançado "várias munições de penetração profunda de 5 000 libras (2 267 kg)" sobre o Irão, alegando que o alvo eram "bases de mísseis iranianas fortificadas" ao longo da costa, perto do Estreito de Ormuz.
"Os mísseis de cruzeiro antinavio iranianos nestas instalações representavam um risco para a navegação internacional no estreito", afirmou o Comando Central das Forças Armadas num comunicado publicado na rede social X.
Bahrein interceptou 362 mísseis e drones desde o início da guerra
As Forças de Defesa do Bahrein afirmam que os seus sistemas de defesa aérea neutralizaram com sucesso 129 mísseis e 233 drones desde o início da guerra dos EUA e de Israel contra o Irão, há mais de duas semanas.
Grupo armado iraquiano reivindica ataques em várias frentes contra alvos norte-americanos
O grupo armado iraquiano Saraya Awliya al-Dam detalhou, num comunicado publicado no seu canal do Telegram, uma série de ataques que levou a cabo contra alvos norte-americanos em toda a região nos últimos 15 dias.
O grupo afirmou ter realizado 50 ataques, utilizando foguetes e drones contra bases norte-americanas na região semi-autónoma curda no norte do Iraque, juntamente com 21 ataques contra o Campo Victoria, em Bagdade.
Na Síria, o grupo reivindicou 11 ataques contra forças norte-americanas utilizando drones e mísseis. Além disso, o grupo afirmou ter realizado 28 ataques com drones na Arábia Saudita, no Kuwait e na Jordânia.
Dubai anuncia "interceções bem-sucedidas" da defesa aérea
O Gabinete de Imprensa de Dubai informou que as autoridades da cidade confirmaram que os ruídos ouvidos em várias zonas da cidade foram resultado de "operações bem-sucedidas de interceção da defesa aérea".
O Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos afirmou ainda que os sistemas de defesa aérea do país estavam a "responder a ameaças de mísseis e drones provenientes do Irão".
Corpo de Guardas da Revolução Islâmica adverte para "sede de sangue" após assassinato de Soleimani
"Alertamos os assassinos maléficos e terroristas deste mártir de alto escalão que a Basij nunca abandonará a sede de sangue do líder mártir, dos comandantes mártires e dos vários membros do povo mártir", afirmou o Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC).
Em vez disso, as mortes irão "duplicar a vontade da heróica nação iraniana e de todos os combatentes da Basij de continuar o caminho da resistência", concluiu o grupo num comunicado citado pelo Al Jazeera.
Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão saúda o "número crescente de vozes" contra a guerra
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, reagiu à demissão do diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA, Joe Kent.
Araghchi partilhou a carta de demissão de Kent, escrevendo que "um número crescente de vozes", incluindo responsáveis europeus e norte-americanos, "afirmam que a guerra contra o Irão é injusta".
"Mais membros da comunidade internacional deveriam seguir o exemplo", acrescentou. "A onda de repercussões globais apenas começou e atingirá todos – independentemente da riqueza, da fé ou da raça. O nosso inimigo é único."
Irão confirma a morte do comandante da força Basij
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irão (IRGC) confirmou a morte do comandante da força Basij, Gholamreza Soleimani.
A IRGC afirmou que Soleimani foi morto num "ataque do inimigo americano-sionista".
Soleimani, que liderou a Basij nos últimos seis anos e supervisionou operações de segurança interna, "desempenhou um papel estratégico e inigualável na modernização da estrutura popular e jihadista da Basij, no desenvolvimento de movimentos construtivos, na eliminação da privação e na prestação de assistência aos grupos oprimidos e vulneráveis", continuou o IRGC em comunicado citado pelo Al Jazeera.
"Este assassinato covarde demonstra a importância e o papel da Basij na batalha total contra o exército terrorista americano e o regime sionista e os seus mercenários, especialmente na guerra recente."
EUA vão colaborar com a Venezuela e Marrocos para reforçar a resiliência da cadeia de abastecimento
Quando questionado sobre como a administração Trump planeia lidar com os desafios económicos atuais, tais como o aumento dos preços dos alimentos e da gasolina, Desai afirma que Trump está a "trabalhar em estreita colaboração" com países como a Venezuela e Marrocos para "reforçar a produção de determinados insumos de fertilizantes, de modo a garantir que as cadeias de abastecimento sejam resilientes".
"O presidente dispõe de muitos instrumentos para lidar com estas perturbações, e estamos a ver a administração adotar uma abordagem muito robusta, ágil e multifacetada para lidar com estas questões", afirmou.
UE está a ponderar criar missão no Líbano
A chefe da diplomacia da União Europeia (UE) afirmou esta terça-feira que o bloco está a ponderar criar uma operação no Líbano, tendo em conta que a missão de manutenção da paz da ONU termina em dezembro.
"Estamos a discutir uma operação. Como sabem, o mandato da [missão da ONU no Líbano] FINUL vai acabar e a questão é saber se vai ficar um vazio. Não quer dizer que nós vamos substituir a FINUL, mas estamos a ver se os Estados-membros querem que desenvolvamos a nossa própria operação para ajudar o Líbano nesse aspeto", indicou Kaja Kallas.
A chefe da diplomacia da UE falava numa audição na Comissão dos Negócios Estrangeiros do Parlamento Europeu, em Bruxelas, e respondia a uma intervenção do eurodeputado alemão Michael Gahler, do Partido Popular Europeu (PPE), que perguntou o que a UE pode fazer no Líbano, além de mobilizar ajuda humanitária.
British Airways suspende voos para o Médio Oriente até 31 de maio
A companhia aérea British Airways anunciou esta terça-feira a suspensão, até 31 de maio inclusive, dos voos para Amã, Bahrein, Dubai e Telavive "devido à incerteza persistente da situação no Médio Oriente".
A ligação de inverno para Abu Dhabi será retomada a 25 de outubro, tal como anunciado anteriormente, enquanto os voos para Riade e Jidá, na Arábia Saudita, continuam a operar conforme previsto, indicou a companhia em comunicado.
Os voos para Doha, por sua vez, permanecem suspensos até 30 de abril.
O aeroporto do Dubai foi alvo, na segunda-feira, de um ataque com drones, que provocou o incêndio de um depósito de combustível, levando a uma breve suspensão do tráfego, perturbado desde o início do conflito.
Os Estados Unidos e Israel lançaram no dia 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
Lusa
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ONU alerta que guerra vai empurrar mais 45 milhões de pessoas para a fome aguda no mundo
A ONU alertou esta terça-feira que 45 milhões de pessoas adicionais, sobretudo da Ásia e África, serão afetadas pela insegurança alimentar aguda como consequência da guerra contra o Irão e respetivo impacto no Médio Oriente, marcando um novo recorde.
Numa análise do Programa Alimentar Mundial (PAM) das Nações Unidas, este número será alcançado caso as hostilidades não cessem antes de meados do ano e o preço do petróleo se mantenha acima dos 100 dólares por barril.
"A paralisação virtual do transporte marítimo no estreito de Ormuz e os crescentes riscos para a navegação no mar Vermelho já estão a elevar os preços da energia, do combustível e dos fertilizantes, agravando a fome para além do Médio Oriente", advertiu o PAM.
Lusa
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Netanyahu considera que morte de Larijani dá a iranianos oportunidade de decidirem destino
O primeiro-ministro israelita afirmou esta terça-feira que, ao matar o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão, Israel estava a dar aos iranianos uma oportunidade para "tomarem as rédeas do seu destino".
"Esta manhã, eliminámos Ali Larijani, o líder de um bando de 'gangsters' que, na realidade, governa o Irão", disse Benjamin Netanyahu, num vídeo divulgado pelo seu gabinete em que comenta o anúncio da morte de Larijani e do comandante da milícia Basij, Gholamreza Soleimani, na sequência de ataques aéreos israelitas, mortes essas que não foram confirmadas pelo Irão.
"Estamos a abalar este regime na esperança de dar ao povo iraniano uma oportunidade de se livrar dele", insistiu Netanyahu, acrescentando que se Israel persistir, dará aos iranianos "a oportunidade de tomarem as rédeas do seu destino".
Lusa
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Nissan reduz produção em 1.200 automóveis por mês devido à queda das exportações
A Nissan vai reduzir a sua produção na fábrica de Kyushu, no Japão, em 1.200 automóveis por mês, devido ao excesso de 'stock' resultante da queda das exportações para a região do Médio Oriente.
A empresa está a "fazer os ajustes necessários" na produção e na logística para se adaptar às consequências da guerra no Médio Oriente, que está a afetar o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, um dos principais canais de trânsito de mercadorias e petróleo do mundo.
De momento, várias empresas aguardam para tomar decisões relacionadas com o conflito, na expectativa de saber quanto tempo poderá durar a guerra e quais serão as suas consequências comerciais.
A Nissan junta-se assim a outras marcas japonesas, como a Toyota, que optou, no início de março, por reduzir a sua produção em 40.000 unidades entre março e abril para os modelos fabricados com destino ao Médio Oriente.
Os Estados Unidos e Israel lançaram no dia 28 de fevereiro um ataque militar contra o Irão, para "eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano", e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
Lusa
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Três mortos em ataques aéreos israelitas no sul do Líbano
Três pessoas morreram em ataques aéreos israelitas na cidade de Bint Jbeil, no sul do Líbano, no início desta manhã.
Várias outras pessoas ficaram feridas nos ataques e foram levadas para o hospital, avança o Aljazeera.
Correio da Manhã
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Israel ataca depósito subterrâneo do Hezbollah onde eram armazenados centenas de foguetes
A Força Aérea Israelita atacou um depósito subterrâneo do Hezbollah, no sul do Líbano, na passada segunda-feira, usado pelo grupo terrorista para armazenar armas.
Segundo as Forças de Defesa de Israel (IDF), o Hezbollah armazenava mísseis de cruzeiro e centenas de foguetes numa instalação subterrânea localizada na área de Kafra, avança o The Times of Israel.
Correio da Manhã
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Embaixada dos EUA em Bagdade atacada por drones
Foguetes e pelo menos cinco drones foram lançados contra a embaixada dos EUA em Bagdade, capital do Iraque, na madrugada desta terça-feira, a partir de áreas ao redor da cidade, de acordo com forças de segurança iraquianas, descrevendo o ataque como o mais intenso desde o início da guerra entre EUA e Israel contra o Irão.
Uma testemunha da Reuters viu pelo menos três drones em direção à embaixada. O sistema de defesa aérea C-RAM abateu dois deles, enquanto um terceiro atingiu o interior do complexo da embaixada, de onde se podia ver fogo e fumo a subir.
Até ao momento, não há vítimas a reportar.
Correio da Manhã
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ONU alerta para 36 mil deslocados paelestinianos na Cisjordânia
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) alertou esta terça-feira para o deslocamento forçado de mais de 36 mil palestinianos na Cisjordânia num só ano, mostrando preocupações com a eventual "limpeza étnica" em causa.
Segundo relatório do organismo, "o deslocamento de mais de 36 mil palestinianos na Cisjordânia ocupada constitui uma expulsão em massa em uma escala sem precedentes", lê-se no texto, que apela ao fim da expansão dos colonatos israelitas naquele território.
O documento reporta-se somente ao período entre novembro de 2024 e outubro de 2025 e destaca que "os deslocamentos na Cisjordânia ocupada, que coincidem com o deslocamento em massa de palestinianos para Gaza (...), parecem indicar uma política concertada israelita de transferências forçadas em massa" em todos os territórios ocupados, "levantando preocupações sobre limpeza étnica".
Lusa
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Israel ataca alto funcionário iraniano, Ali Larijani, durante a noite
Um ataque aéreo no Irão por parte de Israel, durante esta noite, teve como alvo um alto funcionário iraniano, Ali Larijani.
Até ao momento, não está confirmado o estado do secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irão, avança o The Times of Israel.
Um outro ataque aéreo israelita no Irão teve como alvo o líder da Jihad Islâmica Palestina, Akram al-Ajouri, e outros altos funcionários do grupo terrorista.
O chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel (IDF), tenente-general Eyal Zamir, aparenta confirmar os detalhes já que, durante a manhã, afirmou que "conquistas significativas na eliminação de inimigos também foram registradas durante a noite, com potencial para impactar os resultados da campanha e as missões das IDF".
“Isto soma-se às eliminações realizadas nos últimos dias no Irão contra elementos externos, também ligados à região palestina”, acrescentou Eyal Zamir.
Correio da Manhã
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Petroleiro atingido no Golfo de Omã por "projétil desconhecido"
Um petroleiro foi atingido por um "projétil desconhecido" quando se encontrava ancorado no golfo de Omã, não muito longe da entrada do estreito de Ormuz, anunciou esta segunda-feira a agência marítima britânica UKMTO.
O navio-tanque encontrava-se a 23 milhas náuticas (cerca de 37 quilómetros) a leste da cidade de Fujaira, no sul dos Emirados Árabes Unidos.
"Um navio-tanque informou que foi atingido por um projétil desconhecido enquanto se encontrava ancorado", comunicou o Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO, na sigla em inglês).
O centro precisou que não há feridos entre a tripulação da embarcação nem foram comunicados "impactos ambientais", e que foram registados "danos estruturais ligeiros".
Lusa
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Emirados Árabes Unidos fecham espaço aéreo devido a ataques iranianos
A Autoridade Geral de Aviação Civil dos Emirados Árabes Unidos anunciou o encerramento temporário e total do espaço aéreo do país.
Trata-se de "uma medida de precaução excecional" destinada a garantir a segurança dos voos e das tripulações, bem como a salvaguardar o território dos Emirados Árabes Unidos, de acordo com o Al Jazeera.
O Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos afirmou estar a responder a uma nova onda de ataques com mísseis e drones iranianos.
Drone provoca incêndio no campo de gás de Shah em Abu Dhabi
O impacto de um drone causou um incêndio no campo de gás natural de Shah, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, embora até ao momento não haja notícias de feridos.
"As autoridades de Abu Dhabi estão a responder a um incêndio no campo de Shah causado por um ataque de um drone. Não há registo de feridos", indicou o gabinete de imprensa de Abu Dhabi num comunicado oficial.
O texto recomenda que a população se informe apenas por vias oficiais e evite "difundir rumores ou informação não verificada".
Lusa
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Ataques israelitas no sul do Líbano ferem pelo menos 11 pessoas
Os ataques aéreos israelitas no sul do Líbano feriram pelo menos 11 pessoas, informou o Ministério da Saúde Pública libanês.
A Agência Nacional de Notícias do Líbano informou que um ataque israelita à cidade de Shaqra, no distrito de Bint Jbeil, feriu sete civis, segundo um balanço preliminar.
Outro ataque à cidade vizinha de Srifa deixou quatro pessoas feridas.
Kuwait afirma estar a responder a ataques com mísseis e drones
O exército do Kuwait afirma que as defesas aéreas do país estão a responder a ataques com mísseis e drones, de acordo com o Al Jazeera.
Israel reivindica destruição de quartel-general da Marinha da Guarda Revolucionária
As Forças de Defesa de Israel (FDI) reivindicaram hoje que "atingiram e desmantelaram", em bombardeamentos aéreos na sexta-feira, o quartel-general da Marinha da Guarda Revolucionária do Irão, em Teerão.
O quartel-general estava localizado "dentro de um grande complexo militar do regime iraniano" nos arredores de Teerão, segundo um comunicado das FDI, acompanhado de uma infografia.
As FDI afirmam que as operações marítimas contra Israel e outros países do Médio Oriente eram controladas a partir daí.
Lusa
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EUA afirmam que pelo menos 200 soldados ficaram feridos na guerra contra o Irão
Cerca de 200 soldados norte-americanos ficaram feridos durante a guerra contra o Irão, incluindo 10 "gravemente feridos", segundo o porta-voz do Comando Central dos EUA, o capitão Tim Hawkins.
Afirmou que 180 militares já regressaram ao serviço. Os ferimentos incluem queimaduras, traumatismos cranianos e ferimentos causados por estilhaços.
Autoridades militares afirmam que muitos dos ataques envolveram drones iranianos "de uso único". O General Dan Caine, Presidente do Estado-Maior Conjunto, afirmou na semana passada que esses drones foram responsáveis pela maioria das baixas.
Rangel condena ataques do Hezbollah mas pede respeito pela soberania do Líbano
O ministro dos Negócios Estrangeiros português condenou esta segunda-feira os ataques do movimento xiita Hezbollah contra Israel, considerando que a ameaça que representam deve ser tida em conta, mas pediu respeito pela integridade territorial do Líbano.
Em declarações aos jornalistas à margem de uma reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros, em Bruxelas, Paulo Rangel foi questionado se lhe parecem fazer sentido os atuais bombardeamentos de Israel no Líbano.
Na resposta, o ministro dos Negócios Estrangeiros considerou que, "em primeiro lugar, é preciso dizer que é altamente condenável a ação do Hezbollah que, justamente, motivou isto".
Lusa
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Número de mortos na guerra entre Israel e Hezbollah sobe para 886
Os ataques israelitas contra o Líbano provocaram a morte de 886 pessoas, entre as quais 111 crianças e 38 profissionais de saúde, anunciou o Ministério da Saúde libanês.
O balanço anterior sobre a guerra em curso desde 2 de março entre Israel e o movimento libanês pró-iraniano Hezbollah, divulgado no domingo, era de 850 mortos.
Além das vítimas mortais, 2.141 pessoas ficaram feridas em duas semanas de conflito, precisou a mesma fonte, citada pela agência de notícias France-Presse (AFP).
Reino Unido e Canadá concordam na importância de reabrir Estreito de Ormuz
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e o homólogo canadiano, Mark Carney, concordaram na importância de reabrir o Estreito de Ormuz à navegação marítima, afetada pelo conflito em curso no Médio Oriente.
Os dois líderes reuniram-se hoje de manhã em Londres, onde, segundo um porta-voz de Starmer, "discutiram a situação no Médio Oriente e concordaram com a importância de restaurar a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz, sublinhando a necessidade de estabilidade e de proteção das rotas marítimas internacionais".
Medidas para preços dos combustíveis nas mãos do Conselho Europeu
As decisões sobre ajudas aos consumidores e indústria caso as subidas dos preços dos combustíveis, gás e eletricidade ultrapassem a barreira crítica serão decididas pelos líderes da União Europeia (UE), disse esta segunda-feira a ministra do Ambiente.
"As decisões finais serão tomadas no Conselho Europeu, na quinta e sexta-feira, esta foi uma reunião preparatória", disse Maria d Graça Carvalho aos jornalistas, à margem do Conselho de ministros da tutela dos 27 Estados-membros.
Há sistemas para ajudar as pessoas e as empresas, nomeadamente ao nível das tarifas sociais da eletricidade e do gás, referiu.
Lusa
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Governo britânico ajuda pessoas que usam gasóleo para aquecimento
O Governo britânico anunciou um apoio de 53 milhões de libras (61 milhões de euros) para o aquecimento das casas de pessoas afetadas pela subida dos preços dos combustíveis devido ao conflito no Médio Oriente.
O pacote é direcionado a famílias de rendimentos baixos que usam gasóleo para o aquecimento das casas em zonas rurais em vez de gás, como a maioria dos britânicos, e por isso mais vulneráveis ao aumento dos preços.
O Governo explicou que o preço do querosene, utilizado no gasóleo de aquecimento, subiu mais rapidamente do que a gasolina e o gás e é atualmente o dobro do preço do petróleo bruto.
Lusa
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Mais de 11.000 cidadãos da União Europeia repatriados do Médio Oriente
Mais de 11.000 cidadãos da UE foram repatriados do Médio Oriente desde o início da guerra iniciada por Israel e Estados Unidos contra o Irão, incluindo portugueses, anunciou esta segunda-feira a Comissão Europeia.
"Desde o início da escalada da tensão na região, no final de fevereiro, o Centro de Coordenação de Resposta a Emergências da UE prestou apoio a cerca de 90 voos, que trouxeram de volta cerca de 11.000 cidadãos europeus para Áustria, Bélgica, Bulgária, República Checa, Estónia, França, Itália, Chipre, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Países Baixos, Portugal, Roménia, Eslováquia e Suécia", indicou Bruxelas em comunicado.
De acordo com a instituição, o quinto voo de evacuação do Médio Oriente, fretado e financiado na totalidade pela Comissão Europeia, aterrou no domingo, em Bucareste, permitindo "o repatriamento seguro de 134 cidadãos europeus após um pedido das autoridades romenas".
Lusa
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Starmer quer "plano coletivo viável" para estreito de Ormuz
O primeiro-ministro britânico afirmou esta segunda-feira estar a avaliar com os países aliados, incluindo europeus, um "plano coletivo viável" garantir a passagem de navios pelo estreito de Ormuz, ameaçada pelo conflito no Médio Oriente.
"Já agimos em conjunto com outros países para libertar reservas de petróleo de emergência a um nível totalmente sem precedentes, mas, em última análise, temos de reabrir o estreito de Ormuz para garantir a estabilidade do mercado", sublinhou Keir Starmer, numa conferência de imprensa em Londres.
Starmer disse estar a trabalhar "com todos os aliados, incluindo os parceiros europeus, para elaborar um plano coletivo viável que possa restaurar a liberdade de navegação na região o mais rapidamente possível e atenuar os impactos económicos".
Lusa
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Bruxelas fala em crise de preços energéticos e admite medidas de curto prazo
A Comissão Europeia considerou esta segunda-feira que a União Europeia (UE) enfrenta uma "crise de preços" na energia devido ao conflito no Médio Oriente, admitindo medidas "direcionadas e de curto prazo" sem alterar o sistema energético europeu.
"Vou falar hoje com os ministros da Energia [da UE] para ouvir a análise da situação e perceber quão grave ela é. Para mim é importante salientar que não estamos perante uma crise de abastecimento, porque isso, naturalmente, implicaria a necessidade de outras medidas, mas neste momento estamos numa crise de preços e o facto de os preços estarem tão elevados é algo que não podemos ignorar", disse o comissário europeu da Energia, Dan Jørgensen.
Lusa
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Israel anuncia ter destruido avião do anterior líder supremo iraniano
As forças armadas israelitas anunciaram esta segunda-feira ter destruído o avião do anterior 'líder supremo' do regime conservador xiita do Irão, Ali Khamenei, num ataque ao aeroporto de Mehrabad, em Teerão.
Em comunicado, as Forças da Defesa de Israel (IDF) indicaram que a operação militar para destruir a aeronave, também utilizada por outros altos funcionários, foi realizada durante na madrugada de segunda-feira com "um ataque preciso".
"Mais um ativo estratégico do regime foi enfraquecido", lê-se no texto dos responsáveis militares de Israel, referindo-se ao avião que era usado pelo 'ayatollah', morto nos primeiros ataques da ofensiva conjunta israelo-americana.
Lusa
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Ataque com drone provocou incêndio em complexo petrolífero nos Emirados
Um ataque com um drone provocou esta segunda-feira um incêndio na zona industrial petrolífera de Fujairah, na costa leste dos Emirados Árabes Unidos, informaram as autoridades locais.
Segundo o gabinete de imprensa do complexo petrolífero de Fujairah, um aparelho aéreo não tripulado (drone) provocou o incêndio na zona industrial, não se tendo registado feridos.
As autoridades acrescentaram que as equipas de emergência estão ainda a tentar extinguir as chamas.
Lusa
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Teerão ameaçou atacar as infraesturas da televisão Iran International
As Forças Armadas do Irão ameaçaram os países da região que cooperam com a televisão Iran International, sediada em Londres, afirmando que as infraestruturas regionais do canal foram consideradas objetivos militares.
No domingo, as autoridades iranianas anunciaram a detenção de pelo menos 18 pessoas no Irão acusadas de enviar imagens e informações para a estação de televisão.
O Centro de Comando Conjunto Khatam al-Anbiya num comunicado divulgado no domingo à noite disse que o canal de televisão utiliza satélites e infraestruturas mediáticas de "certos países da região".
Lusa
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Um morto em Abu Dhabi após queda de míssil sobre veículo
Um palestiniano foi esta segunda-feira morto nos arredores da capital dos Emirados Árabes Unidos, Abu Dhabi, quando um míssil atingiu o carro em que seguia, anunciaram as autoridades.
As autoridades "intervieram na sequência de um incidente ocorrido na zona de Al Bahia, que envolveu o impacto de um míssil num veículo civil, o que resultou na morte de um cidadão palestiniano", declarou o gabinete de imprensa de Abu Dhabi em comunicado.
A morte ocorre numa altura em que Teerão prossegue os ataques no Golfo em retaliação à agressão americano-israelita ao Irão.
Lusa
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Japão liberta reservas estratégicas e não prevê operação no estreito de Ormuz
O Japão vai libertar as reservas estratégicas de petróleo, dando início a uma operação global coordenada pela Agência Internacional de Energia, mas não considera enviar navios de guerra para o Estreito de Ormuz, como pediu Donald Trump.
Os 32 países membros da Agência Internacional de Energia (AIE) decidiram na quarta-feira a libertação de 400 milhões de barris de petróleo para amortecer a subida vertiginosa dos preços provocada pela guerra no Irão.
Trata-se do maior desbloqueio de reservas alguma vez decidido pela instituição, criada há mais de 50 anos.
Lusa
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Israel inicia "operação terrestre direcionada" no Líbano para ampliar zona de segurança contra o Hezbollah
As Forças Armadas de Israel afirmam ter iniciado uma "operação terrestre direcionada contra alvos-chave" no sul do Líbano, enviando mais tropas para o interior da região como parte de uma zona de segurança ampliada, após o Hezbollah ter começado a atacar Israel no início deste mês, devido à guerra com o Irão.
A 91ª Divisão Regional "Galileia" iniciou uma incursão no final da noite de sábado no setor leste do sul do Líbano, durante a qual as tropas encontraram e mataram vários operacionais do Hezbollah, de acordo com os militares.
As Forças de Defesa de Israel afirmam que a operação tem como objetivo expandir "a área de defesa avançada".
“Esta operação faz parte do esforço para estabelecer uma defesa avançada, incluindo a destruição da infraestrutura terrorista e a eliminação de terroristas que operam na área, para remover ameaças e criar uma camada adicional de segurança para os residentes do norte”, afirma o exército.
Correio da Manhã
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Mais de três mil iranianos mortos nos bombardeamentos dos EUA e Israel
Pelo menos 3.040 pessoas, na maioria civis, morreram em resultado dos ataques aéreos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão desde 28 de fevereiro, segundo uma contagem divulgada hoje pela organização iraniana de direitos humanos HRANA.
O número inclui 1.319 civis, dos quais 206 eram menores de idade, além de 1.122 militares, de acordo com Agência de Notícia de Ativistas de Direitos Humanos (HRANA), sediada nos Estados Unidos, usando relatórios oficiais de autoridades de saúde, de emergência e defesa civil e de outras fontes no Irão.
Outras 599 mortes foram confirmadas pela organização, mas as suas identidades não puderam ser determinadas.
Lusa
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Países membros da Agência da Energia da Ásia e Oceânia libertam reservas de petróleo
A Agência Internacional da Energia (AIE) anunciou este domingo que decidiu libertar imediatamente os excedentes oriundos da Ásia e Oceânia para colocar no mercado 400 milhões de barris de petróleo.
Entretanto, os carregamentos da América e Europa começam a chegar a partir do final de março, indicou a AIE, segundo esta decisão tomada na quarta-feira.
Segundo uma atualização feita este domingo pela AIE, os países-membros já apresentaram os seus planos de implementação da medida excecional adotada por o forte impacto que a guerra no Irão está a ter o mercado petrolífero, especialmente com o bloqueio do estreito de Ormuz, por onde passa 20% do comércio mundial do petróleo.
Lusa
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Pelo menos 38 pessoas detidas por alegada cooperação com o "inimigo sionista"
As autoridades iranianas detiveram pelo menos 38 pessoas em todo o país por alegada cooperação com o "inimigo sionista", o Estado de Israel, adiantam este domingo meios de comunicação iranianos.
Segundo a agência de notícias espanhola Efe, que cita declarações do procurador da província do Azerbaijão Ocidental, Hossein Majidi, à agência de notícias iraniana Fars, "20 pessoas foram detidas por decisão judicial" por terem "transmitido informações sobre instalações militares, policiais e de segurança ao inimigo sionista".
Também a agência Tasnim, igualmente iraniana, refere que, segundo o Ministério da Informação, pelo menos mais 18 pessoas foram detidas por terem "enviado imagens de locais bombardeados por Israel e pelos Estados Unidos", bem como de outros locais, ao canal de televisão Iran International, sediado em Londres e classificado como "organização terrorista" por Teerão.
Lusa
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Teerão lista 56 museus e sítios históricos atingidos por ataques aéreos
O Governo iraniano estima que os ataques aéreos israelitas e norte-americanos tenham atingido pelo menos 56 museus e sítios históricos em todo o país desde o início da campanha de bombardeamentos, no final do mês passado.
A estimativa mais recente, publicada pela agência de notícias semioficial Tasnim, citada pela Europa Press, confirma danos no Palácio Golestan, Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO, na segla em inglês) e ex-palácio real da era Cajar, na histórica Cidadela de Teerão, no Palácio de Mármore, no edifício da Polícia Municipal, no antigo edifício do Senado, na Mesquita Sepahsalar e no Palácio Farahabad.
As autoridades relatam ainda danos no Museu Arqueológico de Sanandaj e nos museus de Khosrowabad e Asef Vaziri, na província do Curdistão iraniano.
Os monumentos históricos de Isfahan também sofreram danos significativos nas recentes vagas de ataques, particularmente o complexo da Praça Naqsh-e Jahan, um dos maiores do mundo, Património Mundial da UNESCO, a Grande Mesquita Abássida do Imã Khomeini e o Palácio Chehel Sotoun.
A histórica Escola Secundária Kezazi em Kermanshah, a Mansão Sabzabad, a Casa Branca em Band Siraf (Província de Bushehr) e o Museu Arqueológico de Darehshahr em Ilam também foram afetados.
A UNESCO manifestou a sua preocupação com os danos nos sítios do Património Mundial e reiterou que os bens culturais estão protegidos pelo direito internacional. Este organismo internacional reconheceu um total de 29 sítios do Património Mundial neste país da Ásia Central.
Lusa
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Teerão descarta negociações para terminar conflito
O Irão "não vê razões para negociar" com os Estados Unidos, afirmou este domingo o ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter indicado que Teerão deseja um acordo para terminar a guerra.
"Não vemos motivos para negociar com os americanos porque estávamos no meio de negociações com eles quando decidiram atacar-nos, e esta foi a segunda vez", declarou Araghchi em entrevista à cadeia televisiva CBS.
O ministro iraniano referia-se à operação norte-americana em junho de 2025 contra instalações do programa nuclear do Irão, em plenas negociações com Washington, uma situação que voltou a acontecer com o confito em curso, desencadeado pela ofensiva aérea israelo-americana em 28 de fevereiro, que voltou a interromper o diálogo com Teerão.
Lusa
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Ataques aéreos israelitas no Líbano já mataram 850 pessoas desde 2 de março
Os ataques aéreos israelitas no Líbano mataram 850 pessoas desde 2 de março, incluindo 107 crianças, anunciou este domingo o ministério da Saúde, num novo balanço.
O anterior balanço, divulgado no sábado, foi de 826 mortos. Entre os mortos contam-se 66 mulheres e 32 profissionais de saúde, informou o ministério, acrescentando que 2.105 pessoas ficaram feridas nas duas semanas de combates.
Entretanto, na Faixa de Gaza, um hospital anunciou que oito agentes policiais foram este domingo num ataque aéreo israelita que atingiu o veículo em que seguiam, na região central do território, apesar do cessar-fogo que entrou em vigor a 10 de outubro de 2025 entre Israel e o Hamas.
Lusa
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Ataques dos EUA e Israel ao Irão causaram 16 mortos e 223 feridos entre pessoal médico
As autoridades iranianas denunciaram este domingo que os ataques dos Estados Unidos e de Israel causaram 16 mortos e 223 feridos entre pessoal médico e que 152 centros de saúde foram danificados desde o início do conflito, em fevereiro.
Segundo um membro da Comissão de Saúde do Parlamento iraniano, Mohammad Jamalian, citado pela agência Efe, das instalações afetadas 43 são unidades de emergência e várias clínicas e hospitais estão paralisados devido aos danos sofridos.
"Ambulâncias e autocarros de socorro foram atacados e sofreram graves danos", denunciou o parlamentar, numa entrevista à agência Tasnim.
Lusa
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Exército israelita prevê que guerra dure mais três a seis semanas
As Forças de Defesa de Israel preveem que a guerra com o Irão poderá durar mais três a seis semanas, indicou este domingo o porta-voz do exército, que destacou a existência de "milhares de objetivos pela frente".
"Estamos preparados, em coordenação com os nossos aliados americanos, com planos que se estenderão pelo menos até ao feriado judaico da Páscoa [que começa em 01 de abril], daqui a cerca de três semanas. E temos planos mais ambiciosos que abrangem até mais três semanas", precisou Effie Defrin, em entrevista à cadeia televisiva CNN.
Contudo, o porta-voz militar observou que as forças israelitas "não trabalham com um cronómetro ou calendário, mas para atingir os seus objetivos", que consistem em "enfraquecer severamente o regime iraniano".
Lusa
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Leão XIV apela ao cessar-fogo no Médio Oriente
O Papa Leão XIV apelou hoje aos responsáveis pelo conflito no Médio Oriente para um cessar-fogo e reabertura dos canais de diálogo, depois de denunciar a "violência atroz" sofrida pelos povos da região nas últimas duas semanas.
"Em nome dos cristãos do Médio Oriente e de todos os homens e mulheres de boa vontade, dirijo-me aos responsáveis por este conflito. Cessem o fogo, reabram os canais de diálogo", disse o pontífice da janela do Palácio Apostólico.
"A violência nunca poderá conduzir à justiça, à estabilidade e à paz que os povos tanto anseiam", acrescentou.
Lusa
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Israel reafirma objetivo de só parar a guerra quando eliminar ameaças
O chefe da diplomacia israelita, Gideon Saar, insistiu este domingo que a guerra contra o Irão vai durar até que sejam eliminadas as "ameaças existenciais" que o país representa para Israel.
"Queremos acabar com as ameaças existenciais do Irão a longo prazo, não queremos ir todos os anos para outra guerra", declarou Saar, citado pela agência de notícias espanhola EFE.
A guerra foi desencadeada por uma ofensiva militar de grande escala que Israel e os Estados Unidos lançaram conjuntamente contra o Irão em 28 de fevereiro.
Lusa
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"Curdistão depende muito de alimentação do Irão": Enviado especial do CM testemunha reabertura da fronteira
VÍDEO: CMTV
Outros países devem evitar ações que possam expandir a guerra, aconselha o Irão
O Irão aconselhou este domingo outros países a evitar qualquer ação que possa expandir a guerra com os Estados Unidos e Israel, após o apelo do Presidente norte-americano sobre segurança no estreito de Ormuz.
O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, apelou aos outros países para que se "abstenham de qualquer ação que possa levar a uma escalada e a uma extensão do conflito", segundo um comunicado do seu ministério.
O apelo foi feito durante uma conversa telefónica e Araghchi com o homólogo francês, Jean-Noel Barrot, precisou o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão no comunicado, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).
Lusa
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Principal fronteira entre Irão e Curdistão reabre hoje pela primeira vez desde início da guerra. Enviado do CM está no local
Autoridades do Irão detêm mais de 20 pessoas por alegada cooperação com Israel
As autoridades do Irão detiveram pelo menos 20 pessoas no noroeste do país por alegada cooperação com Israel, noticiou este domingo a agência semioficial iraniana Fars, ao 16.º dia da guerra no Médio Oriente.
As detenções ocorreram por ordem judicial por as pessoas terem "transmitido informações sobre locais militares, policiais e de segurança ao inimigo sionista", disse o procurador da região, Hossein Majidi.
O poder iraniano tem realizado vagas de detenções por acusações relacionadas com a guerra lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel, de acordo com a comunicação social iraniana e diversas organizações não-governamentais (ONG).
Lusa
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Tóquio não descarta enviar navios de guerra para Ormuz mas apela à "cautela"
O Japão afirmou este domingo que Tóquio não descarta enviar navios de guerra para defender o Estreito de Ormuz, tal como solicitado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, mas disse que o país deve considerar essa possibilidade com "cautela".
"Legalmente, não descartamos a possibilidade de emitir uma ordem de segurança marítima ao abrigo do artigo 82.º da Lei das Forças de Autodefesa, mas, dado o conflito em curso, devemos tomar uma decisão com cautela", advertiu o chefe do conselho de políticas do Partido Liberal Democrático (PLD), no poder, Takayuki Kobayashi, durante um programa na televisão pública NHK, citado pela agência EFE.
Kobayashi assegurou que os critérios para o envio de navios de guerra para Ormuz "são muito elevados" e salientou o seu desejo de que o Governo japonês "considere com calma" como a situação no Médio Oriente pode evoluir, a fim de tomar as medidas adequadas.
Lusa
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Israel lança nova ofensiva e Teerão ataca base dos EUA e alvos israelitas
Israel anunciou este domingo o lançamento de uma nova ofensiva no oeste do Irão e a Guarda Revolucionária iraniana reivindicou ataques com mísseis contra uma base aérea norte-americana e alvos israelitas, ao 16.º dia de guerra.
O exército israelita lançou "uma vaga de ataques contra infraestruturas do regime terrorista iraniano no oeste do Irão", disseram os militares num comunicado citado pela agência francesa AFP.
Desde o início da operação militar conjunta com os Estados Unidos, em 28 de fevereiro, Israel realizou mais de 400 vagas de bombardeamentos no Irão, segundo a agência de notícias espanhola EFE.
Lusa
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Guarda Revolucionária iraniana promete "caçar e matar" primeiro-ministro de Israel
A Guarda Revolucionária iraniana prometeu este domingo "caçar e matar" o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, no 16.º dia do conflito desencadeados pelos ataques de Israel e Estados Unidos contra o Irão.
"Se este criminoso assassino de crianças ainda estiver vivo, continuaremos a caçá-lo e a matá-lo com todas as nossas forças", escreveu a Guarda num comunicado.
Em retaliação pela ofensiva lançada em 28 de fevereiro, o Irão condicionou o tráfego no estreito de Ormuz e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas em países da região como Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait, Líbano, Jordânia, Omã e Iraque.
Lusa
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Kuwait, Emirados e Arábia Saudita alertam para novos ataques de Teerão
Kuwait, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita relataram ter intercetado vários ataques lançados este domingo a partir do Irão, marcando o início do 16.º dia de conflito no Médio Oriente.
O Ministério da Defesa saudita informou ter intercetado pelo menos 12 drones nas últimas quatro horas, em várias mensagens publicadas na rede social X.
O gabinete de imprensa de Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, informou sobre um incêndio iniciado por um drone que atingiu uma instalação petrolífera na zona de Ruwais, que foi posteriormente controlado.
Lusa
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Alegada morte de Mojtaba Khamenei é apenas "um rumor", considera Trump
O Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, considera a alegada morte do líder supremo do Irão "um rumor", embora tenha sublinhado que Mojtaba Khamenei não foi visto em público desde o início do conflito.
Na quinta-feira, Khamenei dirigiu-se pela primeira vez à nação desde que foi eleito, em 08 de março, como novo líder supremo, mas o discurso foi lido por uma apresentadora na televisão nacional.
"Nem sei se [Khamenei] está vivo. Até agora, ninguém conseguiu prová-lo", disse o líder dos EUA no sábado, durante uma entrevista telefónica à emissora norte-americana NBC.
Lusa
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Hezbollah relata confrontos "diretos" com forças israelitas no sul do Líbano
A milícia xiita libanesa Hezbollah, apoiada pelo Irão, disse este sábado ter-se envolvido em confrontos "diretos" com o exército israelita na cidade de Khiam, no sul do Líbano.
Os combates começaram às 21:20 locais (19:20 em Lisboa), envolvendo "armas ligeiras e de pequeno porte, bem como projéteis do tipo foguete", informou o Hezbollah, em comunicado.
O movimento radical acrescentou que atacou as forças israelitas em três aldeias fronteiriças.
Lusa
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OMS denuncia morte de 14 profissionais de saúde em 24 horas no Líbano
A Organização Mundial da Saúde (OMS) denunciou este sábado o assassínio de 14 profissionais de saúde no sul do Líbano só nas últimas 24 horas.
Após corroborar informações junto de várias fontes, a organização afirmou que 12 médicos, paramédicos e enfermeiros perderam a vida num ataque realizado na sexta-feira à noite contra um centro de cuidados de saúde primários em Bourj Qalaouiyeh.
Poucas horas antes, dois paramédicos foram mortos em ataques contra um centro de saúde em Al Sowana.
Lusa
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Turquia teme que Netanyahu possa estar a cometer "um novo genocídio" no Líbano
O ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Hakan Fidan, afirmou este sábado temer que o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, possa estar a cometer "um novo genocídio" ao atacar o Líbano, a pretexto de combater o Hezbollah.
"Tememos sinceramente que Netanyahu esteja a cometer um novo genocídio sob o pretexto de combater o Hezbollah", disse aquele membro do Governo turco, instando a comunidade internacional a "tomar medidas imediatas".
Fidan voltou a acusar o líder israelita e as suas "políticas expansionistas e ideologia fundamentalista" de provocarem o conflito no Irão.
Lusa
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Líder parlamentar iraniano declara Ucrânia como "alvo legítimo"ao fornecer drones a Israel
O presidente da Comissão de Segurança Nacional do parlamento iraniano, Ebrahim Azizi, acusou este sábado a Ucrânia de se envolver na guerra contra o seu país, tornando-se num "alvo legítimo" ao fornecer drones a Israel.
"Ao prestar apoio com drones ao regime israelita, a Ucrânia, que já não tem poder, envolveu-se de facto na guerra e, de acordo com a Carta da ONU, tornou todo o seu território num alvo legítimo para o Irão", considerou o parlamentar iraniano nas redes sociais, quando se assinalam este sábado duas semanas desde o início da ofensiva aérea dos Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica.
Lusa
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Embaixada dos EUA no Iraque alerta cidadãos norte-americanos para abandonarem o país
A embaixada dos EUA no Iraque alertou os cidadãos norte-americanos para que abandonassem o país. "Os cidadãos norte-americanos devem deixar o Iraque agora", refere o comunicado.
"Os cidadãos que optarem por permanecer no Iraque são fortemente encorajados a reconsiderarem a decisão, tendo em vista a significativa ameaça representada pelos grupos terroristas alinhados com o Irão", acrescentou ainda o comunicado citado pela Al Jazeera.
Correio da Manhã
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Ataques aéreos israelitas ao Líbano mataram pelo menos 826 pessoas
Os ataques aéreos israelitas ao Líbano mataram pelo menos 826 pessoas, incluindo 106 crianças, e feriram 2.009, desde o início da guerra, em 2 de março, anunciou este sábado o Ministério da Saúde libanês.
Entre as vítimas, as autoridades deram conta da morte de 31 profissionais de saúde, após a descoberta de mais corpos na sequência de um ataque aéreo, este sábado, no sul do país.
Este novo balanço atualiza em mais 53 mortos, relativamente ao balanço divulgado na sexta-feira, que dava conta de pelo menos 773 pessoas mortas, incluindo 103 crianças, em consequência dos ataques da aviação israelita.
Lusa
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Trump pede que mais países enviem navios para proteger Ormuz
O Presidente norte-americano, Donald Trump, instou outros países a enviarem navios de guerra para garantir a segurança do Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do abastecimento mundial de petróleo e sob ameaça militar do Irão.
"Muitos países enviarão navios de guerra, em cooperação com os Estados Unidos, para manter o estreito aberto e seguro", escreveu o líder norte-americano na sua rede social Truth Social, na qual disse esperar que a China, a França, o Japão, a Coreia do Sul, o Reino Unido e outros o fizessem.
"Espero que a China, a França, o Japão, a Coreia do Sul, o Reino Unido e outros países afetados por esta restrição artificial enviem navios para a região, para que o Estreito de Ormuz deixe de ser uma ameaça de uma nação que foi completamente decapitada", declarou.
Lusa
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"Tem havido um aumento da intensidade de fogo": Enviado do CM testemunha disparos em Arbil para intercetar drones
VÍDEO: CMTV
Iranianos e israelitas reivindicam ataques contra objetivos-chave
O Irão anunciou este sábado ataques contra bases norte-americanas nos Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Qatar, enquanto Israel reivindicou a destruição de um centro de investigação espacial e uma fábrica de sistemas de defesa aérea iranianos.
O comandante da Força Naval da Guarda Revolucionária do Irão, general Alireza Tangsiri, disse que as forças iranianas atacaram em vagas consecutivas "objetivos-chave" nas bases Al Dhafra (Emirados), Sheikh Isa (Bahrein) e Al Udeid (Qatar).
Radares "Patriot", torres de controlo, hangares de aviões, rampas centrais e depósitos de combustível "ficaram envoltos em chamas", afirmou Tangsiri num comunicado nas redes sociais, citado pela agência espanhola EFE.
Lusa
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Guterres alerta que não há saída militar no Líbano e apela ao diálogo
O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou este sábado, em Beirute, que não existe uma solução militar para o atual conflito entre o grupo xiita Hezbollah e Israel e apelou ao diálogo e às vias diplomáticas disponíveis.
"A minha mensagem às partes beligerantes é clara: parem os confrontos, parem os bombardeamentos, não há solução militar. Apenas diplomacia, diálogo e a aplicação integral da Carta das Nações Unidas e das resoluções do Conselho de Segurança", afirmou, numa conferência de imprensa em Beirute, citada pela agência Efe.
António Guterres recordou que existem diversas vias diplomáticas à disposição das partes, entre as quais a coordenadora especial da ONU para o Líbano, Jeanine Hennis-Plasschaert.
Lusa
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Israel ordena nova evacuação no Líbano em antecipação de mais ataques
O exército israelita ordenou, este sábado, a evacuação urgente de diversas áreas periféricas de Dahye, sul de Beirute, bastião histórico da milícia libanesa Hezbollah, perante a iminência de novos ataques.
A advertência foi dirigida aos moradores de Haret Hreik, Al Ghubairi, Lila, Burj al-Barajneh, Al Ghadir e Al Shayyah, a quem foi pedido que não regressassem aos bairros "até novo aviso".
"As Forças de Defesa de Israel não hesitarão em atacar qualquer pessoa que esteja perto de elementos, instalações ou equipamentos de combate do Hezbollah", afirmou o porta-voz em língua árabe do exército israelita, Avichay Adraee.
Lusa
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Israel anuncia que guerra contra o Irão entra em fase decisiva e vai durar o tempo que for necessário
Israel anunciou este sábado que a guerra que tem em curso há duas semanas contra o Irão em conjunto com os Estados Unidos está a entrar "numa fase decisiva que continuará enquanto for necessário".
"Estamos a entrar na fase decisiva do conflito, entre as tentativas do regime [iraniano] de sobreviver, ao mesmo tempo que inflige sofrimentos crescentes ao povo iraniano, e a sua capitulação", afirmou o ministro da Defesa israelita.
Israel Katz reiterou numa mensagem citada pela agência francesa AFP que "só o povo iraniano" pode pôr fim à situação "através de uma luta determinada" até que o regime "seja derrubado e o Irão seja salvo".
Lusa
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Interceção de drone provoca incêndio em instalação petrolífera dos Emirados Árabes Unidos
Colunas de fumo elevavam-se este sábado de uma importante instalação petrolífera dos Emirados Árabes Unidos, cujas autoridades atribuíram a um incêndio causado por destroços resultantes de uma interceção bem-sucedida de um drone iraniano.
As autoridades não precisaram o local do incêndio, mas um jornalista da agência de notícias francesa AFP informou que as nuvens de fumo negro se desprendiam de Fujairah, que alberga um porto importante.
Ataques iranianos já visaram anteriormente um depósito petrolífero e uma plataforma comercial em Fujairah, onde se localiza também um terminal de exportação de petróleo.
Lusa
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Macron apela a Israel para "conversações diretas" com Líbano em Paris
O Presidente francês, Emmanuel Macron, apelou este sábado a Israel para aceitar "conversações diretas" com o governo libanês e "todas as forças" do Líbano, mostrando-se disponível para "facilitar" o encontro em Paris.
"Tudo deve ser feito para impedir que o Líbano mergulhe no caos. O Hezbollah deve parar imediatamente a sua fuga para a frente. Israel deve renunciar a uma ofensiva de grande envergadura e cessar os seus ataques massivos, numa altura em que centenas de milhares de pessoas já fugiram dos bombardeamentos", declarou o Presidente francês na rede social X (antigo Twiter).
Emmanuel Macron referiu ter conversado na sexta-feira com o Presidente libanês, Joseph Aoun, o primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, e o presidente do Parlamento libanês, Nabih Berri.
Lusa
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Guerra está a danificar património histórico
Os bombardeamentos israelo-americanos danificaram pelo menos 56 museus e sítios históricos em todo o Irão desde o início da guerra em 28 de fevereiro, anunciou este sábado o Ministério do Património Cultural e do Turismo iraniano.
Em Teerão, os ataques danificaram, logo nos primeiros dias, o palácio do Golestão, inscrito no Património Mundial da UNESCO, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.
O complexo, por vezes comparado ao palácio de Versalhes, em França, é um dos mais antigos da capital iraniana e serviu de residência à dinastia real Qajar (1789-1925).
Lusa
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Hamas pede que Irão deixe de atacar os países vizinhos
O Hamas pediu ao Irão que deixe de atacar os países vizinhos e convocou "todos os países da região a cooperarem para deter essa agressão e preservar os laços de fraternidade entre eles", cita a Aljazeera.
Apesar deste pedido, o grupo palestiniano reconheceu a legitimidade do Irão se defender das agressões dos EUA e de Israel.
Correio da Manhã
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Embaixada dos Estados Unidos na capital do Iraque atingida por míssil
Um heliporto situado dentro do complexo da embaixada dos Estados Unidos (EUA) na capital Bagdade foi este sábado atingido por um míssil, disseram dois dirigentes das forças de segurança do Iraque.
Imagens da agência de notícias Associated Press mostram uma coluna de fumo a subir sobre o complexo da embaixada, que até ao momento não fez qualquer comentário público.
O complexo, uma das maiores instalações diplomáticas dos EUA no mundo, tem sido alvo repetido de foguetes e drones disparados por milícias alinhadas com o Irão.
Lusa
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Infraestrutura petrolífera de Kharg sem danos após ataque dos EUA
A agência de notícias oficial do Irão Fars disse este sábado que o ataque lançados pelos Estados Unidos (EUA) não causou quaisquer danos às infraestruturas petrolíferas na ilha iraniana de Kharg.
Durante o ataque, foram ouvidas 15 explosões, mas "nenhuma infraestrutura petrolífera foi danificada", garantiu a Fars, citando "fontes no local" não identificadas.
Segundo a agência, os Estados Unidos tentaram "danificar as defesas militares, a base naval de Joshan, a torre de controlo do aeroporto e o hangar de helicópteros da Continental Shelf Oil Company".
Lusa
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Exército iraniano ameaça "reduzir a cinzas" infraestruturas energéticas ligadas aos EUA
As Forças Armadas do Irão prometeram este sábado "reduzir a cinzas" as instalações petrolíferas e energéticas ligadas aos Estados Unidos (EUA) no Médio Oriente, após Washington atacar a ilha iraniana de Kharg.
"Todas as instalações petrolíferas, económicas e energéticas pertencentes a empresas petrolíferas da região que sejam parcialmente controladas pelos Estados Unidos ou que cooperem com os Estados Unidos serão imediatamente destruídas e reduzidas a cinzas", anunciou o porta-voz do quartel-general central de Khatam al-Anbiya, afiliado da Guarda Revolucionária do Irão, citado pela imprensa local.
Este anúncio, acrescentou o porta-voz militar, é uma "resposta às declarações do presidente agressivo e terrorista dos Estados Unidos".
Lusa
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Registadas fortes explosões em Bagdade
A capital iraquiana, Bagdade, registou na madrugada de esta sexta-feira fortes explosões, de acordo com jornalistas da agência France-Presse (AFP).
A causa das explosões não foi imediatamente esclarecida, mas testemunhas disseram ter visto fumo branco a subir de um bairro no centro da capital iraquiana.
O Irão continuou esta sexta-feira a lançar ataques generalizados com mísseis e drones contra Israel e os países vizinhos do Golfo, e fechou efetivamente o estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do petróleo comercializado no mundo, mesmo enquanto aviões de guerra norte-americanos e israelitas bombardeiam alvos militares e outros alvos em todo o Irão.
Lusa
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Doze elementos do pessoal médico mortos em ataque israelita a centro de saúde no Líbano
Um ataque israelita a um centro de saúde no sul do Líbano matou pelo menos 12 elementos do pessoal médico, anunciou o ministério libanês da Saúde este sábado (esta sexta-feira em Portugal).
O ministério afirmou, em comunicado, "lamentar os profissionais de saúde de Burj Qalawiya mortos durante um ataque aéreo israelita que atingiu o centro de cuidados de saúde primários da cidade", acrescentando que "12 médicos, paramédicos e enfermeiros em serviço no centro foram mortos, e outro profissional de saúde ficou ferido", enquanto as operações de resgate ainda decorriam.
Este ataque é "o segundo contra o setor da saúde em poucas horas", após um outro em Sawaneh que matou dois paramédicos afiliados ao Hezbollah e ao seu aliado Amal, segundo o ministério.
Lusa
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Forças armadas dos EUA bombardeiam ilha iraniana de Kharg perto do Estreito de Ormuz
As forças armadas dos EUA bombardearam as instalações militares na ilha iraniana de Kharg, perto do Estreito de Ormuz. A informação foi anunciada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, que se referiu ao bombardeio como "um dos mais poderosos da história do Médio Oriente".
O presidente dos EUA referiu ainda que as forças norte-americanas evitaram atingir a infraestrutura petrolífera do Irão na região.
Correio da Manhã
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Exército dos EUA vai enviar mais tropas e navios para o Médio Oriente
O Exército dos EUA vai enviar tropas do corpo de Fuzileiros e navios adicionais para o Médio Oriente, adiantaram esta sexta-feira meios de comunicação social norte-americanos, quando se aproxima a segunda semana da guerra com o Irão.
Segundo o The New York Times, foram enviados para a região cerca de 2.500 fuzileiros e mais três navios.
O Wall Street Journal citou responsáveis norte-americanos dizendo que o USS Tripoli, um navio de assalto anfíbio baseado no Japão, e os seus fuzileiros acompanhantes estão a caminho do Médio Oriente.
De acordo com a CNN, trata-se de uma força expedicionária de fuzileiros, que conta normalmente com cerca de 2.500 militares, que foi enviada.
O Wall Street Journal especificou que o pedido de fuzileiros navais adicionais foi feito pelo Comando Central dos EUA, que supervisiona as tropas norte-americanas no Médio Oriente, e aprovado pelo líder do Departamento de Defesa, Pete Hegseth.
Os fuzileiros já estavam na região para apoiar as operações contra o Irão, observou o jornal.
Os Estados Unidos e Israel lançaram uma campanha aérea maciça contra o Irão a 28 de Fevereiro, e Teerão retaliou com vagas de drones e mísseis, bem como ataques a navios no estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do comércio mundial de crude.
O chefe do Estado-Maior norte-americano, Dan Caine, descreveu esta sexta-feira o estreito de Ormuz como "um ambiente taticamente complexo", reconhecendo implicitamente que não será possível impedir, a curto prazo, os ataques iranianos contra navios.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu a possibilidade de escoltas a navios no estreito, mas o secretário da Energia, Chris Wright, disse na quinta-feira que as forças norte-americanas ainda não tinham condições para o fazer.
O bloqueio do estreito de Ormuz obriga os países do Golfo Pérsico a reduzir drasticamente a produção, diminuindo a oferta mundial em petróleo em 7,5%, de acordo com a Agência Internacional de Energia (IEA).
A situação fez disparar os preços do petróleo para valores acima dos 100 dólares por barril, o que não acontecia desde 2022, quando a Rússia invadiu a Ucrânia.
Lusa
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Primeiro-ministro do Iraque promete prevenção a ataques após morte de soldado francês
O primeiro-ministro do Iraque, Mohammed Shia al-Sudani, prometeu esta sexta-feira prevenir novos ataques ao território após a morte de um soldado francês durante um ataque na região de Arbil, no Curdistão iraquiano. Mohammed Shia al-Sudani demonstrou solidariedade para com a França durante um telefonema com o presidente Emmanuel Macron, refere a Al Jazeera.
"Serão tomadas as medidas necessárias para evitar a ocorrência de tais incidentes", referiu o primeiro-ministro.
O presidente da região curda no Iraque também prestou condolências ao homólogo francês.
Correio da Manhã
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EUA oferecem até 8,6 milhões de euros em troca de informações sobre líderes do Corpo da Guarda Revolucionária do Irão
Os EUA estão a oferecer até dez milhões de dólares (aproximadamente 8,6 milhões de euros) em troca de informações sobre líderes do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão, anuciou o Departamento de Estado norte-americano através do portal Rewards for Justice. "Estes indivíduos comandam e dirigem vários elementos do IRGC do Irão, que planeia, organiza e executa atos de terrorismo a nível mundial", lê-se na publicação feita esta sexta-feira.
Mais de 100 crianças mortas em ataques israelitas no Líbano, diz Ministério da Saúde do país
Mais de 100 crianças foram mortas em ataques israelitas no Líbano, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Saúde do país. O número total de mortos chega assim aos mais de 700, segundo o relatório diário citado pela Sky News.
Correio da Manhã
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Estilhaços de míssil iraniano caem na zona de Telavive e provocam incêndio
Um ataque com mísseis iranianos provocou um incêndio no centro de Israel, informa o Jerusalem Post.
A publicação citou ainda fontes policiais que afirmaram estar a isolar os locais onde caíram os estilhaços na zona de Telavive.
Brasil, Colômbia e México pedem "cessar-fogo imediato"
Os governos do Brasil, Colômbia e México apelaram esta sexta-feira a um "cessar-fogo imediato" no Médio Oriente para que seja possível a abertura de negociações entre as partes envolvidas no conflito.
Numa declaração conjunta, os três países com maior população na América Latina "reiteram a necessidade de que as divergências entre Estados sejam resolvidas por meio da diplomacia internacional, em consonância com os princípios da solução pacífica das controvérsias".
Dessa forma, consideraram "indispensável que, no atual conflito no Médio Oriente, seja declarado um cessar-fogo imediato, a fim de abrir espaços efetivos para o diálogo e a negociação".
Forças armadas israelitas afirmam que foram lançados mísseis a partir do Irão
Israel alertou a população para estar atenta às instruções após ter detetado o lançamento de um míssil a partir do Irão, informa o Al Jazeera.
"Devem dirigir-se para as áreas protegidas assim que receberem o aviso e permanecer lá até nova ordem", afirmaram as forças armadas israelitas.
Defesas aéreas dos Emirados Árabes Unidos respondem a mísseis e drones iranianos
As defesas aéreas dos Emirados Árabes Unidos estão atualmente a responder a mísseis e drones provenientes do Irão, afirma o Ministério da Defesa.
Numa publicação no X, o ministério referiu que os ruídos que se ouviam eram "o resultado da interceção de mísseis e drones pelos sistemas de defesa aérea".
Secretário da Defesa dos EUA afirma que o país está "a cumprir o plano" de destruir todas as "capacidades significativas" do Irão
O secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, deu início a uma conferência de imprensa em Virgínia, sobre a guerra em curso. Afirmou que os EUA e Israel alcançaram um grande sucesso militar na sua ofensiva, atingindo, em conjunto, mais de 15 mil alvos no Irão.
"Estamos a cumprir o plano para derrotar, destruir e neutralizar todas as suas capacidades significativas", afirmou Hegseth.
"Acabem com a guerra", apela o secretário-geral da ONU a Israel e ao Hezbollah
O secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou a Israel e ao Hezbollah para que "acabem com a guerra" no início da visita a Beirute, afirmando que "já não é tempo para grupos armados". "É tempo de Estados fortes", afirmou.
"O meu forte apelo a essas partes, ao Hezbollah e a Israel, é para que haja um cessar-fogo para pôr fim à guerra e… permitir que o Líbano se torne um país independente… onde as suas autoridades tenham o monopólio do uso da força", disse Guterres enquanto o Líbano entrava no seu 11.º dia de guerra.
Um morto em Teerão após explosão perto de desfile de apoio a palestinianos
Uma pessoa morreu esta sexta-feira após explosões em Teerão durante um desfile de apoio à Palestina em que participaram vários dirigentes iranianos, incluindo o Presidente e o chefe da segurança do Irão, noticiou a televisão estatal.
A causa da explosão na Praça Ferdowsi não foi imediatamente conhecida, mas ocorreu pouco depois de Israel ter avisado a população da capital do Irão para abandonar a zona devido à previsão de um ataque.
O canal iraniano Press TV noticiou que uma mulher morreu ao ser atingida por estilhaços na sequência de um ataque aéreo israelita e norte-americano, sem fornecer outros detalhes, de acordo com a televisão Al-Jazeera do Qatar.
Lusa
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Ataque israelita mata oito pessoas em Sidon, no Líbano
Oito pessoas morreram e nove ficaram feridas num ataque israelita a um prédio residencial em Sidon, no sul do Líbano, esta sexta-feira de manhã, avança a imprensa turca, citada pela Aljazeera.
Correio da Manhã
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Austrália retira pessoal diplomático não essencial de Israel, Líbano e EAU
O governo australiano ordenou esta sexta-feira a evacuação das suas representações diplomáticas, de pessoal não essencial, em Israel, Líbano e Emirados Árabes Unidos (EAU), devido ao escalar do conflito no Médio Oriente.
A ministra dos Negócios Estrangeiros da Austrália, Penny Wong, declarou que a decisão foi tomada em resposta ao aumento dos riscos na região e indicou que ficaria apenas o pessoal considerado essencial para a manutenção das funções diplomáticas e para o auxílio a cidadãos australianos.
A mesma responsável governamental reiterou a recomendação aos cidadãos australianos para que abandonem a zona, dias depois de Camberra ter anunciado o envio de apoio militar defensivo aos países do golfo Pérsico afetados por ataques de mísseis e drones iranianos.
Lusa
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"Não escolheram a guerra. Foram arrastados por ela": António Guterres chega a Beirute para visita solidária ao povo
António Guterres está em Beirute "para uma visita de solidariedade ao povo", confirmou o secretário-geral da ONU, na plataforma X.
"Eles não escolheram a guerra. Foram arrastados por ela", lê- se na mesma publicação.
Correio da Manhã
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Israel pede a evacuação de alguns bairros em Teerão
O Exército israelita disse esta sexta-feira que vai atacar a região de Teerão alertando para a evacuação de bairros no centro da capital iraniana nas próximas horas, incluindo um local perto de uma Universidade onde se realiza esta sexta-feira uma manifestação.
O alerta foi publicado numa mensagem em persa nas redes sociais, acompanhada de mapas que destacam os alvos a vermelho.
Nesse sentido, o Exército israelita pediu a evacuação imediata de vários edifícios residenciais nos bairros de Villa e Moniriyeh, Teerão.
Lusa
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Base Aérea de Incirlik da NATO alvo de míssil iraniano
As sirenes na Base Aérea de Incirlik - uma instalação da NATO que abriga tropas norte-americanas e que está sob soberania turca - foram acionadas esta sexta-feira, depois de ter sido alvo de um míssil iraniano, informou a agência de notícias turca Anadolu, citada pelo Jerusalem Post. De acordo com o ministério de Defesa da Turquia o mísil foi intercetado pela NATO.
Correio da Manhã
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Guarda Revolucionária do Irão reivindica ataques contra Israel e bases dos EUA no Bahrein
A Guarda Revolucionária do Irão reivindicou esta sexta-feira uma nova vaga de ataques contra bases militares dos Estados Unidos e de Israel em território israelita e outros locais do Médio Oriente, comprometendo-se com a libertação de Jerusalém.
"A libertação de Jerusalém está próxima e a vitória está ao alcance dos oprimidos e dos que procuram a liberdade no mundo", afirmou a Guarda Revolucionária em comunicado, sublinhando que os últimos ataques coincidiram com o Dia Internacional de Jerusalém, celebrado hoje, a última sexta-feira do Ramadão.
A Guarda Revolucionária especificou que o ataque, utilizou mísseis de precisão e drones contra as cidades israelitas de Kiryat Shmona, Jedrela e Haifa, bem como contra uma base dos Estados Unidos no Bahrein.
Lusa
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Série de fortes explosões em Teerão após anúncio israelita de nova ofensiva
Uma série de fortes explosões abalou esta sexta-feira Teerão, segundo jornalistas da agência noticiosa francesa AFP, após Israel anunciar nova onda de ataques, neste 14.º dia de ofensiva conjunta com os Estados Unidos contra a República Islâmica.
Os impactos e deflagrações, descritos como fora do normal, aconteceram pelas 10:00 horas locais (06:30 de Lisboa), e sentidos em localizações diferentes a quilómetros uma da outra, no norte e no centro da capital iraniana.
A AFP relatou pelo menos duas colunas de fumo no perímetro da cidade iraniana, sem identificar os alvos atingidos, uma vez que a chuva que se faz sentir dificulta a visibilidade.
Lusa
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Dois trabalhadores mortos em ataque com drone em zona industrial no norte de Omã
Duas pessoas morreram num ataque com um drone no norte de Omã, informou esta sexta-feira a imprensa estatal, numa altura em que o Irão continuava os ataques de retaliação em países vizinhos.
"Dois drones caíram na província de Sohar. Um deles caiu na zona industrial de Al-Awahi, matando dois trabalhadores estrangeiros e ferindo vários outros. O segundo caiu numa zona aberta sem causar vítimas", informou a agência de notícias de Omã, citando uma fonte das forças de segurança.
Lusa
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Donald Trump volta a ameaçar o Irão
O Presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, lançou uma nova ameaça ao Irão, escrevendo: "Observem o que vai acontecer a estes canalhas desvairados hoje".
"A Marinha do Irão acabou, a sua Força Aérea já não existe, mísseis, drones e tudo o resto estão a ser dizimados, e os seus líderes foram varridos da face da Terra", acrescentou o líder norte-americano, na rede social que detém, a Truth Social.
"Há 47 anos que matam pessoas inocentes em todo o mundo, e agora eu, como 47.º presidente dos Estados Unidos da América, estou a matá-los", escreveu Trump. "Que grande honra é fazê-lo!", acrescentou.
Lusa
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Enviado chinês opõe-se no Barém a ataques contra civis
O enviado especial chinês para o Médio Oriente Zhai Jun disse esta sexta-feira ao chefe da diplomacia do Barém, Abdullatif bin Rashid Al Zayani, que a linha vermelha de proteção dos civis "não deve ser ultrapassada".
Durante o encontro com o ministro dos Negócios Estrangeiros do Barém, em Manama, Zhai opôs-se ao uso da força como primeira opção e apelou à resolução dos problemas regionais "através do diálogo e da consulta", segundo um comunicado divulgado pelo ministério dos Negócios Estrangeiros da China.
"Não devem ser atacados alvos não militares, como infraestruturas energéticas, económicas ou de subsistência", nem se deve "colocar em risco a segurança das rotas marítimas", sublinhou Zhai.
Lusa
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Irão diz que grupos iraquianos atacaram avião de reabastecimento dos EUA que se despenhou no oeste do Iraque
O Irão afirmou esta sexta-feira que um avião de reabastecimento dos Estados Unidos (EUA) que se despenhou no oeste do Iraque foi atingido por um míssil disparado por grupos iraquianos e que os seis tripulantes morreram.
De acordo com declarações divulgadas por agências de notícias iraniana, o porta-voz do Comando de Operações Unificadas do Irão, Khatam al-Anbiya, disse que o avião foi "atingido por um míssil disparado por grupos de resistência no oeste do Iraque".
Posteriormente, a Guarda Revolucionária iraniana emitiu um comunicado alegando que o ataque de quinta-feira, que resultou na morte de toda a tripulação, ocorreu enquanto o avião reabastecia um caça dos EUA.
Lusa
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Israel reivindica ataques a centros de comando do Hezbollah no Líbano
As Forças de Defesa de Israel (FDI) reivindicaram ataques esta quinta-feira no Líbano a vários centros de comando do movimento pró-iraniano Hezbollah.
Em comunicado, publicado nas redes sociais acompanhado de vídeos alegadamente dos bombardeamentos, as FDI afiram ter concluído "várias vagas de ataques contra infraestruturas do Hezbollah em Beirute e no sul do Líbano", alegadamente usadas "para promover ataques terroristas contra o Estado de Israel e os seus civis".
"A organização terrorista Hezbollah incorpora sistematicamente as suas infraestruturas na população civil em todo o Líbano. Este é mais um exemplo da exploração cínica da organização dos civis libaneses para as suas atividades terroristas", refere o comunicado.
Lusa
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Teerão ameaça destruir estruturas de petróleo e gás no Médio Oriente caso sofra ataques
O Exército iraniano ameaçou esta quinta-feira incendiar e destruir instalações de petróleo e gás no Médio Oriente caso a sua infraestrutura seja atacada.
"O mais pequeno ataque às infraestruturas energéticas e aos portos da República Islâmica do Irão resultará numa resposta esmagadora e devastadora da nossa parte", alertou o porta-voz do quartel-general central do Khatam al-Anbiya, ligado à Guarda Revolucionária Islâmica.
"Em caso de um ataque deste tipo, toda a infraestrutura de petróleo e gás na região, na qual os Estados Unidos e os seus aliados ocidentais têm interesses significativos, será incendiada e destruída", acrescentou, num comunicado divulgado pela televisão estatal.
Desde o início do conflito, iniciado pelos ataques israelo-americanos, o Irão tem lançado ataques aéreos contra Israel e contra instalações, sobretudo energéticas, e bases militares norte-americanas nos países do Médio Oriente.
O tráfego marítimo no estratégico Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial, foi praticamente interrompido por ameaças e ataques iranianos a navios mercantes desde o início da ofensiva israelo-americana.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão reafirmou esta quinta-feira que os navios que pretendam transitar pelo Estreito de Ormuz devem coordenar-se com as autoridades iranianas, em cumprimento com o pedido do novo líder supremo, Mojtaba Khamenei.
Lusa
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Netanyahu alega que Israel "está a esmagar" Teerão e Hezbollah
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, declarou esta quinta-feira que Israel "está a esmagar" o Irão e o seu aliado libanês Hezbollah e referiu-se ao novo líder supremo iraniano como um "fantoche da Guarda Revolucionária" que não pode aparecer publicamente.
"Estamos a viver dias históricos para o Estado de Israel", afirmou Netanyahu na sua primeira conferência de imprensa desde o início da ofensiva israelo-americana contra a República Islâmica, em 28 de fevereiro, e das operações militares no Líbano contra o grupo xiita Hezbollah.
O líder israelita destacou que a operação contra o regime de Teerão conduziu à eliminação do "antigo tirano do Irão", Ali Khamenei, e que o seu filho, Mojtaba Khamenei, "não pode mostrar a cara em público", em alusão ao seu primeiro discurso como líder supremo, lido na televisão iraniana por uma apresentadora.
Lusa
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Brent fecha acima dos 100 dólares pela primeira vez desde 2022
O barril de petróleo Brent para entrega em maio subiu mais de 9% esta quinta-feira e ficou acima dos 100 dólares no fecho do mercado de futuros de Londres, após as declarações do Irão sobre o encerramento de Ormuz.
O petróleo do Mar do Norte, referência na Europa, fechou o dia na Intercontinental Exchange (ICE) de Londres a 100,46 dólares, o seu preço mais alto desde 2022 e 9,22% superior ao do final da sessão anterior, quando fechou a 91,98 dólares.
O novo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, disse esta quinta-feira que o encerramento do estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do comércio marítimo de hidrocarbonetos, deverá ser prolongado.
Lusa
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Emirados Árabes Unidos intercetam 10 mísseis balísticos e 26 drones num dia
O Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos afirma que as suas forças "interagiram" esta quinta-feria com 10 mísseis balísticos e 26 drones provenientes do Irão.
Desde o início do ataque iraniano, as defesas aéreas dos Emirados Árabes Unidos enfrentaram 278 mísseis balísticos e 1540 drones.
Como resultado destes ataques, seis pessoas dos EAU, Paquistão, Nepal e Bangladesh foram mortas, acrescentou.
Arábia Saudita afirma ter interceptado míssil balístico
O Ministério da Defesa da Arábia Saudita afirma que as suas forças intercetaram e destruíram um míssil balístico lançado contra a região oriental do país.
Guerra provoca 3,2 milhões de deslocados internos
Cerca de 3,2 milhões de pessoas estão deslocadas dentro do Irão devido à guerra com Israel e os Estados Unidos, anunciou esta quinta-feira o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).
O número de famílias que saíram de casa devido aos bombardeamentos oscila entre as 600 mil e um milhão, de acordo com avaliações preliminares divulgadas pelo diretor de emergências da agência, Ayaki Ito.
A maioria da população fugiu da capital, Teerão, e de outras grandes áreas urbanas em direção ao norte e a zonas rurais em busca de segurança, assinalou Ito num comunicado citado pela agência espanhola EFE.
Lusa
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Noruega restringe acesso ao Estreito de Ormuz para navios com bandeira norueguesa
Os navios com bandeira norueguesa não terão permissão para entrar no Estreito de Ormuz até novo aviso, afirma a autoridade marítima da Noruega, de acordo com o Al Jazeera.
Trump diz que "não é apropriado" que o Irão participe no Mundial de futebol
O presidente dos Estados Unidos disse que a seleção iraniana de futebol era bem-vinda para participar no Mundial nos EUA, Canadá e México neste verão, mas afirmou acreditar que não era apropriado que estivessem lá "pela sua própria vida e segurança".
No início desta semana, o ministro do Desporto do Irão colocou em dúvida a participação da equipa no torneio.
Nepal vai racionar gás de cozinha devido ao pânico causado pelo receio de escassez
O Nepal vai começar a racionar o gás de cozinha devido ao receio de que o conflito no Médio Oriente possa causar uma escassez a nível nacional.
Os consumidores com botijas vazias formaram longas filas do lado de fora das fábricas de recarga em todo o país, que depende da Índia para o seu abastecimento de combustível, incluindo gás de cozinha.
Chandika Prasad Bhatta, diretor executivo da estatal Nepal Oil Corporation, disse que as autoridades irão reabastecer apenas metade dos cilindros vazios dos consumidores a partir de sexta-feira, para que os stocks de gás liquefeito de petróleo (GLP) durem mais tempo, de acordo com o Al Jazeera.
Bhatta disse que os consumidores estão em pânico, apesar das repetidas garantias de que o Nepal tem suprimentos suficientes de GLP.
"Quando os preços sobem fazemos muito dinheiro": Trump reage ao aumento do petróleo
Donald Trump afirmou na rede social Truth Social que, quando os preços do petróleo sobem, os Estados Unidos ganham muito dinheiro uma vez que são "de longe, o maior produtor de petróleo do mundo".
O presidente norte-americano referiu que o que mais lhe interessa é "impedir um império maldoso, o Irão, de ter armas nucleares”.
Escreveu ainda que nunca vai deixar que isso aconteça, porque levaria "à destruição do Médio Oriente e do mundo".
"Vamos vingar o sangue dos nossos mártires": Líder supremo do Irão agradece às forças armadas do país
O novo líder supremo do Irão agradeceu às forças armadas do país, que, segundo ele, impediram que o Irão fosse dominado ou dividido quando foi atacado.
"Gostaria de agradecer aos bravos combatentes que estão a fazer um excelente trabalho num momento em que o nosso país está sob pressão e sob ataque", afirmou Mojtaba Khamenei.
Khamenei disse ainda que o Irão continuará a lutar: "Vamos vingar o sangue dos nossos mártires" .
Líder supremo do Irão emite a sua primeira declaração
O líder supremo do Irão, o aiatola Mojtaba Khamenei, está a emitir a sua primeira declaração desde que foi nomeado.
Khamenei afirma que o Irão acredita na amizade com os países vizinhos e que apenas tem como alvo as bases americanas, que continuará a atacar.
O novo líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, apela à unidade nacional e afirma que o Estreito de Ormuz continuará fechado para pressionar os inimigos do Irão.
Irão condena a UE por "cumplicidade" nos ataques dos EUA e de Israel
O Irão acusou a União Europeia de permitir os ataques dos EUA e de Israel ao país.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Esmaeil Baghaei, afirmou que a resposta da Europa à guerra equivalia a um apoio aos ataques.
"A indiferença e aquiescência da União Europeia perante a agressão, brutalidades e atrocidades dos EUA e de Israel equivalem a nada menos do que cumplicidade", escreveu Baqaei numa publicação na rede social X.
Número de mortos no Líbano sobe para 687
Pelo menos 687 pessoas foram mortas pelos ataques israelitas ao Líbano desde 2 de março, segundo o ministro da Informação do Líbano, Paul Morcos, avança o Al Jazeera.
Entre os mortos estão 98 crianças.
Lufthansa suspende voos para o Dubai até 28 de março
A companhia aérea alemã Lufthansa anunciou que não vai retomar os voos para Dubai até pelo menos 28 de março.
A decisão surge um dia depois de a companhia aérea holandesa KLM ter adotado a mesma medida.
A medida faz parte de uma série de interrupções nas viagens aéreas no Golfo e em todo o Médio Oriente durante a guerra, o que também causou um aumento global nos preços dos voos.
Quinze profissionais de saúde no Líbano morreram em ataques israelitas
Desde o inícido do mês de março que já morrem quinze profissionais de saúde em ataques israelitas no Líbano, de acordo com o ministério da Informação desse país, citado pela Aljazeera. Entre as vítimas encontram-se paramédicos. 45 profissionais de saúde ficaram feridos.
Correio da Manhã
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Conflito já obrigou à deslocação de 3,2 milhões de pessoas no Irão
O conflito entre o Irão e os EUA já obrigou cerca de 3,2 milhões de pessoas a abandonarem as suas casas no Irão, desde o início do mais recente conflito no Médio Oriente, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), citado pela Aljazeera.
Correio da Manhã
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Irão reinvindica ataque contra navio dos EUA no Iraque
O ataque contra o navio Safesea Vishnu, de propriedade dos EUA e com bandeira das Ilhas Marshall, perto de Basra, no Iraque, foi reinvidicado, esta quinta-feira de manhã, pela Guarda Revolucionária Islâmica do Irão, segundo a Aljazeera.
De acordo com a embaixada da Índia em Bagdade, um tripulante de origem indiana morreu e 15 pessoas foram retiradas da embarcação.
Correio da Manhã
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"Foram lançados 17 drones": Equipa da CMTV em Arbil debaixo de fogo. Veja o vídeo
Explosões ouvidas em Jerusalém e no Dubai. Irão diz ter atacado bases militares e o Shin Bet
Várias explosões foram esta quinta-feira ouvidas em Jerusalém, onde soaram sirenes de alerta de ataque aéreo, e no Dubai, sendo visíveis colunas de fumo, segundo relatos de repórteres da agência noticiosa francesa AFP em ambos os locais.
Em comunicado, as Forças da Defesa de Israel (IDF) dizem ter identificado "mísseis lançados do Irão em direção ao território do Estado de Israel", tendo sido ativadas os sistemas de defesa antiaérea.
As forças armadas iranianas anunciaram entretanto ter atacado bases militares e o Shin Bet (serviço de informações e segurança interna israelita).
Lusa
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Base italiana atacada no Curdistão iraquiano
O ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Antonio Tajani, condenou esta quinta-feira o ataque a uma base italiana em Erbil, no Curdistão iraquiano, do qual não resultaram feridos.
"Condeno veementemente o ataque à base italiana em Erbil. Acabei de falar com o nosso embaixador no Iraque e, felizmente, todos os nossos militares estão sãos e salvos no seu 'bunker'", disse o ministro, numa mensagem divulgada na rede social X.
Desde o início da guerra no Médio Oriente, a região autónoma do Curdistão e a sua capital, Erbil (no norte), sofreram inúmeros ataques atribuídos a fações pró-Irão, a maioria dos quais foi neutralizada pelas defesas aéreas.
Lusa
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Porta-contentores atingido por "projétil desconhecido" perto dos Emirados
A agência de segurança marítima UKMTO, que acompanha embarcações e marinheiros em todo o mundo, disse que um navio porta-contentores foi esta quinta-feira atingido por um "projétil desconhecido" ao largo dos Emirados Árabes Unidos.
De acordo com a UKMTO, que está sob a tutela do exército do Reino Unido, o capitão disse que a embarcação foi atingida quando navegava a 35 milhas náuticas (65 quilómetros) a norte de Jebel Ali, situada a sudoeste do Dubai.
O capitão disse que o projétil causou um "pequeno incêndio" a bordo, mas garantiu que "todos os tripulantes estavam em segurança", apesar a avaliação da extensão dos danos ter sido dificultada pela escuridão.
Lusa
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Pelo menos sete mortos em ataques israelitas na capital do Líbano
O Ministério da Saúde do Líbano informou esta quinta-feira que um ataque de Israel contra a marginal de Beirute matou pelo menos sete pessoas, poucas horas depois de um outro ataque no centro da capital.
"O ataque do inimigo israelita a Ramlet al-Baida, em Beirute, resultou num saldo inicial de sete mortos e 21 feridos", afirmou o ministério em comunicado.
Ramlet al-Baida é uma praia pública onde pessoas deslocadas têm dormido ao relento desde o início do mais recente conflito entre Israel e o grupo armado libanês pró-Irão, Hezbollah.
Lusa
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Um morto e buscas em curso após ataques contra petroleiros ao largo do Iraque
Um ataque a dois petroleiros na costa sul do Iraque fez um morto, estando também a decorrer operações de busca por tripulantes desaparecidos, adiantou esta quarta-feira à noite a televisão estatal iraquiana.
A Al-Ikhbariya TV, que citou o diretor da Autoridade Portuária, Farhan al-Fartousi, transmitiu imagens de um navio no mar de onde se elevavam impressionantes bolas de fogo e colunas de fumo, noticiou a agência France-Presse (AFP).
Além de noticiar uma vítima mortal, a estação iraquiana informou ainda o resgate de 38 pessoas, acrescentando que "continua a busca por tripulantes desaparecidos".
Lusa
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Forças iranianas vão atacar bancos e centros financeiros na região do Médio Oriente
A Guarda Revolucionária do Irão reivindicou ter lançado um ataque em conjunto com o movimento xiita libanês Hezbollah contra alvos em Israel, a primeira ofensiva coordenada entre ambos após 12 dias de conflito no Médio Oriente.
Num comunicado divulgado pela agência de notícias oficial iraniana Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária, este corpo de elite de Teerão reivindicou que a operação conjunta atingiu 50 alvos em Haifa, Telavive e Beersheba, no sul de Israel.
Embora ambos tenham atacado Israel de forma consistente desde o início da guerra, esta é a primeira vez que o Irão confirma diretamente um ataque coordenado com o Hezbollah, movimento xiita libanês apoiado por Teerão.
Irão aberto a cessar-fogo apenas se EUA e Israel garantirem que não voltarão a atacar
O Irão terá manifestado junto de mediadores abertura para um cessar-fogo no conflito contra os EUA e Israel, mas apenas se estes garantirem que não haverá novos ataques contra a república islâmica, avança a Bloomberg.
As posições manifestadas por Washington e por Telavive desde o início da ofensiva deixam antever que dificilmente aceitariam esta condição -- o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que apenas a "rendição total" do Irão será aceite, e Israel também já veio dizer que tem como objetivo eliminar o atual regime iraniano.
Conselho de Segurança da ONU exige que Teerão cesse ataques a países do Golfo
O Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução proposta pelo Bahrein que exige a cessação imediata de todos os ataques do Irão contra os países do Golfo.
A resolução, apoiada por dezenas de países, incluindo Portugal, obteve 13 votos a favor e duas abstenções: Rússia e China.
O texto foi apresentado pelo Bahrein em nome dos Estados-membros do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG), que inclui Bahrein, Kuwait, Omã, Qatar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos (EAU), assim como da Jordânia.
Pelo menos 634 mortos e mais de 800 mil deslocados em dez dias de guerra no Líbano
A guerra entre Israel e o movimento libanês pró-iraniano Hezbollah fez 634 mortos e 1.586 feridos em dez dias no Líbano, anunciou esta quarta-feira o ministro da Saúde libanês, Rakan Nassereddine, numa conferência de imprensa.
Entre os mortos, contam-se 91 mulheres e 47 crianças, precisou o ministro.
O número total de deslocados registados junto das autoridades atingiu os 816 mil, 126 mil dos quais estão alojados em centros de acolhimento, indicou a ministra dos Assuntos Sociais, Haneen Sayed, na mesma conferência de imprensa.
Macron pede ao G7 apelo a fim de restrições a exportações de petróleo
O Presidente francês sugeriu esta quarta-feira ao G7 um apelo aos outros países para que se abstenham de restrições às exportações de petróleo e gás que possam desestabilizar os mercados, face à guerra no Médio Oriente.
Emmanuel Macron exortou também o Presidente norte-americano, Donald Trump, e restantes líderes do G7, reunidos em videoconferência, a coordenarem-se para restabelecer "o mais depressa possível" a liberdade de navegação no estreito de Ormuz, segundo a agência francesa AFP.
A navegação na única saída do Golfo Pérsico para o mar aberto está praticamente impraticável devido a ataques iranianos em reação à ofensiva militar israelo-americana lançada em 28 de fevereiro contra o Irão.
Lusa
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Depósitos de combustível atingidos por drones iranianos em Omã
Depósitos de combustível foram atingidos esta quarta-feira por um ataque de drones iranianos no porto de Salalah, em Omã, avançou a agência de notícias do país do Golfo.
"Uma fonte de segurança indicou que vários drones foram abatidos, enquanto outros atingiram reservatórios de combustível no porto de Salalah", no sul de Omã, segundo a mesma agência, acrescentando que não foram registadas vítimas.
A empresa privada de segurança marítima Vanguard Tech, por seu lado, anunciou a suspensão das operações do porto após o ataque.
O Irão continua a atacar infraestruturas no Golfo em retaliação aos ataques israelitas e norte-americanos no seu território.
No início do dia, o Irão afirmou ter atacado várias bases norte-americanas no Kuwait e no Bahrein, bem como vários alvos em Israel, incluindo a direção de inteligência militar e uma base naval em Haifa (norte).
O exército iraniano afirmou esta quarta-feira querer atingir "os centros económicos e os bancos" norte-americanos e israelitas no Golfo, após um ataque israelo-americano ter matado funcionários de um banco em Teerão.
Lusa
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Guerra vai prosseguir "sem limite de tempo", diz ministro da Defesa de Israel
O ministro da Defesa israelita declarou, esta quarta-feira, que a guerra contra o Irão vai prosseguir "sem limite de tempo", depois de o Presidente norte-americano ter afirmado há dois dias que estava praticamente terminada.
"Esta operação continuará sem qualquer limite de tempo, o tempo que for necessário, até atingirmos todos os objetivos e decidirmos o desfecho da campanha", afirmou Israel Katz, citado pelo ministério, durante uma reunião com responsáveis militares israelitas.
Katz disse ainda que a ofensiva israelo-americana permitiu infligir pesadas perdas às forças iranianas.
Lusa
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Kallas anuncia novas sanções da União Europeia a 19 pessoas e empresas do regime iraniano
A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, anunciou, esta quarta-feira, a imposição de novas sanções a 19 pessoas e empresas do regime iraniano responsáveis por "violações graves dos direitos humanos".
"A União Europeia (UE) continua a responsabilizar o Irão. Hoje, os embaixadores dos Estados-membros aprovaram novas sanções contra 19 responsáveis e empresas do regime [iraniano] responsáveis por violações graves dos direitos humanos", anunciou a alta representante da UE para os Negócios Estrangeiros numa publicação na rede social X.
Kallas garante que, "enquanto a guerra no Irão continua, a UE protegerá os seus interesses e perseguirá os responsáveis pela repressão interna".
Lusa
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Roménia aceita receber meios militares dos EUA para apoiar ataques contra Irão
A Roménia vai aceitar o envio de equipamento e tropas militares dos Estados Unidos para apoiar os ataques aéreos contra o Irão, anunciou, esta quarta-feira, o Presidente romeno, Nicusor Dan.
Nicusor Dan afirmou que o equipamento inclui aeronaves de reabastecimento em voo, sistemas de seguimento e instalações de comunicação por satélite, que deverão ser instalados no país no âmbito do sistema de defesa antimíssil de Deveselu, no sul da Roménia.
De acordo com a imprensa romena, Washington pediu também o envio de forças adicionais, incluindo aviões de combate e outros equipamentos, para a base aérea da NATO de Mihail Kogalniceanu, situada perto da costa do mar Negro.
Lusa
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Teerão declara como "alvos legítimos" navios dos EUA, Israel e aliados
O exército iraniano declarou esta quarta-feira como "alvos legítimos" todos os navios norte-americanos, israelitas e dos aliados dos dois países no estreito de Ormuz.
"Qualquer navio cuja carga de petróleo ou o próprio navio pertença aos Estados Unidos, ao regime sionista [Israel] ou aos seus aliados hostis será considerado um alvo legítimo", declarou o comando central das operações militares.
O exército iraniano não permitirá "a exportação de um único litro de petróleo" através do estreito, disse o comando num comunicado divulgado pela televisão estatal, citado pela agência francesa AFP.
Ebrahim Zolfagari, porta-voz do Quartel-General Central de Khatam al-Anbiya, que coordena o exército regular com a Guarda Revolucionária, assegurou que os ataques contra alvos norte-americanos nos países do Médio Oriente vão continuar.
"O truque de esconder o exército cobarde em locais públicos e em infraestruturas dos países da região não poderá salvá-los do pântano em que ficaram presos", advertiu num vídeo publicado pela agência Tasnim e citado pela espanhola EFE.
Lusa
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Hamas felicita novo líder supremo e deseja-lhe êxito contra Israel e EUA
O porta-voz do grupo islamista palestiniano Hamas, Hazem Qasem, felicitou esta quarta-feira a eleição de Mojtaba Khamenei para suceder ao pai, Ali Khamenei, como líder supremo do Irão, desejando-lhe êxito contra Israel e Estados Unidos.
"Expressamos as nossas sinceras felicitações aos nossos irmãos na República Islâmica do Irão pela eleição de Sua Eminência, o 'ayatollah' Mukhtaba Khamenei, como líder da Revolução Islâmica", disse o responsável do grupo que controlava a Faixa de Gaza.
Lusa
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'Quartel general' da Organização da Luta do Curdistão iraniano bombardeado
O 'quartel general' da Organização da Luta do Curdistão Iraniano foi bombardeado. Este é um dos seis 'quartéis-generais' do Curdistão Iraniano que estão sediadadas no Curdistão Iraquiano.
O grupo, um dos mais importantes do Irão, recuou para uma zona segura do Iraque, mas a zona foi atingida. O campo é mantido em segredo, porque os iranianos e grupos apoiantes do Irão têm atacado esta área por saber que os curdos se estão a organizar para uma eventual invasão terrestre.
Correio da Manhã
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Veja os ataques lançados no Médio Oriente
Presidente turco apela ao fim da guerra no Médio Oriente antes que incendeie toda a região
O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, apelou, esta quarta-feira, ao fim da guerra no Médio Oriente antes que o conflito "incendeie completamente a região", durante um discurso em Ancara aos deputados do partido que lidera.
"É necessário pôr fim a esta guerra antes que se agrave e incendeie completamente a região. Se a diplomacia tiver uma oportunidade, isso é perfeitamente possível", afirmou, segundo a agência de notícias France-Presse (AFP).
As forças da NATO na Turquia destruíram dois projéteis alegadamente disparados pelo Irão, que tem atacado países da região desde que foi alvo de uma ofensiva militar israelo-americana de grande escala em 28 de fevereiro.
Lusa
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Forças iranianas vão atacar bancos e centros financeiros na região do Médio Oriente
As forças armadas do Irão vão passar a alvejar bancos e instituições financeiras na região depois da morte de funcionários bancários em Teerão num ataque israelo-americano, anunciou, esta quarta-feira, o comando conjunto iraniano.
O aviso foi divulgado pelo quartel-general al-Anbiya, em Teerão, sede do comando conjunto das forças armadas da República Islâmica do Irão, segundo a agência de notícias norte-americana The Associated Press (AP).
Seguiu-se a relatos dos meios de comunicação iranianos sobre a morte de funcionários de um banco em Teerão durante ataques aéreos de Israel e dos Estados Unidos, no âmbito da ofensiva lançada em 28 de fevereiro.
Lusa
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Ataque de drones faz quatro feridos perto do aeroporto do Dubai
Dois drones vindos do Irão atingiram, esta quarta-feira, uma área próxima do Aeroporto Internacional do Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, ferindo quatro pessoas, embora os voos continuem a operar, informaram as autoridades.
O Gabinete de Imprensa do Dubai, que emite comunicados em nome do Governo da cidade-estado, afirmou que o ataque causou "ferimentos ligeiros em dois cidadãos ganeses e num cidadão do Bangladesh, e ferimentos moderados num cidadão indiano".
O comunicado sublinhou ainda que os voos continuam a operar.
Lusa
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