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Artigo exclusivo

Irmãs lideravam rede que ganhou 2 milhões com noivas por conveniência

Rede recrutava mulheres portuguesas que casavam com imigrantes, a troco de dinheiro, para obterem a nacionalidade. Cada noiva custava 30 mil euros. Megaprocesso tem 158 arguidos.

26 de julho de 2026 às 01:30

No topo da pirâmide do esquema desmantelado pela PJ em julho do ano passado estavam duas mulheres, irmãs, que ao longo de sete anos conseguiram arrecadar cerca de dois milhões de euros com os chamados 'casamentos brancos' - casamentos de conveniência que foram realizados para legalizar imigrantes a troco de grandes quantias de dinheiro. As líderes do grupo criminoso cobravam cerca de 30 mil euros a cidadãos magrebinos, sobretudo provenientes da Argélia, pelo casamento numa Conservatória no nosso País. Contratos que foram celebrados, em grande parte na Grande Lisboa.

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