Extremistas atacam universidade
Pelo menos 147 mortos no Quénia.
O grupo extremista islâmico somali Shebab reivindicou o ataque esta quinta-feira contra o centro universitário de Garissa, no Quénia, que fez pelo menos 147 mortos, e na sua maioria estudantes.
"O Quénia está em guerra com a Somália (...) Os nossos homens estão ainda no interior e em combate. A sua missão e de matar aqueles que são contra os Shebab", declarou por telefone à agência francesa AFP um porta-voz do grupo islâmico, Cheikh Ali Mohamud Rage.
Segundo a Cruz Vermelha, um número indeterminado de estudantes está refém dos atacantes.
O ataque ocorreu por volta das 05h30 locais (03h30 em Lisboa), quando os membros do Shebab entraram nas instalações universitárias, situadas a cerca de 150 quilómetros da fronteira com a Somália, começaram a disparar indiscriminadamente e detonaram vários engenhos explosivos.
As forças de segurança quenianas lançaram uma operação para capturar os atacantes.
A operação realizada pelas forças de segurança quenianas para retomar o controlo da universidade, tomada de assalto por um comando 'shebab' hoje de madrugada, "terminou [e] os quatro terroristas foram mortos", acrescentou o NDOC, quase 16 horas após o início do ataque na localidade situada a 150 quilómetros da fronteira com a Somália.
Um anterior balanço oficial dava conta de cerca de 70 mortos.
"O Quénia está em guerra com a Somália (...) Os nossos homens estão ainda no interior e em combate. A sua missão é matar aqueles que são contra os 'shebab'", tinha referido por telefone à agência noticiosa AFP xeque Ali Mohamud Rage, um porta-voz do grupo islâmico.
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