Passos defende ser preciso esquecer fatalismos
Primeiro-ministro quer abrir novos horizontes.
O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, defendeu este sábado, em Alijó, que Portugal precisa de deixar para trás das costas os fatalismos e alguma acomodação, de se abrir para novos horizontes e acolher quem tenha novas ideias.
Passos Coelho está a dedicar o dia de hoje ao Douro, onde diz que se sente "um fervilhar" nestes últimos anos.
Exemplo desse fervilhar é o investimento de que o território tem sido alvo, como a nova adega e centro de visitas da Quinta do Bonfim, no Pinhão, onde a família Symington investiu 2,9 milhões de euros e que foram hoje inaugurados pelo primeiro-ministro.
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