Venezuela monta comissão para vigiar fronteira marítima e combater contrabando

Na localidade de Cumaná, estado de Sucre.

23 de agosto de 2014 às 07:47
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A Venezuela instalou este sábado uma comissão estatal para supervisionar os mais de 900 quilómetros de fronteira marítima e combater o contrabando de bens essenciais e combustíveis, na localidade de Cumaná, estado de Sucre, 440 quilómetros a leste de Caracas.

"Sucre tem um mar aberto à frente, uma 'trocha' (vereda) para embarcações usadas sobretudo para o tráfico de combustível, o narcotráfico, o tráfico de alimentos para as ilhas das Caraíbas e uma nova modalidade que é o contrabando de botijas de gás doméstico", disse o ministro de Relações Interiores.

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Em declarações aos jornalistas, Miguel Rodríguez Torres explicou que, numa recente operação, um comando costeiro da Guarda Nacional Bolivariana (polícia militar) confiscou 86 mil litros de combustível do contrabando, que era transportado por pequenas embarcações até alto mar onde seria depois transferido para barcos de grande porte.

Segundo várias fontes, a Venezuela prevê instalar conselhos estatais de luta contra o contrabando nos estados que têm fronteiras marítimas, Nova Esparta (ilha de Margarita), Falcón, Zúlia e Delta Amacuro.

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