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Reforços... mas pouco

Chegaram para fazer a diferença, mas pouco ou nada acrescentaram às respetivas equipas.

01 de fevereiro de 2014 às 18:04

Promessas de futuro, craques em potência, apostas de risco ou jogadores consagrados. Os reforços são quase sempre uma incógnita e a afirmação pode tardar ou nunca chegar. Nuns casos falta de sorte, noutros de adaptação, noutros apenas de talento.

No FC Porto, dos reforços de verão, apenas Licá ganhou lugar no onze. Que até pode agora perder, devido à chegada de Quaresma. Já Herrera alterna titularidade com frequentes ausências. A rever. Diego Reyes é uma incógnita. Tido como grande promessa, foi contratado por 9 milhões de euros, mas soma apenas 180 minutos na equipa principal dos dragões, onde está tapado por Otamendi, Mangala e Maicon.

Quintero é outro caso paradigmático. Um ‘10’ puro, com inegável talento, que teima não encontrar o seu espaço. Mais à frente, Nabil Ghilas vive na sombra de Jackson. Em 15 jogos (367 minutos), o argelino não marcou um único golo. A título de comparação, o compatriota Slimani, do Sporting, fez cinco golos, em 434 minutos, mas custou 300 mil euros, menos de um décimo do valor pago por metade do passe do avançado do FC Porto (3,7 milhões de euros).

No Benfica, Bruno Cortez foi a maior desilusão. Contestado desde que chegou, o lateral esquerdo acabou por regressar ao São Paulo, sem glória. Djuricic é um caso por confirmar. Chegou com rótulo de craque mas teima em não aproveitar as oportunidades.

O Sporting foi o clube que melhor contratou, na relação qualidade/preço. Cissé foi o tiro ao lado (para já). O reforço mais caro da época (750 mil euros) não jogou pela equipa principal e foi cedido ao Arouca.

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