Amadeo de Souza Cardoso (1887-1918), cuja obra regressa a Paris a partir de terça-feira, numa grande exposição no Grand Palais, descrevia-se como um artista de "sangue visionário, supersticioso e profundamente trágico".
Com apenas 30 anos, foi vitimado pela gripe pneumónica, quando a sua obra estava em ascensão internacional, tendo conseguido expor em Paris, Londres, Viena, Hamburgo e também em Nova Iorque, em 1913.
A forte personalidade de Souza Cardoso levou-o a deixar Manhufe, terra natal, no concelho de Amarante, com apenas 19 anos, com destino a Paris, onde viria a abandonar definitivamente os desígnios da família, para estudar arquitetura, optando pelas artes plásticas.
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