Dois antigos dirigentes da Associação de Comércio e Serviços da Região do Algarve (ACRAL) foram acusados pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal de Évora pelo crime de peculato, disse hoje à Lusa o atual presidente do organismo, Álvaro Viegas.
Este é o resultado de três anos de investigação e recolha de testemunhos levados a cabo pelas autoridades após uma denúncia de utilização indevida de verbas da associação, na ordem dos 150 mil euros, explicou Álvaro Viegas.
Contactado pela agência Lusa, João Rosado, um dos antigos dirigentes agora acusados, disse não perceber como o Ministério Público manteve os argumentos iniciais da acusação, uma vez que todas as situações foram justificadas na fase de inquérito.
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