A Associação Mulher Migrante (AMM) na Venezuela alertou que, apesar de terem maior prestígio na sociedade, as mulheres portuguesas e os jovens luso-descendentes continuam a encontrar barreiras para assumir cargos de gestão a nível associativo.
O alerta foi manifestado no II Congresso da Mulher Portuguesa na Venezuela, uma iniciativa da AMM que reuniu, domingo, em Caracas, mais de uma centena de mulheres, representantes de associações e jovens luso-descendentes de várias localidades venezuelanas.
Segundo as conclusões do encontro, na "Venezuela existem importantes instituições portuguesas, sociais, empresariais, artísticas, de beneficência e culturais (...) onde o papel fundamental e relevante da mulher portuguesa é valioso e importante, mas ainda há homens que acreditam que as mulheres são incapazes de dirigir associações e assumir importantes desafios".
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