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Aumento de chineses em Portugal resulta do reagrupamento familiar

<p align="justify" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt">O diretor do SEF adiantou que os chineses que vivem há mais tempo em Portugal têm "um nível de integração significativo", o que faz com que o reagrupamento familiar tenha contribuído para o aumento.

23 de junho de 2014 às 16:28

O diretor nacional do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Manuel Palos, disse hoje que o aumento da comunidade chinesa em Portugal resulta essencialmente da necessidade do reagrupamento familiar.

O Relatório de Imigração, Fronteiras e Asilo (RIFA), divulgado hoje na cerimónia que assinalou os 38 anos do SEF, indica que os chineses foram a comunidade estrangeira residente em Portugal que mais cresceu em 2013, tendo aumentado 6,8 por cento em relação a 2012, totalizando 18.637 imigrantes.

"Em termos de autorizações de residência para investimento (visto gold), temos perto das 2.000 mil pessoas (chineses), obviamente que o aumento de cidadãos da china não é apenas por via deste mecanismo em particular, mas por via de outros mecanismos, como o reagrupamento familiar", disse Manuel Palos, no final da cerimónia.

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