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Austrália pede à China para não fornecer combustível à Coreia do Norte

Malcolm Turnbull quer travar a escalada de tensão provocada pelos ensaios nucleares de Pyongyang.
Lusa 31 de Agosto de 2017 às 05:35
O primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull
O primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull
O primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull
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O primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull

O primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull, exortou esta quinta-feira a China a deixar de fornecer combustível à Coreia do Norte para travar a escalada de tensão provocada pelos ensaios nucleares e de mísseis balísticos de Pyongyang.

"Eles [China] comprometeram-se a deixar de comprar carvão, ferro, mariscos e outros produtos norte-coreanos. Podem ir mais além e cortar-lhes o abastecimento de combustível, por exemplo", afirmou Malcom Turnbull à rádio local 2SM.

"Se se cortar as suas fontes de receitas e o seu acesso à energia, o regime não poderá sobreviver e isso é o que a China devia fazer", insistiu o primeiro-ministro australiano, que defendeu que se "isole totalmente" Pyongyang.

Camberra defendeu a aplicação das mais recentes sanções -- e as mais duras até à data -- impostas à Coreia do Norte, no início do mês, pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, com o apoio da China, pelos lançamentos de mísseis.

O mais recente lançamento de um míssil pela Coreia do Norte -- o 13.º desde o início do ano -- foi efetuado na quarta-feira e, pela primeira vez desde 2009, sobrevoou o Japão.

O primeiro-ministro australiano acrescentou que se a Coreia do Norte atacar os Estados Unidos -- dado que Pyongyang tem renovado a ameaça de visar a ilha de Guam, no Pacífico, que alberga importantes bases militares norte-americanas -- iniciar-se-á um conflito que constituiria "um bilhete suicida" para a Coreia do Norte.

Para Turnbull, o líder norte-coreano, Kim Jong-un, e a cúpula do regime de Pyongyang agem como "mercadores" ou "mafiosos" e que, na realidade, "procuram intimidar outros países" por dinheiro e "vantagens económicas".

Por isso, o dirigente australiano reiterou que "é necessário impor mais sanções" para demonstrar que "as suas táticas não vão ser premiadas".

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