O candidato do BE à Câmara do Porto acusou hoje a Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) da Baixa Portuense, com capitais da Câmara do Porto e do Estado, de ser "máquina de fazer dinheiro" em vez controlar especulação.
"Se nós queremos travar a especulação imobiliária, temos de ter casas no mercado a lutar contra esse mesmo mercado, com rendas controladas. Para isso, a Câmara [do Porto] tem que exercer o direito de preferência, coisa que não fez durante estes quatro anos (...). Vendeu imenso património, no valor superior a 50 milhões de euros, e coloca este instrumento, que seria a SRU, como uma espécie de máquina de fazer dinheiro e não uma máquina de controlar o jogo da especulação e o jogo do mercado", declarou aos jornalistas o cabeça de lista do BE, João Teixeira Lopes.
Numa ação de campanha junto à Estação de São Bento, o BE denunciou exemplos de património camarário vendido para especulação imobiliária, designadamente na rua da Ponte Nova, no número 52, junto da Ribeira, onde o prédio, de rés-do-chão com três andares, está para venda por "521 mil euros".
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