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Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Banif: CGD voltou a funcionar como refúgio do sistema financeiro

José de Matos admite que banco público voltou a conquistar muitos novos clientes no final do ano passado.

04 de fevereiro de 2016 às 20:04

O presidente da CGD, José de Matos, destacou esta quinta-feira a importância do banco público no sistema financeiro português, revelando que a entidade voltou a servir de refúgio após a resolução do Banif, tal como aconteceu quando o BES colapsou.

"Pensava que não íamos precisar de ver de novo, mas ainda no final do ano passado voltámos a ver a CGD a funcionar como refúgio do sistema financeiro", afirmou o gestor durante a conferência de imprensa de divulgação das contas de 2015, numa clara referência ao Banif.

O responsável admitiu que o banco estatal voltou a conquistar muitos novos clientes na reta final do ano passado (a intervenção das autoridades no Banif foi anunciada a 20 de dezembro último), tal como já tinha acontecido por altura da resolução do BES.

De resto, a 29 de janeiro, o vice-presidente da Comissão Executiva da CGD, Nuno Fernandes Thomaz, tinha já dito em declarações aos jornalistas no Funchal (na Região Autónoma da Madeira, o berço do Banif) que a resolução do Banif contribuiu para a "grande afluência" na abertura de contas na instituição pública.

Questionado sobre a revelação feita pelo ministro das Finanças, Mário Centeno, sobre a opção favorita do Governo para ultrapassar os problemas do Banif - que era a sua fusão com a CGD -, e que foi chumbada por Bruxelas, José de Matos não abriu o jogo.

"Não tenho nada a acrescentar ao que o ministro das Finanças já disse", atirou.

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