Dezenas de famílias de Aldoar, Porto, ficaram sem água, denunciou hoje o Bloco de Esquerda que em visita ao local exigiu que a câmara "reponha um bem essencial e reúna com as pessoas, mostrando-se sensível à sua situação económica".
"O que está a acontecer é desumano. Não se pode cortar um bem que é essencial para viver. Tratar pessoas como criminosas por serem pobres é inaceitável. Nenhuma destas pessoas recusa pagar e estão a propor planos de pagamento à medida das suas possibilidades", disse o deputado bloquista José Soeiro.
Em causa o corte feito pela empresa Águas do Porto a cerca de 40 famílias do bairro de Aldoar, um número transmitido aos jornalistas pela Associação de Moradores do Bairro de Aldoar mas que o eleito pelo BE na União de Freguesias de Aldoar, Foz e Nevogilde, Pedro Lourenço, acredita que "tenha maior extensão por toda a cidade".
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