O primeiro-ministro, António Costa, considerou hoje, em Bruxelas, que as quotas para a recolocação de refugiados devem ser mantidas, sublinhando não haver "nenhuma razão para se alterar" o mecanismo baseado na solidariedade entre Estados-membros.
"O mecanismo não deve ser abandonado, seria um sinal muito errado que daríamos para a visão que devemos ter da União Europeia (UE)", disse António Costa, em conferência de imprensa, no final de um Conselho Europeu em que foi debatido, mais uma vez, o tema das migrações, sem que tenha havido consenso sobre o que fazer.
O primeiro-ministro acrescentou que "o valor da solidariedade" tem de ser colocado também para proteger os refugiados, o que "implica necessariamente uma partilha desse esforço de acolhimento por todos os Estados-membros".
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