A origem de um produto, nacional ou estrangeira, ainda não é prioridade para os consumidores angolanos, que se preocupam antes em verificar os prazos de validade por exemplo dos alimentos.
Isso mesmo constatou a Lusa numa ronda por vários consumidores em Luanda, tendo em conta números oficiais que apontam para 900 produtos angolanos que já aderiram ao programa "Feito em Angola", que certifica a origem nacional dos mesmos.
É o caso de Adilson da Cruz, de 40 anos, que reconhece não prestar muita atenção ao país de origem dos produtos que adquire: "Não me importo, apenas compro aquilo que é bom, não reparo se é nacional ou importado. Desde que não esteja expirado em compro normalmente".
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