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FIL quer inverter quebra de afluência nas feiras

FIL aposta em novos modelos de negócio para aumentar o número de pessoas nas feiras.

10 de outubro de 2014 às 16:50

A Feira Internacional de Lisboa (FIL) está a apostar em novos modelos de eventos para inverter a "grande quebra" de expositores e, sobretudo, da área ocupada registada desde 2011, em linha com a tendência europeia, disse a diretora-geral.

Segundo Maria João Rocha de Matos, que falava à Lusa à margem da assembleia-geral da European Major Exhibition Centres Association (EMECA, que representa os 22 maiores parques de feiras da Europa), esta quebra "é transversal à Europa", na sequência da mudança de paradigma no setor, mas foi agudizada em Portugal pela "situação das empresas" nacionais.

"No início do ano 2000 havia uma discussão muito grande sobre se a Internet iria ocupar o espaço das feiras, mas rapidamente se chegou à conclusão que não, porque somos seres sociais que precisam de se conhecer. Agora, mudou aquilo que as pessoas vêm fazer às feiras, quer como expositores, quer como visitantes: já não é para terem informação, porque essa têm-na toda na Internet, mas com objetivos que variam de setor para setor, não estando ainda o modelo totalmente estabilizado", explicou.

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